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Rir é o melhor remédio

Veja.com

Mayana Zatz

Genética

 

Rir é o melhor remédio

Dizem que há muita sabedoria nos ditados populares. Esse é um bom exemplo. Todo mundo concorda que uma das melhores coisas na vida é dar umas belas gargalhadas. E em grupo melhor ainda, mesmo porque o riso é contagioso e um fator de agregação social. Todos nós já passamos por situações onde rimos às vezes até as lágrimas e muitas vezes não sabemos nem o porquê. A explicação biológica para a sensação de bem estar advinda do riso seria a liberação de neurotransmissores, em particular a endorfina. De acordo com um estudo recente publicado noProceedings of The Royal Society, não é o prazer intelectual associado ao humor, mas sim o ato físico de dar risadas que seria o responsável por esse efeito. A pesquisa, realizada por Robert Dunbar junto com cientistas do Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos, comprovou que é quando damos gargalhadas que liberamos endorfinas, aquele mesmo neurotransmissor que liberamos durante o exercício físico, principalmente corridas de grande distância. Além da sensação de bem estar, um dos conhecidos efeitos da endorfina é também aumentar o limiar da dor.

Como saber se liberamos endorfinas?
As endorfinas são produzidas pelo sistema nervoso central (SNC), mas não é possível medi-las no sangue porque elas não atravessam a barreira hemato-encefálica (do cérebro para o sangue). Uma maneira indireta de analisar a liberação de endorfinas é através do seu papel anestésico, ou seja, medir o nosso limiar a dor. Essa propriedade pode ser muito potente. Não é raro ouvir casos de pessoas que sofreram uma fratura durante uma maratona ou perderam as unhas do pé e só perceberam depois da corrida. E foi isso que os pesquisadores avaliaram para concluir o que acontecia como consequência do ato de rir: a tolerância à dor antes e depois do experimento.

Como foi feita a pesquisa?
Sem entrar em muitos detalhes, os cientistas dividiram os voluntários em diferentes grupos que assistiam três tipos diferentes de vídeos: cômicos (tais como Os Simpsons, Friends, South Park ou de comediantes conhecidos), neutros (tais como histórias sobre treinamento de cães ou de golfinhos) e filmes positivos mas não cômicos (geralmente relacionados com a preservação da natureza). Todos os voluntários eram submetidos a um experimento (uma cinta de gelo em torno do braço) e media-se quanto tempo eram capazes de tolerar a dor. Como a tolerância à dor é muito individual, cada um dos participantes foi analisado antes e depois de assistir ao vídeo. E o resultado foi surpreendente. Os indivíduos que haviam visto os filmes cômicos e dado boas gargalhadas tinham aumentado significativamente a sua resistência à dor. Viva os Doutores da Alegria, aqueles profissionais fantásticos cujo papel é exatamente esse: provocar o riso em crianças doentes em hospitais.

Gargalhadas ao invés de exercicio físico?
Para os preguiçosos de plantão – que são contra qualquer tipo de exercicio aeróbico e não usufruem do prazer da endorfina – essa também é uma excelente alternativa. É claro que há outros benefícios associados à atividade física além da liberação desse neurotransmissor. Mas se você é daqueles que odeia se exercitar, junte uma turma de amigos bem humorados e dê umas boas gargalhadas. Aproveite suas férias e ria muito.

Boas festas e um 2012 super feliz, querido leitor.

Por Mayana Zatz

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O Aniversariante de 25 de dezembro

 

Julio Severo

A família dEle não era rica nem pertencia à realeza, mas Ele deixou uma impressão de realeza no mundo.

Durante 30 anos, Ele aprendeu, com sua família, o ofício de carpinteiro. Com o que Ele tinha, não tirando do que os outros tinham, Ele lutou para trazer transformação para as pessoas no mundo.

Sem ter nenhum cargo político e nenhuma aspiração política, ele atraia e liderava multidões. Suas parábolas, com simplicidade, traziam promessas, inspiração e esperança. Ele dava lições sem possuir nenhum diploma universitário, mas todas as universidades juntas nunca alcançaram nem ensinaram nem muito menos transformaram tantos alunos.

Ele ajudava os pobres sem usar programas governamentais de assistência. Ele os ajudava com os recursos do Pai, não com recursos tirados de outras pessoas.

Ele curava os doentes sem usar nenhum sistema público de saúde. Ele os curava com a misericórdia do Pai, não com a pretensa misericórdia do Estado.

Ele alimentava os famintos sem usar bolsas-família do governo.

Para onde quer que fosse, Ele atraia multidões, que pareciam comícios, mas Ele nunca usou essas aglomerações para promover políticos e suas políticas. Pelo contrário, sabendo da influência dEle sobre o povo e como Ele não aceitava nenhuma aliança política, os políticos queriam matá-Lo.

Mas Ele não tinha medo deles, chegando a chamar um poderoso governante de “raposa”, termo que significava indivíduo maligno.

Durante três anos, Ele exerceu Seu ministério renunciando à Sua profissão de carpinteiro, e Ele nunca fez menção de pedir verbas governamentais para Ele ou Seu ministério, que era voltado aos pobres de espírito. Sem pedir nem depender de nenhuma assistência governamental, Ele completou todo o trabalho que precisava ser feito.

Ele nunca viajou de jatinho particular. Na maioria das vezes, Ele andava a pé, e só em raríssimas ocasiões Ele andou de jumento.

Quando O prenderam por uma acusação falsa, nenhuma autoridade governamental apareceu para defender os direitos humanos dEle. E se a prisão dEle tivesse ocorrido hoje, os direitos humanos teriam sido usados contra Ele, por ter libertado mulheres da “profissão do sexo”, um cobrador de impostos e outros pecadores.

Ele foi preso por prometer e fazer coisas que os políticos prometem, mas nunca fazem.

Apesar de totalmente inocente, Ele não proferiu murmurações no tribunal.

Ele não tinha advogado, nem se importava com a influência dos que O estavam julgando, pois Ele sabia que no final há um Supremo Juiz diante do qual todos, juízes e políticos, terão de prestar contas.

O tribunal O condenou por falsos crimes e O sentenciou à morte, tudo porque Ele mudou corações e mentes de multidões com um grupo de apenas 12 homens. Ele foi condenado por ódio e inveja religiosa e política.

A morte dEle, mais do que qualquer política governamental, trouxe esperança e redenção para milhões de oprimidos. Diferente das ideologias que derramam o sangue de milhões, Ele derramou Seu próprio sangue por milhões.

Nunca antes houve um homem como Ele.

Por mais de dois mil anos, o mundo e suas ideologias têm tentado deturpar, sequestrar, corromper e até apagar a memória e os princípios de compaixão, ajuda e sabedoria dEle.

No mundo inteiro, os seguidores dEle são hoje centenas de milhões, que estão sofrendo ódio e inveja política e religiosa, em países comunistas e muçulmanos, que condenam os cristãos a torturas, prisão e morte, e nos próprios países ocidentais, que atacam o Cristianismo e seus seguidores com leis politicamente corretas que protegem a liberdade de expressão de islâmicos, comunistas, abortistas e gayzistas, mas deixam os cristãos sem amparo.

Mais e mais, países ocidentais que têm fortes tradições cristãs estão impondo, em nome da diversidade e pluralidade, o aparelhamento do Estado ao islamismo, ao homossexualismo e — e no Brasil — às religiões afro-brasileiras, enquanto o Aniversariante não pode ser lembrado no seu próprio aniversário. Os governos ocidentais têm cada vez mais banido a menção oficial do nome dEle no dia 25 de dezembro.

É claro que eles lembram aos cristãos que deve haver uma separação entre religião e Estado. Essa separação é necessária, pois quem matou Jesus, por ódio e inveja, foi exatamente a religião e o Estado. Aliás, o Estado precisa se separar de toda ideologia de ódio e inveja, inclusive o feminismo, o abortismo e o gayzismo.

Mas o Estado e seus políticos precisam de Deus. Do contrário, o ódio, a inveja e a corrupção sempre reinarão e o Estado sempre fará uma aliança com qualquer ideologia ou religião politicamente correta contra Ele e seus seguidores.

No Natal, vamos nos lembrar do Aniversariante, que nasceu para prometer as bênçãos de redenção, socorro e provisão do Pai para toda a humanidade e morreu para garantir o cumprimento.

Adaptado de: The Perfect Conservative

Fonte: www.juliosevero.com

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Empresas seculares tomam posse de editoras evangélicas

Jim Fletcher

Com a notícia de que a grande editora secular americana HarperCollins Publishers comprou a Thomas Nelson — a maior editora evangélica do mundo —, estamos vendo o maior ataque já lançado contra o setor editorial cristão.

A Harper é dona também da Zondervan, uma grande editora evangélica rival da Nelson.

Não é preciso ser um cientista espacial para ver que logo que uma empresa cristã se torna propriedade de uma empresa secular, a identidade cristã não mais é independente. Havia um tempo em que existiam algumas editoras independentes, e nenhuma delas fazia concessões desonrosas com suas mensagens, e não havia ninguém para mandar que elas evitassem certos escritores conservadores.

Recordo de tocar nesse assunto num almoço com alguns amigos do setor editorial; estávamos numa feira cristã patrocinada pela Associação de Livreiros Cristãos.

Eu disse algo que soou chocante para eles, mas nunca chocaria alguém que crê na Bíblia. Eu disse que se estávamos realmente vivendo nos últimos dias (outra pessoa havia iniciado esse assunto), então deveríamos estar em condições de seguir o rastro de concessões desonrosas no setor editorial evangélico. Em outras palavras, se o que Paulo e os outros apóstolos escreveram é verdade, chegaríamos a uma época em que as pessoas não suportariam a sã doutrina.

Imediatamente compreendi que a maioria das pessoas na mesa agora achava que estavam almoçando com um bobo antiquado. Houve um silêncio embaraçoso.

Entretanto, sei que outros que trabalham no setor editorial sentem da mesma forma que eu. A notícia da venda da Nelson é só mais uma amostra da evidência de que estamos nos últimos dias.

Embora a Nelson nunca tenha sido exatamente um bastião do conservadorismo evangélico, pelo menos essa editora permanecia independente de um gigante pagão.

Não é mais.

A Thomas Nelson agora será propriedade, em análise final, da News Corporation de Rupert Murdoch. A News Corporation comprou a Zondervan em 1988.

Portanto, o palco está pronto para a transferência da maior editora evangélica independente para um Golias editorial que publicará qualquer coisa espiritual, inclusive o budismo e outras religiões.

A decadência já começou.

A Nelson seguirá o rumo de outros, em que essa editora será controlada por uma liderança que, embora talvez não seja abertamente hostil ao Cristianismo ortodoxo, certamente levará a editora para um rumo esquerdista.

Jim Fletcher tem experiência de 15 anos trabalhando no setor editorial, e é hoje diretor da organização apologéticaProphecy Matters.

Tradução, adaptação e edição:www.juliosevero.com

Fonte: WND