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Ex-BBB diz que sobreviveu a sequestro por conta de um milagre depois de orar muito

A ex-BBB Adriana Sant’Anna foi sequestrada na porta de sua casa

Por Luciano Portela | Repórter do The Christian Post
  • Adriana Sant'Anna
    (Foto: Divulgação)
    Ex-BBB Adriana Sant’Anna ao lado do novo Rodrigão

Depois de passar por um sequestro-relâmpago, na última sexta-feira (6), Adriana Sant’Anna, ex-participante do BBB 11, relatou nesta semana que só conseguiu sobreviver às ameaças dos bandidos depois de ter orado muito.

Segundo ela, após a dominarem seu carro, os sequestradores estavam revoltados e diziam a todo tempo que iriam esquartejá-la se ela não repassasse o dinheiro exigido. Apavorada e com medo de morrer, ela conta que se abraçou em sua fé e escapou por intervenção divina.

“Sei que sobrevivi por um milagre de Deus, porque a todo momento eles diziam que iriam me dar 19, 20 tiros. Eu só sabia rezar. Eles estavam nervosos, ainda mais quando não conseguiram o dinheiro”, afirmou a estudante de odontologia.

Apesar de tentar seguir as ordens dos criminosos, Adriana conta que ainda assim foi agredida. “Mesmo eu dando a senha, acho que se atrapalharam por ela ser de letras. Eles me obrigavam a ficar com a cabeça entre as penas e batiam na minha cabeça. Estou toda dolorida”, disse ela.

A ex-BBB, que é católica, também contou em entrevista ao jornal carioca Extra que sentiu os bandidos se acalmarem quando ligaram o aparelho de som e aparentemente se sensibilizaram ao escutar uma música do Padre Fábio de Mello, diminuindo a resistência que estavam com a jovem de 22 anos.

“Teve uma hora que senti que ficaram menos agressivos. Foi quando ligaram o som do carro e começou a tocar o CD com música religiosa. Sou católica, gosto de ouvir Padre Fábio de Mello. Um disse ao outro: ‘Olha o que tá tocando'”, resume Adriana.

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Toda a ação dos bandidos ocorreu bem em frente à casa de Adriana, na Barra da Tijuca, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro (RJ). No momento, ela ainda não sabe qual seria a medida mais correta para melhorar sua segurança. Contudo, não descarta se mudar.

“Penso em me mudar. Fico triste porque eu e o Rodrigo (ex-BBB Rodrigão, marido de Adriana) arrumamos a casa do nosso jeito, era nosso sonho. Só que eles sabem onde moro. Não vou me sentir tranquila”, conclui ela, que é natural da cidade de Campos, interior do RJ.

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Representante do Conselho de Inquisição Psicológica diz que programas cristãos de TV contrariam a Constituição

Segundo ela e um pai-de-santo, candomblé e umbanda precisam de mais espaço na TV

Julio Severo
Em meu último artigo denunciando a perseguição do Conselho Federal de Psicologia (CFP) contra a Dra. Marisa Lobo, estava claro que o CFP está cometendo bullying contra os psicólogos brasileiros que testemunham de Cristo. Estava igualmente evidente que o CFP não tem interesse nenhum em cometer o mesmo bullying contra psicólogos de outras religiões, especialmente as religiões afro-brasileiras.
Mas, se crermos nas declarações de Roseli Goffman, representante do CFP no Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), os tentáculos anticristãos do CFP não vão se restringir apenas aos seus profissionais cristãos.
Roseli disse: “Por transmitir programas religiosos, emissoras de rádio e de televisão aberta estão desrespeitando a Constituição Federal.” De acordo com a visão dela, o Artigo 19 da Constituição Federal proíbe que o Estado, dono das concessões de rádio e TV, aceite a transmissão de cultos ou programação cristã.
Em contrapartida, ela se mostrou a favor de maior “representatividade das religiões brasileiras,” que o FNDC interpretou como religiões afro-brasileiras.
A psicóloga deu a declaração em 6 de dezembro, durante audiência pública organizada pelo Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro, sobre intolerância religiosa nos meios de comunicação. Na gíria socialista, o termo “intolerância religiosa” hoje significa “religião cristã opressora” versus “oprimidas religiões afro-brasileiras.”
Na ocasião, a psicóloga manifestou preocupação com cristãos usando as emissoras de TV para conduzir o público à religião cristã.
Roseli disse: “Não podemos deixar que apenas o poder econômico defina como vai ser ocupado um espaço que é seu, meu, dele, é público.” Para ela, mesmo pagando o Cristianismo não deveria ter espaço diferenciado nas programações e o ideal seria dividir igualmente os espaços com todas as outras religiões.
Pai-de-santo Ivanir dos Santos

Na defesa de religiões como o candomblé e a umbanda, o pai-de-santo Ivanir dos Santos, do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas, que atua há 25 anos para ampliar os espaços públicos do candomblé e umbanda, reforçou que a falta de pluralidade na mídia prejudica especialmente as religiões afro-brasileiras. Para ele, a predominância cristã nas TVs e rádios é “uma ameaça à pluralidade, à diversidade brasileira e aos direitos humanos.”

“A intolerância ocorre pela ausência ou pela negação [das religiões afro-brasileiras]. Tem uma emissora que não fala da gente nem amarrado, nem quando fazemos grandes manifestações. Outras dão espaço para que nos ataquem,” declarou ele. Ele lembrou que, como dono das concessões, o Estado deve se posicionar, sem dar espaço para que cristãos tirem, mediante suas mensagens do Evangelho, pessoas do candomblé, umbanda e outras religiões. Ele disse: “O problema é fazer proselitismo no espaço público e atacar a liberdade do outro”.
A preocupação do pai-de-santo é especialmente com o crescimento evangélico representado por pentecostais e neopentecostais. Igrejas protestantes mais tradicionais não têm sido problema para ele, que aliás tem uma união excelente com o Rev. Marcos Amaral da Igreja Presbiteriana do Brasil. Essa união tem se dado em prol de metas do governo do PT e da ONU.
O procurador da República Sergio Suiama disse que o MPF tem questionado juridicamente o fato de que as redes de televisão alugam espaços para programas cristãos. De acordo com ele, o MPF quer impedir o proselitismo e garantir espaço igual para o candomblé, umbanda e outras religiões.
Com informações do site A Crítica.
Fonte: www.juliosevero.com
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Obama é acusado de mentir sobre ataques de gás sarin na Síria

Julio Severo
Imagem de Julio Severo
 Julio Severo
Um jornalista americano ganhador do Prêmio Pulitzer acusou o presidente Obama de mentir ao povo americano no começo deste ano quando culpou o presidente sírio Bashar al-Assad de um ataque de gás sarin que matou centenas de civis sírios em agosto. O ataque veio na verdade dos rebeldes islâmicos.
Seymour Hersh

Seymour Hersh, de 76 anos, ficou conhecido internacionalmente em 1969 por expor o Massacre de My Lai e seu acobertamento durante a Guerra do Vietnã, pelo que ele recebeu o Prêmio Pulitzer de 1970 por Jornalismo Internacional.

Ele disse que uma ex-autoridade superior dos serviços de inteligência dos EUA lhe disse que o governo de Obama havia alterado as informações disponíveis — em termos de seu tempo e sequência — para fazer parecer o que não era.
Barack Obama: manipulando informações confidenciais

Hersh também disse que seus contatos falaram de “frustração imensa dentro das forças armadas e da burocracia de espionagem” com relação ao atual presidente dos EUA. Segundo ele, eles estão se queixando: “Como podemos ajudar esse cara [Obama] quando ele e seus camaradas na Casa Branca inventam informações secretas?”

Hersh também afirmou que o governo de Obama escondeu informações secretas sobre o envolvimento do al-Nusra, um grupo islâmico radical ligado à al-Qaeda, aos ataques de sarin. Ele também disse que os meios de comunicação dos EUA não questionam as informações que recebem do governo.
O governo da Síria é islâmico, mas uma facção tolerante com os cristãos. No entanto, os rebeldes da Síria, que têm sido apoiados pela CIA e pelo governo dos EUA, estão ligados a terroristas islâmicos, e estão dizimando a população cristã da Síria.
No final das contas, uma resolução da ONU acabou impedindo uma intervenção militar americana.
Essa não é a primeira vez que Hersh acusou o presidente Obama de mentir. Em setembro, ele também atacou ferozmente os meios de comunicação dos EUA por não desafiarem a Casa Branca em muitas questões, do escândalo de espionagem da NSA à agressão à Síria.
De acordo com Hersh, o problema é que os meios de comunicação dos EUA estão permitindo que o governo de Obama e suas mentiras escapem impunes.
“É de dar pena. Eles são mais do que servis, eles estão com medo de incomodar esse cara [Obama].”
Hersh disse que a imprensa americana gasta “muito tempo agindo como meros empregados de Obama.”
“A República dos EUA está em crise. Mentimos sobre tudo. A mentira se tornou a principal matéria-prima,” disse ele.
Com informações do DailyMail.