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ROBBIE WILLIAMS : Cantor diz que se arrependeu de canção sobre Jesus

O cantor britânico Robbie Williams resolveu dizer que sua percepção sobre a religião e a espiritualidade mudou. Ele chegou a escrever uma canção, “Bodies”, onde dizia que Jesus Cristo não morreu por nós.

A informação do arrependimento do cantor foi publicada pelo jornal mexicano Excelsior. “Minhas verdades mudam constantemente. Se você acompanha minha carreira de perto sabe que eu sempre disse que “Bodies” era um absurdo. Me refiro a parte onde fala sobre Jesus. Que sou eu para dizer aquilo? Naquela época, fazia sentido pra mim, mas não agora”, diz o cantor.

Ele diz que não cantaria essa música nos dias de hoje e que provavelmente vai mudar a letra para os próximos shows. “Não entrei a Deus nem nada parecido, mas foi melhor, Ele me encontrou”, disse o cantor que também é integrante da banda Take That.

Robbie Willians sofreu depressão e se envolveu com álcool e drogas, mas hoje mostra que aprendeu a ser feliz e que as críticas contra não lhe afetam mais. “Sinto que o lugar onde costumava ser ocupado pela crítica, agora é ocupado por algo poderoso”.

Próximo de completar 40 anos, Robbie promoveu uma mudança de atitude em sua vida. “Nos últimos anos parece que eu deixei cair o véu dos meus olhos, revelando uma verdade preciosa, mas que exigiu muita vigilância da minha parte. Eu tinha que recolher todos os pensamentos negativos e ir expulsando-os a cada minuto e a cada dia”.

O cantor também fala que não podia continuar maltratando seu corpo. “Para mim foi importante perceber que não estou longe dos 40 e não posso continuar a tratar meu corpo do jeito que estava fazendo. As coisas têm de mudar e eu posso escolher a felicidade, que grande presente!”, encerrou.

Data: 25/8/2011 08:57:11
Fonte: Entre Cristinianos

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Em MS, 2 mil católicos migram para igrejas evangélicas mensalmente

 

O novo Mapa das Religiões da Fundação Getúlio Vargas (FGV) revela que a Igreja Católica perdeu aproximadamente 2,7 mil fiéis por mês em Mato Grosso do Sul entre 2003 e 2009.

Pelo menos 75% dos ex-devotos, ou 2 mil por mês, migraram para igrejas evangélicas. Em seis anos, o percentual de evangélicos aumentou de 19,31% para 25,32% (somando pentecostais e não pentecostais), ou seja, cerca de 178 mil novos fiéis, 2,4 mil a cada mês. No mesmo período, os católicos passaram de 71,96% dos sul-mato-grossenses para 63,7% em 2009, ou 195 mil a menos, considerando para o cálculo a estimativa populacional do IBGE de 2009.

Os católicos continuam sendo maioria em Mato Grosso do Sul, mas o número de devotos caiu pelo menos oito pontos percentuais. Em Campo Grande, a queda foi ainda maior, 12,5 pontos, embora continue com mais da metade dos habitantes da cidade. Passou de 65,38% para 52,85%. Isso significa que, só na Capital, a Igreja Católica perdeu 94,6 mil fiéis.

O percentual de sul-mato-grossenses que professam a fé Espiritualista ou pertencem a religiões orientais ou asiáticas permanece praticamente o mesmo. Os espíritas tiveram pequeno declínio, passando de 1,98% para 1,93%. Devotos de religiões orientais e asiáticas passaram de 0,37% para 0,38%. Quase dobrou o o número de praticantes de religiões afrobrasileiras, embora ainda seja um grupo muito pequeno. Passou de 0,15% para 0,26%.

Além do crescimento dos evangélicos em Mato Grosso do Sul, também aumentou o número de pessoas que declaram pertencer a outras religiões e dos que dizem não ter religião. O número de pessoas de outras religiões mais que dobrou – de 1,03% em 2003 para 2,25% em 2009. Oito anos atrás, 5,91% dos sul-mato-grossenses diziam não ter religião, em 2009, o percentual passou para 6,7%.

Campo Grande

O número de católicos em Campo Grande caiu 12,5 pontos percentuais e o de evangélicos, cresceu 8,4. Os pentecostais passaram de 13,28% para 17,18% em 2009 e os outros evangélicos, de 9,16% para 13,71%. Na Capital, os espiritualistas passaram de 3,54% para 3,72%; os que professam crenças afrobrasileiras, de 0,22% para 0,35%. Fiéis de igrejas orientais e asiáticas representavam 0,17% em 2003 e 0,30% em 2009.

Aumentou consideravelmente o número de pessoas que professam outras crenças, de 0,55% para 2,77%. O percentual de moradores de Campo Grande que disse não ter religião passou de 7,68% para 8,95%.

Brasil

Em 2003, 74% dos brasileiros se declaravam católicos. Em 2009, 68,4%. O número de evangélicos subiu de 17,9% para 20,2%. Também aumentou o número de pessoas que afirmam não ter religião: de 5,1% para 6,7%. Se esse ritmo de declínio do catolicismo continuar, o Brasil pode deixar de ser o País mais católico do mundo nos próximos 20 anos. "Se continuar essa perda de 1 ponto de porcentagem de católicos por ano, em 20 anos você teria menos da metade da população", calculou Marcelo Neri, cpprdenador da pesquisa, em entrvista à Agência Brasil.

Testemunhos

Para o presidente da Aliança Evangélica, pastor Ronaldo Leite Batista, o crescimento das igrejas evangélicas pode ser atribuído aos testemunhos dos fiéis, ampliados pela mídia em dezenas de programas de rádio e televisão, e também por meio da internet, revistas e jornais especializados. "Existe uma busca maior pela espiritualidade no mundo pós-moderno", considerou. "Eu creio que os evangélicos conseguiram romper essa barreira da religiosidade para se tranformar numa espiritualidade relacional com o Deus chamado Jesus Cristo. E quando contam essa experiência pessoal de se encontrar com Jesus, eles estão testemunhando de maneira muito forte aquilo que as pessoas mais têm necessidade", relatou. "Obviamente com a ajuda crescente dos evangélicos na mídia".

Resgate de devotos

Na avaliação do arcebispo de Campo Grande, Dom Dimas Lara Barbosa, a Igreja Católica precisa sair de "sair de uma pastoral de manutenção para uma pastoral missionária". Ele explicou que não se trata de buscar pessoas que frequentam outras igrejas, mas resgatar os católicos não praticantes e os "católicos eventuais".

"Nossa preocupação primária é com o grande número daquels que foram batizados na igreja católica e não saíram dela oficialmente e esses são mais de 90% dos que se dizem católicos", explicou. "Para a igreja num estado permanente de missão é muito importante criar o ministério do acolhimento", explificou.

Com base em dados do Atlas da Filiação Religiosa no Brasil (montados com informações do Censo 2000), Dom Dimas observou que a maior evasão de católicos acontece nas fronteiras de migração agrícola, entre elas, mato Grosso do Sul e Mato Grosso, e nas periferias de grandes cidades. "Quando a pessoa migra, ela fica fragilizada porque se desvincula de sua cultura original, de sua igreja original e da própria raiz familiar em que ela vive".

Em recente entrevista ao Correio do Estado, ele destacou, no entanto, que existem dioceses em franca expansão, sobretudo na região sudeste do Brasil. "A FGV, há 3 anos, fez uma pesquisa muito interessante que mostra que onde os programas sociais do governo tinham dado certo, o trânsito religioso estagnou. Isso mostra um vínculo entre o transito religioso, portanto a instabilidade religiosa, que passa pelo cultural e pelo familiar, e a situação de instabilidade sócio-econômica das pessoas".

Data: 25/8/2011 08:30:23
Fonte: Correio do Estado

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ESTRESSE NA FAMÍLIA

 

A fé aciona as potencialidades e nos leva a encontrar conforto em Jesus

     Deus fez o ser humano com dispositivos para se adaptar e se defender das situações desfavoráveis do dia a dia. O estresse é um deles. Os motivos tão conhecidos dos profissionais da área médica, não poupam nem mesmo as crianças. Precisamos de alguma forma aprender a lidar e viver com esse dispositivo que nos alerta que alguma coisa não está indo bem em nosso corpo físico.

     Cansaço, decepção, desânimo, ansiedade e depressão são sintomas naturais do estresse e a pergunta que os envolvidos geralmente fazem é a mesma: Não sei até aonde conseguirei aguentar!? Quando alguém na família é alcançada por esse dispositivo, todos os membros são envolvidos e passam por aflições e também acumulam sintomas que mais tarde poderá transformar-se em estresse. Um bom acompanhamento de especialistas, a mudança de hábitos saudáveis, o apoio e o calor da família deverão ajudar os envolvidos, mas uma vida espiritual sadia certamente irá fazer a diferença.

     Aqueles que apregoam que a ciência e a fé não podem andar juntas terão maiores dificuldades na cura, pois biblicamente, a ciência e a fé podem e devem estar unidas. Aceitar as circunstâncias nas diversas áreas da vida deixa as pessoas realmente apáticas e o primeiro sintoma é a fé vacilante, chegando a ponto de um esfriamento. Neste ponto as promessas bíblicas perdem seu efeito no momento que mais necessitamos delas. Jesus disse: Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei? (Mt. 11:28), e o apóstolo Paulo escreveu: Lançai sobre ele toda ansiedade? (I Pd. 5:7).

      Nosso corpo é uma máquina super equipada que precisa de cuidados e manutenção constante para o bom funcionamento. Todo nosso sistema físico vai se defender dos ataques invasores. O sistema nervoso recebe as informações e faz uma avaliação em segundos e aciona os mecanismos de ataque ou então de fuga. A adrenalina é liberada no sistema cardiovascular e desencadeia tipos variados de reações como medo, susto, pés e mãos frias, pânico, pupilas dilatadas, mente bloqueada e os órgãos internos ficam tensos, sendo que em alguns casos ficam paralisados. Podemos chamar de estresse benigno quando as substâncias são liberadas em níveis aceitáveis, mas quando ocorre uma liberação maior do que o exigido para a defesa do organismo, as consequências ao corpo é visível. Todo o corpo fica com dores, a pessoa passa por um período de abatimento, afeta o desejo sexual, se instala um estado depressivo e o sistema imunológico fica comprometido.

      Quando esses sintomas estão alojados em uma pessoa grávida, os estudos comprovam que o organismo da mãe passa por alterações, sendo o feto atingido também. Na infância a criança ao receber estímulos negativos (violência, separação dos pais, e até perda do animal de estimação), pode desencadear uma apatia, dor de barriga, dor de cabeça e vômito e se não for tratado com atenção e seriedade, poderá mais tarde vir a tona todos esses estímulos acumulados durante os anos. Além da boa alimentação, relaxamento, companheirismo, ter amigos, evitar fofocas e murmurações, aprender a perdoar, ter uma vida sexual equilibrada, a melhor coisa é investir no lado espiritual. Isso porque a fé aciona as potencialidades que estão escondidas em nosso interior e nos leva a encontrar conforto e solução em Jesus Cristo. Se você está passando por situações que foram descritas acima, ainda há tempo de uma mudança radical na sua vida.

       Comece a pensar que existe algo melhor para você e pode ser encontrada a qualquer hora. Não desista nunca! Precisando de ajuda, fale conosco! Deus colocou pessoas ao seu redor para ajudá-lo em momentos de crises e incertezas.

Data: 23/8/2011 10:34:30

Fonte: Igreja da Família