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Relics of Christ’s Cross, Crown of Thorns Presented at Nev. Exhibition

 

Authenticity Should Not Be Focus, Official Tells CP, Relics ‘Bring You Closer to God’

 

  • “The Relics of the Passion” exhibit, showcasing fragments from Christ's crown of thorns and cross, to be presented at Catholic churches in Mesquite and Logandale, Nev. from March 16 through March 18.

    (Photo: http://www.apostolateforholyrelics.com)

    “The Relics of the Passion” exhibit, showcasing fragments from Christ’s crown of thorns and cross, to be presented at Catholic churches in Mesquite and Logandale, Nev. from March 16 through March 18.

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By Stoyan Zaimov , Christian Post Reporter

March 8, 2012|4:19 pm

An "extraordinary exhibition" of holy relics including what is claimed to be the crown of thorns placed on Jesus Christ’s head and a piece of the cross on which he was crucified opens this month in Nevada. The items may or may not be authentic, but nonetheless offer believers a "tangible link between heaven and earth," an official tells The Christian Post.

"The Relics of the Passion" is an exhibition organized and presented by La Virgen de Guadalupe Church in the Diocese of Las Vegas with the sponsorship of the Nevada Knights of Columbus and the Apostolate for Holy Relics. Proof of the authenticity of the relics is presented in documents signed by the Vatican itself.

"Each relic for public veneration has to have a document attesting to its authenticity. Relics that don’t have documents can be used privately but not publicly. I have those documents in my custody," explained Thomas Serafin, Photographic Arts Manager at the Knights of Columbus, in a phone call with CP.

He noted that despite these documents, signed by the Vatican, it is hard to be absolutely certain if the relics are real or not – however, that uncertainty should not stop one from appreciating their value.

The relics, mostly small pieces embedded behind glass in the center of elaborate crosses of various sizes, are said to be from the cross on which Christ was crucified, the crown of thorns that was placed on his head, the column where he was tortured and beaten, and the table where he held the Last Supper before the Crucifixion. Other relics include what is said to be a piece of Christ’s burial shroud and an effigy of the Veil of Veronica, which is believed to be imprinted with the likeness of Jesus’ face.

"You can always question – ‘Well, how do you know it’s the true cross, how do you know it’s from the crown of thrones?’" Serafin said, speaking of the relics’ authenticity.

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He explained, "What’s required of me is to have these documents that say that the Vatican church say they are real. When you go some place and visit the Relics of the Passion for instance, you can never prove without a shadow of a doubt that something is exactly what it appears to be or what it claims to be – it depends on the intentions of the person going to see them.

"Maybe their intentions are to thank God for things in the past, or maybe their intentions are to offer a prayer of petition for things in the future – for others, it may be that they are not so much interested in the relics, but they love statuary, or they love choir music. These things bring you closer to God based on the fact that you are meditating on the mysteries of the Passion of Christ. It’s kind of a tangible link between heaven and earth. It gives the people an opportunity to go and think and pray."

The relics will be on display first on Friday, March 16 at La Virgen de Guadalupe in Mesquite beginning at 3:00 pm. On March 17, the relics will remain at La Virgen de Guadalupe church and will be available for veneration from 9:00 a.m. until 1:00 p.m. and after the 4 p.m. and 6:30 p.m. masses. On Sunday, the items will be transferred over to St. John the Evangelist church in Logandale after the noon Mass.

The Knights of Columbus, which is part sponsor of the event, is the world’s largest Catholic fraternal organization with over 1.8 million members and 14,000 councils in more than a dozen countries worldwide, while the Apostolate for Holy Relics is an official Catholic Apostolate established in the Los Angeles Archdiocese.

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Novo atentado contra igreja deixa 11 mortos na Nigéria

 

DE SÃO PAULO

Ao menos 11 pessoas morreram neste domingo e 22 ficaram feridas em um atentado suicida cometido contra uma igreja católica na cidade de Jos, na região central da Nigéria.

Esses dados foram divulgados pela agência oficial de notícias "NAN", que citou fontes ligadas a hospitais e à Cruz Vermelha.

Anteriormente, a Agência de Gestão de Emergências Nacionais (Nema) da Nigéria havia confirmado cinco mortos, entre eles, os dois terroristas suicidas, uma criança, uma mulher grávida e um homem.

O atentado, cuja autoria ainda não foi atribuída a nenhum grupo, ocorreu quando os dois suicidas lançaram um veículo carregado de explosivos contra a porta da Igreja de Saint Finbar, no bairro de Rayfield.

O presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, condenou o atentado e pediu à população que mantenha a calma e não responda com "ataques de represália".

O sacerdote da paróquia, Peter Umorem, indicou que o menino morto era membro dos escoteiros e estava encarregado da porta da igreja no momento do ataque, detalhando que a explosão ocorreu de manhã, pouco depois do início da missa.

"Estava no altar quando ouvi uma forte explosão. De repente, as coisas começaram a cair e se formou um pandemônio na igreja", comentou o pároco, citado pela "Agência de Notícias da Nigéria" (NAN).

A Igreja de Cristo na Nigéria, situada no mesmo bairro, não foi afetada, mas inicialmente pensava-se que também tinha sido alvo do ataque.

Nenhum grupo reivindicou o atentado até o momento, mas um dos suspeitos é o grupo radical islâmica Boko Haram, que cometeu inúmeros ataques contra templos cristãos nos últimos meses

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Polícia do Rio investiga pastor-celebridade por denúncias de estupro, tortura e ameaça de morte

Veja.com

Com bom trânsito entre políticos, artistas e ONGs, o pastor Marcos é agora acusado de abuso sexual, tortura de crianças e conivência com a bandidagem que ele diz “curar”, conforme revela reportagem de VEJA desta semana

Leslie Leitão

O LADO MAU - O pastor Marcos prega: segundo testemunhas, em seu reinado de trevas ele usa a religião para ganhar poder e dinheiro

O LADO MAU O pastor Marcos prega: segundo testemunhas, em seu reinado de trevas ele usa a religião para ganhar poder e dinheiro

Na última década, o pastor carioca Marcos Pereira, 55 anos, conquistou respeito em rodas que mesclam políticos, desembargadores, artistas e uma vasta turma egressa de ONGs. Entre os que já o viram em cima de um púlpito gesticulando com um de seus Rolex em punho e desejando “rajadas de glória” à plateia, estão o senador Alvaro Dias (PSDB-PR), a produtora Marlene Mattos e o ex-pagodeiro Waguinho, que, mesmo sem se eleger, alcançou 1,3 milhão de votos na última disputa para o Senado tendo o pastor Marcos como cabo eleitoral. Alçado à condição de religioso-celebridade, Marcos extrapolou, e muito, as fronteiras de sua igreja, a pentecostal Assembleia de Deus dos Últimos Dias, com sede no Rio e filiais no Paraná e no Maranhão. Desde 2004 — depois de pôr fim a uma sangrenta rebelião em um presídio do Rio, a pedido do então secretário de Segurança, Anthony Garotinho —, ele passou a ser visto como o mais habilidoso apaziguador de conflitos liderados pela bandidagem, com um currículo que, segundo o próprio, inclui o resgate de centenas do tráfico. Tem feito esse trabalho no Brasil inteiro e já foi várias vezes aos Estados Unidos, onde quer erguer um templo, para falar da experiência. Pois por trás dessa fachada, ao que tudo indica, se esconde um enredo de atrocidades que não deixa pedra sobre pedra da imagem de bom religioso do pastor.

Em um recém-instaurado inquérito, cujo número é 902-00048/2012 e que está em poder da Delegacia de Combate às Drogas do Rio, ele é acusado de encenações de cura pela fé, estupro, tortura de crianças e relações criminosas com os marginais aos quais esbravejava promessas de “salvação do demônio”. VEJA teve acesso a trechos da investigação, um conjunto de relatos de gente que diz ter sido vítima ou testemunha da perversidade do pastor. Um de seus homens de confiança durante mais de seis anos, longe da igreja há dois, traz à luz uma história escabrosa, que dá a dimensão de como o pastor se enfronhou no mundo do crime. Essa testemunha sustenta, por exemplo, que Marcos ficou claramente do lado dos bandidos que engendraram a mais sangrenta onda de terror no Rio, em 2006. Depois dos ataques, reuniu seu séquito mais íntimo em uma churrascaria. “Ele queria que os bandidos tivessem até explodido a Ponte Rio-Niterói. O objetivo era aparecer depois como o intermediário salvador”, conta o ex-fiel. A trama piora na voz de outra testemunha, que situa o pastor como braço operacional da selvageria. “Marcos foi ao presídio de bangu 1 e saiu de lá com um recado dos chefões do tráfico para que suas quadrilhas dessem sequência à carnificina”, rememora. Como sabe disso? “O pastor me encarregou de repassar a ordem nas favelas. E foi o que eu fiz.”

A polícia já colheu uma dezena de depoimentos, e muitas das histórias se repetem nos mínimos detalhes. A investigação começou há duas semanas, depois que o coordenador da ONG Afro- Reggae, José Junior, 43 anos, veio a público denunciar que o pastor tinha um plano para matá-lo. A informação vinha de integrantes da própria igreja. “Trata-se de um psicopata”, dispara Junior, que hoje tem a seu lado na ONG um antigo braço direito de Marcos, o pastor Rogério Ribeiro de Menezes, 39 anos. Afastado do templo de Marcos desde 2008, ele fala pela primeira vez sobre os dezessete anos que viveu sob suas asas. Tomou a decisão depois de ter sido ameaçado de morte três vezes — na última, os traficantes de uma favela esfregaram um fuzil contra seu rosto e pronunciaram o nome Marcos.

Seu depoimento ajuda a elucidar o que tanto unia o pastor aos traficantes que ele dizia “curar”, e certamente não era a fé. Não raro, Marcos lhe pedia que escondesse mochilas cheias de dinheiro em sua casa. Contou duas vezes a coleção de notas. “Numa delas, havia 200 000 reais. Na outra, 400 000 reais”, lembra Rogério. Detalhe: traziam resquícios de cocaína e crack. Segundo Rogério, o pastor cobrava até 20 000 reais para pregar nas favelas, o que os traficantes pagavam de bom grado, já que assim mantinham sua base assistencialista. Três deles chegaram a ser presos em propriedades da igreja do pastor, no Rio e no Paraná, mas a polícia nunca comprovou que estavam ali com a conivência do religioso. Todos pagaram uma taxa equivalente a 10% de tudo o que haviam acumulado no crime.

Em seu templo, o fundador é tão reverenciado quanto temido. Até hoje, manteve todos em silêncio à base de benesses e ameaças. Duas mulheres contam como a igreja se tornou um show de horrores no qual lhes cabia o papel de vítimas do pastor. Ambas dizem que foram violentadas sexualmente por ele diversas vezes. À polícia, uma das moças afirma ainda que Marcos obrigava as fiéis de sua preferência a manter relações sexuais com outros homens, em orgias das quais também participava. “Depois, mandava a gente confessar tudo com outro pastor, sem revelar nomes, é claro”, ela conta. Constam ainda do inquérito denúncias de crueldades contra crianças que o pastor mantinha sob sua guarda, em geral abandonadas pelos pais. Uma delas, de 7 anos, teria pago caro por testemunhar, casualmente, as peripécias sexuais do religioso. Ao se dar conta, o pastor agarrou-a pelos cabelos e lançou-lhe a cabeça no vaso sanitário, segundo um dos relatos à polícia.

Ex-garçom, o pastor Marcos é casado e tem dois filhos que já seguem seus passos no mundo da fé. Convertido em 1989, fundou sua igreja dois anos depois e constituiu ali um reinado de trevas. Proíbe refrigerante, rádio, televisão (apesar de ter um telão em seu gabinete) e remédios, já que a igreja se encarrega da cura (aos que pagarem uma taxa extra via boleto bancário, distribuído durante a pregação). Os cultos, que juntam até 15 000 pessoas, são barulhentos e teatrais — literalmente, segundo narra um ex-assessor do pastor, que ajudava a armar o show: “Ele dava dinheiro a viciados para comprarem droga, filmava a turma em degradação e depois levava para a igreja, como se os estivesse salvando”. Na última segunda- feira, um rapaz adentrou a Assembleia de Deus dos Últimos Dias de muletas, que usava desde um acidente que lhe machucara o fêmur. Depois das orações do pastor Marcos, caminhou em frente aos fiéis dizendo-se curado. Findo o culto, subiu na mesma moto que havia conduzido na viagem de ida à igreja e foi embora.

Oscar Cabral

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