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Delegados do Rio participam de curso para aprender a lidar com crimes de intolerância religiosa

 

Policiais assistiram vídeos e receberam cartilhas que ensinam a agir em diversas situações

Do R7, com Agência Brasil | 31/05/2011 às 15h52

Delegados de Polícia Civil de todo o Estado do Rio de Janeiro participaram nesta terça-feira (31) de um seminário de capacitação, com o objetivo de ensiná-los a lidar com a intolerância religiosa. O curso foi uma ideia da própria Polícia Civil e da organização não governamental Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio. 
Segundo a chefe da Polícia Civil, delegada Martha Rocha, a instituição já conta com um núcleo de combate à intolerância religiosa, mas o objetivo do seminário é conscientizar todos os delegados fluminenses sobre a importância de se aplicar a Lei Caó (Lei 7.716 de 1989) que prevê pena de até três anos de prisão para aqueles que cometam crimes contra a religião de outras pessoas. 
– A verdade é que hoje estamos estendendo a toda a Polícia Civil, de todo o estado, essa qualificação, para que em todos os lugares do Rio um policial civil seja capaz de identificar um fato que tenha o viés da intolerância religiosa. 
Segundo Ivanir dos Santos, representante da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, os crimes contra a religião têm aumentado nos últimos anos no Brasil e também, especificamente, no Rio de Janeiro. 
– Muitos delegados ainda não sabem como lidar com esse crime. Muitos o minimizam. Alguns, por sua própria convicção religiosa, acabam não aceitando o crime. Mas o Estado é laico e a polícia é a mantenedora do Estado Democrático de Direito. A polícia pode contribuir para que esse tipo de atitude não crie um desequilíbrio na sociedade. 
Os policiais assistiram a vídeos e palestras e receberam uma cartilha que ensina como os delegados devem lidar com a intolerância religiosa.

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‘Marcha para Jesus’ reúne milhares de evangélicos no Centro do Rio

04/06/2011 18h31 – Atualizado em 04/06/2011 18h33

 

Manifestação reuniu pelo menos 200 mil evangélicos nas ruas da capital.
Sete trios elétricos, com estilos musicais variados, participaram da festa.

Do G1 RJ

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marcha2 (Foto: Luiz Gomes / Parceiro / Agência O Globo)Milhares participaram da ‘Marcha para Jesus’
(Foto: Luiz Gome/Parceiro/Agência O Globo)

Milhares de pessoas de todas as idades participaram da edição carioca da Marcha para Jesus, realizada na tarde deste sábado (4) nas ruas do Rio de Janeiro. Segundo os organizadores do evento, que é formado por várias igrejas evangélicas, a marcha reuniu cerca de 200 mil fiéis.

Sete trios elétricos, com vários estilos musicais, percorreram as ruas do Centro da cidade e animaram os participantes.

Os fiéis começaram a se reunir na Central do Brasil por volta das 13h. A caminhada musical teve início às 14h, seguindo em direção à Cinelândia. A cantora gospel Fernanda Bruni foi uma das principais atrações.

A Marcha para Jesus tem como objetivo levar a palavra de Deus a todo o povo, segundo os organizadores.

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Carro de Anthony Garotinho é atingido por disparos

 

Tiros acertaram a lataria do veículo e não deixaram feridos; deputado federal estava saindo da representação do Partido da República em Cabo Frio no momento

04 de junho de 2011 | 15h 43

Alessandra Saraiva, da Agência Estado

O deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) prestou na manhã deste sábado depoimento na Polícia Federal (PF) em Campos (RJ) sobre um possível atentado contra sua vida na noite de ontem. Segundo o político, seu carro foi atingido por dois tiros quando saía da representação do Partido da República em Cabo Frio, na Região dos Lagos no Rio de Janeiro.

Em depoimento prestado ao delegado Anderson Lima Costa, Garotinho informou ter ouvido quatro estampidos, antes dos disparos. No carro estavam o motorista, Garotinho e um segurança. O ataque teria acontecido na Rodovia Amaral Peixoto (RJ-106), próximo ao distrito de Tamoios. Segundo o político, seu motorista achou inicialmente que fossem fogos de artifício. Na hora dos disparos, Garotinho estava deitado no banco traseiro, com a cabeça próxima à porta do veículo. Os disparos teriam acertado a lataria do carro, e não deixaram feridos.

Na manhã de sábado, o deputado recebeu a imprensa em sua casa em Campos, no norte fluminense, para relatar o ocorrido, ao lado da mulher, a prefeita de Campos, Rosinha Garotinho. O carro do político, um Corolla prata, foi apreendido pela Polícia para apuração do ocorrido. Um projétil foi encontrado no interior do veículo, de acordo com a assessoria de Garotinho.



Tópicos: Anthony Garotinho, Depoimento, Atentado, Nacional, Política