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Pastor volta à Igreja e assume lutar contra desejo homossexual

ESTADOS UNIDOS

 

Depois de ter sido "revelado" por uma revista GLBT e de ser colocado de licença, o reverendo Tom Brock voltou à Igreja Luterana da Esperança, nos EUA.

Ele não foi pregar para a congregação de Minneapolis, cerca de 450 pessoas. Mas ele admitiu ao seu rebanho pela primeira vez que luta contra a atração pelo mesmo sexo. É uma luta que ele teve desde a faculdade, mas o pastor luterano nunca cedeu à tentação. Ele foi assistir a um grupo católico chamado Courage (Coragem) e sempre acreditou e continua a acreditar que o comportamento homossexual é um pecado.

Tem sido uma tarefa difícil nas últimas cinco semanas para ele, ele disse, uma vez que a revista Minnesota Lavender expôs as lutas de Brock. Em uma jogada duvidosa, o repórter John Townsend Lavender participou de reuniões secretas de apoio do grupo Courage e contou histórias confidenciais de Brock na edição de junho da revista.

A publicação GLBT (gays, lésbicas, bissexuais, transexuais) insinuou que Brock tinha deixado aflorar sua atração por homens. Mas o pastor luterano de longa data, disse à revista que isso está "totalmente errado."

"Sou um virgem de 57 anos de idade," afirmou.

Brock pode ter tido inicialmente um pouco de raiva da direção da revista de Minneapolis, mas ele disse que, pela graça de Deus, ele foi capaz de perdoá-los rapidamente.

Ele acrescentou: "Eu oro para sua salvação, porque seu ponto de vista é que você pode se comportar como tal e não há nenhum problema com ele, e isso biblicamente não é verdade."

Suas atrações pelo mesmo sexo não estavam em segredo. Ele não apenas tinha o seu grupo de apoio, mas ele também conversou com alguns amigos próximos sobre as suas lutas.

"Eu tive apoio pessoal por muitos anos," disse ele. "Eu nunca levantei no púlpito e disse: Olha todo mundo, esta é a minha luta."

Natureza versus nutrição

Tentando relembrar há quanto tempo ele tinha atração por pessoas do mesmo sexo, Brock disse: "Eu tinha certeza de que eu tinha um problema na faculdade. Mesmo parecendo cedo, eu podia identificar os sinais."

O pastor de 57 anos, lembrou-se de ter assistido a uma conferência – possivelmente a Won Love Out conferência que capacita os cristãos a responderem com verdade e graça às pessoas que lutam contra a homossexualidade – e ouviu uma palestra de um psiquiatra falando sobre as centenas de pessoas que ele tinha aconselhado.

"Ele disse que nunca conheceu um homem em todos os seus clientes, que quando era menino tinha uma estreita relação com seu pai", contou Brock.

"Meu pai era uma espécie distante," disse ele.

Brock não acredita que as pessoas nascem homossexuais. Ele acredita que é mais a nutrição do que a real natureza.

"Eu não vejo nada na Bíblia que justificaria a crença de que Deus fez de você um homossexual," explicou. "Biblicamente, todos nós acreditamos no pecado original, que nós todos nascemos pecadores. Eu não acredito que haja um gene gay ou que nascemos gay.

"Minha crença é que no início da vida, há uma discriminação entre a criança e o genitor do mesmo sexo" (como um filho não ficar com a identidade masculina do pai).

Mas mesmo que um "gene gay" fosse comprovado – que Brock altamente duvida que possa acontecer – o pastor de Minneapolis disse que ainda não muda nada.

"O fato de você ter nascido com uma inclinação pecaminosa não lhe dá o direito de praticá-la," frisou.

Curiosamente, o conflito entre a sua inclinação para os homens e o que ele acredita ser a Escritura, claramente, nunca o fez fugir de Deus. Ele nunca questionou a posição da Bíblia de que o comportamento homossexual é um pecado e, ao mesmo tempo nunca foi abalado em sua fé.

"Eu sabia que era um pecador e que precisava de um salvador, assim isso realmente me levou a Cristo, e não dele," disse. "De certa forma, ele reforçou a minha fé."

Ainda seguindo Jesus

Desde a exposição, a congregação Esperança tem sido muito favorável a Brock. Depois de semanas de analisar o assunto, uma força-tarefa na Igreja encontrou o pastor credível. Brock era anteriormente o pastor durante 21 anos, mas agora é apenas um pastor.

"Eu não posso te dizer o quão maravilhoso é o que tenho", disse Brock, acrescentando que é uma Igreja conservadora que crê na Bíblia.

A Igreja Luterana Esperança é Igreja-membro da Associação Livre de Congregações Luteranas. A congregação deixou a Igreja Evangélica Luterana na América, há nove anos sobre o seu sentido crescente liberal sobre a homossexualidade e por causa de abortos que estão abrangidos pelo plano de saúde ELCA para o pessoal.

"No ano passado, foi quando eles (ELCA) decidiram autorizar a prática homossexual que está causando um grande impacto nas Igrejas, mas nós soubemos dessa essa direção que eles estariam tomando há nove anos, mas, ainda mais, talvez seja o fato de que a ELCA paga abortos com ofertas, o que nos entristece ainda mais."

Em agosto passado, o corpo Chefe do Legislativo da ELCA votou em uma resolução, permitindo gays e lésbicas em "relação homossexual, monogâmica e vitalícia,” de servirem como clérigos. No AFLC, homossexuais praticantes não podem ser ordenados ou servirem como pastores.

"Eles nunca iriam acreditar, como muitos fazem na ELCA que, desde que você realmente ame aos outros, você pode ter uma relação sexual gay. Isso não é apenas eles," disse Brock da denominação conservadora.

Apesar de seus esforços terem sido tornados públicos e que ainda hoje "[tem] tentações," Brock disse que pretende continuar a pregar a mesma mensagem que se você não se arrepender do pecado e vir a Cristo, você não está indo para o céu.

Mas ele tem uma mensagem nova, que ele pode compartilhar: "Eu tenho essa luta. Você pode ter esta luta, dizer não a ela e ainda seguir a Jesus."

Ele não planeja voltar imediatamente ao púlpito da Igreja Luterana Esperança. Ele disse que vai levar algum tempo para se curar e também trabalhar em planos para a expansão da Igreja e do ministério na TV.

"O plano é que eu vá estar de volta, esperamos que muito em breve. Assim, temos que trabalhar tudo," disse ele .

E quando ele retornar, seus sermões serão eventualmente projetados para 20 cidades em todo o país, e para além das cidades gêmeas.

Quanto a voltar para seu grupo de apoio Católico, Brock não tem certeza se volta. Ele pode começar a frequentar um grupo diferente, disse ele.

Entretanto, ele disse, "Eu ainda vou ser responsabilizado perante às pessoas."

Data: 5/8/2010 09:07:56
Fonte: The Christian Post

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ISLÃ : Muçulmanos interrompem batismo e ameaçam cristãos

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Duas cristãs em Jamalpur, distrito ao norte de Bangladesh, disseram que os oficiais do vilarejo extorquiram grandes somas de dinheiro de suas famílias, por proclamarem o evangelho a muçulmanos.

Johura Begum, 42, do vilarejo de Pingna, disse que um integrante do conselho local, um representante do governo e o pai de um policial a ameaçaram, dizendo que se ela não pagasse uma quantia de 20.000 taka (US$283), eles iriam agredir suas filhas. O policial investigava uma acusação de que os cristãos pagaram aos muçulmanos para participarem de um batismo no dia 26 de maio.

Johura convidou sete ex-muçulmanos, incluindo três mulheres, a se batizarem naquele dia. Entre os 55 novos convertidos, apenas seis foram batizados pelos líderes da igreja Pentecostal Santidade (PHCB), pois os outros foram intimidados pelos muçulmanos. No dia seguinte, moradores protestavam contra os cristãos.

Johura conta que seu marido é um trabalhador em uma plantação de arroz, e que 20.000 taka era uma quantia muito alta para eles. Então, ela pegou o dinheiro emprestado de uma cooperativa cristã.

“Eu dei o dinheiro por minha própria segurança. Não há nem como repetir as palavras que ele usou para me ameaçar”.

Em outro caso, os moradores extorquiram 250.000 taka de outra cristã, Komola Begum, 35. Os moradores alegaram que ela e seu marido ficaram ricos às custas dos cristãos. Após o batismo, muçulmanos agrediram tanto seu marido que ele teve que ficar internado durante três dias.

Komola Begum disse que a vida de seu marido só foi poupada porque ela pagou a quantia exigida.

Assim que os líderes da Igreja Pentecostal Santidade (PHCB) iniciaram o batismo, os muçulmanos começaram a protestar. A polícia chegou e prendeu os líderes cristãos.

Data: 5/8/2010 08:41:18
Fonte: Pórtas Abertas

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Pentecostais crescem, inovam e viram tema de debate

 

O crescimento do pentecostalismo no Brasil não pode ser atribuído unicamente ao uso da mídia. Ele explica o fenômeno em parte, disse o cientista social Paul Freston. O estudioso será o palestrante de abertura do Eclesiocom, agendado para o dia 19 de agosto, em São Paulo.

“O meio de comunicação não funciona isoladamente, ele está dentro de um pacote maior, que inclui o contato com familiares, vizinhos, colegas de trabalho e também a ida à congregação local”, afirmou Freston em entrevista ao Instituto Humanitas, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Freston citou que há uma diversidade muito grande no pentecostalismo. De um lado, aparecem igrejas que recorrem aos meios de comunicação de massa, rádio e TV de modo especial, como é o caso da Igreja Universal do Reino de Deus, e há igrejas que rejeitam as mídias eletrônicas, como a Congregação Cristã, a segunda maior do país em número de frequentadores.

Nessas, “o crescimento numérico da igreja ocorre por outros meios, não pelos meios massivos de comunicação. Há casos ainda como o da Deus é Amor, que sempre usou massivamente o rádio, mas não a televisão”, assinalou Freston.

O diretor do Programa de Estudos da Religião na América Latina, da Baylor University, lembrou também que nas metrópoles a importância dos meios de comunicação é maior. “A congregação que rejeita o uso dos meios se dá melhor no interior, em cidades menores”, arrolou.

A divulgação religiosa no rádio ganhou intensidade no Brasil a partir dos anos 50 do século passado. Nos anos 70, programas religiosos começam a aparecer na televisão, primeiro com programação vindo do exterior, de cunho pentecostal. “Nos anos 80, transforma-se em uma indústria nacional”, historiou.

As novas iniciativas partem, muitas vezes, de igrejas pentecostais recém-criadas, “que surgem com maior desinibição e ousadia”, e que são imitadas, em seguida, pelas igrejas pentecostais mais antigas.

Na análise de Freston, a internet possibilita que grupos pequenos, que nunca teriam oportunidade de ter presença televisiva, possam fazer sua divulgação. “Também permite um processo mais democrático dentro de uma determinada igreja, por exemplo, com grupos dissidentes”, mencionou.

Data: 3/8/2010 08:46:51
Fonte: ALC Notícias