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En nombre de Alá – Una turba quema en Pakistán 2 iglesias y 200 casas cristianas

Por una denuncia de ‘ofensa’ a Mahoma

 

Una turba quema en Pakistán 2 iglesias y 200 casas cristianas

Un momento del ataque a edificios cristianos en Lahore (Pakistán) / Afp

Unas siete mil personas incendiaron cerca de 200 casas, 15 comercios y dos iglesias de la ciudad de Lahore. Cientos de familias cristianas huyeron de la zona.

10 DE MARZO DE 2013, PAKISTÁN

Unas siete mil personas en la ciudad oriental paquistaní de Lahore atacaron el sábado un barrio cristiano e incendiaron edificios vinculados a los cristianos (cerca de doscientos) después de una denuncia –parece que falsa- de haber escuchado que un paquistaní cristiano había blasfemado contra el profeta del islam, dijo la policía.
La blasfemia es un crimen grave en Pakistán que puede acarrear la pena de muerte, aunque a veces residentes airados se cobran venganza por propia mano ante lo que consideran son insultos contra el profeta Mahoma. La gran mayoría de la población de Pakistán es suní y las personas de otras religiones, como las de la pequeña comunidad cristiana, a menudo son vistas con suspicacia.
Una vez hecha la acusación es extremadamente difícil revertirla, en parte porque las autoridades no desean que se les considere benignas con los blasfemos.
La legislación antiblasfemia de Pakistán surgió en el período colonial británico, pero las reformas de los años 80 del dictador Mohamed Zia ul Haq (1977-1988) dieron alas a los extremistas para abusar de la ley, y atacar a cristianos y otras minorías.
TODO COMENZÓ EL VIERNES
El incidente comenzó el viernes cuando un musulmán joven acusó a un cristiano de 28 años de cometer blasfemia al hacer declaraciones ofensivas sobre el profeta, según Multan Khan, oficial de alto rango de la policía en Lahore.
Una multitud procedente de una mezquita cercana se dirigió el viernes en la noche a la casa del cristiano y la policía se lo llevó detenido en un intento por apaciguar a la muchedumbre.
La Policía ha abierto una diligencia contra el supuesto blasfemo, a pesar de que, según reconoció al diario Pakistan Today el responsable policial del barrio, Hafiz Abdul Majid, las pesquisas iniciales indican que se trata de una acusación falsa. Por temor a ver afectada su seguridad, cientos de familias cristianas huyeron de la zona durante la noche.
Khan indicó que la turba regresó el sábado y comenzó a saquear las casas de los cristianos y a prenderles fuego. Dijo que nadie resultó herido entre la comunidad cristiana, pero varios policías quedaron lesionados por pedradas mientras intentaban impedir el ingreso de la muchedumbre.
La escena en el lugar era de caos. Ahmad Raza, quien tenía a su cargo las tareas de rescate, dijo a la AFP que "los manifestantes incendiaron por lo menos 160 casas, 18 tiendas y dos pequeñas iglesias" en el barrio cristiano de Joseph Colony.
UN ANTECEDENTE A CONSIDERAR
En noviembre pasado, la justicia paquistaní abandonó los cargos contra Rimsha,una joven cristiana acusada de haber profanado el Corán.
Esta joven analfabeta de unos 14 años, según los médicos que la examinaron, había sido acusada a mediados de agosto por vecinos de haber quemado hojas de papel en las cuales estaban escritos versículos del Corán, un crimen que puede ser castigado con cadena perpetua en Pakistán, en conformidad con la ley sobre la blasfemia.
El caso de Rimsha tuvo un desenlace espectacular cuando la policía acusó al imán de la mezquita vecina de haber introducido personalmente páginas del Corán en las hojas quemadas que le habían sido llevadas por un vecino, para "expulsar" a los cristianos de ese barrio situado en las afueras de Islamabad.
REACCIONES OFICIALES
El presidente del país, Asif Ali Zardari, ordenó una investigación del "desafortunado suceso" y afirmó que "actos de vandalismo contra las minorías del país manchan la imagen del país", de acuerdo con un comunicado de su portavoz recogido por Dawn. El primer ministro de Pakistán, Rajá Parvez Ashraf, mostró ayer su "profunda preocupación" por los disturbios, en un gesto poco habitual.
"Los cristianos son ciudadanos de la tierra y deben contar con la misma protección. El islam enseña la tolerancia y asegura la protección de la vida y la propiedad de los no musulmanes", afirmó Ashraf en un comunicado.
La presidenta de la Comisión de Derechos Humanos de Pakistán, Zhora Yusuf, criticó en un comunicado al Gobierno del Punjab "por fallar totalmente a la hora de garantizar la protección de una minoría bajo asedio".

Fuentes: AFP, Efe, AP

Editado por: Protestante Digital 2013

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Coreia do Norte já fala em ‘batalha final’ contra Seul e EUA

veja.com

Em mais uma série de provocações que aumentam a tensão regional, a ditadura comunista confirmou a revogação do armistício com a Coreia do Sul, desligou linha telefônica de emergência e afirmou que uma guerra pode ser iminente

Manifestantes protestam em Seul contra exercícios militares entre Coreia do Sul e EUA

Manifestantes protestam em Seul contra exercícios militares entre Coreia do Sul e EUA  (Jung Yeon-je/AFP)

A Coreia do Norte confirmou nesta segunda-feira que considera "completamente nulo" o armistício que suspendeu a Guerra da Coreia (1950-1953) e garantiu, através do jornal Rodong Sinmun, tribuna oficial do comitê central do Partido dos Trabalhadores norte-coreano, que está se preparando para uma guerra iminente contra a Coreia do Sul e os Estados Unidos. "Agora é o momento da batalha final", afirmou a publicação em editorial. O texto ressalta que "ninguém pode prever" o que vai acontecer na região, onde a tensão permanece elevada apóssucessivas ameaças e provocações da Coreia do Norte.

Leia mais: Coreia do Norte ‘desaparecerá’ se usar arma nuclear, diz Seul

O jornal acrescentou que o regime de Pyongyang deixou seus mísseis estratégicos e os sistemas de lançamento múltiplo de foguetes de prontidão para um ataque. Além disso, afirmou que todos os cidadãos do país se transformaram em soldados, em uma nova advertência que chega após vários dias de ameaças do regime feitas em seus meios de comunicação, entre as quais destaca-se um "ataque nuclear preventivo" contra os EUA.

A vizinha Coreia do Sul, por meio do Ministério da Unificação, assegurou que o acordo de armistício não foi invalidado uma vez que, legalmente, sua anulação requer a conformidade das duas partes, como indica o texto assinado pelas duas Coreias no dia 27 de julho de 1953. "Consideramos que o armistício segue de pé e, portanto, descartamos tecnicamente a guerra com o Norte", disse um porta-voz do ministério de Seul, encarregado dos assuntos entre as duas Coreias.

Telefone – O novo capítulo na mais recente guerra de palavras na península coreana começou no início desta segunda-feira, quando o porta-voz sul-coreano confirmou que o regime do ditador Kim Jong-un suspendeu de forma unilateral a linha telefônica da aldeia fronteiriça de Panmunjom, a única via de comunicação oficial entre Seul e Pyongyang, geralmente usada para assuntos de urgência. O governo da Coreia do Sul tentou estabelecer uma conexão telefônica e não teve sucesso.

A manhã desta segunda também é marcada pelo início dos exercícios militares anuais entre Coreia do Sul e EUA.  As manobras conjuntas, que  no mesmo dia foram alvo de protestos populares em Seul, estão agendadas para até 21 de março. Os EUA mantêm 28.500 soldados no território sul-coreano para defendere seu aliado diante de um hipotético ataque do Norte. Em contrapartida, o governo norte-coreano também informou que colocou de prontidão suas forças militares e divulgou imagens de soldados praticando exercícios.

A nova ofensiva verbal é mais um degrau na campanha de ameaças do país comunista. Na quinta-feira passada, a ONU impôs novas sanções econômicas e comerciais por conta doteste nuclear realizado pela Coreia do Norte no mês passado, o terceiro do país após os realizados em 2006 e 2009. Pyongyang, em retaliação, declarou na sexta-feira que revogaria o armistício – o pacto de não agressão entre as Coreias já dura 60 anos. Os dois países continuam tecnicamente em guerra, pois nenhum acordo de paz foi formalizado desde então.

(Com agência EFE)

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‘Não foi roubo’, afirma fiel sobre a polêmica do cartão de crédito pedido por Marco Feliciano

 

Por Cassiany de Paula | Repórter do The Christian Post

Na última semana, o deputado federal e pastor, Marco Feliciano, teve uma grande repercussão nas internet, por conta de um vídeo, onde mostra o pastor questionando quem era o fiel que doou um cartão sem mandar a senha. Com a divulgação do vídeo na internet, o fiel, que fez a doação do cartão, resolveu explicar a polêmica.

  • Pastor Marco Feliciano

    (Foto: Reprodução/YouTube)

    Pastor Marco Feliciano durante o Congresso Gideões Missionários da Última Hora

 

Com o vídeo circulando na internet, Marco Feliciano começou a ser chamado por muitos de estelionatário.

Depois do ocorrido, Samuel Souza, fiel que fez a doação do cartão, procurou a assessoria do pastor para informar que não sofreu nenhum tipo de roubo e constrangimento.

“Na ocasião eu não tinha nenhum recurso para ofertar, mas meu desejo era muito grande de colaborar devido à necessidade de nossos missionários e crianças”, disse Samuel.

“Senti vontade de ofertar novamente, porem sem mais recursos disponíveis resolvi fazer um ato profético de consagrar simbolicamente a minha conta corrente, coloquei meu cartão nas salvas de oferta e com fé acreditei que isso abençoaria minhas finanças”, afirmou Samuel.

Apesar de não ter feito a doação, Samuel conseguiu atingir seus objetivos com muita fé.

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“Na época eu nem esperava em casar, nem pretendente tinha (risos), ganhava muito pouco como eletricista. Em um ano minha vida deu uma reviravolta, conheci uma pessoa maravilhosa, nos casamos, tenho uma linda casa toda mobiliada, não pago aluguel e consegui emprego como inspetor de manutenção elétrica”.

“Na época era apenas obreiro hoje sou diácono e sonho um dia ser um pastor usado como o Pr. Marco Feliciano para prega a palavra de Deus, acredito em atos proféticos feitos com muita fé”, finalizou Samuel.

O vídeo postado no YouTube que circula nas redes sociais e divulgado vários sites do país, mostra o pastor deputado federal, Marco Feliciano, indicado para presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, pedindo doações de fiéis em sua igreja. Na ocasião uma pessoa tinha feito a doação do cartão, mas não havia enviado a senha.