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Mulher de Kaká lança CD e DVD na semana que vem

 

DE SÃO PAULO

Caroline Celico, mulher do jogador de futebol Kaká, lança oficialmente no próximo dia 19 seu CD e seu DVD de estreia por uma grande gravadora.

O trabalho foi gravado há mais de um ano e distribuido a amigos, mas acabou tendo mais de 1,3 milhão de downloads e atraiu as atenções da gravadora Universal. Caroline, no entanto, diz que não quer se lançar como cantora e não fará turnê.

"Minha prioridade é o Kaká, a família. Se a gente tiver que se mudar amanhã, vou correr para fazer as malas."

A informação é da coluna de Mônica Bergamo publicada nesta sexta-feira (15) na Folha e cuja íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

Caroline não explica seu rompimento com a igreja evangélica Renascer, mas afirma ter mudado sua relação com a religião nos últimos anos. "Fui entendendo Deus de uma forma diferente. Vi que algumas coisas em que eu acreditava, ou fui levada a acreditar, não estavam na Bíblia", confessa.

Eduardo Knapp/Folhapress

Caroline Celico

Caroline Celico lança CD e DVD de estreia pela gravadora Universal na semana que vem

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Igreja evangélica obtém vitória contra grupo gay anarquista

 

Peter Baklinski

Lansing, Michigan, EUA, 13 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — O Tribunal Federal Regional de Michigan concedeu vitória a uma igreja evangélica em Lansing, Michigan, depois que ela entrou com uma ação contra um grupo gay que se proclama como “anarquista”, chamado Bash Back!, por causa de sua manifestação e desordem num culto de domingo.

Membros do Bash Back! numa foto de seu site

De acordo com o blog de Bash Back!, em 9 de novembro de 2008, 30 membros da organização provocaram desordem durante o culto de domingo, que estava bem cheio, na Igreja Monte Esperança.

“Ao meio dia, um pequeno grupo de pessoas vestidas de rosa e preto, equipadas com um megafone, bandeiras negras, placas de protesto e uma cruz invertida rosa começou a fazer uma manifestação do lado de fora da igreja”, escreveram eles. “O grupo estava extremamente barulhento e selvagemente ofensivo”.

Depois que o grupo enganou e atraiu os funcionários de segurança para fora da igreja, uns 15 membros da organização que já haviam se infiltrado na congregação se prepararam para ação.

“Um grupo se levantou, se declarou bichas e começou a gritar alto. Ao ouvir a desordem e os gritos, outros grupos semelhantes entraram em ação. Uma equipe que estava escondida debaixo dos bancos na galeria exclusiva estendeu uma bandeira e abriu as cortinas para revelar as palavras ‘É NORMAL SER GAY! BASH BACK!’ Outro grupo atirou mil panfletos para a congregação inteira. O alarme contra incêndio foi acionado. Os homossexuais começaram a fazer encenações na frente do pastor. E dentro de uma questão de minutos, todos haviam se esquivado dos guardas e escapado”.

De acordo com a organização Right Michigan, os manifestantes também jogaram camisinhas, brilho, confete e panos rosa.

A Igreja Monte Esperança entrou com uma ação judicial em março de 2009 com a assistência do Fundo de Defesa Aliança (FDA). A igreja alegou que as ações do grupo constituíam “atos de obstrução física e intimidação” e “violação de propriedade”.

Numa entrevista para LifeSiteNews.com (LSN), Dale Schowengerdt, do FDA, disse: “As pessoas deveriam ter o direito de ir para a igreja sem medo de serem atacadas. Nesse caso, o grupo Bash Back! estava vandalizando e provocando desordens durante os cultos em igrejas nos EUA. A Igreja Monte Esperança entrou com ação para dar um basta nisso”.

O mandado de segurança contra Bash Back!, decretado em 11 de julho de 2011, declara que eles estão proibidos de atrapalhar cultos religiosos em qualquer parte dos Estados Unidos, e eles não podem conduzir um protesto nem destruir propriedade “nas áreas particulares de qualquer local de adoração nos Estados Unidos”.

“Esse mandado de segurança é uma penalidade dura: uma multa de 10 mil dólares se fizerem isso de novo em qualquer lugar do país. Por isso, esse mandado protege todas as igrejas do país. É uma pena dura e uma aviso severo dos tribunais”, disse Schowengerdt do FDA para LSN.

“Se Bash Back! ou qualquer outro grupo está pensando em adotar semelhante ação contra as igrejas, seria melhor pensarem muito nisso porque sem demora entraremos com ações para deter isso”.

“O povo deste país tem o direito de ir para a igreja em paz. Esse é um direito constitucional e fortemente protegido pela lei federal”.

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Novo PLC 122 Contra Homofobia, Será Aprovado? Bancada Evangélica Tem Papel Fundamental

 

Por Hamlet Kim|Repórter do The Christian Post

  • A senadora Marta Suplicy (PT-SP) entregou para integrantes da Frente Parlamentar Mista LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) o novo texto que substitui o PLC 122 e conta com a bancada religiosa para que o projeto seja aprovado.

O novo projeto, que prevê a criminalização da homofobia no país, será apresentado em agosto. E a pergunta que surge é: Qual a diferença dele para o PLC 122 da deputada Iara Bernardi, da qual Marta é relatora?

Segundo informações da Agência Senado, a minuta não fala da punição a declarações que desaprovem o comportamento homossexual ou o critiquem desde um ponto de vista intelectual.

O novo "PLC 122" define: “crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação”.

Alguns dos crimes referidos no texto são por exemplo, "induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero".

Com relação ao trabalho, o projeto prevê punição de até três anos de reclusão se um empregador deixar de contratar um funcionário qualificado por sua orientação sexual ou identidade de gênero.

O projeto determina também a pena de um a três anos de reclusão, aquele que recusar ou impedir o acesso de alguém a um estabelecimento comercial ou se negar a atender uma pessoa por preconceito sexual.

De que depende sua aprovação?

Depois de muitos conflitos com a bancada religosa (evangélicos e católicos) e grupos pró-família, Marta Suplicy acredita que uma vez em concordância com esses grupos, o projeto para criminalizar a homofobia será aprovado.

Segundo a assessoria de imprensa da senadora, o no projeto foi elaborado com os senadores Demóstenes (DEM-GO), Marcelo Crivella (PRB-RJ) e o presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ALGBT), Toni Reis.

O projeto vem depois de muitas manifestações contra o PLC 122, por parte de religiosos e grupos pró-família, que alegam que ele fere a constituição indo em contra à liberdade de expressão religiosa e de pensamento.