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A cada quatro dias em 2010, uma nova igreja foi aberta no MS

 

A recente proliferação de igrejas em todo país não é nenhuma novidade. Em Campo Grande (MS), por exemplo, 100 delas foram abertas somente em 2010. O número representa aproximadamente 18% do total de igrejas registradas na Capital.

Segundo a Seção de Registro do Cartório do 4º Ofício, onde este tipo de entidade deve ser cadastrada, são 550 igrejas regularizadas em Campo Grande. Porém este não é o número real de estabelecimentos, segundo João Rodrigues, funcionário da seção: “o número de igrejas não registradas aqui no Cartório é muito grande, nem sei informar quanto”.

Uma rápida visita por uma das maiores regiões de Campo Grande, a região do bairro Tiradentes, demonstra a diferenciação entre igrejas registradas ou não. De cinco templos visitados, apenas um possui registro no cartório.

Esse aumento do número de igrejas não acompanha a preocupação com a segurança dos fiéis. Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de 90% das entidades não estão regularizadas com as normas de segurança.

Perigo

A grande concentração de pessoas dentro das igrejas é apontada pelo Departamento de Fiscalização do Corpo de Bombeiros de Campo Grande como um agravante no perigo.

Caso ocorra algum acidente, como um princípio de incêndio, a falta de estrutura adequada pode acabar prejudicando os fiéis. Nas igrejas sem cadastro no Cartório o perigo pode ser ainda maior, por normalmente não terem sido inspecionadas pelo Corpo de Bombeiros.

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros as instalações elétricas são os principais problemas nos estabelecimentos. Com o sistema em estado precário, as chances de acidentes aumentam drasticamente, principalmente as possibilidades de incêndios.

E sem saída e iluminação de emergência a população pode acabar sendo atingida caso haja algum acidente dentro de uma igreja.

Data: 12/1/2011 08:37:22
Fonte: Midianews

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A cada quatro dias em 2010, uma nova igreja foi aberta no MS

 

A recente proliferação de igrejas em todo país não é nenhuma novidade. Em Campo Grande (MS), por exemplo, 100 delas foram abertas somente em 2010. O número representa aproximadamente 18% do total de igrejas registradas na Capital.

Segundo a Seção de Registro do Cartório do 4º Ofício, onde este tipo de entidade deve ser cadastrada, são 550 igrejas regularizadas em Campo Grande. Porém este não é o número real de estabelecimentos, segundo João Rodrigues, funcionário da seção: “o número de igrejas não registradas aqui no Cartório é muito grande, nem sei informar quanto”.

Uma rápida visita por uma das maiores regiões de Campo Grande, a região do bairro Tiradentes, demonstra a diferenciação entre igrejas registradas ou não. De cinco templos visitados, apenas um possui registro no cartório.

Esse aumento do número de igrejas não acompanha a preocupação com a segurança dos fiéis. Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de 90% das entidades não estão regularizadas com as normas de segurança.

Perigo

A grande concentração de pessoas dentro das igrejas é apontada pelo Departamento de Fiscalização do Corpo de Bombeiros de Campo Grande como um agravante no perigo.

Caso ocorra algum acidente, como um princípio de incêndio, a falta de estrutura adequada pode acabar prejudicando os fiéis. Nas igrejas sem cadastro no Cartório o perigo pode ser ainda maior, por normalmente não terem sido inspecionadas pelo Corpo de Bombeiros.

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros as instalações elétricas são os principais problemas nos estabelecimentos. Com o sistema em estado precário, as chances de acidentes aumentam drasticamente, principalmente as possibilidades de incêndios.

E sem saída e iluminação de emergência a população pode acabar sendo atingida caso haja algum acidente dentro de uma igreja.

Data: 12/1/2011 08:37:22
Fonte: Midianews

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Predisposição genética para a religião se reproduz com rapidez, diz professor

 

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Um cálculo matemático demonstra que os supostos genes responsáveis pela orientação religiosa de um indivíduo se reproduzem com mais rapidez.

A base do estudo teve como ponto de partida análises demográficas, que indicam que grupos religiosos geram mais filhos do que os ateus.

Em média, uma mulher sem qualquer religião teria de um a dois bebês. Para termos de comparação, no caso de uma seguidora do judaísmo ortodoxo, esse número passaria a ser seis.

O resultado a longo prazo é que o "gene da religião" se tornaria mais comum a cada nova geração.

De acordo com Robert Rowthorn, professor emérito de economia do Kings College, em Cambridge (Reino Unido), que desenvolveu o cálculo, essa expansão teria aumentado em até 50% depois de dez gerações.

Rowthorn acrescenta que os genes seriam ainda mais perpetuados e distribuídos se os integrantes do segmento religioso passassem a se relacionar com a população secular.

"Este é puramente um exercício especulativo", diz o autor do estudo a ser publicado nesta quarta-feira no "Proceedings of the Royal Society B".

Ele enfatiza que, até 150 anos atrás, o contraste na taxa de natalidade entre famílias religiosas e não religiosas não existia. O número de nascimentos caiu globalmente e a transição afetou mais alguns grupos do que outros.

Segundo Rowthorn, a progressão matemática demonstrada em seu cálculo indica a hipótese de que a população pode ser mais propensa à religião a longo prazo, mas isso dependeria também da proporção entre fertilidade e "deserção" de membros no grupo religioso.