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Pinturas pré-históricas em caverna são de crianças de ‘3 a 7 anos’

 

Gravuras em caverna de Rouffignac (PA)

Sulcos foram feitos por dedos de crianças de três a sete anos

Pinturas pré-históricas encontradas em uma caverna na França foram feitas por crianças pequenas, com idades entre três e sete anos, apontam pesquisas recentes.

São sulcos feitos com os dedos, que resultam em desenhos de mamutes e outros animais. Eles foram descobertos na chamada Caverna dos Cem Mamutes, em Rouffignac, e datam de cerca de 13 mil anos atrás.

Os sulcos parecem ter sido feitos por dedos pequenos, de crianças, que passavam as mãos na superfície macia das paredes da caverna.

Pesquisadores da Universidade de Cambridge agora afirmam terem conseguido identificar a idade e o sexo dos jovens artistas das cavernas.

"Os sulcos feitos por crianças aparecem em todas as partes da caverna", diz a arqueóloga Jess Cooney, da Universidade de Cambridge, que comandou as pesquisas ao lado de Leslie Van Gelder, da Universidade Walden (EUA).

"Encontramos marcas de crianças de três a sete anos – e conseguimos identificar (os desenhos de) quatro crianças específicas ao comparar suas marcas."

Segundo ela, a criança mais prolífica no desenho de gravuras tinha ao redor de cinco anos. "E temos quase certeza de que essa criança era uma menina."

‘Lugar especial’

Gravuras em caverna de Rouffignac (PA)

Desenhos podem ser parte de ritual de iniciação ou apenas uma simples brincadeira infantil

A cada ano, milhares de pessoas visitam a caverna, na região de Dordogne (oeste da França), para admirar os desenhos de mamutes, cavalos e rinocerontes, nas paredes dos 8 km de caverna que foram descobertas no século 16.

Mas só em 1956 é que os especialistas perceberam que alguns dos desenhos eram pré-históricos. Depois, em 2006, notaram que as pinturas haviam sido feitas por crianças, com seus dedos.

Diferentemente de rabiscos também encontrados na caverna, as pinturas não continham pigmentos de tinta.

"Uma caverna é tão rica em sulcos feitos com (dedos de) crianças que parece ter sido um lugar especial para elas. Mas é impossível saber se (a prática) era para brincar ou parte de um ritual", diz Cooney.

Pinturas feitas com sulcos de dedos também já foram encontradas em cavernas na Espanha, na Nova Guiné e na Austrália.

"Não sabemos porque as pessoas as faziam", agrega Cooney, admitindo que os desenhos podem ser parte de "rituais de iniciação" ou "simplesmente algo pra ocupar o tempo durante um dia chuvoso".

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DO LIXO AO LUXO : Mãe evangélica pede, filho se entrega à polícia e ganha fama na moda

Diego Raimundo dos Santos, 26 anos, se entregou à polícia no dia 27 de novembro de 2010 a pedido de sua mãe, a evangélica Nilsa Maria dos Santos, que não se conformava em ver um de seus dez filhos envolvido no mundo do tráfico. Diego era conhecido no morro do Rio de Janeiro como ‘Mister M’ e trabalhava como segurança e braço direito do traficante Pezão, o chefe do tráfico do conjunto de favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio.

Nove meses depois, o jovem foi solto e agora se prepara para desfilar na semana de moda de São Paulo, o evento São Paulo Fashion Week, com uma coleção de roupas inspiradas no projeto Afro Reggae. Além de modelar ele também trabalha como editor de vídeo.

Em entrevista ao Domingo Espetacular o jovem diz que nem lembra como entrou para o tráfico, antes de se envolver com o crime ele trabalhava com a mãe em uma lanchonete. “Eu acho que é o dinheiro fácil”, diz Diego sobre o que o atraiu para o mundo do crime.

No caminho para a delegacia Diego, sua mãe e seu irmão Marcos Paulo, caminharam por entre os policiais que estavam capturando traficantes no Morro do Alemão, mas ele não foi reconhecido. “Foi Deus”, disse o jovem que temia ser morto pelos policiais.

Há apenas três semanas que ele está solto e já planeja uma carreira de sucesso tanto na moda como em edição de imagens.

Data: 30/9/2011 08:10:00
Fonte: Gospel Prime

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Deputados Evangélicos Criam PL em Defesa dos Valores da Família

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

Os deputados da bancada evangélica Marcelo Aguiar (PSC), Lauriete (PSC) e Acelino Popó (PRB) protocolaram na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 733/11, que trata da criação de distinções e preferências entre brasileiros que estariam ferindo a proteção do Estado à família.

O Projeto de Lei foi elaborado em reação ao avanço das políticas de inclusão de homossexuais na Câmara, questão abraçada por políticos ligados à causa GLBTT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais), e pede proteção especial do Estado à família.

Ao diário baiano Correio 24 horas, o trio de deputados declarou: “nada mais pretendemos que a efetivação constitucional no sentido de assegurar que o Estado brasileiro não seja controlado por grupos minoritários que queiram impor a sua visão de mundo".

O texto recebeu parecer contrário do deputado baiano Jean Wyllys (PSOL-RJ). De acordo com o deputado, o projeto é inconstitucional. Ele acredita que, ainda que não mencione grupos específicos, pelo teor religioso da sua justificação, as políticas públicas e leis que hoje atuam diretamente com o público de gays, bissexuais, transexuais e travestis, seriam interrompidas.

"A discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero é uma discriminação por motivo de sexo, violando o caput do artigo 5º da Constituição da República", pontuou o deputado ao diário baiano.

O projeto deverá passar por reformulação para continuar atendendo à reivindicação dos Cristãos, mas sem ferir a Constituição.

O PL já tramita em caráter conclusivo e deverá ser encaminhado nos próximos dias para análise das comissões de Direitos Humanos e Minorias, de Seguridade Social e Família, de Constituição e Justiça e Cidadania.

O texto, antes de virar lei, terá que se submeter ao plenário da Câmara, ao Senado Federal e também a sanção da presidência da república.