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‘Dios está vivo y bien’ en EEUU según Newport (Gallup)

Análisis de un año de encuestas

 

‘Dios está vivo y bien’ en EEUU según Newport (Gallup)

Disminuyen católicos y protestantes de iglesias tradicionales, mientras crecen los cristianos evangélicos "sin marca".

05 DE DICIEMBRE DE 2012, NUEVA YORK

Siete de cada diez estadounidenses son muy o bastante religiosos en la actualidad. Además, estudiando las tendencias demográficas, Frank Newport, editor jefe de Gallup, predice que los estadounidenses serán cada vez más religiosos en el futuro.
En las encuestas realizadas este año por Gallup, el 40 por ciento de los estadounidenses se clasifica como "muy religioso", a los que hay que añadir un 29 por ciento que son "moderadamente religiosos". Frente a ellos, el 31 por ciento se declaran como claramente no religiosos. El grado de religiosidad del estudio se mide por la frecuencia de asistencia a servicios religiosos y la importancia de la religión en la vida cotidiana de los encuestados.
“GOD IS ALIVE AND WELL”
Newport analiza estas tendencias en su nuevo libro, “Dios está vivo y bien: futuro de la religión en América” (God Is Alive and Well: The Future of Religion in America), publicado el martes pasado. Basado en más de un millón de entrevistas de Gallup, este libro muestra que no sólo la mayoría de los estadounidenses cree en Dios y que la religión es importante para la nación, sino que la religión se entrelaza con la mayoría de los aspectos de la vida cotidiana.
También se expone en el libro el declive del cristianismo protestante de las iglesias históricas y el incremento de los cristianos evangélicos "sin marca". Mientras que las denominaciones protestantes tradicionales han ido perdiendo miembros, las iglesias o congregaciones no denominacionales o agrupadas en alianzas o movimientos “no históricos” han ido en aumento.
En cuanto al número de católicos ha disminuido entre los ciudadanos norteamericanos, pero se ha mantenido estable gracias al creciente número de inmigrantes católicos latinos  que han ido llegando al país.
ALGUNOS DATOS
Entre los hechos más destacados que encuentra Newport, se ve que los estadounidenses se vuelven más religiosos con la edad, las mujeres son más religiosas que los hombres, el Sur de EEUU es la zona geográfica más religiosa, las personas con mayor nivel de ingresos y educación son los menos religiosos.
En cuanto a la relación con la filiación política , los republicanos son más religiosos que los demócratas; pero con una notable excepción: los afroamericanos –que son los más religiosos- se configuran como el grupo étnico que pertenece al partido demócrata en mayor porcentaje.
MIRANDO AL FUTURO
Newport espera que el nivel de religiosidad de los estadounidenses va a aumentar en los próximos 20 años.
Para ello se basa en que el número de estadounidenses mayores de 65 años se duplicará en los próximos 20 años. Dado que la mayoría de personas se vuelven más religiosos al llegar a esa edad, el nivel medio de la religiosidad para toda la población debería aumentar si esta tendencia continúa.
Apunta sin embargo Newport que esta tendencia también podría ser contrarrestada por la baja natalidad que existe en la actualidad, ya que también la religiosidad en general se correlaciona con las familias con hijos que reciben una educación en la fe de sus padres.
Otra de las tendencias que podrían afectar a la religiosidad futura de los Estados Unidos es que sus ciudadanos han tendido a emigrar desde los estados menos religiosos a otros más religiosos durante esta última década.

Fuentes: The Christian Post

Editado por: Protestante Digital 2012

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Malafaia diz que não tem preconceito e esclarece sobre ditadura gay

TENHO CONCEITO FIRMADO, DECLARA

foto - Silas Malafaia

Por: Redação Creio

O CQC exibiu na noite desta segunda-feira, dia 03, reportagem sobre audiência Pública para discutir o Projeto de Decreto Legislativo 234/2011 proposto pelo deputado João Campos (PSDB-GO). Apelidado de “projeto da cura gay”, o mesmo tenta sustar partes da Resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que falam sobre a relação do profissional de psicologia em prestar atendimento quanto à orientação sexual de seus pacientes.Na reportagem Silas Malafaia, Arolde de Oliveira, Marco Feliciano e Marisa Lobo emitiram suas opiniões. Com tom exaltado Malafaia rebateu a repórter Monica Iozzi e diz que não tem preconceito.

Durante toda a entrevista Mônica Iozzi ouviu representantes da comunidade gay e da bancada evangélica. Marisa Lobo, vítima de censura do Conselho Federal de Psicologia, ao ser indagada sobre como atenderia um gay, Lobo rebateu e disse que não “é curandeira e atenderia o sofrimento psíquico.”

Malafaia, cercado de jornalista, e exaltado, atacou a repórter dizendo que era estratégia para prejudica-lo. “Não tenho medo de imprensa”, disparou. Ao ser questionado por Iozzi ele disse que tem conceitos Bíblicos. “Eu nunca bati em homossexual, não odeio homossexual. A Bíblia que fala que Deus ama é a mesma que vai lançar o homem no inferno. Não tenho preconceito, tenho conceito firmado.”

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Colunista da Veja critica postura ‘intolerante’ de militantes gays com Silas Malafaia em audiência pública

 

Por Luana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Reinaldo Azevedo, jornalista e colunista da revista Veja publicou um artigo levantando a questão sobre a cura gay e a intolerância observada na audiência pública, realizada para debater o Projeto de Decreto Legislativo 234/11, na última quarta-feira, dia 28.

O decreto, de autoria do deputado federal João Campos (PSDB-GO), pretende revogar parte de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que impõe regras aos profissionais da área na relação com pacientes homossexuais.

De acordo com o colunista, participaram do encontro militantes de movimentos gays, representantes de igrejas cristãs e profissionais da área.

Para o colunista, o debate foi “um espetáculo grotesco. A intolerância mais rombuda, envergando as vestes da liberdade, gritou, injuriou, espezinhou, partiu para a baixaria”.

O colunista revela não ser a favor da hipótese de uma cura gay, já que não considera a homossexualidade uma doença. No entanto, ressalta que não acredita também ser uma opção: “sexualidade não é uma opção — se fosse, a esmagadora maioria escolheria o caminho da maior aceitação social (…)”, comentou.

Entre alguns trechos do projeto de lei que julga apropriados, ele cita alguns que “avança o sinal”, abrindo “as portas para a caça às bruxas”.

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Reinaldo cita o trecho: “Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”; e “Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação em massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”.

“Qual é o principal problema desses óbices?” questiona o colunista. Ele próprio conclui que, “cria-se um ‘padrão’ não definido na relação entre o psicólogo e a homossexualidade”.

Para ele, tais trechos são “tão estupidamente” subjetivos que se torna possível enquadrar qualquer profissional punindo-o com base no simples "achismo", na mera opinião de um eventual adversário.

Com base em uma pesquisa, o colunista da Veja diz que não encontrou evidências de resolução parecida em nenhum lugar do mundo, considerando esta discussão no Brasil uma forma de “usar o discurso da liberdade para solapar a própria liberdade, não se dão a desfrutes dessa natureza”.

Ele cita como exemplo os governos da Califórnia e dos Estados Unidos que proibiram a terapia forçada de “cura” da homossexualidade em adolescentes, o que julga ser “muito diferente do que fez o conselho no Brasil”.

Intolerância

Reinaldo reafirma não acreditar na cura gay por não considerar a postura uma doença. Porém, ressalta que deve haver respeito no debate entre as pessoas com diferentes opiniões.

“O sentido de um evento assim é confrontar opiniões, é permitir que as várias vozes da sociedade se manifestem.”

Reinaldo faz uma crítica a posturas dos militantes gays que defendem a tolerância, mas que agiram com intolerância no pronunciamento do pastor Silas Malafaia. Segundo o jornalista, o associaram à “suástica nazi”. “Ei-la: esta é a intolerância dos tolerantes”.

“Cartazes de puro deboche e achincalhe eram exibidos enquanto ele emitia os seus pontos de vista; ele mal conseguia articular palavra sem que a tropa de choque do sindicalismo gay o interrompesse com vaias e apupos”, comentou Reinaldo.

Reinaldo ainda critica a postura do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), que de acordo com ele estava “a comandar o espetáculo”. Para ele, o parlamentar que defende a tolerância aos homossexuais deveria inspirar a atitude de tolerância nos seus seguidores, oposto ao que observou.

“Custa a esse parlamentar – que fala em nome da tolerância – inspirar a tolerância naqueles que o seguem, para que ouçam com respeito os que divergem?”

“Se é inaceitável – e é – que um gay seja alvo de discriminação, objeto de deboche – por que estimular comportamento semelhante contra aqueles que consideram seus adversários?”