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Pastor, atacante Ricardo Oliveira leva 18 jogadores do Santos a cultos semanalmente

 Publicado por Tiago Chagas – gnoticias – em 20 de outubro de 2015

Pastor, atacante Ricardo Oliveira leva 18 jogadores do Santos a cultos semanalmenteO pastor e atacante Ricardo Oliveira vem tendo um ano de sucesso profissional indiscutível, com 32 gols marcados e uma convocação para a Seleção Brasileira. Fora das quatro linhas, Oliveira também vem deixando marcas importantes, ao compartilhar o Evangelho com seus colegas de profissão.

O empresário de Ricardo Oliveira, Augusto Castro, afirmou recentemente que 18 atletas do Santos Futebol Clube frequentam os cultos que o atacante promove em sua casa, em um dos condomínios de alto padrão da cidade de Santana de Parnaíba (SP).

“Ele já dá cultos há pelo menos oito anos e é isso que lhe faz se sentir bem, além de jogar futebol. Por isso, definiu que a vida de pastor será seu projeto de vida depois de parar. Hoje, 18 jogadores do elenco do Santos participam das reuniões que o Ricardo organiza”, afirmou Castro, em entrevista ao jornal Diário de S. Paulo.

O empresário reforçou ainda que Oliveira ainda não tem certeza de quando vai deixar de jogar profissionalmente, mas já sabe que seguirá se dedicando ao ministério pastoral: “O Ricardo decidiu que será pastor evangélico”, contou.

Na maioria das vezes, os cultos, semanais, são realizados na casa do atacante, e os colegas de clube sobem a serra rumo à cidade vizinha a Barueri para ouvirem as pregações de Ricardo Oliveira.

Ao longo de 2015, Ricardo Oliveira já expôs sua fé de diversas formas, orou por um morador de rua e o ajudou a entrar para uma clínica de recuperação, além de ter levado dois colegas de clube, Thiago Maia e Geuvânio, às águas batismais.

Além desses dois, os jogadores Lucas Lima, Marquinhos Gabriel, Zeca, Daniel Guedes e Léo Citadini são alguns dos jogadores que frequentam os cultos na casa de Ricardo Oliveira.

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Folha de S. Paulo expressa preconceito contra evangélicos ao noticiar tragédia em igreja

Publicado por Tiago Chagas em 16 de outubro de 2015

Folha de S. Paulo expressa preconceito contra evangélicos ao noticiar tragédia em igrejaUma publicação na página da Folha de S. Paulo no Facebook gerou enorme repercussão entre evangélicos que usam a rede social e obrigou o jornal a reescrever a manchete considerada ofensiva.

Ao anunciar no Facebook a notícia sobre a morte de um jovem por espancamento dentro de uma igreja evangélica nos Estados Unidos, o jornal usou de sarcasmo e expressou preconceito: “Coisas que só as igrejas fazem por você”, dizia o texto, seguido do link para a notícia.

A morte de Lucas Leonard, de 19 anos, foi comandada pelos próprios pais, Deborah, 59 anos, e Bruce Leonard, 65, durante o que se chamou de ritual de exorcismo. Outro filho do casal, Christopher, 17 anos, também foi agredido.

Lucas foi socorrido a um hospital, mas já chegou morto. Christopher foi resgatado pela polícia e vem sendo mantido internado. “Ambos os irmãos foram continuamente sujeitos a punições físicas durante várias horas com o objetivo de que ambos confessassem seus pecados e pedissem perdão”, afirmou Michael Inserra, chefe da polícia de New Hartford, no estado de Nova York (EUA).

Manchete questionável do jornal

A maneira como a Folha apresentou esta tragédia aos seus leitores foi bastante criticada. O blogueiro Danilo Fernandes, editor do siteGenizah, afirmou que “ao apresentar a notícia antecedendo a matéria editorialmente com o comentário ‘Coisas que só as Igrejas fazem por você’, este noticioso adota um discurso de ódio e revela intolerância e preconceito contra evangélicos, católicos e demais grupos cristãos que, obviamente, não tem neste delito, ‘o linchamento de filhos até a morte’, a sua regra de fé e prática”.

Fernandes foi além e lembrou que é comum o jornal se referir a religiosos de forma agressiva: “Esta não é a primeira vez que a Folha de São Paulo adota um discurso de intolerância contra a Igreja, em especial, a sua porção mais conservadora. Progressistas costumam ser mais bem tratados, em especial quando defendem teses como aborto, casamento gay e outras. Acho [que] já passou da hora do povo evangélico, suas representações políticas e organizações de juristas se posicionarem e exigirem retratação da Folha de São Paulo”, opinou.

Após diversas outras manifestações, os responsáveis pela página da Folha no Facebook alteraram a chamada para “O jovem e seu irmão mais novo foram sujeitos a punições físicas durante várias horas com o objetivo de que ambos confessassem seus pecados”. A sutil mudança não passou despercebida: “O estagiário ateu tirou a gracinha da página?”, questionou o jornalista Thiago Cortês, colunista do Gospel+, através de seu perfil na rede social.

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Pastores e bispos da Igreja Universal são processados pela morte de fiéis durante vigília

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias -em 15 de outubro de 2015

Pastores e bispos da Igreja Universal são processados pela morte de fiéis durante vigíliaSeis líderes da Igreja Universal do Reino de Deus estão sendo processado pela morte de 10 fiéis e graves ferimentos de outros 11, por causa da tragédia ocorrida no dia 31 de dezembro de 2012 no evento chamado de “O Dia do Fim”, realizado em Luanda, capital de Angola.

Os acusados, entre bispos e pastores da denominação, são vistos pelo Ministério Público do país como os responsáveis pelo incidente, por não terem levado em consideração questões de segurança na organização do evento, que superlotou o local onde a vigília de virada de ano foi realizada.

“Os arguidos orientaram-se, única e exclusivamente, no propósito firme de realizarem a maior vigília de fim de ano, em termos de adesão, realizada em Angola”, apontou o texto lido pela acusação durante o julgamento dos líderes da Universal.

De acordo com as medições realizadas pelo Corpo de Bombeiros do país, havia aproximadamente 250 mil pessoas no Estádio Nacional Cidadela Desportiva, que teria capacidade para apenas 70 mil, segundo informações da Voz da América.

Durante o evento, houve um tumulto, e o desespero dos fiéis fez com que 10 pessoas fossem mortas pisoteadas, morrendo por asfixia e esmagamento. Além disso, outras 120 pessoas ficaram feridas.

Os bispos e pastores da Universal também são acusados de serem responsáveis por 11 crimes de ofensa corporal. O Tribunal Provincial de Luanda realizou um despacho onde afirmou que existem indícios de que os responsáveis não agiram com “observância” das “opiniões técnicas” dos Bombeiros sobre as condições do estádio e sua capacidade de lotação, o que gerou “erros seguramente evitáveis, caso tivessem acatado as boas práticas”.

À época do incidente, a denominação liderada pelo bispo Edir Macedo se calou sobre o fato, ignorando a morte de fiéis em um evento organizado por sua filial em Angola.