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Ex-evangélica discorda de psicóloga perseguida pela ditadura gay

LANNA HOLDER VIRA CASACA

 

Por: Redação Creio

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Lanna Holder ganhou notoriedade em 2000 ao contar seus testemunhos de libertação e dizer que era “ex-gay”. Foi a primeira mulher a pregar no maior congresso pentecostal brasileiro, os gideões e já vendeu mais de 1 milhão de DVDs.Casou-se, teve um filho mas não conseguiu resistir as pressões e “caiu” novamente tendo um relacionamento extra conjugal com uma ministra de louvor de sua igreja.Hoje divorciada, Lanna voltou ao ministério missionário adotando um tom mais inclusivo em suas pregações apesar de parecer ainda defender a reversão.  Foi esta ‘nova’ Lanna Holder que foi apresentada ao Brasil no programa Super Pop na Rede TV. Ela defendeu as causas gays e bateu de frente com a psicóloga cristã Marisa Lobo.

O debate escolheu para representar a comunidade gay a Pastora Lanna Holder da igreja inclusiva, o jornalista homossexual Felipeh Campos e o presidente da Associação da Parada do LGBT de São Paulo, Fernando Quaresma. Em contrapartida foram convidados a psicóloga evangélica Marisa Lobo, o pastor ex gay Robson Staines e o pastor Antônio Silva.

Marisa Lobo utilizou o debate para afirmar que jamais falou que fazia “cura gay” e que o homossexualismo não é uma doença, mas sim um transtorno segundo a psicologia. “Temos que nos amar além das nossas diferenças. Posso amá-lo e respeitá-lo e não concordar com seu comportamento”, disse ela para um dos convidados gays. Apesar das explicações, Marisa foi alvo de diversas críticas do jornalista Felipeh Campos que inclusive a ameaçou de entrar com uma representação contra ela acusando-a de preconceituosa.

Todas as reportagens que o programa exibiu foram sobre casos de gays assassinados no Brasil e após a última delas o ativista gay Fernando Quaresma levantou a voz e apontou o dedo para os convidados evangélicos e afirmou que “vocês cristão são responsáveis” por preconceitos, violência e entre outros problemas. Outros momentos de puro bate-boca fizeram a apresentadora Luciana Gimenez gritar tentando obter as rédeas do debate.

A pastora gay Lanna Holder pouco falou, mas quando teve chance utilizou o texto de Mateus 19:12para afirmar que a Bíblia Sagrada é a favor do homossexualismo. Ela também tentou desmentir o Pastor Robson que disse que se um homossexual quisesse ir a igreja ele seria recebido, assim como ele foi e por isso teve sua vida mudada.

O pastor Antônio Silva criticou por diversas vezes o programa Superpop devido a tendencialidade da produção e a falta de organização do debate que por diversas vezes foi palco apenas de críticas em alto tom de voz vinda dos ativistas gays e defesa por parte dos evangélicos. A apresentadora Luciana Gimenez se defendeu afirmando que o Superpop é um programa democrático e que é a favor de todos, “seja gay, hetero, branco, negro…” e antes do último comercial afirmou que “em um momento como esse [que vivemos]” as igreja evangélicas deveriam ser mais tolerantes. A afirmação da apresentadora gerou indignação nas redes sociais pois fez parecer que os cristãos são intolerantes e de certa forma responsáveis pelos crimes exibidos pelo programa.

Ao final do programa a psicóloga Marisa Lobo convidou a todos os convidados para tirarem uma foto juntos mostrando que na realidade uma das lutas tanto dos evangélicos quanto dos homossexuais é pelo fim da violência contra os próprios gays. O debate terminou ao som do cantor gay Renato Russo cantando um trecho da música “Pais e Filhos”: “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã.”
Fonte: Com Gospel+

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., é autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Professor cristão diz que Jesus era muçulmano

 

Docente de faculdade luterana admite que “será um desafio” para alguns

Bob Unruh

Um professor de uma faculdade luterana de Iowa afirma que, como cristão, precisa admitir que Jesus era muçulmano.

Ignorando a linha histórica do tempo na qual Jesus ensinou há cerca de 2000 anos no Oriente Médio e o advento do islamismo data de seis séculos mais tarde, depois que o Cristianismo já havia influenciado boa parte do mundo, Robert F. Shedinger, que escreveu “Era Jesus um muçulmano?”, afirma que a pesquisa o convenceu de que os pensamentos de Jesus estavam alinhados ao islamismo.

Em uma reportagem em vídeo revelada pela organizaçãoCampusReform.org, o professor foi entrevistado pelo canal de TV In The Community em Raleigh, Carolina do Norte.

Shedinger relata que a questão surgiu quando um estudante muçulmano desafiou seus ensinamentos sobre o islamismo, e ele repensou não apenas o islamismo, mas tudo sobre o Cristianismo.

Ele veio a perceber que o islamismo é um sistema de justiça social em vez de uma religião, e descobriu que pensava o mesmo a respeito de Jesus.

“Tive que repensar o que era o islamismo”, conta Shedinger na entrevista. “Cheguei à conclusão de que ele era um movimento que luta para promover a justiça social, e penso que foi isso que Jesus representou no primeiro século, então concluí que Ele está mais para um muçulmano”.

Ele admitiu que “seria um desafio” para muitos seguir seu pensamento e considerar Jesus um muçulmano, mas “Isso não me deixa mais desconfortável”.

“Mesmo como um cristão, preciso responder que sim”, afirma.

“Não queremos ofender ninguém”, disse o entrevistador, Abdush Shahid Munir.

Sabendo que sua audiência é composta de cristãos, muçulmanos “e outras denominações”, Munir pediu a Shedinger que explicasse o livro.

Shedinger conta que reavaliou muitas das pesquisas que encontrou durante seu treinamento, e de repente reconheceu que “há muitos acadêmicos por aí defendendo as mesmas argumentações que fiz no livro”.

Ele descreve seu livro como “um chamado aos cristãos e muçulmanos para trabalharem juntos e promover a justiça social".

O livro foi publicado pela Fortress Press, marca de livros acadêmicos da editora luterana Augsburg Fortress, que “se destaca por publicações relevantes nas áreas de estudos religiosos, estudos judaico-cristãos, religião afroamericana, religião e ciência, teologia feminista e ética”.

“A Fortress Press é acadêmica, ecumênica, inclusiva e internacional”, explica a companhia.

A faculdade lista Shedinger como docente de religião e identifica os seus cursos como Introdução à Bíblia Hebraica, A Bíblia e a Política Imperial, Introdução ao Islamismo, Vida Pós-11 de Setembro, Unidade e Diversidade no Islamismo Contemporâneo e Biodiversidade.

No site Amazon, a descrição do livro questiona a “conveniente distinção” entre política e religião “e o isolamento da ‘religião’ das questões sociais e culturais mais amplas”.

A descrição sugere que o objetivo do livro é aumentar o entendimento entre muçulmanos e cristãos.

O site revela também que os compradores do livro compraram também “Muhammad and the Believers: At the Origins of Islam” (“Maomé e os Fieis: Nas Origens do Islamismo”), além do Alcorão.

A CampusReform noticiou também que as autoridades da Luther College estavam felizes com o trabalho de Shedinger.

“A administração está muito, muito confortável com a proposta, com o livro e com todas as suas afirmações sobre a situação”, declarou Jerry Johnson, porta-voz da escola.

O website da escola identifica Shedinger como diretor de departamento, e identifica seus interesses como a tradição escrita siríaca do Novo Testamento e as relações cristão-muçulmanas no mundo contemporâneo.

Mas Johnson acredita que não houve nada muito extraordinário no livro.

“A terra que ele está desbravando nesse livro não é nada de grande impacto”, disse à CampusReform.

A Luther College, que fica na cidade de Decorah, Iowa, identifica-se como uma escola de graduação de artes liberais afiliada com a Igreja Luterana (ELCA, sigla de Evangelical Lutheran Church of America).

“Adotamos a diversidade e desafiamos uns aos outros para aprender em comunidade, para discernir nossas ocupações e servir com distinção pelo bem comum”, proclama a missão da faculdade.

“Como uma faculdade da Igreja Luterana, a Luther College se fundamenta em um entendimento da graça e da liberdade que nos fortalece na nossa oração, estudo e culto para buscar a verdade, examinar a nossa fé e cuidar de todo o povo de Deus”.

A faculdade enfatiza a sustentabilidade e oferece cultos e palestras no iTunes com a opção “Clicar. Sincronizar. Aprender”.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Christian prof says Jesus was Muslim

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O QUE DEUS PENSA DO SEXO ORAL?

 

Dani Marques

Já imagino o que você deve estar pensando: "Essa menina não bate bem da cabeça! Falar sobre sexo oral, colocar Deus no meio da história e ainda divulgar no facebook e twitter?" Bem, pensando desta forma realmente parece loucura, mas é uma loucura necessária. Aposto que o meu gráfico de estatísticas do blog vai lá no alto hoje, rs. Milhares de casais sofrem e não conseguem ter uma vida sexual plena porque têm dúvidas. Dúvida do que é certo e errado, dúvida do que Deus pensa a respeito do assunto e dúvida se realmente isso é tão importante para o homem.
Bom, como sempre, vou trazer respostas baseadas na minha fé. Sou cristã e tenho a Bíblia como meu grande manual de instruções. Muitos questionam se o que foi escrito na Bíblia é realmente verdade. Será que durante as traduções e cópias dos originais algumas coisas não se perderam ou foram alteradas? Sei lá! Pra falar a verdade, não tô nem aí pra isso. Pra mim, tudo se resume ao amor. Se pratico o amor (em toda e qualquer circunstância) estou cumprindo a Lei e agradando a Deus (Rm 13:9 e 10). Se o que a Bíblia me ensina tem a ver como o amor, acredito, coloco em prática e ponto final! Se você resolver estudá-la, vai logo perceber que o foco é sempre o amor. Não é à toa que quando foi questionado sobre o que devemos fazer para herdar a vida eterna, Jesus respondeu: "Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento e Ame o seu próximo como a si mesmo… Faça isso e viverá!" Lucas 10
Pois bem, generalizando, falar em sexo oral é tabu dentro das igrejas. E não só dentro das igrejas, mas nos círculos de amizade e no meio familiar. Mas o grande problema é que prega-se muito sobre amor, paz, viver em comunhão, dar o dízimo, etc e etc e esquecemos que a grande maioria destas pessoas fazem sexo. Tudo isso que acabei de citar é importante também, mas se o sexo não está bom, o relacionamento conjugal também não está, e se o relacionamento conjugal não está, como viver bem nas outras áreas da vida? É complicado!
Vejam o desabafo de uma esposa: "Não gosto de sexo oral e meu marido sabe disso, mas faço porque ele quer. Parece que ele não se satisfaz só com o sexo comum. Mas quando há sexo oral nas nossas relações, ele nem mesmo sabe em que "estágio" eu estou, apenas se importa com o próprio prazer. Ele diz que isso o faz sentir amado, e que se não tiver sexo oral é tentado a cair na pornografia. Mas não é ele quem deveria resistir à tentação? Se ele cede e compra uma revista pornográfica, por que a culpa é minha? Por que sexo oral é errado? É por causa do egoísmo? Como o princípio bíblico de que nosso corpo não nos pertence, e sim ao nosso cônjuge, se aplica neste caso?"

Milhões de mulheres são assombradas diariamente com o fantasma desta dúvida. E por conta disso, muitas negam-se inclusive a fazer sexo. Já escrevi um post com o título Sexo é pecado? Se você tem alguma dúvida, recomendo que leia, porque hoje vou me restringir ao tema do sexo oral. A Bíblia em momento algum faz menção dele. Apenas o livro de Cantares nos dá uma visão de Deus sobre o amor sexual. Já no Novo Testamento, temos algumas pistas. O livro de Hebreus diz no versículo 13.4: "O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal conservado puro; pois Deus julgará os imorais e os adúlteros.
Podemos entender então que um leito conjugal impuro, é aquele que permite o adultério e a imoralidade sexual. Bem, e o que vem a ser imoralidade sexual? As formas erradas de se praticar o sexo. Entre elas: fornicação (sexo fora do casamento), prostituição, adultério, incesto (sexo entre parentes muito próximos), pornografia, bestialismo (sexo com animais), pedofilia, swing, homossexualismo, entre outros. Paulo fala lá em 1 Cor 7: "…mas, por causa da imoralidade, cada um deve ter sua esposa, e cada mulher o seu próprio marido. O marido deve cumprir os seus deveres conjugais para com a sua mulher, e da mesma forma a mulher para com o seu marido."
Este texto nos dá a entender que se casarmos, estaremos evitando a imoralidade sexual. Ou seja, o que for feito entre marido e mulher, não deve ser considerado imoralidade sexual, a não ser que seja feito sem amor, sem se preocupar com o outro. Quando aquela esposa desabafa dizendo que seu marido nem mesmo sabia em que estágio ela estava, quis dizer que durante a relação sexual houve egoísmo, ou seja, a necessidade de se satisfazer sem se preocupar com o outro. E não tem como atingir intimidade sexual desta maneira. O sexo não foi feito para nos satisfazermos, mas sim para satisfazermos o outro. Quando conseguimos entender desta maneira, tudo fica mais simples.
Então chegamos a seguinte conclusão: Se o seu marido te obriga a fazer o sexo oral, não existe amor, então está errado. Agora, se você sabe que para ele é prazeroso e faz para agradá-lo, sem culpa nenhuma, não há problema. Mas pode surgir a dúvida quanto ao seguinte versículo: "A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido. Da mesma forma, o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher. Não se recusem um ao outro, exceto por mútuo consentimento e durante certo tempo, para se dedicarem à oração. Depois, unam-se de novo, para que Satanás não os tente por não terem domínio próprio. Digo isso como concessão, e não como mandamento." 1 Cor 7:4-6

Novamente voltamos a questão do amor. Lembram que eu acabei de dizer que o sexo não foi feito para nos satisfazermos, mas sim para satisfazer o outro? Pronto, é exatamente isto que o texto está nos ensinando. Se eu amo o meu marido, não vou privá-lo da relação sexual e se eu sei que certos tipos de coisas dão prazer a ele, vou fazer porque meu maior desejo é satisfazê-lo! E se o marido pensa desta forma também, imagine que sexo maravilhoso terão?
Agora, sobre a questão de maridos que apelam para pornografia com a desculpa de que suas esposas restringem a relação sexual, quero dizer que os dois tem culpa no cartório! Esposa, quando você deixa de fazer sexo com seu esposo, não está amando-o. E se fornece à ele apenas o papai e mamãe, debaixo das cobertas e com a luz apagada, está empurrando-o para a imoralidade! Marido, se você deseja coisas novas na relação sexual, por que ao invés de correr atrás de outras mulheres ou da pornografia, não tem uma conversa franca com a sua esposa? Não seria maravilhoso poder realizar os seus desejos sexuais com a mulher que você ama? Esposa, não seria maravilhoso ver que seu marido se sente tão realizado com a relação sexual entre vocês que não sente mais o desejo de procurar outras mulheres, nem em pensamento?
Se sexo é amor e foi feito para satisfazer o outro, você tem amado o seu cônjuge como deveria?
*Vale lembrar que o sexo oral não é um carinho restrito apenas ao homem, as mulheres também podem recebê-lo.

Dani é casada há 8 anos e têm dois filhos. Escreve em Salve o meu casamento!

Isto tudo sem falar em Cânticos de Salomão, uma ode ao sexo oral 🙂

Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2012/06/o-que-deus-pensa-do-sexo-oral.html#ixzz22aDdOIFo
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