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Astrólogos preveem que casamento de William e Kate terminará em divórcio

17/11/2010 –

DA FRANCE PRESSE, EM HONG KONG

O príncipe William e sua futura esposa, Kate Middleton, terão uma vida de casal muito difícil e, devido às infidelidades do marido, a união terminará em divórcio, previram nesta quarta-feira astrólogos asiáticos e mestres de feng shui de renome.

"O casal terá graves problemas durante dez anos, depois que o príncipe William tiver completado 39 anos", afirmou Anthony Cheng, mestre de feng shui de Hong Kong.

O príncipe se divorciará ou sofrerá um acidente, acrescentou Cheng.

"Uma das duas coisas acontecerá. E se ele sofrer um acidente, será mortal", disse ainda Cheng.

"William viverá outras histórias de amor em sua vida e se apaixonará facilmente por outras mulheres, o que fará Kate viver momentos difíceis", previu. "Para que o casamento dure, ela terá que fechar os olhos."

Suzanne Plunkett/Reuters

Kate Middleton posa para foto ao lado do noivo, o príncipe William, e exibe o anel que foi de Diana

Kate Middleton posa para foto ao lado do noivo, o príncipe William, e exibe o anel que foi de Diana

"Ambos são compatíveis. Um nasceu no inverno e o outro no verão", afirmou, por sua parte, Yeo Tinming, um dos mestres de feng shui mais conhecidos de Hong Kong. No entanto, apesar de se completar perfeitamente, o casal brigará muito, disse ainda Tinming, sem precisar a gravidade das brigas.

Em compensação, o astrólogo indiano Arun Kumar Bansal afirma que o futuro casal tem 24 pontos em 36 no teste da compatibilidade.

"Eles desenvolverão uma relação cordial e não brigarão em público", assegura. Segundo ele, o único problema do casal serão os filhos, que demorarão a chegar.

Sobre a maternidade de Kate, Tinming se mostrou mais otimista, afirmando categoricamente que a futura esposa do príncipe herdeiro ficará grávida em 2012.

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Bombeiro proíbe crucifixo e causa polêmica em Tatuí-SP

 

Qua, 17 Nov, 05h20

Uma ordem de serviço assinada pelo comandante do Corpo de Bombeiros de Tatuí (SP), capitão José Natalino de Camargo, causa polêmica na cidade. Ele mandou retirar todos os crucifixos e imagens de santos católicos das unidades sob seu comando. Hoje, os 11 vereadores da Câmara local assinaram moção repudiando a medida tomada pelo militar. Camargo alegou que a exibição de símbolos católicos em repartições públicas causa "constrangimento" a pessoas que professam outra fé.

Para ele, imagens e crucifixos fazem "apologia" da religião católica e contribuem para a "manutenção da falsa crença de que aquela religião seria a única detentora da benesse estatal". O capitão invocou ainda a Constituição Federal que, segundo ele, estabelece que o Estado brasileiro é laico e, portanto, a exibição dos símbolos seria ilegal e inconstitucional. A comunicação foi repassada às unidades e postos dos bombeiros sob o comando do Grupamento de Tatuí, com ordem para cumprimento imediato.

Na moção aprovada por unanimidade, os vereadores consideram que o militar usou termos desrespeitosos ao se referir aos símbolos católicos. "O ato é arbitrário, com expressões equivocadas, desrespeitosas e imprudentes sobre a religião católica, refletindo total falta de sensibilidade", diz a nota da Câmara.

De acordo com os vereadores, a ordem de serviço fere o livre direito de professar a fé, também defendido pela Constituição. O comando regional da Polícia Militar (PM), ao qual se subordinam os bombeiros, não se manifestou a respeito. O pároco de Tatuí, padre Milton de Campos Rocha, estava em viagem e não foi localizado.

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CONDENAÇÃO: Jornal do RJ é condenado por chamar Garotinho de “Pinóquio”

A 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu manter a condenação da Folha da Manhã e a de um jornalista do veículo, de Campos dos Goytacazes (RJ) por artigos publicados em 2004, que chamavam o deputado eleito, e ex governador, Anthony Garotinho de “Pinóquio”. Apesar de manter a condenação, os desembargadores acolheram o recurso do jornal e do jornalista e reduziram o valor da indenização de R$ 30 mil para R$ 8 mil.
“Admitir-se-ia de um homem comum, indignado com a conduta desviada do político, atacá-lo verbalmente. Mas, isso não se admite do profissional de imprensa, responsável pela formação da opinião pública. Deve noticiar os fatos, deve criticar condutas, deve expor as divergências, mas deve fazer tudo isso sem ofensas pessoais”, escreveu a relatora, desembargadora Luisa Bottrel.
A relatora criticou o fato de os textos do jornal se referirem a Garotinho como “marionete, príncipe de meia-tigelas, e pertencente a um grupo “que não valia um real”. Na época, Garotinho apoiava Geraldo Pudim, que disputava a prefeitura de Campos, no norte do estado.

Data: 17/11/2010 08:08:33
Fonte: Comunique-se