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Billy Graham cumple 93 años

Casi en casa

 

Billy Graham cumple 93 años

"Aprendí a morir como cristiano, pero no me enseñaron cómo vivir la vejez. Y no es fácil".

13 DE NOVIEMBRE DE 2011, EEUU

Billy Graham  celebra su cumpleaños número 93 este lunes 14 de noviembre. Después de haber impactado las vidas de todo el mundo con el Evangelio, el conocido evangelista atesora el cariño y buenos deseos de miles de personas. Es “el pastor evangélico más importante e influyente en el mundo durante el siglo XX desde un punto de vista humano y social” expresa José Pablo Sánchez, autor de "El predicador", la única biografía de Graham escrita en castellano.
En la foto de archivo que acompaña esta noticia, del 20 de diciembre de 2010, Billy Graham tenía 92 años, y era entrevistado en la sede de la Asociación Evangelistica Billy Graham (BGEA) en Charlotte, Carolina del Norte.
"Reverendo Graham, feliz cumpleaños, y gracias por todo lo que han hecho y (sic) la BGEA sigue haciendo. Tú eres mucho más apreciado de lo que imaginas", escribió Shawn Werre en la página del evangelista de Facebook. "Tengo 44 años y recuerdo escuchar primero sus predicaciones en la tele con mis abuelos. Usted ha jugado un papel muy importante en mi desarrollo espiritual y le doy las gracias:)…"
El cumpleaños de Graham se produce justo después del lanzamiento de su más reciente libro, Nearing Home: Life, Faith, and Finishing Well (traducido al español con el título de " Casi en casa "). Este nativo de Charlotte, Carolina del Norte, compartió su reflexión personal sobre la vejez en su libro, que está dirigido no sólo a los lectores mayores, sino en todas las etapas de la vida, que espera nos preparemos ante los retos de la vejez.
En el libro dice, "nunca pensé que llegaría a ser tan viejo. Toda mi vida me enseñaron a morir como cristiano, pero nadie me ha enseñado cómo debemos vivir en los años antes de morir. Me hubiera gustado (que me hubiesen enseñado) porque soy un hombre viejo, y créanme, no es fácil."
De acuerdo con la BGEA, Graham todavía está buscando ser usado por Dios en esta etapa de su vida. "Estoy sorprendido por las maravillas de la tecnología y estoy agradecido por la forma en que podemos usarlas para compartir el Evangelio en todo el mundo", dijo. "Estoy ansioso de ver cómo Dios todavía puede ser capaz de usarme para servirle en estos últimos años".
Sin dejar de mantener el impacto de toda una vida a sus 93 años de edad, Graham expresó que espera ir al cielo y reunirse con su difunta esposa Ruth, quien falleció en 2007.

Fuentes: Christian Post

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Alex Campos, Latin Grammy por `Lenguaje de amor´

Cantante colombiano

 

Alex Campos, Latin Grammy por `Lenguaje de amor´

Alex Campos ha recibido el premio Latín Grammy en la categoría de mejor Álbum Cristiano en español.

13 DE NOVIEMBRE DE 2011, LAS VEGAS

Fue la tarde del pasado jueves 10 de noviembre, durante la 12ª Entrega Anual del Latin Grammy en Las Vegas, Nevada, cuando Alex Campos se alzó por primera vez en su carrera como el ganador del gramófono dorado por su álbum «Lenguaje de amor» otorgado en la categoría de «Mejor álbum cristiano (en español)».
«Lenguaje de amor», un disco que revela la ternura y amor que hay en la voz de Dios, fue lanzado internacionalmente en agosto de 2010 bajo el sello CanZion . El disco fue coproducido por Alex Campos y el argentino Juan Blas Caballero, quien anteriormente también ha sido recipiente del Latin Grammy.
Siendo su octava producción discográfica, «Lenguaje de amor» ha demostrado ser hasta hoy uno de los álbums de más exito en la trayectoria del cantante colombiano de fe cristiana. El disco ha cosechado el reconocimiento no sólo dentro de la música cristiana, sino ambién en la industria secular, lo que ha sido corroborado con el grammy recibido.
El Latin Grammy es un premio otorgado en reconocimiento a los logros artísticos y técnicos de una determinada producción musical. La decisión sobre a quién se otorga no se basa en el número o posicionamiento en las listas de ventas, sino por los votos de los miembro de LARAS, que son personas involucradas en la industria de la grabación.

NOTA DE CANZION
Grupo CanZion felicita a Alex Campos por haber obtenido este galardón. De igual manera aplaude a Marco Barrientos, Ingrid Rosario, Funky, Tercer Cielo, y Moisés Angulo , por su nominación y participación en esta edición del Latin Grammy 2012.

Fuentes: Canzion

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O último judeu de Zagare

 

O elo entre o massacre na Lituânia e o sionismo

13 de novembro de 2011 | 3h 06

É COLUNISTA, ROGER, COHEN, THE NEW YORK TIMES, É COLUNISTA, ROGER, COHEN, THE NEW YORK TIMES – O Estado de S.Paulo

O último judeu de Zagare, pequena cidade lituana conhecida por suas cerejas, morreu em setembro. O nome dele era Aizikas Mendelsonas, nascido em 1922. Não foi enterrado em nenhum dos dois cemitérios judaicos, com suas lápides inclinadas, as inscrições apagadas e o líquen cada vez mais abundante. Ninguém mais é enterrado lá, nem mesmo os judeus.

Quando nasceu, Mendelsonas era apenas um dentre os cerca de 2 mil judeus que moravam em Zagare, onde havia 7 sinagogas, 1 escola hebraica e o banco do povo judeu. Os judeus compunham cerca de 40% da população da cidade. Então, em rápida sucessão, vieram a anexação soviética, cuja responsabilidade foi atribuída aos "judeus bolcheviques", e a ocupação nazista, determinada a aniquilar os judeus.

Os nazistas não perderam muito tempo depois de invadir a Lituânia, em junho de 1941. Os judeus de Zagare foram reunidos num gueto. Em 2 de outubro de 1941, eles foram levados à praça central antes de serem conduzidos à floresta para serem executados nas mãos de assassinos nazistas.

Karl Jäger, Standartenführer da SS, afirmou num relatório que naquele dia 2.236 judeus foram assassinados em Zagare. Em 1944, os soviéticos, depois de bater os nazistas no campo de batalha, examinaram uma vala comum e encontraram 2.402 corpos.

Recupero tais eventos por dois motivos. O primeiro é que minha avó Pauline ("Polly") Soloveychik era de Zagare, e meu avô Morris Cohen era de Siauliai e, portanto, tenho um interesse natural naquilo que teria ocorrido com eles caso tivessem permanecido lá.

O segundo motivo é que tenho pensado no elo entre Zagare e o sionismo. A permanência do conflito palestino-israelense – sua capacidade de atravessar a Guerra Fria, o pós-Guerra Fria, a revolução digital, a ascensão da China, a primavera árabe – decorre em parte da equivalência moral quase perfeita entre dois lados que afirmam o suposto direito a um mesmo território.

Solução. Por meio da votação de 29 de novembro de 1947, prevendo o estabelecimento de dois Estados na Terra Santa – um judaico e outro árabe e palestino – as Nações Unidas tentaram expiar os crimes nazistas ao conceder aos judeus aquilo que Benny Morris, historiador israelense, chama de "garantia internacional do direito a um pequeno pedaço de terra". O problema é que este pedaço de terra, berço do povo judeu, não estava vazio. Na verdade, na época da votação da ONU, cerca de 630 mil judeus viam-se diante de aproximadamente 1,3 milhão de árabes palestinos na Terra Santa. Os palestinos não compreenderam por que deveriam pagar pelo Holocausto. Os Estados árabes, enxergando em Israel uma nova expressão do colonialismo europeu, foram à guerra contra a decisão da ONU – e perderam.

A solução do conflito começa com a aceitação de que não existe nenhum resultado justo possível, nenhum. Um número demasiado de judeus e árabes já foi sacrificado na tentativa de provar o valor da própria causa. Concessões mútuas e imperfeitas são a única saída para a espiral.

Carregando Zagare em meu sangue, consciente do resultado de anos de precariedade judaica, acredito que a defesa de Israel continua sendo inquestionável, mas um Israel que condena outro povo ao exílio não é o país que seus fundadores imaginaram.

Um Estado israelense, um Estado palestino, união econômica entre ambos, supervisão internacional nos locais sagrados de Jerusalém e Belém: a ideia da ONU de 1947 não está muito distante dos termos que uma paz duradoura deve envolver.

O segundo estágio de uma solução para o conflito está em perceber que não há nenhuma nova ideia, nenhuma. A única opção que existe é reunir boa vontade o bastante para chegar à troca já conhecida.

Futuro. Fui visitar o túmulo de Mendelsonas – o último judeu de Zagare. Finalmente, pensei, Zagare ficou Judenrein (limpa de judeus). Num certo sentido, os nazistas venceram. Então, nas imediações, vi uma bandeira da União Europeia e pensei, não venceram. Mendelsonas, nos seus 89 anos, sobreviveu a cinco Lituânias – independente, soviética, nazista, soviética e independente.

A última foi a melhor, um pequeno Estado, seguro, membro da Otan, associado a uma união econômica com seus vizinhos, em paz até mesmo com a Rússia.

É incrível aquilo que a decisão de colocar o futuro acima do passado, e os empregos acima de algum tipo de justiça inalcançável, é capaz de forjar. / TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL