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Achando ser padrinho, noivo ganha cerimônia em igreja evangélica

 

Quando entrou na igreja, em Planaltina, a cerca de 40 quilômetros de Brasília, na noite do último sábado, 28, Carlos Henrique de Jesus estava crente que ia ser o padrinho do casamento de uma amiga.

Ele só estranhou a situação quando a cerimônia começou e os noivos não chegaram. A descoberta da surpresa veio quando o pastor o perguntou, em alto e bom som, se ele aceitava sua companheira de 25 anos, Marilene Batista, como esposa.

“Ele despencou a chorar, ficou frio, travou suas pernas. Com muita dificuldade, conseguiu responder o sim. Quase que não sai”, contou o pastor João Machado, que celebrou a cerimônia.

O casamento surpresa foi planejado pela noiva há sete meses. O pastor, os colegas dele, vizinhos, todos sabiam, menos o noivo, que nem desconfiou. Até um convite de mentira foi entregue a Carlos Henrique e uma falsa madrinha foi indicada para acompanhar o verdadeiro noivo no cortejo.

Depois de tanto segredo, com dó do marido, Marilene quase revelou a surpresa. “Eu queria falar para ele um dia antes”, disse a noiva, que foi desencorajada a contar por amigos e familiares.

A noiva garante que, após tanta surpresa e emoção, não planejou nada de inusitado para a lua de mel. Serão três dias num hotel fazenda.

Data: 2/6/2011 08:42:57
Fonte: Bom Dia Brasil

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André Valadão nega que tenha pedido dinheiro a Ministério da Cultura

 

O cantor André Valadão explica por meio de um comunicado em seu site que as notícias que circularam pela internet na última semana alegando que o cantor estaria pedindo mais de R$1 milhão de reais para o Ministério da Cultura não são verídicas.

De acordo com a assessoria de André Valadão, quem pediu créditos da Lei Rouanet para o Ministério da Cultura foram organizadores de um show que teria, entre outras participações, a presença do cantor.

“No projeto apresentado ao MinC pela M&A Produções consta também que André Valadão seria apenas um dos 30 artistas contratados para fazerem 30 shows no estado de Goiás e Distrito Federal,” diz trecho do texto.

Leia na íntegra:

“O cantor e pastor André Valadão tomou conhecimento de texto difamatório circulando na Internet e publicado em um site falando sobre o possível recebimento de uma quantia em dinheiro por meio do Ministério da Cultura (MinC).

Ao acionar profissionais especialistas sobre esta questão, André Valadão foi informado que uma produtora nomeada M&A Produções, do estado de Goiás, criou em 2010 um projeto com o nome “André Valadão Turnê 2011” e que ele teria sido aprovado pelo MinC para participar da Lei Rouanet. “Vi o projeto e fui informado que este tipo de documento pode ser elaborado mesmo sem minha autorização formal, a partir de uma abertura da própria Lei Rouanet. Soube que é comum produtoras criarem projetos, tentam aprová-los no MinC e depois buscam o ‘favorecido’ para negociar a realização dele”, conta.

A Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991), conhecida como Lei Rouanet foi criada com o objetivo de instituir políticas públicas dentro do Programa Nacional de Apoio à Cultura que geralmente apóia diversos tipos de manifestação cultural no Brasil desde então. Quando um projeto é aprovado pela Lei Rouanet o MinC autoriza que Pessoas Físicas ou Jurídicas possam contribuir com aquele valor em projetos culturais com dedução em seu Imposto de Renda.

Isso quer dizer que quando alguém tem um projeto agraciado pela Lei Rouanet vários procedimentos são cautelosamente analisados pelo MinC. Um deles é que o valor liberado pelo MinC para investimento de terceiros deve cumprir a tabela de planejamento dos recursos financeiros. A captação de recursos para a realização do projeto aprovado pela Lei Rouanet só pode começar após a aprovação do projeto e também a publicação dele no Diário Oficial da União.

No processo de captação de recursos com Pessoa Física ou Jurídica o pagamento dos valores que serão deduzidos do imposto de renda deles como investimento cultural (patrocínio) só poderá ser efetuado diretamente para os fornecedores e funções descritos detalhadamente no projeto, existe contabilidade certa para cada detalhe. Diferente do que se pensa, o valor proposto não é entregue nas mãos de quem teve o projeto aprovado pela Lei Rouanet. “Pelo que entendemos quando pesquisamos o assunto, a aprovação do projeto é uma das etapas, mas o trabalho seguinte que seria conseguir investidores é ainda mais trabalhoso”.

No caso específico noticiado por um site sobre André Valadão ter sido agraciado pela Lei Rouanet no valor de R$ 1.091.240,00 (hum milhão, noventa e um mil e duzentos e quarenta reais), teria sido aprovado então para a M&A Produções e não para André Valadão como descrito. “Outro ponto importante que minha equipe averiguou é que este projeto que leva meu nome foi aprovado em fevereiro de 2011 e até o momento não fui procurado por esta produtora. Mas vimos no MinC que o projeto está na situação de ‘pendência’ porque falta algum documento. Ele não foi publicado no Diário Oficial da União, então isso quer dizer que não houve captação de recursos”.

No projeto apresentado ao MinC pela M&A Produções consta também que André Valadão seria apenas 1 (um) dos 30 artistas contratados para fazerem 30 shows no estado de Goiás e Distrito Federal, ou seja, do valor aprovado R$ 1.091.240,00, André Valadão teoricamente receberia um cachê no valor de R$ 10mil assim como os outros 29 artistas. Quando se apresenta um projeto ao MinC ele pode ter qualquer nome, tanto, que pode ser alterado a qualquer momento do processo. “Fomos orientados de que é possível solicitar à produtora que retire meu nome do projeto e pretendemos fazer isso e já estamos tomando as medidas cabíveis”, destaca.

O Ministério André Valadão achou por bem esclarecer o que é a Lei Rouanet, como funciona e informar que não são verdadeiras as afirmações levantadas contra ele de que haveria recebido do Ministério da Cultura o valor de R$ 1.091.240,00. “As pessoas precisam conhecer a Lei Rouanet e perceber que este incentivo fiscal pode ser utilizado por qualquer projeto cultural no Brasil. Apesar deste projeto não ter sido entregue por mim, acredito que sim, nós como crentes devemos utilizar dos recursos disponíveis para propagar o Evangelho. Várias manifestações culturais como shows, peças de teatro e filmes vem sendo rodados com incentivo fiscal e não edificam. Por que nós crentes não podemos utilizar da Lei e agir dentro dela”?

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Deputado cantor nomeia sua banda como funcionários da Câmara

 

Cantor gospel famoso e deputado de primeiro mandato, Marcelo Aguiar (PSC-SP) tem conjugado a vida parlamentar ao ofício de artista religioso. O músico nomeou integrantes de sua banda para os quadros de funcionários da Câmara e usou verba de passagens aéreas pagas pela Casa para patrocinar viagem ao Rio de Janeiro na mesma data da audição de seu CD Somente Deus. Somente em maio, Marcelo Aguiar gastou R$ 4.020 de verba indenizatória com passagens aéreas, do total de R$ 22 mil despendidos pelo cantor gospel no período. Além do parlamentar, na lista dos favorecidos pela emissão de bilhetes aéreos estão Tito Camargo e Fábio Acquesta, componentes de sua banda.
A gravadora do deputado informou no texto de divulgação do CD que, além do cantor, Tito e Acquesta estariam na audição do dia 5 no Rio de Janeiro. Em 6 de maio, três passagens no valor de R$ 555,66 cada uma foram emitidas por meio de recursos da Câmara com trajeto aeroporto de Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino a Congonhas, em São Paulo, para o parlamentar e os componentes da banda.

Segundo nota do gabinete de Marcelo Aguiar (PSC-SP), músicos viajaram na condição de assessores parlamentares (Juvenal Pereira/Divulgação)

Segundo nota do gabinete de Marcelo Aguiar (PSC-SP), músicos viajaram na condição de assessores parlamentares

Em nota, o gabinete do deputado informou que em 5 de maio o parlamentar foi ao Rio de Janeiro para uma reunião com a executiva nacional do PSC e que Tito e Acquesta o acompanharam na condição de assessores parlamentares. Questionados sobre a agenda divulgada pela gravadora do deputado que também é cantor gospel, a assessoria informou que a audição do CD “só ocorreu à noite” e que a agenda política e musical em terras fluminenses foi uma coincidência.
A assessoria também explica que os componentes da banda conciliam o trabalho parlamentar com a rotina de shows do deputado-cantor. “Marcelo Aguiar explica que os dois servidores comissionados são membros de sua banda, mas não há incompatibilidade de horários nem conflito de interesses entre as funções de assessores e de artistas, já que as apresentações ocorrem em horários contrários à rotina parlamentar e o pagamento dos cachês é feito pelos contratantes dos shows.”
Loteamento
A dupla jornada do ofício artístico/religioso também ocorre em gabinetes de outros parlamentares da frente evangélica, como Lauriete (PSC-ES), Dr. Grilo (PSL-MG) e Ronaldo Fonseca (PR-DF). No gabinete dos parlamentares estão lotados líderes religiosos responsáveis pelo comando de igrejas em seus estados. Na lista dos funcionários da deputada Lauriete está o pastor Gersílio Ribeiro Nascimento, da Assembleia de Deus de Vila Velha (ES). Dr. Grilo nomeou o pastor Pezzotti, mas afirma que o escolheu pela experiência política e que o funcionário “é pastor, mas não tem igreja” e não pertence à sua agremiação. O deputado mineiro critica o loteamento religioso dos gabinetes. “As pessoas não podem chegar aqui e achar que estão representando apenas um grupo religioso, não podem ficar só pensando na questão da Igreja.” No gabinete de Fonseca, por sua vez, está o pastor Éber Eleutério, mas avisa que “não existe um critério de fé” para compor o time. O gabinete da deputada Lauriete foi procurado, mas não respondeu à reportagem até o início da noite de ontem.

Data: 2/6/2011 10:02:14
Fonte: Correio Braziliense