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Estudo revela que mentir faz mal para saúde

Foram dez semanas de estudo onde cem pessoas ficaram divididas em dois grupos, quem mentiu menos teve melhoras físicas e psicológicas.

mentira

Que mentir é pecado todo cristão já sabe, mas que faz mal à saúde nem todos sabiam. Uma pesquisa realizada por psicólogos afirmam que o ato de mentir causa problemas físicos e psicológicos em curto prazo.
Para chegar a essa conclusão os pesquisadores da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, analisaram por dez semanas os efeitos da honestidade em uma pessoa.

Foram cem indivíduos analisados com idades entre 18 e 71 anos, os psicólogos dividiram em dois grupos, sendo que metade deles foram instruídos a evitar perguntas que pudessem acarretar em mentiras e a outra metade liberada para enganar.

Semanalmente os responsáveis pelo estudo examinavam os pacientes através de polígrafos e chegaram à conclusão de que o grupo honesto apresentou uma saúde melhor que os mentirosos apresentando em média quatro vezes menos queixas ligadas à saúde mental e três vezes menos reclamações de dores físicas.

A psicóloga que liderou o estudo, Anita Kelly, explicou que a intenção da pesquisa era saber se viver honestamente pode melhorar a saúde já que nos Estados Unidos a média é que cada pessoa minta 11 vezes por semana.

Kelly percebeu que os participantes da equipe honesta conseguiram reduzir o número de mentiras em torno da quinta semana de prática, uma mudança no comportamento que resultou na melhora das relações mais próximas.

Para não mentir muitas pessoas conseguiram contornar perguntas complicadas fazendo outras perguntas e trocando de assunto, em outras condições falar a verdade foi a escolha que fez com que muitos dos participantes evitassem inventar desculpas.

Fonte: Gospel Prime

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A Cruz que falou

da folha.com

31/03/13 – 20:00
POR RLOPES

Bastante atrasado, mas ainda a tempo de casar com a data, gostaria de compartilhar com o dileto leitor outro curioso trecho dos apócrifos. Desta vez, do chamado Evangelho de Pedro, o qual, ao menos na forma que chegou até nós, é apenas uma narrativa da Paixão e da ressurreição de Jesus. Falando nela, a propósito do dia de hoje, veja como o evangelho apócrifo a narra:

“Na aurora do sábado, veio uma multidão de Jerusalém e das regiões vizinhas para ver a cripta selada. Mas, durante a noite anterior ao dia do Senhor, enquanto os soldados montavam guarda dois a dois, uma grande voz veio do céu. Eles [os soldados] viram os céu se abrirem e dois homens descerem de lá; eles brilhavam muito e se aproximaram do túmulo. A pedra que tinha sido colocada sobre a entrada rolou-se dali sozinha e se moveu para o lado; a tumba estava aberta, e os dois jovens entraram.

Quando os soldados viram essas coisas, acordaram o centurião e os anciões, pois eles também estavam de guarda. Enquanto explicavam o que tinham visto, viram três homens saíram do túmulo, dois deles apoiando o outro, e uma cruz os seguia. As cabeças dos dois chegavam até o céu, mas a cabeça do que eles traziam estava acima dos céus. E ouviram uma voz dos céus: ‘Pregaste para aqueles que dormem?’. E veio a resposta da cruz: ‘Sim’.”

Caso se trate de fato de um texto tardio em relação aos evangelhos canônicos — há controvérsias –, a passagem ilustra uma característica comum da tradição sobre Jesus, que vai ficando cada vez mais detalhada e espetacular conforme as narrativas escritas se distanciam dele ao longo do tempo.

Feliz Páscoa pra todos!

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Feliciano diz que comissão era ‘dominada por Satanás’ antes de sua chegada

Daniel Carvalho

DO RECIFE

Alvo de protestos contra sua permanência na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado federal e pastor evangélico Marco Feliciano (PSC-SP) afirmou que o colegiado era “dominado por Satanás” antes de sua chegada ao posto.

Ex-presidentes da Comissão de Direitos Humanos repudiam declaração de pastor

Feliciano fez as declarações na sexta-feira à noite, durante um culto num ginásio de Passos (348 km de BH), no sul de Minas Gerais.

Marco Feliciano


Alan Marques – 12.mar.13/Folhapress

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Deputado Marco Feliciano foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara; ele vem sofrendo pressão de grupos socias para deixar o cargo desde então

Ao comentar um protesto contra ele que ocorria do lado de fora, afirmou: “Essa manifestação toda se dá porque, pela primeira vez na história desse Brasil, um pastor cheio de espírito santo conquistou o espaço que até ontem era dominado por Satanás”.

Criada em 1995, a comissão já foi presidida por 15 parlamentares antes de Feliciano.

O deputado e pastor vem sendo alvo de protestos desde o dia que foi escolhido por seu partido para presidir o colegiado, no início de março.

Ativistas o acusam de ser homofóbico e racista. Citam declarações e mensagens que ele postou no Twitter. Feliciano diz ser mal interpretado.

A fala sobre Satanás na comissão foi divulgada no YouTube. Na sequência, ele criticou a realização de um seminário sobre “diversidade sexual na primeira infância” feito pelo órgão em 2012. “Eu morro, mas não abandono minha fé”, gritou.

O deputado, que se disse “perseguido” e alvo de uma “ditadura”, pediu apoio dos fiéis contra os manifestantes. “Se é para gritar, tem um povo que sabe o que é grito. […] Nós (evangélicos) sabemos qual é o poder da nossa fé.”

Feliciano disse ainda que igrejas estão desmarcando participações dele em eventos em razão dos protestos. Ele afirmou que 23 dos 30 compromissos de março foram cancelados.

Editoria de Arte/Folhapress

“A natureza deles é gritar, xingar, falar palavras de ordem. É dar beijos no meio da rua, tirar a roupa. A natureza deles é expor um homem como eu, pai de família, ao ridículo”, disse.

O PSC calcula que a repercussão em torno do deputado deverá triplicar os 211 mil votos que ele obteve em 2010.

Feliciano também usou o culto para criticar a mídia (“tendenciosa”) e as atrizes Fernanda Montenegro e Camila Amado, que se beijaram na boca na semana passada num ato de repúdio ao pastor.

“Mal sabem elas que não estavam me atormentando. Estavam mostrando ao povo brasileiro –que ainda é um povo família, que respeita o ser humano–, que o que eles lutam não é por direitos, mas é por privilégios.”

Procurada ontem pela Folha, a assessoria de Feliciano disse que as declarações foram dadas na função de pastor e no contexto da igreja, e não como parlamentar.