Categorias
Artigos

SUPERIOR POR FORA, FRACO POR DENTRO

Preletor: Caio Fábio

A tribulação pode fazer bem, mas você tem o direito de pedir a Deus que a livre

O salmo 142 tem sua conexão histórica com o episódio de Davi poupando a vida de Saul, quando este aliviava o ventre dentro de uma caverna; e foi poupado pelo seu genro, o poeta de Israel, o herói que vencera o gigante Golias: Davi.

Uma vez tendo demonstrado a Saul que se desejasse poderia tê-lo matado dentro da gruta, enquanto o rei estava nu, Davi prosseguiu o seu caminho…mas com pesar.

Até mesmo Saul teve um acesso de arrependimento e foi pelo caminho reconhecendo que Davi era mais digno do que ele.

A questão é que a vitória da nobreza nem sempre produz sossego no coração.

Davi “vencera”, mas sua alma não desejava ter que estar “vencendo”.

O que ele queria era não precisar prevalecer, pois o que ele almejava era a paz.

A maior demonstração disso é o salmo que surge como expressão da alma de Davi “depois da vitória”.

Leia:

Com a minha voz clamo ao Senhor; com a minha voz ao Senhor suplico.

Derramo perante ele a minha queixa; diante dele exponho a minha tribulação.

Quando dentro de mim esmorece o meu espírito, então tu conheces a minha vereda.

No caminho em que eu ando ocultaram-me um laço. Olha para a minha mão direita, e vê, pois não há quem me reconheça; refúgio me faltou; ninguém se interessa por mim.

A ti, ó Senhor, clamei; eu disse: Tu és o meu refúgio, o meu quinhão na terra dos viventes.

Atende ao meu clamor, porque estou muito abatido; livra-me dos meus perseguidores, porque são mais fortes do que eu.

Tira a minha alma do cárcere, para que eu louve o teu nome; os justos me rodearão, pois me farás muito bem.

O salmo tem as seguintes divisões no seu fluxo psico-teológico:

1. A total franqueza espiritual de chamar a tribulação pelo nome de tribulação:

Com a minha voz clamo ao Senhor; com a minha voz ao Senhor suplico. Derramo perante ele a minha queixa; diante dele exponho a minha tribulação.

Hoje em dia tal oração não seria recomendada pelos atuais propositores da neuro-linguistica cristã. Nem mais para Deus se pode falar com franqueza. Deus foi substituído pela “mecânica de funcionamento das leis do sucesso”. E isto inclui não confessar tribulação nem mesmo para Deus. “Enfraquece”, é o pensam.

2. A descrição da natureza da tribulação:

a) No caminho em que eu ando ocultaram-me um laço:

O que denota a total insegurança dele. Ele sabia que não andava em caminhos que não fossem minados.

b) Olha para a minha mão direita, e vê, pois não há quem me reconheça:

Nem mesmo entre os que ficavam à “direita”—ou seja: no lugar da confiança—, ele podia encontrar a certeza de que sabiam quem ele era.

O sentimento de deixar de ser “reconhecido” como ser e essência é algo desolador.

Quem já se sentiu não “reconhecido” como ser-caráter sabe a dor que causa descobrir que não há em volta ninguém que saiba qual é a sua essência.

c) Refúgio me faltou; ninguém se interessa por mim:

Esse é o sentimento da pessoa que sabe que não há “conspirações em seu favor”. Tal pessoa está só. Não há solidariedades sendo planejadas com a finalidade de facilitar-lhe a sua vida.

3. A consciência do papel terapêutico e auto-revelador da tribulação:

Quando dentro de mim esmorece o meu espírito, então tu conheces a minha vereda.

Davi sabia que aquele era o tempo mais profundo de sua existência, e que mesmo em meio a tais desconfortos e inseguranças, ainda assim, quem haveria de sair ganhando era ele mesmo. Afinal, seria sob a insegurança que sua alma aprenderia quem era Deus e quem ela própria era em sua consistência.

Tribulação produz auto-conhecimento, quando a alma é piedosa!

4. A demonstração da atitude certa frente a tribulação:

A ti, ó Senhor, clamei; eu disse: Tu és o meu refúgio, o meu quinhão na terra dos viventes.

Somente quem possui a certeza de que a maior tribulação desta vida não diminui o quinhão e o tesouro do ser, é quem pode fazer sua “queixa”, reconhecer a natureza de suas angústias, discernir que há uma terapia em curso em meio ao processo, e, ainda assim, manter uma atitude confiante.

5. A prática da lógica da oração do atribulado:

a) Atende ao meu clamor, porque estou muito fraco.

Diante de Deus é a confissão da fraqueza que produz o poder da Graça.

b) Livra-me dos meus perseguidores, porque são mais fortes do que eu.

Diante de Deus não se espera nada além de realidade. Se os inimigos são mais fortes que sejam admitidos como tais.

c) Tira a minha alma do cárcere, para que eu louve o teu nome; os justos me rodearão, pois me farás muito bem.

Diante de Deus a alma que reconhece o valor terapêutico da tribulação não tem que manter nenhum compromisso com nenhuma forma de masoquismo espiritual.

A tribulação pode me fazer bem, mas é meu direito pedir a Deus que me livre dela, e que me cerque de boas companhias, dando-me uma vida boa.

Assim, o Davi que vencia em nobreza para “o lado de fora”, era o mesmo que experimentava a “vitória” como tristeza, pois seu grande desejo era não ter que ser campeão daquele tipo de competição.

Desse modo vê-se a força do guerreiro se conciliar com a dor e a sensibilidade do homem.

É desta síntese entre o forte e nobre, e o fraco e humilde, que nasce o tipo de alma que cresce para se tornar segundo o coração de Deus.

Categorias
Noticias

BATISTAS COMEMORAM 140 ANOS

 

Evento começa hoje em Sta Bárbara do Oeste e celebra denominação

     140 Anos: Uma história para a glória de Deus. Este será o tema da Grande Celebração que os batistas brasileiros estão preparando para celebrar os 140 anos da organização da primeira Igreja Batista em nosso país. As comemorações acontecerão, em Santa Bárbara D’Oeste, nos dias 8, 9 e 10 de setembro.

“Os batistas do Estado de São Paulo aguardam os batistas do Brasil para nesses dias celebrarmos a nossa história. Temos motivo para isso, pois há 140 anos estamos proclamando ao Brasil e ao mundo que só Jesus Cristo salva”, declara o Pr. Valdo Romão, Diretor Executivo da Convenção Batista do Estado de São Paulo (CBESP).

A programação da primeira noite, dia 8, quinta-feira, será dedicada a Missões. As atividades terão início às 19h30 com a participação musical da Banda e Coro da Cristolândia, composta por ex-dependentes químicos, moradores da Cracolândia, agora restaurados por Cristo Jesus. A preleção ficará por conta do Pr. Irland Pereira de Azevedo, pastor emérito da Primeira Igreja Batista de São Paulo, capital.

Na sexta-feira, dia 9, será a vez da Celebração da Juventude, com a participação musical da Banda Resgate, das bandas das JUBAS do Estado, do Coral Jovem da PIB de Ribeirão Preto e a ministração da Missionária Analzira Nascimento, que trabalhou em Angola por muitos anos num período crítico daquele país, quando estava em guerra civil.

A Celebração Solene do sábado, dia 10, prevê a inauguração do Marco Histórico, às 16 horas. O Culto Solene terá o Coro da PIB de São José do Rio Preto e o Grande Coro de 200 vozes formado pelas igrejas da região, no louvor, e a preleção do Pr. Carlos Novaes, da Igreja Batista Barão de Taquara, Rio de Janeiro. Ainda no sábado, será lançado o livro “O Marco Inicial Batista”, pela Editora Convicção, de autoria do Pr. Marcelo Santos, da Igreja Batista da Graça, São Paulo.O pastor também é  professor de História da Igreja e História dos Batistas na  Faculdade Teológica Batista de São Paulo.

A celebração dos 140 Anos dos Batistas Brasileiros será realizada no Espaço de Eventos da Usina de Santa Bárbara D’Oeste, que fica no Km 01, em Santa Bárbara D’Oeste, no Interior Paulista.

Categorias
Artigos

¿Cómo Educar a Nuestros Hijos?

 

Por ADMIN – 4 de septiembre de 2011

Instruye al niño en su camino, y aun cuando fuere viejo no se apartará de él.Proverbios 22:6.

Hijos, obedeced a vuestros padres en todo, porque esto agrada al Señor.Colosenses 3:20.

» Escuchelo aquí… en su dispositivo Móvil [iPod, iPhone, iPad, Androide ó Celular]

Aldo Naouri, pediatra de renombre internacional, declara: «Hoy en día la ideología reinante… aconseja que no se debe rehusar nada a un niño. A mi entender es una grave desviación de nuestras sociedades. Entre otros efectos tiene el de formar niños que quieren todo y enseguida. Estos niños no tienen más límites y crecen con valores adulterados». En los adolescentes, esta pérdida de límites y de valores, ampliamente denunciada por aquellos que estudian los problemas de la juventud, ocasiona la violencia y el rechazo a la autoridad, que es lo que vemos actualmente.

Más allá de los siglos y de las culturas, la Biblia, poseedora de la sabiduría divina, nos enseña la manera de educar a los hijos. Este libro no está desfasado. Las instrucciones divinas que conciernen a la educación de los niños permanecen actuales.

Sembrar en la joven vida de un niño las enseñanzas de la Biblia conduce a cosechar en su vida de adulto el respeto de valores, base de una sociedad sana, mientras que ceder sin discernimiento a todos sus deseos tiene consecuencias funestas para él y para su entorno. Es importante conducirlos a Jesús, nuestro Salvador. Padres creyentes, no nos dejemos influenciar por la corriente actual. Criemos a nuestros hijos “en disciplina y amonestación del Señor” (Efesios 6:4), con amor y firmeza. Nuestro Dios nos lo pide, y para ellos es el camino de la bendición.