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MPF-SP processa igreja evangélica por declaração contra ateus

 

O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo moveu ação civil pública contra a emissora Rede TV! e a Igreja Internacional da Graça de Deus pela veiculação de mensagens ofensivas contra pessoas ateias. Nela, o órgão pediu que ambas se retratem no programa de onde partiu as declarações, bem como esclareçam à população sobre a diversidade religiosa e liberdade de crença no Brasil durante o dobro do tempo usado nas supostas ofensas.

Durante a edição do programa O Profeta da Nação de 10 de março, o apresentador disse: "Só quem acredita em Deus pode chegar pra frente. Quem não acredita em Deus pode ir pra bem longe de mim, porque a pessoa chega pra esse lado, a pessoa que não acredita em Deus, ela é perigosa. Ela mata, rouba e destrói. O ser humano que não acredita em Deus atrapalha qualquer um. Mas quem acredita em Deus está perto da felicidade."

Segundo o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, as declarações ferem a Constituição Federal e a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ele afirmou o Brasil é um Estado laico e que a todos é assegurada a liberdade de crença religiosa, além da possibilidade de ser ateu e agnóstico.

O MPF também pediu que a Secretaria de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, instituição responsável pela regulamentação dos serviços de radiodifusão, fiscalize o programa e a emissora. Para o MPF, foi ferido um artigo do Regulamento dos Serviços de Radiofusão que obriga a subordinação dos conteúdos às finalidades educativas, informativas e culturais.

Fonte: Terra Notícias

Nota de Julio Severo: Parece que a principal função do MPF-SP agora não é lidar com criminosos, mas ameaçar cristãos. Em 2006, o MPF-SP aceitou, da Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo, queixa contra mim por “homofobia”. Em 2007, esse mesmo MPF-SP aceitou, de Toni Reis (presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Transgêneros), queixa contra mim por “homofobia”. Seu nome mais adequado não é MPF, mas MPAC — Ministério Público Anti-Cristão.

Divulgação: www.juliosevero.com

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Zeca Pagodinho afirma à Globo que prefere ir para o inferno do que ir para o céu: “O inferninho é legal”

 

Publicado por Renato Cavallera (perfil no G+ Social) em 9 de agosto de 2011

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Zeca Pagodinho afirma à Globo que prefere ir para o inferno do que ir para o céu: “O inferninho é legal”

“Pra mim ficar no céu com duas asinhas e uma harpinha na mão… Nesse caso, eu prefiro até descer.”, afirmou o pagodeiro no programa Fantástico da Rede Globo.

O programa Fantástico da Rede Globo estreou neste domingo o novo quadro “O que vi da vida” com o cantor de pagode Zeca Pagodinho. No quadro, o cantor falou sobre diversos temas, entre eles, a fé.

Confira abaixo a transcrição de algumas frases ditas pelo cantor:

Zeca Pagodnho disse que foi criado em terrero de macumba.

“Eu sou criado em terrero. Medico de pobre é pai-de-santo. Psicólogo era no centro, chinelo e uma boa macumba para tirar o… é, não tinha este negócio não.”

O cantor declarou ainda que as pessoas têm uma tendência de se afastar da religião quando melhoram financeiramente.

“Quando você tem mais poder de grana, poder, a religião fica um pouco de lado. Quanto mais rico, mais descrente. Me desculpem, mas eu vejo deste lado.”

Para ele, a religião é necessária para se ter uma “direção boa”.

“Se eu estivesse morando em Xerém, meus filhos certamente estariam indo na igreja ou no centro, no culto. Porque tem que ter uma religião, tem que ter uma fé, tem que ter uma direção boa, uma coisa que te diga uma coisa boa. Porque tu passa a creditar que… a vida não é só isso que tu vê, né? Como diz Paulino, né?”.

A declaração mais polêmica, foi quando ele deixou clara a sua visão equivocada de céu e inferno, chegando a afirmar que preferia ir para o inferno a ter que ficar no céu tocando harpa.

“Eu não queria acreditar na morte, esse é que é o grande problema. Mas eu acho que Deus é bom. Porque me tirar de um mundão desse, tão bom, né? Com cerveja gelada, mulheres bonitas para lá e para cá. Eu como casado, fico só olhando [risos]… Mas, me tirar daqui pra me levar pra onde? Pra mim ficar no céu com duas asinhas e uma harpinha na mão, não fica bem em mim, cara. Nesse caso, eu prefiro até descer. Também não acredito que o inferno seja tão ruim assim, não. O inferninho é legal. O inferninho… é um foguinho, tal, o problema lá é o calor.”

Veja a entrevista completa clicando aqui.

Fonte: Adonainews

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Globo: Atriz de Insensato Coração diz que a Bíblia não condena o homossexualismo e diz que cristãos a interpretam errado

 

Publicado por Renato Cavallera (perfil no G+ Social) em 12 de agosto de 2011

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Globo: Atriz de Insensato Coração diz que a Bíblia não condena o homossexualismo e diz que cristãos a interpretam errado

A atriz Louise Cardoso, de Insensato Coração, na qual vive a mãe de um gay e luta contra a homofobia, declarou esta semana ao site O Fuxico que acredita que a Bíblia não condene a homossexualidade. Ela não é seguidora de nenhuma religião mas entende que não é certo dizerem que a Bíblia condena os gays. “Eu sou meditante e não tenho uma religião definida. Tenho um caminho espiritual e acho péssimo dizerem que a Bíblia é contra os homossexuais. Antes de fazer a novela, eu estudei muito, ouvi vários depoimentos, religiosos e depoimentos terríveis como suicídio pela própria não aceitação em ser gay”, afirmou a atriz.

Segundo a atriz, o livro sagrado não condena o amor entre pessoas do mesmo sexo mas a libertinagem. “Fiz estudos da Bíblia e vi que é uma interpretação errônea sobre o assunto. Ela fala contra a libertinagem no modo geral e não sobre gays. Mas a libertinagem seja sobre homossexuais ou heterossexuais. Não entendo que ela seja contra. Você conduz a interpretação do modo que quiser e acho que é isso que acontece”, comentou a atriz que vive a mãe de Eduardo (Rodrigo Andrade) na trama. A princípio, Sueli, sua personagem, não aceita o filho gay mas em poucas semanas vira militante da causa e presencia um assassinato de um de seus funcionários por homofobia.

A atriz defende ainda uma lei que criminalize a homofobia no país. “Acho importantíssimo que a homofobia seja criminalizada, aliás acho que é mais importante que o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Infelizmente ainda não é crime, mas espero que seja logo”. Ela comenta ainda uma cena que fez em que os policiais se recusam a registrar a ocorrência, fato comum no país, pois não há tipificação da homofobia como crime.