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Malafaia Não É Homem de Deus, Afirma Vereador

 

Por Amanda Gigliotti|Repórter do The Christian Post

Pastor Silas Malafaia foi considerado ‘Persona non Grata’ e um ‘homem que não é de Deus’ depois de discussão com o líder do PDT na Câmara de Vereadores de São Luís, Ivaldo Rodrigues.

ivaldo-rodrigues

(Foto: Divulgação)

Vereador Ivaldo Rodrigues

Malafaia afirmou processar o vereador após ter sido chamado de ‘homofóbico’, usando palavras como “bandido”, “vagabundo” e “idiota”.

A Câmara de Vereadores em resposta à atitude do pastor, arquivou um projeto de lei de homenagem à ele e aprovou uma moção de repúdio que o considera “persona non grata” em São Luís.

O processo veio depois que Rodrigues pediu vistas do projeto de concessão de título de Cidadão Luvidovicense em homenagem à Malafaia por serviços prestados em favor da família maranhense.

A intenção era que a proposta voltasse a plenário na semana que vem. Rodrigues argumentou que Malafaia não poderia receber o título por ações contra a comunidade GLBT no país.

“Ele é homofóbico e São Luís não pode conceder um título a uma pessoa que discrimina outras pessoas”, criticou Rodrigues prometendo que não mediria esforços para que o requerimento não fosse aprovado.

Em seu programa Vitória em Cristo, Malafaia se defendeu dizendo não ser homofóbico e argumentou que a homofobia não é condenar o casamento entre homossexuais mas sim ferir, agredir, ou matar.

Rose Sales criadora do projeto para homenagear o pastor defendeu Malafaia dizendo que ele não é homofóbico e é um defensor da família.

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"Faxina ética" de Dilma ameaça coalizão do Governo

 

EFEPor Eduardo Davis | EFE – 14 horas atrás

Foto - Dilma de biquinho

Brasília, 18 ago (EFE).- A "faxina ética" liderada pela presidenta Dilma Rousseff, que já custou o cargo de três ministros por suspeitas de corrupção, pode ameaçar sua diversificada coalizão de governo, segundo coincidiram analistas políticos nesta quinta-feira (18).

A última queda no meio de um furacão de denúncias por supostas irregularidades em todas as esferas do poder foi a do ministro da Agricultura, Wagner Rossi, influente dirigente do PMDB, que renunciou na quarta-feira ao cargo que tinha desde o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Para substituí-lo, Dilma designou nesta quinta-feira Mendes Ribeiro Filho, também do PMDB, partido do vice-presidente Michel Temer.

O primeiro a cair nesta "faxina ética" foi o poderoso Antonio Palocci, histórico dirigente do PT que renunciou como ministro da Casa Civil em junho após escândalo de aumento de patrimônio. Em julho, foi a vez da demissão de Alfredo Nascimento, até então ministro dos Transportes e presidente do PR, que nesta semana retirou essa formação da coalizão governante, para adotar uma posição de "independência" e "apoio crítico".

Rossi caiu, mas nada indica que a "faxina" acabe por aí, pois a oposição exige a saída do titular de Turismo, Pedro Novais, cujo vice-ministro Frederico Silva da Costa foi detido na semana passada como suspeito de fraudes.

À margem das denúncias, Dilma perdeu também o ministro da Defesa, Nelson Jobim, outro ministro "herdado" de Lula, que renunciou após criticar as ministras Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e confessar que nem sequer tinha votado nela para a Presidência.

Em relação às suspeitas de corrupção, imprensa e analistas destacaram a atitude implacável de Dilma e sua decisão de não interferir na atuação da Polícia Federal e dos órgãos controladores do Estado e o constraste em relação à gestão de Lula, que foi alvo da oposição sempre a oposição acusou de "amparar" os corruptos para garantir a governabilidade.

Se agora a palavra é limpeza será difícil frear este processo perante essa sujeira acumulada durante os oito anos de um Governo cúmplice, indicou nesta quinta-feira em seu editorial o jornal "O Globo".

O jornal "Folha de S. Paulo" também dedicou seu editorial à situação política e apontou que Dilma tem pleno apoio popular, refletido já nas enquetes. No entanto, ressaltou que o PMDB, que durante os últimos anos se envolveu em diversos escândalos de corrupção, "segue no Governo" e agora é "menos confiável do que nunca", pois um de seus dirigentes, como Rossi, foi alcançado pela "vassoura" de Dilma.

Segundo Rudolfo Lago, editor do portal de análise política "Congresso em Foco", Dilma deve ser "cautelosa", pois pode "perder o controle das vassouras" e ver uma faxina "muito maior do que gostaria".

Os temores na base de apoio a Dilma são compartilhados e expressados por parlamentares até do governo, como o senador Cristovam Buarque, que declarou à Agência Efe que "Dilma corre o risco de ter problemas por seus acertos e não por seus erros", situação que qualificou de "horrível".

Buarque, do Partido Democrático Trabalhista (PDT), disse confiar, no entanto, na "sensatez" dos partidos e citou como "esperança" uma frente suprapartidária criada nesta semana no Congresso para apoiar a cruzada de Dilma contra a corrupção.

O senador Pedro Simón, também dessa frente e membro do PMDB, afirmou nesta quinta-feira que o grupo tentará gerar um movimento na sociedade civil para "impedir que Dilma fique só". Segundo Simón, a presidente "está fazendo contra a corrupção tudo o que seus antecessores não fizeram em mais de 20 anos", por isso que "é preciso tirar as pessoas à rua para apoiá-la". EFE

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A travesti Valéria Vasquez é rejeitada até mesmo na Globo

Valéria Vasquez não é bem-vinda em alguns programas da TV Globo

Por Leo Dias | Pronto falei17 horas atrás

Reprodução

A personagem humorística mais popular do momento no Brasil chama-se Valéria Vasquez, criada e desenvolvida pelo talentosíssimo Rodrigo Sant’Anna. É Valéria quem tem aberto o "Zora total" nos últimos meses e o bordão "Ai, como eu tô bandida" já tomou conta das ruas do Brasil.

Mas nem todo mundo vê com bons olhos a personagem travesti. Rodrigo foi convidado para ir a dois programas da Globo e, depois, misteriosamente, desconvidado. "Domingão do Faustão" e "TV Xuxa" agendaram a ida de Valéria Vasquez ao programa e, de repente, avisaram que ele não iria mais. Nos bastidores, comenta-se que Fausto Silva achou o personagem pesado demais para o horário da tarde. Se é pesado para o Faustão, imagine para a Xuxa…