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Segundo pesquisa, igreja é a instituição mais confiável para latinos

 

A instituição em que os latino-americanos mais confiam continua sendo a Igreja. Embora esteja em queda, a pesquisa do Latinobarômetro de 2011, mostrou que em 1996, ano da primeira medição, 76% dos latinos confiavam na igreja, índice que abaixou neste ano para 64%.

Os chilenos permanecem os mais desconfiados em relação à Igreja e é no Chile onde os percentuais apresentaram maior queda. Em 1995, 80% dos chilenos apontaram a Igreja como a instituição mais confiável. Em 2009, esse percentual caiu 13% e em 2011 apenas 38% ainda têm a Igreja como digna de confiança.

Essa queda está relacionada com os escândalos envolvendo sacerdotes em denúncias sobre sexualidade. Os povos que mais confiam na Igreja são os paraguaios, com 78%, brasileiros, com 76%, bolivianos, com 74%, bem acima da média regional, que é de 64%.

O Latinobarômetro constatou, de um modo geral, a queda generalizada da confiança de latinos sobre as instituições. Os governos são as exceções, que cresceram de 1995 a 2011 vinculados aos processos de democratização. Em 1998, esse índice era de 28%, em 2011, subiu para 40%.

A pesquisa ouviu 20,2 mil latino-americanos, de 15 de julho a 16 de agosto, em 18 países e foi realizada pela Corporação Latinobarômetro, uma ONG sem fins lucrativos, cuja sede fica em Santiago, no Chile.

Data: 29/11/2011 08:30:00
Fonte: Verdade Gospel

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Comissão em Brasília discute PLC 122 om líderes cristãos hoje

SENADORES QUEREM SUA OPINIÃOc

Por: Redação Creio

Um novo capítulo deve ser escrito nesta terça-feira, dia 29. Os senadores da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, a pedido do senador Magno Malta, realizarão uma audiência pública para discutir o projeto de lei que criminaliza a homofobia.

O debate político que precisa de amplo apoio da Igreja Cristã terá a participação da Frente Nacional Cristã de Ação Social e Política, liderada por Wilton Costa; e representante de entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante; da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Raymundo Damasceno Assis.

Na audiência pública será discutida a ampliação da Lei 7.716/1989, que trata sobre a discriminação decorrente de raça, religião e origem.A ideia é acrescentar à essa legislação os crimes de discriminação por gênero, sexo e orientação sexual, esse é o objetivo do PL 122 que já esteve em pauta na CDH em maio deste ano, mas foi retirada por falta de entendimento para votação.

Entidades cristãs estão se mobilizando para mostrar força para impedir que o projeto seja levado adiante e crie uma ditadura gay.

Data: 29/11/2011 09:20:00

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CAIO FÁBIO PODE IR PARA A PRISÃO

FOTO - CAIO FÁBIO

Justiça eleitoral determina 4 anos a pastor por ‘dossiê Cayman’

Em mais uma polêmica, desta vez com a Justiça Eleitoral, o nome do pastor Caio Fábio vem à tona. Ele foi condenado a quatro anos de prisão por seu envolvimento no chamado "dossiê Cayman". O conjunto de papéis, comprovadamente falso, surgiu como tentativa de incriminar a cúpula do PSDB na campanha de 1998.

Caio Fábio, o único condenado pelo episódio até agora, foi considerado responsável por elaborar e divulgar o dossiê, incorrendo em crime de calúnia, agravado por ter envolvido o então presidente da, Fernando Henrique Cardoso. Ele pode recorrer.

A sentença, da juíza de primeira instância Léa Maria Barreiros Duarte, é baseada em uma investigação da qual participou também o FBI, a polícia federal norte-americana. Ela diz que o pastor preparou os papéis com um grupo de empresários em Miami, com o objetivo de vender a informação a adversários dos tucanos. Ele nega.

O caso, revelado pela Folha há 13 anos, tornou-se um dos maiores escândalos eleitorais do país.

O documento apontava a existência de uma empresa e de contas que seriam controladas por FHC, à época candidato à reeleição, pelo então governador de SP, Mario Covas, que também buscava novo mandato, e pelos tucanos José Serra e Sérgio Motta.

O conjunto de papéis mostrava depósitos de US$ 368 milhões nas contas. O dinheiro teria sido resultado de propina após a privatização do setor de telecomunicações.

Os depoimentos que integram o inquérito detalham como cópias do dossiê circularam entre adversários do PSDB como José Dirceu, Paulo Maluf, Ciro Gomes, Marta Suplicy, Leonel Brizola e Benedita da Silva, além do advogado e ex-ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos.

O inquérito inclui um depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, adversário de FHC na eleição.

Lula confirma ter tido ao menos dois encontros para tratar do assunto, um deles com o pastor e outro com o ex-ministro Luiz Gushiken.

O ex-presidente, ao tomar conhecimento do caso, pediu a Thomaz Bastos, então advogado da campanha, que checasse os documentos, segundo a investigação. Como seriam falsos, o PT não teve interesse na história.

Em um outro momento do inquérito, Lula revela que a hoje senadora Marta Suplicy (PT-SP) disse ter sido procurada por duas filhas e uma nora do hoje deputado Maluf. Elas teriam pedido que o PT desse vazão aos papéis.

Maluf afirmou no inquérito que só soube do dossiê pela imprensa e que jamais autorizou seus familiares a procurarem Marta.

OUTRO LADO

O pastor nega participação na elaboração e na divulgação do dossiê. "Tenho a consciência absolutamente tranquila. Não estou nem um pouco preocupado com isso."

Ele afirmou que os papéis apenas passaram por suas mãos. "Nunca vou mudar minha versão. Não tenho nada mais a falar do caso."

Seu advogado, Edi Varela, disse que entrou com recurso e nega crime eleitoral. "Esse assunto só surgiu depois das eleições, não entrou na campanha, ninguém usou".

Data: 29/11/2011 09:10:28
Fonte: Com informações de Folha