Categorias
Artigos

El matrimonio de religiones sin acuerdos con el Estado tendrá validez civil

Proyecto de Ley

El matrimonio de religiones sin acuerdos con el Estado tendrá validez civil

Anillos de boda / Ernst Vinke (Wikimedia – CC BY-SA 2.0)
El Gobierno otorgará validez civil a los ritos religiosos de matrimonio de las confesiones con arraigo en España: mormones, ortodoxos, testigos de Jehová y budistas.

03 DE AGOSTO DE 2014, MADRID

Los ritos de bodas religiosas de las confesiones con arraigo en España -mormones, ortodoxos, testigos de Jehová y budistas- tendrán validez civil, equiparándose a las religiones evangélica, católica, islámica y judía según el proyecto de Ley de Jurisdicción Voluntaria aprobado el pasado viernes por el Consejo de Ministros.
Según explicó el Gobierno, se trata de una modificación que «obedece al pluralismo religioso existente en la sociedad española». Hasta ahora, las confesiones con notorio arraigo pero sin acuerdos firmados con el Estado, tenían que casarse previamente por lo civil para que su matrimonio alcanzara validez en España.
El proyecto de Ley de Jurisdicción Voluntaria modificó el artículo 60 del Código Civil incluyendo el siguiente párrafo: «Se reconocen efectos civiles al matrimonio celebrado en la forma religiosa prevista por las iglesias, confesiones, comunidades religiosas o federaciones de las mismas que, inscritas en el Registro de Entidades Religiosas, hayan obtenido el reconocimiento de notorio arraigo en España».
Las confesiones religiosas que tienen reconocido el notorio arraigo en España y que, por tanto, se ven afectadas por esta ley son: La Iglesia de Jesucristo de los Santos de los Últimos Días (Mormones) – más de 51.000 en España-, la Iglesia Ortodoxa -un millón y medio-, los Testigos de Jehová -113.000- y los Budistas -decenas de miles-.
Hasta ahora, esto solo era posible para las confesiones que además de notorio arraigo, tienen firmados Acuerdos con el Estado como católicos, judíos, musulmanes y evangélicos.
LOS TRÁMITES A REALIZAR
Según expone el proyecto de ley, el reconocimiento de efectos civiles requiere la tramitación de un acta o expediente previo de capacidad matrimonial y la libre manifestación del consentimiento ante un ministro de culto debidamente acreditado mediante certificación expedida por la iglesia, confesión o comunidad religiosa y dos testigos mayores de edad.
Según explicó el director general de Cooperación Jurídica Internacional y Relaciones con las Confesiones, Ángel Llorente Fernández de la Reguera, una vez que están acreditados los requisitos de capacidad -cónyuges mayores de edad, no casados previamente, ningún impedimento desde el punto de vista del Derecho Civil-, se envía el expediente al representante religioso que corresponda y el ministro de culto puede celebrar la ceremonia con arreglo a su rito y con dos testigos. Después, envían un certificado al registro civil y se inscribe.

Fuentes: Europa Press

Editado por: Protestante Digital 2014

Creative Commons
Categorias
Artigos

Eles não se importam com a vida dos palestinos, denuncia “filho do Hamas”

Mosab Yousef abandonou grupo terrorista para seguir a Jesus

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

 

Mosab Hassan Yousef é filho do sheik Hassam, um dos fundadores do Hamas, mas abandonou a organização terrorista quando se converteu ao cristianismo. Ele foi criado em Gaza e já escreveu um livro sobre o assunto, onde relata as sucessivas ameaças de morte recebidas por expor como funciona o Hamas. Em entrevista à CNN, voltou a mostrar que o objetivo do Hamas é o estabelecimento de um Estado Islâmico no território que hoje pertence ao Estado judeu.

“O Hamas não procura a convivência, está buscando a conquista. A destruição do Estado de Israel não é seu objetivo final, mas um Estado Islâmico que se erguerá sobre as ruínas de outros”, diz Yousef.

Yousef é conhecido nos EUA, onde vive, como o “Filho do Hamas”, título do seu livro autobiográfico. Criado para suceder o pai no comando, relata que se decepcionou com a hipocrisia que via na organização.

“Nas mesquitas, o Hamas nos ensinava que sem derramamento de sangue inocente, por causa da ideologia, não seríamos capazes de construir um Estado Islâmico. Eles estavam nos preparando desde os cinco anos de idade. Esta é a ideologia que o Hamas oferece. Na verdade é quase impossível para qualquer um romper com isso e ver a verdadeira face do Hamas, saindo fora desta ideologia. No meu caso, eu precisei perder tudo após dizer não ao Hamas. Hoje, quando olho para as crianças de Gaza, sei o que eles são aprendendo desde cedo. Eu sei que eles não têm escolha”, lamenta Yousef.

Para ele, embora a mídia divulgue muitas coisas diferentes, o Hamas não se importa com as vidas dos palestinos. “Eles acreditam que morrer por causa de sua ideologia é uma forma de adoração a Deus”, explica Yousef.

Quando Yousef começou a questionar o discurso do Hamas, sofreu retaliação em sua própria família. Na mesma época (1999) conheceu um missionário britânico e estudou sobre o cristianismo durante seis anos. Ao tomar a decisão de aceitar Jesus e romper com a tradição política e religiosa da família, ele literalmente perdeu todos os seus familiares e amigos.

A organização terrorista afirmava que ele trabalhava como espião para a agência israelense Shin Bet. Seu pai divulgou um comunicado na época onde afirmava: “Eu, Sheik Hassan Yussef, minha esposa, filhos e filhas anunciamos que renegamos completamente o homem que era nosso filho mais velho”.

Desde que se refugiou nos EUA, para escapar da morte certa na Palestina, ele vem se dedicando a ensinar a Igreja sobre o Islamismo e promovendo campanhas de oração pela salvação dos muçulmanos. Para ele, são pessoas maravilhosas, mas estão presos pela ideologia islâmica.

Ele conta que para um muçulmano convertido é muito dificil viver em Israel. Ele passou anos em prisões israelenses, foi torturado e espancado quase até a morte por soldados israelenses e por ser filho de um dos líderes do Hamas era considerado terrorista. Por outro lado os muçulmanos o odiavam pois afirmavam que era um traidor, um espião sionista. Mas seu relacionamento com Deus o fez seguir os ensinamentos de Jesus e perdoar os seus inimigos.

Embora tenha sido rejeitado pela família, explica que ora todos os dias por eles e que ainda os ama. Insiste que os ocidentais confundem o Islã (sistema religioso) e os muçulmanos, que julgam estar agradando a Deus fazendo o que fazem, inclusive atentados. Yousef está trabalhando na produção de dois filmes. Um retratará sua história pessoal, o outro será sobre a vida de Maomé, onde deseja oferecer uma visão crítica e histórica do profeta do Islã. Com informações CBN Christian News

Categorias
Noticias

Ministério Público vai investigar construção do Templo Salomão

O Ministério Público instaurou uma investigação para apurar se houve fraude na construção do Templo de Salomão, que será inaugurado nesta quinta-feira em São Paulo pela Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd). Orçado em R$ 680 milhões, o templo tem 74 mil metros quadrados de área construída na avenida Celso Garcia, no Brás, onde antes funcionava uma fábrica. Em 2006, a Iurd teria entrado com um pedido de reforma do prédio da fábrica para abrigar o megatemplo. No entanto, segundo parecer do arquiteto Eduardo Nobre, da FAU-USP, a fábrica já havia sido demolida. A área faz parte de uma Zona Especial de Interesse Social (Zeis). Pela norma da Zeis, em novas construções, a proprietária da área seria obrigada a destinar 40% do terreno a moradias populares. Em caso de reforma, essa regra não pode vigorar. A presidente Dilma Rousseff e o governador Geraldo Alckmin confirmaram presença na inauguração da nova igreja.

Segundo reportagem publicada nesta quarta-feira pela Folha de S. Paulo, a Iurd teria usado informações falsas para driblar a legislação e construir o templo sem destinar os 40% do terreno a moradias populares. A irregularidade foi revelada ainda em 2006, em parecer técnico à Câmara Técnica de Legislação Urbanística (CTLU), da prefeitura. No ano seguinte, no entanto, a CTLU aprovou a construção da obra considerando apenas o parecer do Aprov, departamento responsável pela autorização de construções e reformas do município.

– Eu achei estranho o fato de permitirem o uso do terreno para a construção do templo, já que é uma área de Zeis. Fiz uma vistoria e constatei que o prédio já havia sido demolido. Qualquer construção naquela área deveria ser submetida às regras da Zeis – disse Eduardo Nobre.

Fonte: O Globo