Categorias
Artigos Noticias

Tentativa de Esconder Documentos Vazados sobre Falha de Contraceptivo de Gates/USAID

Lisa Correnti
WASHINGTON DC, EUA, janeiro (C-FAM) Advogados de agências americanas fracassaram numa tentativa inicial de forçar uma organização de defesa dos direitos dos cidadãos a remover documentos vazados do site da organização. Os documentos descrevem estudos que mostram complicações de um contraceptivo de longa duração fortemente apoiado pelas agências e pela Fundação Gates para uso das mulheres africanas.

As agências da ONU são acusadas de tentarem esconder seu conhecimento de estudos que mostram que as mulheres que usam o contraceptivo injetável Depo Provera têm risco mais elevado de contrair HIV.

Permitir que o Projeto Rebecca publique as informações significa “essa questão dos danos do Depo Provera agora tem de ser decidida num tribunal legal em que um juiz examinará os dados científicos e sociais,” Kwame Fosu, o diretor de políticas da organização, disse ao Friday Fax.
A Agência de Desenvolvimento Internacional (conhecida pela sigla inglesa USAID) e a Fundação Gates têm gastado milhões de dólares para aumentar o uso de contraceptivos injetáveis entre mulheres em comunidades de elevado HIV na África subsaariana.
Os representantes legais da USAID e dos Centros de Controle de Doença (CCDs) entraram com uma queixa de violação de direitos autorais para forçar o Projeto Rebecca para remover documentos secretos de seu site. Os documentos foram usados numa reunião a portas fechadas em Genebra com autoridades da Organização Mundial de Saúde, da USAID, dos CCDs e de Gates.
A reunião foi pedida logo depois que a revista de Doenças Infecciosas do Lancet publicou um estudo da Dra. Renee Heffron. O estudo indicava que as mulheres que usam o Depro Provera têm um risco maior de contrair o HIV/AIDS.
Um dos documentos secretos postados por Fosu apresenta detalhes de vários estudos que examinam a ligação entre contraceptivos injetáveis e a transmissão do HIV. Embora dos 15 estudos, 11 tivessem informado o mesmo resultado da Dra. Heffron, apesar disso a OMS publicou uma “Declaração Técnica” de que a pesquisa foi “inconclusiva.”
Fosu acusa que as normas da OMS “forneceram cobertura” para a USAID, Gates e a Federação Internacional de Planejamento Familiar, e outros para continuarem “como de costume” e protegerem os milhões alocados para disponibilizar o Depo para mulheres africanas.
Meses mais tarde Melinda Gates lançou uma parceria de 4 bilhões que incluía financiamento para produzir e distribuir o injetável Depo Provera.
O segundo documento secreto obtido por Fosu é de autoria de Chelsea Polis da USAID e Kathryn Curtis dos CCDs. O documento fortemente influenciou os funcionários de revisão da OMS a decidir que havia “razão insuficiente” para remover o Depo Provera e impor avisos obrigatórios. Fosu afirma que a análise de Polis e Curtis “diluiu a evidência disponível” ao ignorar a pesquisa principal.
Apesar das tentativas de esconder os efeitos colaterais prejudiciais, mais mulheres pobres estão abandonando o uso do Depo Provera. Comparado com outros métodos contraceptivos, as mulheres em países menos desenvolvidos têm mais probabilidade de parar de usar o Depo Provera dentro de um ano de sua primeira dose devido a efeitos colaterais associados e preocupações de saúde. Um relatório do Population Reference Bureau sobre o planejamento familiar no mundo inteiro também indica que o contraceptivo injetável não é usado por mulheres em países ricos.
Fosu refutou com êxito o ataque legal para remover os documentos citando a isenção da Lei de Direitos Autorais Digitais do Milênio (LDADM) para organizações de educação e direitos humanos que estão fornecendo informações para proteger populações vulneráveis.
“Considerando a evidência esmagadora de danos,” disse Fosu “os ministros da Saúde têm a obrigação em países em desenvolvimento visados de restringir ou proibir o Depo Provera como opção de planejamento familiar.” Em Gana, a especialista de direitos humanos Dra. Charlotte Abaka, ex-presidente do comitê de tratados de mulheres da ONU, agora defende o fim ou restrição do Depo Provera.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Categorias
Noticias

Recife cria tour para mostrar a história do protestantismo na cidade

As visitações passam pelas igrejas mais antigas da capital pernambucana

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Recife cria tour para mostrar a história do protestantismo na cidade
Recife cria tour para mostrar a história do protestantismo na cidade

A Secretaria de Turismo de Recife (PE) estará realizando nos dias 18 e 25 de janeiro o tour Sensibilização Turística, que vai levar pessoas para conhecer lugares importantes para o protestantismo da cidade.

O turistas poderão conhecer locais como o Cemitério dos Ingleses criado em 1814, em seguida passarão pelo Igreja Presbiteriana da Boa Vista e pela primeira Igreja Batista do Recife que ficam no mesmo bairro.

O tour visitará outros templos históricos como as igrejas Batista da Capunga, Evangélica Congregacional Pernambucana, Catedral Anglicana da Santíssima Trindade e a Paróquia Luterana do Recife.

O objetivo do programa turístico é levar a população a conhecer melhor a cidade e sua história. Os interessados em conhecer a história protestante da capital pernambucana serão levados pelos principais pontos em um ônibus com ar-condicionado sendo acompanhados por um guia de turismo.

A Prefeitura de Recife informa que o primeiro contato da cidade com o protestantismo foi com a ocupação holandesa que instalou a igreja cristã reformada na cidade. Depois que os holandeses foram expulsos, a cidade só voltou a ter contato com a doutrina no século XIX quando chegaram os ingleses.

Para participar é preciso se inscrever um dia antes da visitação pelo telefone (81) 3355-8605.

Categorias
Artigos Noticias

Pedofilia–La Iglesia Católica apenas aporta luz sobre casos de abusos a menores

Ante la ONU

La Iglesia Católica apenas aporta luz sobre casos de abusos a menores

Charles Scicluna y Silvano Tomasi, miembros de la delegación vaticana ante la ONU.
El Vaticano ha comparecido ante la Convención sobre los Derechos del Niño de la ONU, defendiendo que si bien hay abusadores en el clero “también los hay entre miembros de las profesiones más respetadas del mundo”.

17 DE ENERO DE 2014, GINEBRA

La comparecencia histórica de una comisión del Vaticano ante la ONU con respecto a la protección de los Derechos del Niño no consiguió avanzar en una mayor transparencia de la Iglesia Católica, cuya actitud hacia los abusos denunciados no presentó demasiadas modificaciones a la línea seguida por la Sede Vaticana en los últimos años.

El Comité acusó a la Santa Sede ser “poco transparente” en cuanto a los abusos que se produjeron en la Iglesia Católica en los últimos años. Los miembros del Comité —que hará públicas sus conclusiones el 31 de enero— no se mostraron muy satisfechos con las palabras del representante del Vaticano ante la ONU, Silvano Tomasi, que reconoció que entre el clero hay abusadores; aunque matizó que también los hay “entre los miembros de las profesiones más respetadas del mundo”.

Los casos que son investigados por la Comisión no pudieron recabar demasiados detalles que ayuden a continuar en la búsqueda de responsables de estos abusos a menores. El papa Francisco se ha posicionado firmemente contra la pederastia y ha prometido medidas y reformas para luchar contra ella en el seno de la Iglesia, aunque esto no pasa todavía por mostrarse más transparentes hacia los observadores internacionales.

CASOS EN VARIOS PAÍSES
Los casos de pederastia ocurridos en el seno de la Iglesia suman una larga lista de países. Muchos aún se investigan. El informe elaborado por la Comisión Investigadora de Abusos De Niños, puesta en marcha en 2000 tras un aluvión de denuncias de abusos a menores cometidos por religiosos de la Iglesia católica irlandesa, concluyó que 35.000 niños fueron agredidos sexualmente entre los años cincuenta y ochenta. Los hechos ocurrieron en instituciones eclesiásticas, una red de reformatorios y escuelas industriales.

En 2007, el entonces arzobispo de Los Ángeles (EE UU) pidió perdón a las víctimas de los abusos sexuales infantiles del clero. En respuesta a las familias de los afectados, la archidiócesis acordó indemnizarles con 508 millones de euros.

El líder de la Iglesia católica alemana, el arzobispo Robert Zollitsch, reconoció en 2010 que las 205 agresiones sexuales, 46 de ellas de jesuitas, han llenado la Iglesia de “pesar, horror y vergüenza”.

En 2012, William Lynn, monseñor de la archidiócesis de Filadelfia, la más grande de Estados Unidos, se convirtió en el primer alto cargo de la Iglesia católica de EE UU condenado por abusos a menores ocurridos en 1992. En aquella época, Lynn era quien asignaba destino a los sacerdotes de esta archidiócesis católica.

El mismo año, la Iglesia de Australia admitió 620 casos de pederastia. Los abusos sexuales cometidos por órdenes religiosas en el Parlamento del Estado de Victoria en 1930 fueron calificados como “horribles y vergonzosos” por el arzobispo de Melbourne Hart.

DENUNCIA, PERO POCA INFORMACIÓN
Sus enviados a la inédita comparecencia ante el Comité de la Convención de Derechos del Niño en Ginebra, donde el Vaticano tenía que dar cuenta del cumplimiento de este tratado vinculante, no fueron tan contundentes. De hecho, el Comité, acusó a la Santa Sede ser “poco transparente” en este tema. “Este hecho es especialmente grave” en el seno de la Iglesia, admitió Silvano Tomasi, “ya que estas personas están en posiciones de gran confianza y son llamados a promover y proteger todos los elementos de la persona, como la salud física, emocional y espiritual”.

Aunque habló de las diversas políticas y protocolos de prevención que el Vaticano ha puesto en marcha para frenar este tipo de delitos —entre ellas la creación por Francisco de una comisión específica para evitar que estos crímenes se sigan produciendo—, la delegación vaticana deslizó que los abusos a menores son algo del pasado. Tanto Tomasi como el obispo auxiliar de Malta, Charles Scicluna, el otro representante que participó en la comparecencia de más de seis horas ante los 18 miembros del comité de la ONU, respondieron con evasivas a las agudas e insistentes preguntas de estos expertos sobre los supuestos traslados de diócesis de los responsables de abusos, denunciados por las organizaciones de víctimas, la falta de transparencia en las investigaciones de la propia Iglesia o la respuesta del Vaticano ante estos casos. El mensaje de la Santa Sede fue constante: los religiosos no son funcionarios del Vaticano, dijo Tomasi, que argumentó que investigar y juzgar estos delitos corresponde a los Estados donde tuvieron lugar.

DECEPCIÓN ENTRE ORGANIZACIONES DE VÍCTIMAS
Ese discurso ha decepcionado a las organizaciones de víctimas, que lamentaron la falta de claridad sobre las sanciones a los culpables y la reparación a las víctimas.Esperaban que el cambio de rumbo que desde los últimos años de mandato de Benedicto XVI, y sobre todo con Jorge María Bergoglio, se tradujera en algo más que palabras y discursos.

Pero la delegación del Vaticano no aportó apenas luz a las preguntas de los miembros del Comité que, en diciembre tras la presentación del primer informe (atrasado debía ser el quinto) sobre el cumplimiento de la convención firmada en 1990, había requerido más explicaciones sobre las denuncias de abusos a niños.

La investigadora principal sobre derechos humanos del Comité, Sara Oviedo, inquirió a la delegación sobre la “alarmante” frecuencia en la que los religiosos “abusadores” son trasladados a otras áreas, en vez de entregarlos a la policía. Teniendo en cuenta la política de “tolerancia cero” de la Iglesia católica con los abusos, preguntó Oviedo, “¿por qué se hizo esfuerzos por cubrir y ocultar este tipo de casos?”. La delegación negó que la Santa Sede obstaculice las actuaciones de los Estados contra los abusadores —así lo afirmó también Tomasi en Radio Vaticano, donde dijo que ese argumento “no tiene fundamento”—. “Hay instrucciones claras para que estas acciones no se den” dijo Scilcuna, también juez en la Congregación para la Doctrina de la Fe, que dijo que toman nota de las sugerencias del Comité.

Tampoco los requerimientos constantes de Kirsten Sandberg, presidenta del Comité, que repreguntó insistentemente a los representantes vaticanos, tuvieron frutos a la hora de obtener datos sobre las investigaciones de abusos que lleva a cabo el Vaticano. El Vaticano se escuda en el “respeto”, la “protección” y la “privacidad” de las víctimas para mantener en secreto las pesquisas, aunque Tomasi señaló que para 2012 se habían documentado 612 casos de abusos sexuales que involucraban a personal del clero; 418 fueron abusos a menores.

El observador permanente de la Santa Sede ante la ONU ha afirmado que “no hay excusa para cualquier forma de violencia o explotación de los niños”. “Estos crímenes -ha proseguido- no pueden justificarse nunca, se hayan cometido en el hogar, en las escuelas, en programas comunitarios y deportivos, en las organizaciones y estructuras religiosas”. “Esta es la política de larga data de la Santa Sede”, ha recordado Tomasi. Está por ver si las medidas impulsadas por Francisco podrán cambiar esta historia.