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Primeira Igreja Virtual e Blog Julio Severo convocam cristãos a cooperar com esforço de televangelista

 

Caros amigos

Dias atrás, divulguei no meu blog vídeo do Pr. Silas Malafaia convocando a população para um evento contra o PLC 122 no final de junho. Mas diante da pressa do movimento gay, denunciada ontem no meu blog, Malafaia antecipou o evento, conforme informação abaixo do site dele.

Malafaia, dono de um influente programa evangélico de televisão, tem feito um excelente trabalho de conscientizar sobre aborto, homossexualidade e outras questões nos espaços públicos. Sua grande fraqueza foi apoiar o estabelecimento do próprio sistema petista de iniquidade que está afogando o Brasil numa inédita tirania pró-sodomia. Ele apoiou Lula nas duas eleições presidenciais, consciente de que a obrigação de um profeta é denunciar os males do governo, não apoiá-lo.

Eu venho denunciando o sistema de iniquidade de Lula desde que seu governo começou. Como não bater de frente no governo petista que vem provocando a promoção dos próprios males contra os quais Malafaia e outros se propõem a lutar?

No entanto, Malafaia e muitos outros pastores induziram o povo a votar em Lula, e hoje o Brasil está colhendo o que plantou.

O que posso recomendar? Vá ao evento de Malafaia contra o PLC 122, converse com os organizadores e faça recomendações para que Malafaia e outros renunciem, desmascarem e denunciem o governo iniquo que está estabelecendo um sistema gigantesco de tirania pró-sodomia no Brasil. Se Silas Malafaia realmente tem vocação profética, é hora de denunciar publicamente o governo da rainha Jezebel, sucessora do governo do rei Acabe. E é hora de renunciar publicamente ao rei Acabe, a quem apoiaram.

Não há muitos televangelistas defendendo a família contra o governo iniquo do Brasil. Por isso, precisamos exercer fortes pressões sobre os que estão se mobilizando, para que façam um trabalho direito, justo e agradável a Deus.

Conto com sua presença no evento de Silas. Conto com suas pressões sobre ele.

Julio Severo

Data da manifestação pacífica em Brasília antecipada

09/05/2011 12:50

Como há a possibilidade de o PL 122 ser tratado em caráter de urgência no Senado, o pastor Silas Malafaia adiantará a data da manifestação pacífica em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. O evento, que seria no dia 29 de junho, acontecerá no dia 1º de junho, às 15h. O objetivo é protestar contra esse o projeto de lei, desarquivado em fevereiro deste ano, pela senadora Marta Suplicy, do PT, com a assinatura de 27 senadores.

O PL 122 criminaliza qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo no Brasil, com pena de 2 a 4 anos de prisão. Sendo assim, fere a liberdade religiosa e de expressão, direitos garantidos pela Constituição brasileira, expressas no artigo 5º, incisos 4, 6, 8 e 9. “Essa é uma lei vergonhosa, que finge proteger a prática homossexual, porém, sua intenção real é colocar uma mordaça na sociedade e criminalizar os que são contra o comportamento homossexual. Com essa lei querem atingir as famílias, as questões religiosas e a liberdade de expressão”, afirma o pastor Silas Malafaia, que convida os brasilienses para participarem desse manifesto.

Aqueles que não puderem estar presente também podem ajudar nessa luta em favor da família e da liberdade de expressão. Entre no sitewww.senado.gov.br/senadores e envie para os representantes do seu estado: "Sr. Senador, rejeite a PL122/2006. Em favor da família, em favor da liberdade de expressão e abaixo a pedofilia." Quem desejar pode ainda enviar esse pedido para os senadores dos demais estados da federação.

No programa Vitória em Cristo, o pastor Silas Malafaia explicou em detalhes a razão do manifesto. Assista aqui.

Fonte: Site de Silas Malafaia

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PLC 122 – HOMOFOBIA E CASAMENTO GAY- URGENTE

Pastores, Pastoras e amigos

Enviem seus e-mails para os senadores com urgência, avisem e encaminhem este e-mail para seus amigos, peça ao Povo de Deus para mandar e-mails para os Senadores pois so assim, com o povo de Deus unido.

 O Brasil nao se tornará uma Sodoma e Gomorra.

Quer ver mais aberraçoes que estão ocorrendo hoje pelos homoafetivos? entre no meu site http://www.primeiraigrejavirtual.com.br/

Rev. Angelo Medrado


Estimados amigos
Envio-lhes novamente o artigo, desta vez contendo os emails de todos os senadores. Apesar da tirania dos STF, temos de fazer nosso papel como cidadãos. Encaminhe este artigo a todos os seus contatos e escreva aos senadores nos emails que disponibilizo abaixo.

Ativistas gays aproveitam o embalo da decisão do STF para avançar criminalização da chamada “homofobia”

Julio Severo

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) deve votar nesta quinta-feira (12) o substitutivo que a senadora Marta Suplicy (PT-SP) fez no PLC 122, projeto que tem como objetivo criminalizar toda opinião filosófica, médica, moral e religiosa contrária à relação sexual entre homens.

O texto substitutivo sugere poupar da criminalização apenas os discursos feitos dentro do templo de igrejas. Mas a concessão especial aos religiosos está causando revolta entre os ativistas homossexuais, que veem na concessão uma mutilação da lei.

A equipe de Marta Suplicy rebate tal argumento, indicando que discursos “homofóbicos”, com exceção dos feitos em templos, “serão criminalizados” nas vias públicas, nos programas de televisão e rádio, nas revistas, jornais, etc.

O Projeto de Lei Complementar 122/2006 é de autoria da ex-deputada federal Iara Bernardi, do PT de São Paulo, e foi ardilosamente aprovado em 2006 na Câmara dos Deputados. Mas, desde que chegou ao Senado, tem enfrentado forte resistência da população, que tem feito contato com os senadores no sentido de não aprová-lo. O PLC 122 havia sido arquivado no começo deste ano, depois da derrota eleitoral de sua relatora, a ex-senadora Fátima Cleide, do PT de Rondônia, porém a senadora Marta Suplicy conseguiu desarquivá-lo e agora tenta avançar a lei que criminaliza a “homofobia”.

Ativistas homossexuais acreditam que agora é o “grande” momento de se votar o PLC 122, por causa daaprovação por unanimidade das uniões estáveis para duplas gays pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Se o Congresso relutar e fizer com o PLC 122 o que fez com o projeto de parceria civil homossexual de Marta Suplicy que estava parado desde 1995, os militantes gays esperam que o STF novamente dê um “jeitinho”.

O que você pode fazer?

Meu blog disponibiliza vídeo de Silas Malafaia que mostra como você pode fazer contato com os senadores para pedir a não aprovação do PLC 122. O vídeo está neste link: http://juliosevero.blogspot.com/2011/05/silas-malafaia-denuncia-plc-122.html

Para mandar mensagens a todos os senadores, escreva para:

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Com informações do site A Capa.

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El Consejo Evangélico denuncia el cierre indiscriminado de templos del Aytº de Madrid

Comunicado de prensa del CEM

 

El Consejo Evangélico denuncia el cierre indiscriminado de templos del Aytº de Madrid

Califican como «grave» el cierre o amenaza de cierre indiscriminado de templos protestantes por parte del Aytº de Madrid y –en menor medida- otros municipios de la Comunidad.

5 de mayo de 2011, MADRID

El Consejo Evangélico de Madrid ha hecho público este pasado 4 de mayo un Comunicado de prensa en el que anuncia que este lunes 9 de mayo, por primera vez en la historia de Madrid y de España, se producirá una manifestación de evangélicos; en defensa de su libertad religiosa y de culto.
Como ya se había anunciado, será en la Plaza de Cibeles, a las 11.00 horas , y se espera una amplia representación de los protestantes madrileños, que denuncian como grave el cierre o amenaza de cierre indiscriminado de sus templos por parte del Ayto de Madrid y –en menor medida- de otros municipios de la Comunidad.
El Consejo Evangélico de Madrid (CEM) expresa que esta manifestación (cuya solicitud legal de permiso ha sido realizada por el Consejo Evangélico de Madrid) se ha realizado recogiendo la denuncia de una amplia plataforma de pastores e iglesias de Madrid, ante la que el CEM ha respondido apoyándola “como legítimo representante de las iglesias evangélicas de la Comunidad de Madrid ante las instituciones autonómicas y locales”.
El CEM denuncia la reiterada y grave discriminación con los templos protestantes por parte de varios municipios de la Comunidad de Madrid; y en especial del Ayuntamiento de Madrid, que en los últimos años y especialmente en los últimos meses ha precintado 5 lugares de culto (y abierto expediente contra más de 20 templos).
“Ésto ha supuesto dejar sin sus iglesias a miles de madrileños. Un cierre que afecta además negativamente a la importante labor social que se realiza (reparto de ropa y alimentos, comedores, ayudas escolares y a inmigrantes)”, expresa el CEM.
“El pueblo evangélico o protestante madrileño percibe una discriminación religiosa,lo que supone una coacción al ejercicio de la libertad y de sus derechos fundamentales” dice el Comunicado.
Además, el CEM expresa que es un enorme contraste “esta actitud discriminatoria e injusta del Ayuntamiento de Madrid con otras instituciones madrileñas como la Asamblea de Madrid, cuya presidenta Elvira Rodríguez recibió recientemente al Secretario general de la Alianza Evangélica Mundial (que representa a 50 millones de protestantes en el mundo)O también, recientemente, la Comunidad de Madrid, que acaba de firmar un convenio con el CEM regulando la asistencia religiosa de los capellanes protestantes en hospitales públicos”.
Anuncia el CEM que tras la manifestación se presentará en el registro del Ayuntamiento de Madrid un amplio dossier con la exposición de los hechos, las causas de los mismos (que a continuación se resumen), un documento detallado de los templos protestantes afectados en la actualidad, y una serie de solicitudes (que se incluyen resumidas y extractadas al final de esta noticia).
LAS CAUSAS
Todo este problema, razona el CEM, surge porque no se ha reglamentado la normativa para los espacios de culto, lo que está provocando que se aplique normativa propia de actividades mercantiles, tipo discotecas, pubs, espectáculos públicos u otros, dependiendo del criterio de cada distrito municipal que toque , “afectando así su aplicación estricta o caprichosa a los derechos fundamentales garantizados por la Constitución Española”. Además se suma la falta de reserva de suelo en los planteamientos municipales para los templos.
Aclara el Comunicado que los evangélicos madrileños “No pedimos un trato de favor al Ayuntamiento de Madrid y al resto de municipios, ya que defendemos cumplir las normas de seguridad y sanidad, pero sí que se evite un claro trato discriminatorio”.
Amparan sus demandas en el Articulo 16 de la Constitución Española que recoge la libertad de culto , en la Ley Orgánica 7/1980 ,de 5 de julio, de Libertad Religiosa y en el Acuerdo de Cooperación del Estado con la Federación de Entidades Religiosas Evangélicas de España.
SOLICITUDES
Por todo ello piden al Ayuntamiento de Madrid y al resto de municipios donde pudieran darse circunstancias similares los siguientes puntos.
1.- La paralización de los expedientes de precinto, clausura y cierre de los locales de culto evangélico, y el establecimiento de una moratoria hasta tanto no se consideren y desarrollen al menos los criterios básicos normativos que aseguren un trato justo y equitativo con los españoles evangélicos.
2.- El establecimiento de procedimientos adecuados de legalización de los locales de culto existentes y de implantación de otros nuevos , adecuados a las características de la actividad y proporcionales al tamaño de local y el aforo del mismo, que permitan el desarrollo de la actividad en diferentes supuestos.
3.- La exoneración de la obligación de solicitar licencia de actividad a los locales de culto evangélico, sustituyéndola por la necesidad de comunicación previa de inicio de actividad. adjuntando documentación técnica de seguridad y salubridad como único requisito.
4.- Que se materialicen nuevas cesiones de suelo para el uso dotacional religioso a las Iglesias Evangélicas. Que hacer ciudad incluya la inclusión y no la exclusión de los espacios para la realización de cultos evangélicos.
5.- La provisión de otras posibilidades de ubicación de locales de culto, como locales y edificios municipales ya existentes, centros culturales, etc.
6.- Mayor cantidad de suelo dotacional religioso clasificado en las posibles revisiones del Planeamiento urbanístico municipal.
7.- El establecimiento de directrices comunes de interpretación para la aplicación favorable de la normativa técnica y urbanística conforme a la singularidad de los locales de culto religioso.
8.- Contemplar la posible modificación de otras Normativas, en aras de favorecer el desarrollo de la libertad de culto dentro del Municipio.

  Para ello, requieren la formación, a la mayor brevedad, de una una comisión paritaria compuesta por miembros del Ayuntamiento de Madrid con la participación de las instituciones representativas del conjunto de la iglesia evangélica en Madrid  (Consejo Evangélico de Madrid), para el desarrollo de la normativa y la solución de todos y cada uno de los casos existentes en la actualidad
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Fuentes: NotiCEM

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