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MINHA IGREJA É APENAS UM SHOW

i(Geração de Inúteis)

É nisto que têm se transformado as Igrejas, em verdadeiros centros de espetáculos. Ora palanque de político, ora palco de apresentação de “cantores” mundanos com título de evangélicos, e ora em picadeiro pra pastor palhaço fazer gracinha.

A preocupação das lideranças fracassadas é de simplesmente equipar pesadamente o santuário com toda possível sorte de instrumentos, criando apenas uma sociedade agradável, sem se preocupar absolutamente com a transformação de vidas, aliás, certo servo do diabo atrás de um púlpito, engravatado, e com título de pastor já afirmou, que o importante era dá ao povo um culto alegre, desta forma todos iriam para casa felizes, e o retorno para o próximo culto estaria garantido.

Na revista “Leia Urgente Num.06 de 2001(Alfalit), na página 16(dezesseis), alguém pensando ser pastor, mas com certeza grande covarde; pois não se identifica, faz a seguinte declaração:

…Não uso os temas: negar a si mesmo…Tomar a cruz…Crucificar o velho homem…Sofrer por amor a Cristo.

Continuando suas justificativas às chamas infernais ainda é dito:

…Se as pessoas não praticam o Evangelho em suas vidas é problema delas; para mim, basta que nossos cultos sejam uma festa…

…Recuso-me a esvaziar minha platéia propondo uma solidez de princípios. Do jeito que estamos fazendo, a casa está lotada. Com cadeiras vazias, quem paga minhas conta? Chega de purismo. O espírito de nossa época é mesmo de pouca fidelidade. Para que tentar lutar contra as tendências de uma geração? Darei o que as pessoas querem. Convidarei cantores e bandas de renome…Quem tem mais gente pode mais no mundo religioso.

Bem, como eu dizia, é este mercenarismo e hipocrisia desqualificada que tem movido os antros intitulados de Igreja, aonde vidas de todas as idades, ali, vão sendo iludidas de geração em geração, um povo sem vida espiritual vai se aglomerando dia após dia, movidos unicamente por aparência, levados por emoções de ritmos com os mais modernos equipamentos sonoros, um verdadeiro show; mas interiormente são vidas vazias, inúteis para fazer diferença na sociedade, e incapazes de herdar a glória de Deus; pois não valorizam o Sangue do Cordeiro, e muito menos possuem conhecimento da Palavra do Testemunho (Apoc. 12:11), (Os. 4:6). São pessoas que se quer possuem uma Bíblia; pois para eles examinar a Escritura é coisa pra quem não tem o que fazer (Jo. 5:39). Desfazer as obras do diabo e libertar os cativos (I Jo.3:8), é para eles sofismas e utopias, pois mesmo eles ainda não experimentaram o Novo Nascimento, e não têm idéia do que é o Espírito Santo mover-se dentro de nós; tampouco já desfrutaram do som da voz do Todo Poderoso. Igreja show é tudo o que eles conhecem, e negócio é tudo o que são (II Pe.2:1-3). Mas Templo do Espírito Santo, sob a liderança desses mercenários é o que eles nunca serão.

Adolescentes e jovens iludidos e feridos emocionalmente é tudo que estes mercenários intitulados pastores estão formando, desfocando a realidade de uma inabalável eternidade, para uma efêmera emoção de um mundo passageiro.

Folgo pois nas Palavras de Cristo: Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça; pois serão fartos (Mt.5:6).

GERAÇÃO JESUS CRISTO – O Grito da Meia-Noite (21)25160427

[email protected]

WWW.OGRITODAMEIANOITE.WEBS.COM

06-06-16 013

 Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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RAUL CASTRO : Presidente cubano diz que bênção evangélica é necessidade no país


 

As mudanças q1ue ocorrem, atualmente em Cuba, levaram o ditador cubano Raul Castro a rever a sua posição com relação aos evangélicos. Antes, os evangélicos eram perseguidos naquele país e agora ha o reconhecimento das autoridades do serviço social que as igrejas, em especial as evangélicas prestam à população cubana.

O presidente cubano fez essa afirmação durante o culto do 70º aniversário do CIC (Conselho de Igrejas de Cuba), que reuniu 50% das igrejas evangélicas principais do pais.

veja mais clicando aqui:  Primeira Igreja Virtual

O reverendo Marcial Hernandez cumprimentou Raúl Castro pelas medidas económicas.

O modelo econômico de Cuba está falido há décadas, e agora o governo decidiu adotar a economia de mercado. O país está se abrindo para o investimento estrangeiro, por exemplo.

Outra medida é que os cubanos poderão ter o seu próprio negócio, e muito deles vão precisar mesmo, porque o governo vai acabar com 500 mil postos de trabalho que mantém.

Nos últimos anos, o governo cubano tem tido um relacionamento cada vez mais intenso com líderes católicos e evangélicos. Bento 16 visitou o país em janeiro de 1998.  Raúl Castro teve uma reunião de quatro horas com a hierarquia católica. Um dos assuntos discutidos foi a libertação de presos políticos e, recentemente, o Papa  Francisco reuniu milhares de fiéis em uma grande concetração onde reiterou seus pedidos de liberdade religiosa e direitos humanos

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Rev. Ângelo Medrado,
autor e presidente deste site, atualizou e revisou esta noticia

Fonte: Com informações genizah e internet


 

 

 

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Lider da AD Betesda não vê com bons olhos inchaço de evangélicos

GONDIM RECLAMA DE CRESCIMENTO

 

Líder da Igreja Betesda, o pastor Ricardo Gondim fala com exclusividade ao jornal "O Povo" sobre as controvérsias que se envolveu recentemente.
O pastor Ricardo Gondim tem o dom da oratória. E da polêmica. Na semana que passou, o presidente nacional da igreja Betesda, cearense radicado em São Paulo há 20 anos, deixou de ser colunista da revista evangélica Ultimato por defender o reconhecimento legal de uniãões homoafetivas.
Antes de publicizar sua opinião sobre a necessidade da igreja não se intrometer no funcionamento do Estado laico, o pastor Gondim já havia causado estranhamento em alguns setores evangélicos ao questionar o modo como eles entendiam a soberania Divina. E em seu site (www.ricardogondim.com.br) publicou um artigo revelando o temor que um dia os evangélicos tomem o poder no Brasil (leia trechos nesta página).
Nesta entrevista exclusiva ao O POVO, concedida por telefone na última sexta-feira, o pastor justifica seus posicionamentos, reafirma suas posturas e declara: “O Brasil não se tornará melhor com o crescimento do Movimento Evangélico.”
OPOVO – O senhor causou polêmica ao defender publicamente a regulamentação de uniões homoafetivas no Brasil. O senhor mantém esse pensamento?

Ricardo Gondim – Não é uma questão de pensamento. É uma questão de lógica e eu repito o que disse. Em um estado laico, a lei não pode marginalizar ou distinguir homens ou mulheres que se declarem homoafetivos. Há que se entender que num estado laico não podemos confundir teologia, convicções pessoais, com o ordenamento de leis de um país. Não podemos impor preceitos religiosos para toda a sociedade civil. Se os preceitos são meus, você tem o direito de não adotá-los. Foi assim que me posicionei sobre essa questão do STF, que, a meu ver, agiu corretamente garantindo o direito de um segmento de nossa sociedade.
OP – Além do posicionamento a favor da regulamentação de uniões homoafetivas, há outros pontos polêmicos em declarações recentes suas. Uma das críticas que setores evangélicos fazem ao senhor diz respeito à sua opinião sobre a soberania Divina. Eles dizem que o senhor passou a pregar que Deus não é soberano.

Ricardo – O que acontece é que eu descarto a teologia que se difundiu sobre a soberania de Deus. Por essa teologia, Deus tem o controle absoluto de todas as coisas. E as pessoas não estão dispostas a entender que o corolário desse pensamento, o que dele decorre, é que até o orgasmo, o gozo do pedófilo, ou os horrores de Auschwitz (um dos mais conhecidos campos de concentração nazista) estão na conta de Deus, sob a alegativa de que Ele é soberano. Se as pessoas estão dispostas a entender assim, esse Deus é um monstro, não um Deus de amor. A minha leitura da Bíblia é a partir de Jesus Cristo, que é um Deus de amor, e não de Deus títere, que é responsável por chacinas, atrocidades, limpezas étnicas. A história segue não porque Deus a controla, a história segue porque somos personagens livres e nos comportamos com desobediência à vontade de Deus. É por isso que existem a miséria, os crimes, a exclusão. Porque Sua vontade é contrariada. As pessoas não estão dispostas a lidar com esses conceitos, preferem se amparar na Soberania, que nos rouba a nossa responsabilidade na história.
OP – Recentemente, o senhor publicou no seu site o artigo Deus nos livre de um Brasil evangélico (leia trechos ao lado), onde demonstra o seu temor que o segmento chamado Movimento Evangélico chegue ao poder no Brasil e aponta uma série de razões para isso. Como esse artigo foi recebido?

Ricardo – Foi muito mal recebido. Porque há, sim, um segmento no Brasil, que se auto-denomina Movimento Evangélico, que difunde a ideia de que se os evangélicos se multiplicarem no País, se houver um número suficiente para dominar a política, as leis, se chegarem ao poder, o Brasil será um País melhor. Isso é um ledo engano. O Brasil não se tornará melhor com o crescimento do Movimento Evangélico. Porque esse crescimento não significa por si só o crescimento dos valores do Reino de Deus, que são a justiça, a inclusão que dos que estão à margem, o amor. Esses valores não são prioridade para o Movimento Evangélico. Até porque, o número crescente de evangélicos também estará absorvendo outros valores como a cobiça, a injustiça social, o desejo de crescimento financeiro e de poder. Esta última tentativa de interferência no ordenamento do STF é um exemplo desse projeto de poder.
OP – O senhor se refere à votação da regulamentação das uniões homoafetivas?

Ricardo – Sim. Eles ficaram numa campanha interna, enviando mensagens pressionando os ministros para que votassem contrários à união homoafetiva. E ficavam conclamando seus fieis para fazer o mesmo. Isso em um estado laico é um absurdo. A mesma coisa está acontecendo agora no Congresso Nacional.
OP – O senhor fala da atuação da bancada evangélica na suspensão, por parte do Governo Federal, da distribuição do kit anti-homofobia nas escolas?

Ricardo – Exatamente. Falo de uma das maiores aberrações éticas que já surgiu neste País nos últimos tempos. Em nome de blindar um ministro que está suspeito de enriquecimento ilícito, que está tendo que explicar o aumento meteórico de seu patrimônio, negociou-se a questão do kit anti-homofobia. Isso mostra do que esta bancada, que se diz evangélica, que diz representar os evangélicos, está disposta a negociar. Em nome desse projeto de poder que eu falei anteriormente, negociou-se um projeto de grande valor para esse País. Isso é lamentável, completamente lamentável.
OP – O senhor encontra ressonância para esse tipo de discurso na comunidade evangélica ou sua fala – assim como o pensamento por ela representado – é dissonante?

Ricardo – Não é dissonante, de maneira nenhuma. Existe um grande grupo que concorda com esse pensamento e que caminha nessa linha. Embora eu esteja em baixo de grande percepção por conta de grupos intolerantes e fundamentalistas, tenho me surpreendido com o número de evangélicos que me dizem para continuar.
OP – O senhor se arrepende de ter se manifestado publicamente sobre essas questões?

Ricardo – Não. Absolutamente. Eu continuo repetindo o que disse. As minhas convicções não são intempestivas, são frutos de amadurecimento teológico. O estado é laico, e é importante que se mantenha assim. Num estado laico todos os grupos são protegidos, até os religiosos.