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VÔLEI Levantadora e pastora, Fabíola fala do vice em Mundial

 

Voz serena, personalidade tranquila. Nada abala a calma de Fabíola. Aos 27 anos, a levantadora brasiliense conquistou a vaga de titular da seleção justamente por dar um ritmo mais cadenciado ao jogo, antes muito acelerado pelas mãos de Dani Lins. No Mundial que terminou no domingo, com a derrota para a Rússia, era fácil ver o temperamento mudar.

Bastava o Brasil fazer um ponto, e Fabíola transformava a paz em explosão. Os sentimentos se completam quando ela desempenha outra função em sua rotina: há seis anos na religião batista, a atleta virou pastora e dona de uma igreja em Matozinhos, município de Belo Horizonte.

“Eu sou mais calma mesmo. Fico na minha, quietinha. Mas, na igreja, digo tudo o que eu quero, peço, agradeço. Converso com as pessoas que estão lá. É muito bom saber que estou protegida e posso passar isso tudo que já recebi para os outros, com uma felicidade plena. Abrimos há um ano, mas a ideia é expandir para que possa atender aos projetos sociais” conta a levantadora, que não saiu do sério nem com as broncas que levou do técnico José Roberto Guimarães ao longo do Mundial.

Nos momentos em que Fabíola está longe da cidade mineira – do outro lado do mundo, por exemplo – é o marido dela que assume o comando da igreja. E foi por intermédio dele que ela chegou ao lugar onde encontraria um novo estilo de vida.

“Nós somos de Brasília, mas meu marido teve uma proposta para trabalhar lá em Matozinhos, com informática. Aí, fomos levados a essa cidade. E começamos a praticar a religião lá. Mudou demais a minha vida. Trouxe uma tranquilidade maior para a agitação e correria em que a gente vivia” assegura.

A derrota do Brasil para a Rússia no domingo, no entanto, trouxe outro sentimento para Fabíola. Ainda tentando sorrir para as câmeras, depois de muito choro na quadra, a levantadora contou que a tristeza tomou conta do seu dia.

“A gente trabalhou muito e não tinha outra coisa na nossa cabeça a não ser a vitória. Ficamos tristes com isso. Mas acontece. Agora, é seguir em frente, que a vida continua”.

Data: 16/11/2010 08:29:00
Fonte: FG News

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JORNADA ECUMÊMICA

 

Ministro mostra otimismo nas relações Estado e movimentos sociais

Um dos pontos altos da 4ª Jornada Ecumênica, que aconteceu entre 11 e 15 de novembro em Itaici/SP, foi a visita do ministro-chefe das Relações Institucionais do governo federal, Alexandre Padilha. Ele participou, no sábado, 13, do painel “A Afirmação dos Direitos Humanos, Sociais, Culturais e Ambientais na Construção da Incidência Pública e Política”.

O painel também contou com as presenças de Jorge Atílio Iulianelli, do Fórum Brasileiro de ACT Aliança – FE Brasil, e de Marcelo Durão, representando a Via Campesina e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST).

Originalmente prevista para 30 minutos, a fala de Padilha cativou os participantes da Jornada por mais de duas horas. Nela, Padilha traçou analogias a partir de dados pontuais do Brasil atual, como aqueles relacionados à extração de petróleo e os esforços pela erradicação da miséria.

“Atualmente, 30% dos engenheiros do Brasil trabalham na Petrobrás ou em alguma empresa que presta serviços para a estatal. Pouco tempo depois de iniciarmos a exploração do pré-sal, 20% do maquinário mundial para extração de petróleo disponível no mundo estarão sendo utilizados no Brasil. Estes dados demonstram, por si só, a dimensão das conseqüências desta nova realidade para o país”, destacou.

O ministro também lembrou que nos últimos oito anos cerca de 30 milhões de pessoas saíram de uma situação de pobreza absoluta, mas admitiu que ainda há muito a fazer, pois 21 milhões ainda vivem abaixo da linha pobreza.

Durante o debate, Padilha enfatizou que a cobrança, fiscalização e diálogo com os movimentos sociais é uma das interfaces mais importantes para a efetivação de um projeto de desenvolvimento que seja comprometido com os direitos humanos, sociais, culturais e ambientais.

A Jornada Ecumênica receber apoio financeiro da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese), da Christian Aid, do CREAS, da FES/Conferência Nacional dos Bispos do Brasil/CNBB/Caritas Brasil, Fundação Luterana de Diaconia (FLD), Igreja Metodista Unida – GBMG (EUA) e Igreja Unida do Canadá.

Data: 16/11/2010 09:06:54
Fonte: ALC

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KAKÁ volta aos campos

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Recuperado de lesão no joelho, craque pode voltar aos gramados

Kaká está muito próximo de voltar aos gramados. O craque do Real Madrid se reuniu na segunda-feira com os médicos do clube merengue, com o cirurgião que o operou, o belga Marc Martens, e com Turíbio Leite, fisiologista brasileiro, e recebeu boas notícias. De acordo com jornal espanhol "Marca", após um encontro que demorou três horas, Kaká ficou sabendo que está completamente curado da lesão que teve no joelho esquerdo.

Durante a reunião com a cúpula médica, a situação do jogador foi analisada, e os médicos chegaram a um acordo que Kaká está recuperado lesão e deverá voltar aos gramados em breve. Apesar de não haver uma data oficial para o retorno, os médicos informaram que o meia voltará possivelmente aos campos no início de 2011, no prazo de 45 dias. Agora é pegar ritmo de jogo e condicionamento físico.

Kaká vinha reclamando de dores no joelho e foi sofreu uma artroscopia, no mês de agosto. Em 101 dos 103 dias após cirurgia, Kaká foi ao Centro de Treinamentos do Real Madrid para fazer trabalho de fisioterapia. Segundo o departamento médico do Real Madrid, a recuperação do atleta foi excelente e voltará em condições de voltar a jogar no nível de quando foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa em 2007.

Durante o período de recuperação do meia, a imprensa espanhola especulou uma possível negociação envolvendo o brasileiro e o futebol italiano. Inter de Milão e Milan estariam de olho no craque na época. Porém, José Mourinho, treinador do Real Madrid, junto com o jogador, vetaram qualquer possibilidade de uma transferência.

Data: 16/11/2010 09:27:33
Fonte: Globoesporte