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Cristãos evangelizam frequentadores de restaurantes populares durante almoço

 

Por Luana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Igreja Batista da Lagoinha está promovendo evangelismo através da música em restaurantes populares na cidade de Belo Horizonte (MG). A ação faz parte da campanha ‘100 dias de Evangelismo’ promovido pela igreja.

  • Evangelismo em  restaurante

    (Foto: Lagoinha/Divulgação)

    Igreja Batista da Lagoinha promove Evangelismo em restaurante

A denominação realizou a diversas iniciativas através da campanha desde o dia 22 de setembro para alcançar vidas para Cristo.

Os projetos foram em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte e com apoio do Ministério Jesus no Coração da Cidade.

Em destaque está o projeto “Almoço Nobre” criado pela Rádio Super FM comandada pela denominação.

O projeto proporciona a frequentadores de restaurantes populares a oportunidade de ouvir músicas cristãs enquanto fazem a refeição do almoço.

De acordo com o pastor Eduardo Matheus Rodrigues, líder da Banda Azul, é possível ver pessoas chorarem durante as canções.

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Na apresentação em que participou na última sexta-feira (7), ele conta que um jovem chegou a pedir ajuda para “sair das drogas”.

“As músicas que cantamos em todo momento falam da Palavra de Deus. Não temos muito espaço para pregar, mas nos intervalos das apresentações aproveitamos a oportunidade para anunciar um pouco do Evangelho”.

O projeto que ocorre todas as sextas-feiras, segundo o site da igreja, alcança cerca de 2.800 pessoas. De acordo com o pastor Eduardo, o público agradece com palmas e sorrisos as ministrações e ainda fazem pedidos de música.

“Graças a Deus que todas as canções que pediram, nós conhecíamos. É bom ver que as pessoas gostam das músicas que falam de Jesus”.

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Site compara Google com Deus e gera polêmica, `O Google é meu Pastor; Nada me faltará`

 

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

“O Google é meu Pastor; Nada me faltará” é uma parte do Salmo da Era Digital feita por um blogueiro que compara Google com Deus.

  • google

    (Foto: Reuters)

    Foto da tela mostrando o Buscador do Google.

 

“Alimenta-me em seus verdes pastos; Guia-me com facilidade por lugares tranqüilos e inimagináveis,” continua o texto do blog de Levi Brozeado.

Levi descreve como o gigante das buscas pode saciar as necessidades humanas de forma virtual, dia e noite.

“Refrigera a minha alma, guia-me pelas veredas virtuais por amor de Sua sigla;
Ainda que eu ande pelo vale da ignorância e da insensatez não temerei mal algum; Porque Tu estás comigo diuturnamente; Os Teus links e os Teus arquivos me consolam.”

A comparação foi feita baseando-se no original “Google um Deus?”, um outro texto religioso na internet que questiona a elevação de Google à posição de Deus, devido a ele prover muitas respostas para as pessoas.

O blogueiro do tal texto sugere que a elevação é um sintoma da sociedade digital, em que as pessoas colocam suas esperanças em coisas palpáveis.

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“Vejo uma certa ‘deusificação’ do Google que está envolta em uma mítica, tudo que precisar saber o Google vai me mostrar’”, diz o autor do texto.

O autor menciona também a aparente onisciência e onipresença do gigante das buscas que transformou o mundo e criou novos espaços, novos mercados.

Entretanto, o artigo é uma crítica à comparação do Google com Deus. Segundo o autor, o grande buscador só consegue indexar 10% de todo o conhecimento na internet, sendo que a internet só possui 10% de todo o conhecimento da humanidade e que a Terra não é nem 10% de todo o Universo.

“Podemos dizer então que o Universo é o dízimo de Deus para a humanidade. Acredito que fica claro que a comparação do Google com Deus não é só idiota como também ridícula”, afirma o autor.

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Mundo não acabará no dia 21, diz o Vaticano

 

Reverendo José Funes disse em artigo que ‘não vale nem a pena discutir os fundamentos científicos dessas afirmações’, que estão sendo divulgadas na internet

11 de dezembro de 2012 | 19h 41

O reverendo José Funes, astrônomo mais graduado do Vaticano, disse nesta terça-feira, 11, que o mundo não acabará no dia 21, apesar das supostas previsões feitas pelos maias. Funes escreveu um artigo ao jornalL”Osservatore Romano, do Vaticano, no qual disse que "não vale nem a pena discutir os fundamentos científicos dessas afirmações (obviamente falsas)", que estão sendo divulgadas na internet. O título do artigo é "O Apocalipse que não virá (pelo menos, por enquanto)".
Funes disse que o universo está em expansão e que, se os modelos são corretos, em um ponto o universo sofrerá uma ruptura, mas isso poderá acontecer bilhões de anos no futuro. Segundo ele, mesmo assim os verdadeiros cristãos acreditam que "a morte nunca é a última palavra". O calendário feito pelos maias, cuja contagem começou em 3.114 a.C., marca períodos de 394 anos, chamados de baktun. Os maias escreveram que o "significativo" 13º baktun acaba em 21 de dezembro.
As informações são da Associated Press.