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Santos Campeão da Libertadores. Irmão Neymar agradece a Deus

 

 

 

 

 

Fonte:Folha.com /Estadão.com

 

 

O primeiro tempo dava indício de que o jogo seria morno. Nem tinha cara de decisã o e, apesar de ter o Santos dominando na maior parte do tempo, acabou 0 a 0.

O Santos manteve o jogo sob controle, mas criou pouco e teve dificuldades para finalizar com qualidade. Mérito também da zaga uruguaia, que desarmou Ganso, Elano e Neymar muitas vezes com pressão e atenção.

Ganso, craque santista tão esperado para o duelo, mostrou que está recuperado da lesão na coxa direita e aguentou a o jogo duro. O craque santista sofreu com a forte marcação e com a falta de ritmo do árbitro argentino Sergio Pezzota, que fingiu não ver algumas faltas sofridas pela equipe santista.

A festa no Pacaembu começou aos 2min do segundo tempo com Neymar abrindo o placar. Depois disso, só deu o time da baixada e o desespero dos jogadores do Peñarol.
Danilo marcou o segundo gol aos 24min, com um chute preciso, de longe e certeiro.

Posse de bola, bons dribles e muita pressão no ataque já apontava que o Santos sairia vitorioso. O susto veio aos 35min, com um gol contra de Durval, que tentou tirar a bola e, com efeito, ela balançou as redes de Rafael.

Muricy Ramalho, ao fim da partida, disse que mereceu esse título. Ele arrumou a equipe do Santos e colocou os jovens jogadores brasileiros no caminho. Brilhou assim como Neymar, Ganso, Arouca e Elano, já que conseguiu manter a calma da equipe para desenvolver um futebol bonito, técnico e campeão.

Editoria de Arte / Folhapress

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‘Não quero ser uma ex-BBB de tchauzinho’, afirma Ariadna Arantes

Sempre digo que o mundo é gay.

Por Neto Lucon | Container Conteúdo – 21 horas atrás

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Ela foi a personalidade mais falada em janeiro de 2011. Após a polêmica – e rápida – participação na décima primeira edição do "Big Brother Brasil" (Rede Globo), a cabeleireira Ariadna Arantes, 27 anos, foi alvo de inúmeras entrevistas, reportagens e falou abertamente sobre sua transexualidade e vida pessoal.
Com trajetória exposta para o Brasil, a sister conseguiu a façanha de quebrar o jejum de 20 anos da "Playboy", desde que Roberta Close posou nua. E, seis meses após o reality show, voltou aos noticiários com um novo anúncio: carreira como performer em casas noturnas voltadas ao público gay.
Sua estreia está marcada para este sábado, 25, na boate Le Boy, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, e conta com figurino de Marta Love, que é dona da confecção “MLove” e ex-mulher do jogador Vagner Love.
Ariadna conversou com o Yahoo! e falou sobre novos projetos, "Playboy", preconceito e necessidade de abandonar o rótulo de transexual. Leia a seguir:

Yahoo – Você vai estrear como dançarina em casas noturnas. Como surgiu essa ideia?

Ariadna – Eu fiz uma apresentação em Brasília, em março, mas não tinha experiência. Também não queria ficar naquela coisa de ex-BBB que marca presença, tira foto e dá tchauzinho. Agora estou tendo aulas de dança e pensando em algo diferente. Será uma performance com dois bailarinos e quatro músicas: duas dançantes, da Beyoncé e Britney Spears, e duas em que eu faço dublagem, da Thalia  e Anahí.
Yahoo – O que está achando de dançar?
Ariadna – É cansativo, mas estou me esforçando bastante nas aulas. Sempre gostei de street dance e já tinha feito há um tempo, mas agora estou pegando pesado. Estou aqui com a Marta Love para gente desenhar os figurinos e dar continuidade no espetáculo. A última roupa será surpresa… Aquela coisa bem diva, bem swarovskis, muito brilho!
Yahoo – Vejo que em muitas entrevistas você rejeitou o rótulo de transexual. Não se sente pertencente ao universo LGBT?
Ariadna – Não é isso, jamais… Só fico chateada quando as pessoas usam a transexualidade como uma forma de me diminuir. Quando me vêem junto com a Sabrina Sato, e colocam: “Sabrina Sato e a transexual Ariadna”. As pessoas já sabem que eu sou operada, que sou mulher, que quero ser respeitada como tal… Sinto que falar disso é pura maldade, uma maneira de dizer que sou menos mulher que a outra. Mas nunca me esqueci do meu passado de travesti, de transexual. Sempre digo que o mundo é gay.
Yahoo – Recentemente tivemos alguns avanços nesses direitos, como a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Embora você já pudesse se casar antes (pela mudança dos documentos), acha que a sociedade evoluiu?
Ariadna – Acho ótimo que a união civil seja aprovada, pois o amor não tem sexo. Mas a sociedade ainda é hipócrita. Fala que respeita o gay, a travesti, mas é muito difícil conseguir emprego. Só depois que eu fiz a operação, mudei meus documentos, é que consegui me colocar no mercado de trabalho. A gente só consegue quando vive no anonimato, e as pessoas não sabem do nosso passado. Antes eu não conseguia, é difícil.
Yahoo – Mas você falando isso dá a entender que todos os problemas se resolvem com a cirurgia. Todos os seus problemas se resolveram?
Ariadna – Não, é claro que não. Só serão resolvidos quando as pessoas tiverem uma mentalidade melhor. Quando vou a um centro de estética, por exemplo, sinto que algumas mulheres não gostam, têm aquela imagem negativa, fazem comentários. Sempre arranjam um jeito de dar uma alfinetada em mim. Para fazer essa operação, a questão social não deve vir nunca em primeiro lugar. Deve vir a sua necessidade de adequar a alma ao corpo. Tem que se sentir mulher, tem que se ver como mulher, de todas as maneiras.

Yahoo – Como foi posar para a "Playboy" vinte anos após a Roberta Close?

Ariadna – Fico lisonjeada por ser escolhida, mas também acho que sou merecedora. Sou bonita, me cuido e fiz história na televisão. Pelo que eu soube, a revista esgotou no Rio em três dias, e no Brasil todo em 14. Não me falaram a vendagem, mas muita gente disse que não conseguiu comprar.
Yahoo – Muita gente também disse que o “enigma não foi desvendado” e que as fotos ficaram muito artísticas, muito comportadas…
Ariadna – Eu fiquei satisfeita, mas é verdade que muita gente queria ver fotos mais ousadas. Quem sabe mais pra frente, um trabalho diferente. Afinal o leitor paga para ver o que a revista promete que vai mostrar, né? Quem sabe em outro ensaio…

Yahoo – E o namorado te acompanha nos eventos? Ele é ciumento?

Ariadna – Ele vai sempre que dá certo. Ele é modelo e goleiro, embora não esteja em nenhum time no momento, e sempre está tendo trabalhos também. Ele não sente ciúmes de mim quando sou assediada, é bem tranquilo. Claro que os homens dão em cima até hoje. Mas sou fiel e respeito meu namorado. Além do mais, não preciso procurar em outro homem o que já tenho com ele.
Yahoo – E pretende se casar?
Ariadna – Com certeza, mas não agora. Ainda estamos nos conhecendo…

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O Supremo Tribunal de exceção petista

 

Leonardo Bruno

O senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás, deu uma entrevista a Revista Veja, datada de 05 de junho de 2011, onde revela certa lucidez em alguns pontos de vista. Reconhece a carência da oposição, o viés autoritário do governo petista e a covardia dos partidos conservadores em se assumirem como tais, temerosos com a popularidade fabricada pelo governo Lula. No entanto, percebo nele uma deficiência de perspectiva. Aliás, é o mal dos políticos, mesmo os cheios de boas intenções. Demóstenes, como muitos políticos de oposição, carece de uma visão de conjunto da realidade política. Ainda que estivesse correto em relação às falhas da oposição e a tentativa de aparelhamento do Estado, ele ainda não percebe que as intenções do governo são muito mais ambiciosas do que mero aparelhamento do Estado, disputa de cargos públicos ou inchaço governamental.

Seria difícil convencer a um político experiente, acostumado aos bastidores do Congresso Nacional, de que há grupos políticos muito mais pretensiosos na modificação radical da sociedade civil e política. Muitas vezes os políticos, acostumados às visões práticas do cotidiano, não percebem que há projetos mirabolantes de poder que vão muito mais além de suas próprias ambições. Projetos que são elaborados bem além das assessorias ou sedes de partidos democráticos, através de grupos militantes de cunho radical e muitas vezes secreto. No silencioso laboratório dos engenheiros sociais e no lado oculto de grupos revolucionários e subversivos, formam-se as idéias de sujeição da sociedade civil e estabelecimento de um sistema político destruidor das liberdades.

Será que alguém, incluso o senador, se pergunta de onde surgem todas as agendas totalitárias e politicamente corretas que hoje idiotizam o país? Por onde saem os projetos esquerdistas de controle estatal cada vez maior da economia, da cultura, do pensamento e da sociedade política? É ingênuo achar que os petistas são arautos da velha corrupção que é lugar-comum do país. O PT, fundamentalmente, não quer apenas cargos públicos. Não quer apenas inchar uma burocracia. Não quer apenas dinheiro público. Fundamentalmente, o PT quer o poder absoluto e ilimitado. Quer, em suma, implantar o totalitarismo no país. É muito mais abrangente: o projeto totalitário tomará conta não só do Brasil, como de toda a América Latina.

Essa percepção só é válida se alguém obsevar o todo, o conjunto, a trajetória do PT na ideologia e nos esquemas de poder que construiu durante mais de 30 anos de vida política. E isso implica um estudo de campo, observando quais são as idéias, as alianças, os tipos humanos e os métodos de se fazer política desse partido. E ao que se revela, ninguém aprendeu muito com o que ocorre no país atualmente. Com a exceção de algumas opiniões isoladas na internet, nos jornais e revistas, as políticas petistas passam incólumes para a opinião pública, demasiado tola ou cúmplice para entender por qual caminho o país está sendo levado. O príncipe Dom Bertrand de Orleáns e Bragança, em uma feliz reportagem, disse que o Brasil está sendo levado aonde não quer. Nisto ele tem razão. O problema é que o grosso do país ainda insiste em ignorar para onde está sendo levado. Não consegue ver. Ou se nega ver.

Neste ínterim, o senador Demóstenes, reconhecendo, ainda que fragmentariamente, essa expansão do Estado-partido na vida civil, toca no assunto em voga, que é a atuação do STF. Na entrevista à Revista Veja, ele diz que só nos resta confiar no Supremo do país, na carência de confiança no resto. E neste ponto, mais uma vez aqui ele se equivoca. As altas instâncias do STF já estão dominadas. Basta ver quem está na lista dos ministros indicados pelo governo, para perceber que um escritório de advocacia do PT e o STF é a mesma coisa. Resta saber quem poderemos confiar além do STF. Talvez só Deus no reste. No entanto, o STF brinca de Deus, tal como o governo federal.

A alegação do ilustre senador, muito antes de denotar confiabilidade, é a comprovação do mais espantoso fracasso da democracia brasileira. Se o povo não pode confiar no Congresso, no executivo e apela ao judiciário, é sinal de que as coisas vão de mal a pior. E mais, nem no judiciário há de confiar, conforme se revelam os fatos óbvios. O STF, junto com o governo federal, é uma das maiores ameaças à democracia atual.

Exemplos não faltam. A desastrosa decisão do STF sobre os destinos da região de Raposa Serra do Sol, arruinando a vida de milhares de agricultores de Roraima e expulsando-os para as favelas da capital, Boa Vista, além da entrega de uma parte da nossa soberania nacional às ONG’s indigenistas, já era motivo de sobra para defenestrar todo esse corpo de ministros despreparados. A decisão do STF foi literalmente criminosa, delinquente, porque foi realizada ao arrepio da segurança jurídica e embasada num relatório fraudulento de antropólogos vigaristas da FUNAI. Ninguém vai pagar o enorme preço em prejuízos dos agricultores jogados na mais extrema miséria, nem a ruína de uma parte significativa da economia de um estado da federação. Ao contrário, quem pagará é o cidadão brasileiro que perdeu suas terras e o direito de viver em qualquer parte do território nacional, como elemento principal de uma nação soberana. A Constituição foi rasgada no seu elemento basilar, que é o da legitimação do poder do Estado brasileiro e de seus cidadãos sobre seu chão que é por direito. Sob o beneplácito dos ministros do Supremo, o Conselho Indigenista Missionário e a Fundação Ford mandam e desmandam no território nacional. E a polícia federal serviu para expulsar os nacionais de suas terras, como se fossem bandoleiros e invasores de seu próprio território! Se o STF gerou um precedente jurídico, foi o da negação da soberania nacional e dos direitos elementares dos brasileiros sobre seu próprio país. A população foi expulsa e suas propriedades roubadas! E o Estado se tornou um inimigo de seus cidadãos!

Todavia, essa atitude ignominiosa não se limita a isso. A legitimação da união estável de homossexuais, mais uma vez, não poupou a Constituição Federal. O Supremo, ao agir como poder constituinte e invadindo a esfera legislativa do Congresso Nacional, modificou radicalmente um dispositivo constitucional, a revelia de toda uma legislação constituída, que afirmava justamente o contrário.

Neste aspecto, a canalhice não teve fim. Os militantes do movimento gay e seus sequazes juristas defendiam a reformulação do Supremo embasada na ideia de que o Congresso Nacional e o próprio povo responsáveis pela consecução das leis não seriam partes interessadas na mudança da legislação em favor das minorias. Como a maioria do povo é "ignorante", "preconceituosa" e"cristã", deve-se ignorá-la solenemente em nome de grupos e idéias "progressistas".

Em outras palavras, basta que um grupo minoritariamente organizado, mas com milhões de dólares injetados por fundações estrangeiras e pelo próprio governo federal, além de possuir forte influência midiática e política, tenha o poder de pressionar o judiciário para que ele se torne o poder legislativo por excelência, acima dos valores e dos interesses das instituições democráticas legalmente competentes para tal fim. As ONG’s já estão dando o recado, junto com o STF:o legislativo e a opinião do povo não interessam. Não são competentes para legislar. Quem faz isso é uma minoria escusa, que despreza a vontade popular, junto com juízes presunçosos, que se acham acima de todos os poderes constituídos da república. Salvo, é claro, quando essa vontade popular se torna a vontade do partido-Estado petista. O ódio à democracia está mais explícito do que nunca. É espantoso que escutemos isso da boca de juristas, advogados e juízes, pretensos ativistas sociais "democráticos", essa pecha de que são mais iluminados do que o povo. Naturalmente essa camarilha esquerdista tem um conceito muito particular de "democracia".

O STF já se tornou lendário em colecionar outras pérolas. Foi por intermédio dessa corja suprema é que se permitiu a permanência do assassino foragido da justiça italiana Cesare Batistti. Se o STF destrói a soberania e rasga a Constituição para defender a agendinha gay, por outro lado, permite a criação de atritos diplomáticos com outros países, tal como a democracia da Itália. No geral, o STF colabora, junto com o PT, na transformação do Brasil num covil de terroristas e bandidos de outros países. É, no mínimo, paradoxal. O STF julga o caso e permite a extradição do delinquente. No entanto, criando um precedente incomum, recusa-se a direcionar o caso e passa o direito de decisão ao ex-presidente Lula, criatura interessada no imbróglio, já que o próprio era um adulador desse tipinho terrorista de esquerda. Lembremos da ficha suja de Tarso Genro, o ex-ministro da justiça que usou da força arbitrária da Polícia Federal para expulsar atletas cubanos que fugiam da tirania de Fidel Castro ou para expulsar os arrozeiros de Raposa Serra do Sol, em Roraima. Pois bem: o ex-ministro e atual governador do Rio Grande do Sul deu status de asilo político ao bandido italiano, criando uma situação constrangedora para o STF. E renegando sua decisão anterior, o Supremo simplesmente voltou atrás, soltando Batistti e agindo como uma espécie de lacaio dos petistas.

Estranha desproporção: o governo que dá asilo político a criminosos e expulsa homens de bem de suas terras é o mesmo que deporta inocentes, a pedido de uma ditadura assassina. Tudo sob a vista grossa dos ministros do STF, supostamente a "guardiã" da Constituição. E ainda tem gente que afirma que o Brasil agiu "soberanamente" ao defender um meliante de extrema-esquerda. O Brasil só consegue ser "soberano" para defender picaretas e criminosos. Claro que isso não conta quando a relação é o cidadão comum. Estes podem ser humilhados por ONG’s, por republiquetas latino-americanas e até pelo próprio governo federal, cúmplice desses cretinos.

E a última trapalhada do Supremo: permitir a tal "Marcha da Maconha". Apologia ao crime tem irrestrito apoio dos ministros. Tudo em nome da "liberdade de expressão". A legislação penal, naturalmente, não vale. Pode-se fazer apologia das drogas à vontade, difundi-las, apregoar seu consumo desenfreado, para a destruição da juventude e da família brasileira. A recíproca não é verdadeira com os cristãos desta nação, que agora, através da legislação "anti-homofobia", podem ir pra cadeia. Falar mal de homossexuais ou defender a religião também não vale. O que vale mesmo é pregar todo tipo de perversão, antinomia, inversão de valores, com a obrigação dos homens sérios de ficarem calados. Tal é o estado de suprema paranóia da magistratura!

Ayres Britto, dublê de poeta e juiz do STF, acha que é injusto "crucificar o Supremo". O arauto do "plus sexual"não tem senso das proporções e do ridículo. Quem está sendo crucificada com essa turminha magistrada de suprema imbecilidade é a Constituição, a legislação, a segurança jurídica, a democracia e a dignidade do país!

Pobre desta nação. Se um senador conservador acha que podemos apelar ao Supremo, pela falta de confiabilidade do resto, nem o Supremo nos salva! É, talvez, o pior dos poderes a quem confiar, já que é uma instituição visivelmente aparelhada e que atualmente se coloca acima da Constituição. A não ser que o Sr. Demóstenes confie no escritório de advocacia do PT, transmutado em toga! Na verdade, o STF está próximo de um tribunal de exceção, de um comitê revolucionário, sendo governado sob as ordens de um partido comunista. Neste ponto, a Constituição é apenas um papel sem valor, dentro da ideologia do Partido-Estado e das agendinhas de ONG’s e "movimentos sociais" controlados pelo petismo. Só no resta mesmo Deus e a boa ação dos homens de boa vontade para confiar. E estes são cada vez mais escassos!

Fonte: Mídia Sem Máscara

Divulgação: www.juliosevero.com