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Ciência elege a gordura como o sexto sabor

 

EFE

Omar Segura
Da Efe

"A verdade tem dois sabores: um doce, para quem a diz, e outro amargo, para quem a ouve", escreveu o poeta espanhol Francisco Rodríguez Marín. Outros falam do sabor do sucesso, da vitória e das lembranças ou até mesmo do sabor da derrota e da vingança.

Aparentemente, do mesmo modo que os alimentos produzem uma série de sensações características, determinadas pelos estímulos químicos detectados pelo gosto e pelo olfato, também as ideias, as emoções e muitas experiências humanas provocam diversas sensações em nosso cérebro.

Mas esta última descoberta surpreendente sobre os sabores não se refere a estímulos subjetivos, mas a outros mais objetivos e cotidianos: os produzidos por comidas e bebidas. Carnes, peixes, leite e derivados e outros alimentos são fontes de diferentes tipos de gorduras, e elas são o sexto sabor que uma pessoa pode identificar, de acordo com uma pesquisa recente.

Uma equipe de cientistas da Universidade de Deakin, na Austrália, que trabalhou em conjunto com pesquisadores da Universidade de Adelaide, descobriu que a língua dos seres humanos tem a capacidade de identificar as gorduras e diferenciá-las de outros sabores.

Segundo o estudo, que foi publicado na revista médica "British Journal of Nutrition" e se soma a pesquisas realizadas nos Estados Unidos que utilizaram animais para detectar o sabor da gordura, os outros cinco sabores que podem ser percebidos pelas pessoas são o doce, o ácido, o salgado, o amargo e o "umami" (um sabor presente nos alimentos que contêm um aminoácido chamado Glutamato Monossódico).

O quinto sabor, o umami, foi identificado pelo japonês Kikunae Ikeda no início do século 20 e provém de aspargos, tomates, queijos fortes e carnes. No entanto, ele não pode ser classificado dentro dos quatro sabores clássicos. Frequentemente, outros sabores mais fortes o fazem passar despercebido.

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Pilotos se recusam hastear bandeiras ateístas no Dia da Independência dos EUA

 

John Jalsevac

4 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma organização ateísta que estava buscando celebrar o Dia da Independência dos EUA hasteando bandeiras que promovem o ateísmo em todos os Estados Unidos quase esbarrou num grande empecilho — a maioria dos pilotos que trabalham para a própria empresa de anúncios se recusou a hastear as bandeiras.

Em sua reportagem, o jornal USA Today diz que de cada 5 pilotos que trabalham para a empresa Fly Signs Aerial Advertising, 4 se recusaram a participar da campanha, que envolvia bandeiras que diziam “Estados Unidos Sem Deus” e “O Ateísmo é Patriótico”.

Só 17 dos 85 pilotos da empresa concordaram em participar.

USA Today cita um dos pilotos, Red Calvert, dizendo: “Respeito nosso país e respeito nossas igrejas e temos problemas suficientes em nosso país sem incitar mais alguns problemas. Se essa gente quer fazer algo em que acredita, legal. Só não me incluam”.

A campanha de 23 mil dólares é um projeto da organização Ateus Americanos.

Dave Silverman, presidente de Ateus Americanos, disse que a recusa dos pilotos se origina no “fanatismo” dos americanos. “Esse é um lembrete claro da razão por que precisamos manter a luta. O fanatismo contra nós é tão frequente que muitos pilotos têm medo de hastear nossas bandeiras”, disse ele, de acordo com a CNN.

Outra organização ateísta, a Associação Humanista dos Estados Unidos, está fazendo uso do feriado de 4 de julho para promover sua descrença.

A organização distribuiu 15 mil broches em junho para promover seu slogan: “Você pode ser bom sem Deus”, de acordo comUSA Today.

“Valorizamos os princípios sobre os quais nossa nação foi fundada, os quais incluem liberdade de religião e liberdade para ficarmos sem religião”, disse Roy Speckhardt, diretor executivo.

“O 4 de julho apresenta uma ampla oportunidade para todos os americanos que não creem em Deus ‘saírem do armário’ e abertamente se identificarem como tais”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

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Cantora evangélica ganha ação por plágio contra padre Marcelo Rossi

 

A cantora piauiense Marinalva Santos, 39 anos, ganhou ação por plágio contra o padre Marcelo Rossi. A Associação Brasileira de Música e Artes reconheceu que a cantora evangélica é autora da música “Noites Traiçoeiras” e que a canção foi plagiada pelo padre.

Em 2009, a cantora esteve no Jornal do Piauí denunciando que a música foi plagiada. Ela contou que a canção foi feita inspirada em um salmo e para comemorar aniversário de uma igreja Assembleia de Deus em Uberlândia (MG).

O pastor Francisco Felipe Cordeiro, que é marido e empresário da cantora, informou ao Cidadeverde.com que a música já rendeu um milhão de cópias ao “padre cantor” e que a agora os direitos autorais vão para a piauiense.

“Entramos com ação e apresentamos todos os documentos a Associação Brasileira de Música e Artes. A partir desta segunda-feira, todos os direitos autorais vão para Marinalva”, garantiu o pastor.

Ele ressaltou que a cantora tentou um acordo com a assessoria do padre Marcelo Rossi, mas a proposta foi recusada. “Nós tentamentos acordo com ele (Marcelo Rossi), mas não deu certo e a proposta que ofereceu em dinheiro foi rejeitada”, disse o pastor sem revelar o valor em dinheiro.

Para comemorar a vitória, a cantora que já compôs mais de 100 músicas, vai fazer uma festa em Santana do Piauí.