Categorias
Artigos

Irã Pastor Youcef Nadarkhani absolvido de apostasia, libertado da prisão

Ação1

Christian Post

  • Pastor iraniano Youcef Nadarkhani foi preso em outubro de 2009.  Relatórios recentes indicam que ele

    (Foto: Centro Americano para Lei e Justiça)

    Pastor iraniano Youcef Nadarkhani foi preso em outubro de 2009, e ele acabou sendo acusado de apostasia e tentar evangelizar os muçulmanos.Relatórios recentes indicam que ele pode ter recebido uma ordem de execução dos tribunais iranianos para a apostasia.

POSTS EM DESTAQUE

EUA

Estudo: A maioria dos fiéis não a lêem Bíblia diariamente

A Bíblia Sagrada

Um estudo divulgado recentemente por uma organização de pesquisa cristã mostra que mais …

OPINIÕES

São «direitos» um oxímoro?

previdência social

Uma coisa é ter uma rede de segurança social. É outra coisa quando praticamente …

OPINIÃO

Batendo na mesa sobre o aborto

Ken Connor

O fato é que ninguém gosta de falar sobre o aborto, mesmo os que estão em …

EUA

Você vive em um Estado generoso?

Exército da Salvação

Um estudo recente encomendado pelo Chronicle of Philanthropy revelou algo …

Por Lillian Kwon , Repórter do Christian Post

08 de setembro de 2012 | 09:26

Youcef Nadarkhani, o pastor iraniano que capturou os corações de milhões de pessoas como ele manteve-se firme em sua fé, enquanto enfrenta a execução, foi absolvido da acusação de apostasia.

Duas organizações que têm vindo a acompanhar de perto o caso e tem fontes no Irã informou neste sábado que Nadarkhani, que foi a julgamento no início do sábado, foi libertado da prisão e está em casa com sua família.

"Obrigado a todos que me apoiaram com as suas orações," Nadarkhani disse, de acordo com Apresentar Ministérios da Verdade.

Embora absolvido da acusação de apostasia, o pastor iraniano foi considerado culpado de evangelizar muçulmanos. Ele foi condenado a três anos de prisão, mas foi liberado porque ele já serviu a este tempo.

"Damos graças a Deus por sua libertação e a resposta às nossas orações", Jason DeMars, fundador dos Ministérios verdade presente, disse em um comunicado.

Christian Solidarity Worldwide também confirmou o lançamento do pastor.

Siga-nos

"Nós elogiamos o judiciário iraniano para esta etapa, que é um triunfo para a justiça eo Estado de Direito", disse o presidente-executivo da CSW, Mervyn Thomas. "Enquanto nós nos alegramos com esta notícia maravilhosa, nós não esquecemos centenas de outros que são molestadas ou injustamente detidos por conta de sua fé, e CSW está empenhada em continuar a campanha até que todas as minorias religiosas do Irã são capazes de desfrutar de liberdade religiosa garantida sob o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, do qual o Irã é signatário. "

Nadarkhani, pastor em uma rede de igrejas domésticas, foi preso em 13 de outubro de 2009, depois de protestar contra a decisão do governo de forçar todas as crianças, incluindo seus próprios filhos cristãos, ao ler o Alcorão.

Ele foi inicialmente acusado por protestar, mas as acusações foram posteriormente alteradas para a apostasia e evangelismo aos muçulmanos. Em 2010, ele foi condenado a morte e a decisão foi confirmada pelo Tribunal Supremo do Irã no ano passado.

De acordo com a lei islâmica Sharia, um apóstata tem três dias para se retratar. O pastor cristão se recusou a renegar sua fé.

Cristãos de todo o mundo têm orado e apelou para a liberação Nadarkhani. A campanha no Twitter defendendo sua liberdade atingiu mais de 3 milhões.

Read more at http://global.christianpost.com/news/iran-pastor-youcef-nadarkhani-acquitted-of-apostasy-released-from-jail-81291/#oYDpig7CLPyvzHuF.99

Categorias
Artigos

Ass. de Deus transforma púlpito em palanque político eleitoral

Celso Russomanno recebe apoio de igreja evangélica na Zona Sul de SP

Durante culto, pastor pediu votos ao candidato do PRB à Prefeitura.
‘Como pessoa física, ele pode pedir voto’, disse filho do religioso.

Marcelo Mora Do G1 SP

Pastor Marcos Galdino, Celso Russomano, Luís Flávio D'Urso e Renato Galdino, em culto no templo da Assembleia de Deus Ministério Santo Amaro (Foto: Marcelo Mora/G1)Pastor Marcos Galdino, Celso Russomano,
Luiz Flávio D’Urso e Renato Galdino, em culto no
templo da Assembleia de Deus Ministério
Santo Amaro (Foto: Marcelo Mora/G1)

O candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, recebeu apoio formal dos pastores da Assembleia de Deus Ministério em Santo Amaro, na Zona Sul da capital paulista, em culto realizado no início da noite desta sexta-feira (7), feriado da Independência.

Renato Galdino, presidente do conselho político da igreja, disse que ele e o pai, o pastor Marcos Galdino de Lima, irão contribuir, como pessoas físicas, com material de campanha: 25 mil adesivos para carros e 296 cavaletes com propaganda (um para cada um dos templos existentes na capital paulista).

Além disso, Renato afirmou que seriam distribuídos 1,2 milhão de cópias de uma carta assinada pelo pastor Marcos Galdino em que ele pede voto aos fiéis da igreja para Russomanno. “Isso será feito fora do templo. E os pastores irão nas casas das pessoas fazer esse trabalho”, afirmou.

Durante o culto, no entanto, o pastor Marcos Galdino pediu aos fiéis presentes no templo voto em Celso Russomano, que havia subido ao altar por volta das 19h30. “Leve esse nome, Celso Russomanno, para mais 100 pessoas. Me dê esse presente. Vamos apostar em mudança”, declarou. O culto serviu para ele festejar seu 57º aniversário.

Em seguida, ele pediu para que os presentes colocassem a mão sobre o coração e dessem 10 abraços na pessoa que estivesse ao lado, enfatizando o número “10”, o mesmo da campanha de Russomanno.

De acordo com a lei 9.504/97, é vedado a partido e candidato receber direta ou indiretamente doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, inclusive por meio de publicidade de qualquer espécie, procedente de entidades beneficentes e religiosas.

Ao ser questionado sobre o pedido feito pelo pastor durante o culto, Russomanno evitou fazer qualquer comentário. “Nada a declarar. Só vou responder sobre São Paulo”, disse. O candidato a vice na chapa dele, Luiz Flávio Borges D’Urso, também optou por não fazer comentários.

Russomanno e D’Urso deixaram o templo por volta das 20h55, antes do término do culto. Renato Galdino disse que o pai não havia cometido qualquer irregularidade ao pedir votos ao candidato. “Como pessoa física, ele pode pedir voto dentro e fora do templo. Se tivéssemos recebido um centavo de governo, seria ilegal. Mas não é o caso. O templo, por exemplo, foi construído exclusivamente com o dinheiro dos fiéis”, afirmou.

Russomanno considerou "extremamente importante" o anunciado apoio da igreja à sua candidatura. "Todas as igrejas são bem-vindas no nossa campanha. Todas", enfatizou.

G1

Categorias
Artigos

“Porque somos contra o voto de cajado”, do missionário Caio Marçal para o Blog do Fale:

 

Estamos numa época realmente importante da vida política brasileira, pois chegou o tempo das eleições municipais. Sim, embora política não seja algo que se faça apenas em época de pleito eleitoral, apesar dos escândalos envolvendo autoridades escolhidas para gerirem o estado terem causado nojo e fomentado o desejo de grande parte de nossa gente a querer distância desse tema, apesar de tudo isso, cremos que a conquista do voto num país que por algumas vezes viveu longos períodos de ditadura, deve ser visto como uma avanço para nosso país.

Com o apoio da Rede FALE (cristãos que oram e agem em favor da Justiça), o grupo do Fale RJ começou a campanha “FALE contra o Voto de Cajado”, que tem como foco sensibilizar os cristãos quanto ao mau uso que alguns líderes religiosos fazem de suas funções para favorecer determinado candidato ou partido.

Agora, por que estamos realmente preocupados com isso? Será que não é perda de tempo fazer esse debate e simplesmente deixar “o circo pegar fogo”? Como cristãos e eleitores, enumeramos algumas questões que são necessárias para reflexão:

1 – Fé não se vende e não se negocia

A realidade é que estamos numa época(assim como em outros momentos) em que existem pactos espúrios com partidos ou candidatos para conseguir benefícios para igrejas ou denominações, como, por exemplo,  a doação de terrenos para templos, obter concessões de rádios e TVs ou mesmo ter tratamento diferenciado perante a lei.

Esses são apenas alguns tipos de barganha, “acertos”, acordos e composições de interesse que infelizmente costumam acontecer “por trás dos púlpitos” em tempos de campanhas eleitorais, envolvendo também políticos e candidatos evangélicos. A fé é sagrada! Não pode ser tratada como moeda para conseguir vantagens. É lamentável que a sede de poder e dominação, que tem contornos diabólicos, sejam ainda hoje uma tentação para muitos. O papel da Igreja na sociedade não é servir-se do estado, mas zelar para ser a consciência da sociedade e como bem disse o Pastor Batista Martin Luther King, “A igreja… não é a senhora ou a serva do Estado, mas, antes, a sua consciência… E nunca sua ferramenta!”.

Deus não precisa de apadrinhamento político para cumprir seus propósitos na História e é Ele quem defende sua Igreja. A Igreja, antes de desejar os tronos desse mundo, só reina pelo Serviço, na busca da Justiça e pela propagação do Amor que encontramos nos braços afetuosos do nosso Pai Eterno.

2 – Deus não tem partido e nem ideologia

Uma das verdades mais radicais sobre Deus é que Ele não é refém de uma ideologia ou partido, e a causa do Reino de Deus não pode ser instrumentalizada em favor de quem quer que seja. Tentar identificar a fé cristã com esse ou aquele partido ou ideologia é o “X” da questão. Os líderes religiosos jamais podem esquecer que com Deus não se brinca e que não o nome dEle não pode ser usado em vão! Deus, que não é manipulado por mãos humanas, não pode ser tratado como uma marionete de projetos de poder, ou para favorecer preferências políticas pessoais, por melhor que pareçam.

O pastor pode participar da formação política de suas ovelhas? Sim! Somos a favor que haja nas igrejas um processo comunitário de reflexão, oração, e investigação de temas e os pastores e líderes devem se empenhar para que os crentes votem com ética e discernimento. Porém, a bem de sua credibilidade, o pastor deve evitar transformar o processo de elucidação política num projeto de manipulação e indução político-partidário. Ademais, no debate político-partidário, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia, e a ética pastoral indica que ele não deve favorecer sua inclinação pessoal em detrimento aos outros irmãos.

A pluralidade que hoje é marca da igreja evangélica nos convoca a que não sejamos tutelados por posicionamentos de apoio a candidatos ou partidos dentro da igreja, sob o prejuízo de não apenas constranger os eleitores, mas causar divisão na comunidade de fé.

3- Que tipo de testemunho oferecemos para nosso povo?

O proceder fala muito mais do que nossa pregação. Se desejamos mesmo que nosso país seja transformado pelos valores do Reino de Deus, precisamos nos arrepender de certas posturas também no campo do debate político e perceber o estragos causados pela relação promíscua com o poder. O que dizer quando estes espalham boatos em relação a um político com a intenção de induzir os votos dos eleitores assombrados, na direção de um outro candidato com o qual estejam compromissados? O que falar de certos políticos que são ajudados pela prática do voto de cajado quando eles fazem a “oração da propina” ou das “sanguessugas evangélicas” que desviaram verbas públicas destinadas para a saúde do nosso povo?

Enfim, poderíamos citar ainda uma série de casos escabrosos que deixaram nódoas na imagem pública da igreja, mas a questão essencial é que esse tipo de prática frequentemente tem causado mau testemunho para os não cristãos e não é incomum os evangélicos serem tratados como massa de manobra por esses.

Nesse momento especial de nossa nação, cumpramos com integridade e espírito público nossa vocação de cidadãos brasileiros. Para os nossos irmãos de fé, nosso estímulo é:

“Pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus”. Miquéias 6:8b

Em Cristo,

Caio Marçal – é missionário e Secretário de Mobilização da Rede FALE

Fonte: Gospel Mais | Divulgação: Midia Gospel