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Pastor é suspeito de ter abusado de seis meninas de sua congregação

 

Por Luana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Um pastor de Ariquemes, RO, é acusado de abusar sexualmente de crianças que frequentam sua congregação.

  • Pastor é preso por agressão

    (Foto:Divulgação)

    Pastor é preso por agressão

 

Quatro mães da Igreja de Deus Pentecostal do Brasil denunciaram o pastor evangélico por ter abusado sexualmente de suas filhas, que seriam no total seis crianças com idades de 7 a 11 anos. Uma das crianças possui síndrome de down.

De acordo com a mãe de duas vítimas, o primeiro caso foi descoberto no fim de agosto, quando uma criança de 10 anos revelou os abusos sexuais do pastor. Deste então, novos casos foram aparecendo e causou a revolta da comunidade.

A mãe que não quis ser identificada relatou que assim que soube do abuso, ligou para esposa do pastor que levantou a possibilidade da filha estar mentindo. Ela ainda conta que uma reunião entre os envolvidos foi marcada na igreja, onde segundo ela, o pastor teria assumido o ato.

“Eles começaram a conversar conosco e disseram que tínhamos que perdoá-lo (pastor Sergio). Depois ele [o pastor] chegou e confessou que havia beijado a menina e passado a mão no corpo dela e disse que este era o lado podre do Evangelho”, lembra.

Ainda segundo a mãe, na reunião, o pastor teria dito que iria se entregar à polícia, enquanto a esposa Raimunda chorava e pedia para ela não registrar boletim de ocorrência.

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“Saímos da reunião direto para delegacia para registrar ocorrência."

Segundo publicação G1, o pastor Sérgio Galvão, chegou a ser preso no dia 31 de outubro, mas obteve liberdade provisória e foi liberado no dia 14 de novembro.

O promotor de Justiça Elias Chaquian, da 2ª Promotoria de Justiça de Ariquemes, afirma que o pastor está respondendo por estupro de vulnerável, e que apesar da liberdade provisória, deverá permanecer com distância mínima de 500 metros das vítimas.

“Se estes abusos tiverem acontecido com outras crianças, as mães devem denunciar na Delegacia da Mulher ou no MP”, alerta o promotor.

Corina Fernandes Pereira, advogada do pastor diz que seu cliente é inocente e que uma das mães estaria manipulando as outras para culpá-lo.

“Temos registros de mensagens de celular, onde mães pedem desculpas à esposa do pastor Sergio, pelas declarações e diz que uma mãe estaria influenciando a situação”, afirmou.

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‘Globo me ataca e ataca a Igreja Universal por causa da Record’, diz Edir Macedo

 

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Em entrevista à revista IstoÉ, o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) desabafou que a Globo ataca a ele e à IURD por causa da Record.

  • Globo pode mudar nome de novela para evitar rejeição de evangélicos

    (Foto: Divulgação)

Dono de uma das maiores emissoras do Brasil, Edir Macedo disse que a “certos setores da sociedade”, como a Globo e o Vaticano, estão incomodados com a perda de “espaço” e “privilégios”.

“Há um claro preconceito por trás disso. Uma postura agressiva velada. Ou alguém duvida que a Globo só me ataca e ataca a Igreja Universal por causa da Record? Para eles, a Record é uma ameaça”, afirmou ele à publicação.

Como exemplos do “incômodo” da emissora, o líder religioso relembra que no tempo de sua prisão, a Globo transmitiu uma cena de novela, em que uma atriz prestes a ter relações sexuais, jogou o sutiã em cima da “Bíblia Sagrada”.

“Você tem ideia do que isso significa? Uma afronta ao símbolo maior da fé cristã.”

Ele explica a sua indignação, dizendo que a "Bíblia" não é um livro sagrado apenas da Igreja Universal, mas de todos os cristãos.

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“E o que aconteceu? Nada! Muita gente aplaudiu, achou bonito”, disse.

A mesma emissora, disse Macedo, foi a que começou a patrocinar recentemente os eventos de música gospel.

“Dá para acreditar nas intenções dessa empresa? Estranho, não é?” questionou ele, referindo-se aos investimentos da Globo no público evangélico.

Quanto aos católicos, o líder afirma não ter nada contra eles, e diz que eles são em maioria formada “por gente sincera e de bem”.

Entretanto, Edir Macedo diz que eles, da Igreja Universal, são ainda tratados com preconceito e considerados “seita” para os católicos.

“Depois de 35 anos, apesar do trabalho social e espiritual desenvolvido pela Igreja Universal, ainda somos tratados com preconceito, mas vamos em frente, vamos arrebentar de qualquer maneira.”

Apesar das críticas e polêmicas em torno do líder, ele afirma que o seu principal objetivo é pregar o Evangelho. E aponta para o trabalho de recuperação social e espiritual que a Igreja Universal vem realizando na sociedade.

Para ele, o sucesso da Universal, que hoje está presente nos mais diversos países com grande número de atendentes, é que os membros têm a "riqueza da salvação da alma".

“Aceitar o Senhor Jesus como seu Salvador é o único caminho da salvação eterna da alma. E essa é a maior riqueza de qualquer pessoa. Não existe bem maior do que a salvação da nossa alma.”

Os milagres, segundo ele, não é charlatanismo como muitos apontam, mas eles são manifestações de fé como os exemplos contidos na Bíblia.

“Temos milhares de histórias reais de pessoas que experimentaram esses milagres e podem atestar, nos dias de hoje, a veracidade das promessas cristãs,” justificou.

“Mas o maior milagre é a conquista da fé inteligente, capaz de gerar uma mudança radical de comportamento, a transformação completa de pensamentos e de valores.”

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El presidente de Uganda pide a Dios perdón para su pueblo

Citando al Salmo 33

 

El presidente de Uganda pide a Dios perdón para su pueblo

Yoweri Museveni clamó a Dios pidiendo perdón por los pecados de su nación durante la conmemoración del 50 aniversario de la independencia del país.

27 DE NOVIEMBRE DE 2012, UGANDA

Yoweri Museveni, presidente de Uganda, ha pronunciado un discurso con un cariz totalmente diferente a lo habitual en las participaciones de líderes políticos. Fue durante la conmemoración del 50 aniversario de la independencia del país.
La celebración se realizó el pasado mes de octubre, pero sólo ahora ha salido a la luz esta información, tanto en los medios de comunicación como en la blogosfera.
Durante su discurso Museveni clamó a Dios pidiendo perdón por los pecados del país y puso a Uganda en las manos de Dios.
LA ORACIÓN DE MUSEVENI
Museveni aseguró que oraba de esta manera para "cerrar la maldición que viene del pasado"; añadiendo que "Confesamos los pecados que han sido obstáculo para la armonía nacional y los retrasos en los necesarios procesos político, social y económico. Confesamos los pecados de idolatría y brujería que abundan en nuestro país".
También citó otros “pecados nacionales”  entre los que incluyó el orgullo, el tribalismo, el sectarismo, la pereza, la indiferencia, la corrupción, la inmoralidad sexual y otros.
"Queremos dedicarte esta nación para que seas nuestro Dios y nos guíes. Queremos que se conozca a Uganda como una nación que teme a Dios y cuyos cimientos están firmemente arraigados en la justicia para que se cumpla lo que dice la Biblia en el Salmo 33, en su versículo 12: Bienaventurada la nación cuyo Dios es el Señor, el pueblo que él escogió como su heredad".
HIJO DE ÁFRICA Y DE SU TIEMPO
Yoweri Kaguta Museveni (Ntungamo, 1944) político, escritor y guerrillero ugandés, Presidente de la República de Uganda desde el 29 de enero de 1986, tomó el poder después del derrocamiento de Milton Obote y del general Tito Okello.
Museveni es acusado de haber ejercido un régimen autoritario, pero durante su mandato ha habido en Uganda una clara pacificación , a excepción de la zona norte del país, donde reinan los rebeldes, que casi diariamente queman las casas de distintas tribus ugandesas.
También durante este gobierno ha bajado el índice de VIH o sida, a través de un método y campaña complementaria al simple uso del preservativo, es el llamado método ABC (Abstinence, Be faithful, use a Condom, traducido en español como "Abstinencia, ser fiel y usar preservativo") ,  que está logrando que esta enfermedad se detenga en el país. Desde 2000 hasta 2009 ha bajado el índice de sida en más del 10% de la población, aunque ésta sigue siendo la meta número uno del gobierno ugandés, siendo éste el único país del África Subsahariana que ha bajado el índice.
Musevini ha ganado claramente todas las elecciones celebradas desde 1985.
En el año 2009 diferentes medios difundieron una investigación desarrollada por Jeff Sharlet’s sobre conexiones entre Museveni y la organización conservadora cristiana norteamericana The Fellowship  (conocida como "The Family").
Se ha acusado también a Uganda de haber realizado varios intentos legislativos para castigar legalmente las relaciones homosexuales , incluso con pena de muerte, por lo que líderes de Canadá, el Reino Unido, los Estados Unidos y Francia han expresado su preocupación sobre los derechos humanos.

Fuentes: Entrecristianoscom, Wikipedia

Editado por: Protestante Digital 2012