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TCU determina que bispa Sonia Hernandes devolva R$ 785 mil a cofres públicos

 

PorJussara Teixeira | Correspondente do The Christian Post

O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou a bispa Sonia Hernandes, ex-líder da Igreja Renascer em Cristo, a devolver R$ 785 mil aos cofres públicos por falta de prestação de contas das verbas recebidas, mais uma multa de R$ 100 mil.

  • Bispa Sônia Hernandes, cofundadora da Renascer, durante Marcha para Jesus, em 2011

    Foto: www.acessoparnaiba.blogspot.com

O dinheiro em questão foi repassado entre os anos 2004 e 2005 pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, FNDE, do Ministério da Educação, à Fundação Renascer que é presidida por Sonia.

O montante deveria ter sido aplicado na alfabetização de 8 mil pessoas, segundo a Época. Porém, não há provas de que o valor teria sido gasto para esse fim.

Foi instaurada uma tomada de contas para averiguar a "inépcia da prestação de contas do convênio". O TCU diz que foram feitos saques na conta do convênio sem identificação do destinatário dos recursos.

Sonia Henandes já acumula acusações de lavagem de dinheiro, estelionato e falsidade ideológica. Ela e o marido, o publicitário Estevan Henandes, foram os líderes da Igreja Renascer em Cristo, denominação que chegou a reunir mais de mil templos no Brasil e foi tida como a grande promessa evangélica no anos 90.

Mas cisões internas, problemas financeiros, templos fechado por falta de pagamento de aluguel, lideranças migrando para outras denominações, problemas sucessórios, além de inúmeras irregularidades financeiras fizeram o número de igrejas encolherem para cerca de 300.

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“O futuro da igreja está nas mãos de Deus”, chegou a dizer a bispa em entrevista à revista IstoÉ, em setembro de 2011.

Um dos maiores exemplos das perdas de seguidores sofridas pelo templo foi o jogador Kaká e sua esposa Caroline Célico. Ele frequentava a congregação desde criança e ela desde os 16 anos. Ambos contribuíam com grandes ofertas, mas se desligaram da denominação em 2010.

O casal Sonia e Estevan Hernandes costuma atribuir as acusações à perseguição ou à ação de forças malignas. Segundo os advogados da bispa, ela ainda não tem ciência da sentença promulgada.

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Escapei do inferno

Ex-prostituta brasileira diz que ‘escapou do inferno’ e ajuda outras na Espanha

Em depoimento à BBC Brasil, V.R.B. conta como foi levada de Goiânia a prostíbulos espanhóis por uma quadrilha.

01 de fevereiro de 2012 | 6h 48

"Vida fácil? É ruim!" O desabafo é da goianiense V.R.B., que viajou a Madri para se prostituir, sem saber que teria que fugir para se livrar de uma rede de traficantes de mulheres. Agora ela usa sua experiência para salvar outras brasileiras.

Aos 36 anos, V.R.B. é uma mediadora, uma espécie de assistente social de uma das quatros ONGs espanholas que ajudam mulheres prostituídas a escaparem das quadrilhas de exploração sexual e reintegrar-se na sociedade.

Tudo nela é sigiloso. Nome, endereço, aspecto e até mesmo o nome da ONG para a qual trabalha. Ela está protegida pela polícia por denunciar seus exploradores.

A história dela começa em 2006, quando foi aliciada em Goiás por conhecidos que a ofereceram um trabalho como prostituta na Espanha com salários de R$ 9 mil ao mês.

"Sonhei sim. Ganhar um dinheirão, acertar a vida da minha mãe, dar um futuro para meus (dois) filhos e voltar para montar um negócio no Brasil. Eu aceitei. Mas não me disseram que eu não podia sair quando quisesse", contou à BBC Brasil.

Fuga

Sair significava não só largar a rede, mas dar qualquer passo sozinha fora do prostíbulo onde morava e trabalhava com outras 17 mulheres. "Só podia falar no telefone vigiada, andar na rua vigiada, trabalhando de domingo a domingo…controlada o tempo todo."

A quadrilha que a cooptou a revendeu primeiro a um prostíbulo da Galícia. Em seguida foi para a Catalunha, Valencia, Cantábria, Andaluzia e Extremadura, num total de 42 lugares no território espanhol, pelo que lembra.

Em 2008, V.R.B. conseguiu escapar, com a ajuda de um cliente, pela garagem do prostíbulo. Foi perseguida, ameaçada de morte por telefone e mora refugiada em uma casa subvencionada por uma ONG.

"Para mim foi a fuga do inferno. Fui tratada por psicólogas durante quase três anos e me convenci de que tenho que ajudar outras mulheres porque entrar é fácil, mas sair só com ajuda mesmo. Senão, não sai, não. A pessoa morre antes."

O trabalho de V.R.B. é fazer contato com outras brasileiras prostituídas, contando sua experiência e oferecendo ajuda às que quiserem deixar as redes.

"Somos três brasileiras numa equipe de 11 e encontramos muitas barreiras porque as meninas têm muito medo. Primeiro dizem que não são vítimas, depois contam que as famílias dependem desse dinheiro e não sabem o que elas fazem aqui", diz.

Segundo as ONGs Apramp, Médicos do Mundo e Projeto Esperança, as mulheres resgatadas de exploradores sexuais são geralmente encontradas desnutridas, com transtornos psicológicos, fobias, depressão, infecções, marcas de violência, viciadas em drogas e em estado de confusão mental.

Após receber tratamento psicológico, a maior parte das estrangeiras não volta a seus países de origem por vergonha, medo de que família e vizinhos saibam de seu passado ou por causa do envolvimento de algum parente em sua captação.

Elas preferem manter a mentira que contaram para os familiares: que se casaram com estrangeiros e levam uma vida de luxo no exterior. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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Atividades de monitoração do FBI abrangerão a internet inteira, principalmente redes sociais como Facebook e Twitter

 

Julio Severo

A polícia federal dos EUA, conhecida como FBI, divulgou quietamente detalhes de planos para monitorar continuamente as informações mundiais do Facebook, Twitter e outras redes sociais, oferecendo uma rara oportunidade de ver as atividades do FBI. Outros órgãos do governo americano estão também envolvidos na vigilância das mídias de internet, mas não divulgam nada de suas atividades nem revelam até que ponto estão monitorando os usuários.

Os planos do FBI, conforme foram divulgados, incluem a contratação de empresas que construam um sistema de monitoração que ajude o FBI a vasculhar tudo na internet.

O documento indica que o FBI quer usar a mídia social para mirar usuários ou grupos de usuários específicos, observando que os agentes do FBI precisam “localizar causadores de problemas… e analisar seus movimentos, vulnerabilidades, limitações e possíveis ações adversas”.

Quem será classificado como “causador de problemas”? Uma das políticas prioritárias do governo dos EUA é promover a agenda gay no mundo inteiro. Sendo um órgão federal, o FBI poderia se desalinhar dessa política? É evidente que sua monitoração favorecerá os interesses do governo americano em tudo — inclusive na proteção e promoção da agenda gay.

Já há casos do governo americano monitorando cidadãos cristãos nos EUA que não têm nenhum envolvimento com terrorismo:

* O FBI tem monitorado indivíduos e grupos cristãos opostos ao aborto e ao “casamento” gay.

* O FBI tem perseguido uma mãe cristã e sua filha exclusivamente porque ela abandonou o lesbianismo e porque sua ex-amante lésbica exige a posse da menina.

* O FBI foi denunciado pelo grande site WND por monitorar um pregador evangélico.

O perigo nessa tendência americana é que outras polícias do mundo poderão imitar o FBI. Se o FBI pode monitorar cristãos por suas opiniões contra o aborto e o homossexualismo, por que a polícia federal do Brasil não pode copiar?

Sem nenhum mau exemplo dos EUA, o Brasil já enfrenta sérias ameaças, com um governo dirigido por indivíduos com histórico criminoso e terrorista comunista. São indivíduos que interpretam a “democracia” como um regime onde eles têm liberdade de fazer o que bem entendem, inclusive calar seus inimigos.

E por pura coincidência, o PT descobriu que o maior obstáculo para a implantação de sua ditadura e controle sobre a mente e coração do povo é a mídia evangélica: programas de TV e sites que defendem os valores cristãos, se opondo ao aborto e ao homossexualismo.

Por questão ideológica, o governo do PT, assim como todo governo socialista fanático, dá preferencia para Cuba. Por isso, a nova lei brasileira obrigando as mulheres grávidas a serem registradas se inspirou em Cuba.

Contudo, já que o FBI está demonstrando capacidade maior de monitorar os que ameaçam o governo americano com opiniões contrárias aos dogmas estatais do aborto e do homossexualismo, por que a polícia federal brasileira quereria ficar de fora desse controle?

O Brasil adora imitar lixo americano. Os grupos gays brasileiros, por exemplo, são imitadores fiéis dos grupos gays americanos.

O perigo é real, ainda mais que o governo americano, que anda obcecado pela agenda gayzista e abortista, tem tido um relacionamento com a ABGLT, a maior organização gay do Brasil.

Em 2010, a secretária de Estado Hillary Clinton deu uma mãozinha para que a ABGLT fosse oficialmente credenciada dentro da ONU. Ela deu essa ajuda depois que todos os esforços do governo Lula em prol da ABGLT na ONU falharam.

Além disso, há uma informação obtida de que a ABGLT já está tendo contatos com o FBI.

Com a ajuda do governo do PT, a ABGLT quer calar no Brasil cristãos que denunciam a agenda gay. Com a ajuda do FBI e do governo americano, o que a ABGLT poderia fazer com brasileiros nos EUA que denunciam em português a agenda gay? Como se sabe, Silas Malafaia e eu temos estado na mira da ABGLT.

Se o governo brasileiro — que é amante da truculência ditatorial cubana — se interessar pelo monitoramento dos cidadãos através do sistema de vigilância do FBI, a imitação será o próximo passo.

Teremos pois um FBI para pegar brasileiros conservadores nos EUA e um FBI tupiniquim para imitar o lixo policialesco americano.

Será o Fim do Brasileiro Independente?

Com informações do New Scientist.

Fonte: www.juliosevero.com