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Mudar às vezes é crescer

 

Posted: 07 Aug 2012 08:21 PM PDT


"Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe, não caia" – 1 Coríntios 10.12.

"Examine-se o homem a si mesmo" – 1 Coríntios 11.28.
Existe muita gente que sente vergonha em mudar de opinião, como se a mudança fosse uma atestado de burrice. Não é, desde que se mude para melhor.
Tal timidez impede que a pessoa progrida na vida. Caso não se encorage, estará sempre na mesmice. Se a introspecção não for seguida de uma tomada de decisão em favor de si mesma, jamais crescerá.

O conserto é sinal de  que há esperança de alcançar dias melhores. Às vezes é preciso mudar, trocar afirmações equivocadas pela retificação, desprezar hábitos inconvenientes por costumes proativos, alterar rumos incertos pela certeza do acerto.

E.A.G.

Eliseu Antonio Gomes http://belverede.blogspot.com.br

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Cantando o Humanismo

Canoa furada

Enviada pelo autor Ercílio Ribeiro a quem presto minhas homenagens.

[email protected]

Canoa(Romanos 11:33-36) – Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Porque, quem compreendeu a mente do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.

É natural que a música nos conduza a experiências incomuns. A música – digo melodia – assim como um perfume, tem o poder de estimular comportamentos e emoções há muito adormecidos. No entanto, tratando-se de melodias que se prestem ao culto e propõem o enlevo espiritual, é recomendável que não fiquemos apenas nas emoções; é preciso dedicar especial cuidado ao que se canta, à letra contida na melodia.

Se fizermos isso, é provável que a gente descubra que estamos cantando o que não acreditamos. Muitas vezes cantamos equívocos, sem qualquer referência teológica ou bíblica. Poderíamos citar centenas de exemplos, mas o espaço aqui é curto. Ligue seu rádio numa emissora evangélica e não será difícil constatar o que já constatei: letras absurdas, superficiais e dramaticamente egocêntricas: “pela fé, não há muralhas que ficarão de pé diante de mim”; “sai da minha frente que eu quero passar, se não sair agora vou passar por cima”, “a morte de Jesus na cruz é só para você” e outras pérolas.

Claro que não se pode generalizar. Há lindíssimas canções, com mensagens corretas e que realmente exaltam o Deus Vivo pelo que Ele é. Contudo, muitos trechos revelam o que tem sido um cancro na igreja brasileira: a superficialidade associada ao egocentrismo. Fala-se de Deus, canta-se Jesus, mas o cerne das canções, inadvertidamente, é a exaltação do “eu”, da minha fé, da minha força, da minhacoragem, da minha ousadia, dos meus talentos, do meu sacrifício, da minha vitória; porque Deus existe para me fazer feliz, para satisfazer as minhas necessidades, porque Jesus morreu por mim, para me dar a vida eterna. Essas músicas revelam um Deus abobalhado dentro de um shopping, disposto a me comprar tudo que peço, que é deslumbrado por mim e está disposto a recompensar a minha grande fé e ousadia.

Sem medo de errar, talvez cerca de 80% das músicas compostas sob o pretexto do evangelicalismo contêm em demasia as palavraseu, mim, meu, minha e nosso, e os verbos estão sempre na primeira pessoa. Pouco se canta sobre a condição do homem, enquanto pecador, fatalmente frágil. Pouco se canta sobre arrependimento, humilhação e ser sal na terra. Pouco se canta sobre a necessidade de santidade e renúncias, e quando muito é para estimular sacrifícios e asceses bem no estilo levítico. Muito se canta sobre liberdade, mas somente aquela que deixa extravasar manifestações do crente no culto, como pular, gritar, dançar e correr (Jesus se deu para esse tipo de “liberdade”? Ouvi ontem o testemunho de um irmão de 50 anos de idade que foi agredido por sua enteada de apenas 16, e não reagiu. Talvez isso seja liberdade). Pouco ou nada se canta sobre a sobreexcelência do Pai, que, apesar de nós, nos permite relacionar com Ele.

Precisamos sair dessa “em-si-mesmice” (Desculpe o palavrão. Quero apenas dizer, foco em si mesmo), para dar lugar à entronização incondicional de Deus. Sobre isso, aliás, já nos ensinou o pastor Renato Vargens, da Igreja Cristã da Aliança em Niterói.

Essa coisa que tem acometido a igreja do Brasil recentemente parece ser ainda eco do que ocorreu lá pelos idos anos 1300 (Séc. XIV), o nascedouro do Humanismo, sobretudo o renascentista. Só que no meio cristão-evangélico, como essa ideia é maldita e repulsiva, ela vem travestida de uma suavização insolente, na proposta de um Deus-Humanista, aliás, pós-humanista. Os “louvores” por aqui têm apenas exposto o que está no imaginário religioso de nossas igrejas: antropocentrismo, hedonismo, otimismo triunfalista, confissão positiva e individualismo.

Humanismo é a filosofia moral que coloca os humanos como principais, numa escala de importância. O humanismo clássico, com se sabe, surgiu para pôr em relevo o homem em contraposição a Deus. No entanto, mais tarde surgiriam ideias que seriam batizadas de “humanismo renascentista”, que firmaria o antropocentrismo sem negar a existência e a superioridade de Deus. A saída para conciliar esse imbróglio foi parir a ideia de um Deus Supremo, passivo, que é radicalmente sensível à Sua própria criação, deslumbrado com o ser humano que tem fé, e que está sempre disposto a dar-lhe tudo que seus devaneios possam desejar.

Assim, o antropocentrismo era a ideia de o homem ser o centro do pensamento filosófico, ao contrário do teocentrismo, que era a ideia de Deus no centro do pensamento filosófico. Mas o que temos hoje é um teocentrismo retórico, neo-humanista, que na verdade entroniza o ser humano, exaltando-o pela sua fé, suas conquistas e suas qualidades.

Humanistas notórios como Gianozzo Manetti, Guilherme de Ockham, Carlos Bernardo González Pecotche, Francesco Petrarca, Pico de La Mirandola e Auguste Comte certamente não teriam ousado tanto. Tamanha ginástica mental e promiscuidade espiritual não eram privilégios de seus tempos.

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SIMBOLISMO EM LONDRES 2012 – A TORRE DE BABEL

Que verdade é essa?

 

Idemir

Babel-2012Os jogos olímpicos são recheados desimbolismos ocultistas e rituais minuciosamente planejados pela elite, que passam despercebidos pela grande maioria da população. O mundo todo participa em sua ignorância, e ainda vibra, sem saber que estão celebrando o ocultismo e a Nova Ordem Mundial.

Iremos analisar alguns dos simbolismos presentes nas olimpíadas de Londres 2012 e também tentar entender seus significados.

Piramide-inacabadaO simbolismo em torno do evento indica claramente a celebração da coroação pirâmide com o olho de Hórus, tão esperada pelos ocultistas. É o término da Torre de Babel, iniciada há milhares de anos pelo rei  Nimrod que é considerado o primeiro e mais excelente mestre da fraternidade maçom.

Nimrod foi o fundador da Babilônia, o primeiro rei da terra e o primeiro a tentar se tornar um ditador mundial, a tentar criar um governo único mundial.

Gn 11: 4“Disseram mais: Eia, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo cume toque no céu, e façamos-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.”

Nimrod estava contruindo uma torre que chegasse até os céus, uma torre para a adoração dos astros, sol, lua e as estrelas, mostrando assim que poderiam fazer sua própria salvação e rejeitando a salvação de Deus.

Após isso Deus confundiu as línguas, fazendo que o povo se espalhasse por novas terras, derrubando assim o conceito da Nova Ordem Mundial naquela época.

Curiosamente, a cerimônia abertura das olimpíadas começou com uma orquestra tocando Nimrod por Enigma variatios.

Anish Kapoor, o criador da escultura que fica do lado de fora do estádio, teria se inspirado na torre de Babel para sua criação.

Orbit-Tower-Torre-de-Babel

“Eu queria a sensação de instabilidade, algo que estava continuamente em movimento. Tradicionalmente, uma torre é piramidal em estrutura, mas temos feito muito pelo contrário, temos uma forma fluindo, enrolando que as mudanças como você anda em torno dela. … É um objeto que não pode ser entendido como tendo uma imagem singular, a partir de qualquer uma perspectiva. Você precisa viajar ao redor do objeto, e através dele. Como uma Torre de Babel, que exige a participação real do público ” – Anish Kapoor

“Há uma espécie de sentido medieval a ele de chegar até o céu, construindo o impossível. Uma procissão, se quiser. É uma espiral longa e sinuosa: a loucura que aspira a ir até acima das nuvens e tem algo místico sobre isso “. – Anish Kapoor

No encerramento das olimpíadas de 2008, uma torre de Babel foi se erguendo, apontando para as olimpíadas de Londres em 2012.

Torre de babel-Jogos Olimpicos 2008

Torre de babel- Jogos Olimpicos 2008

Voltando para a cerimônia de abertura, encontramos outra imagem, que também faz lembrar a torre de Babel.

Zigurate-Babel-Londres-2012

Na peça que supostamente conta a história da Inglaterra, os camponeses vão deixando a colina em meio a fumaça, e caminham em direção à Inglaterra Industrial, ou estariam deixando a torre de babel logo após a confusão das línguas, e caminhando em direção à nova Babilônia?

Asherah-Inglaterra-Industrial-Londres-2012

As chaminés que se erguem em meio ao cenário, parecem simbolizar Pólos Aserá, mencionado na bíblia como bosques ou pilares sagrados, os quais Deus condenou por ser uma adoração pagã.

Não plantarás nenhuma árvore como asera, ao pé do altar do Senhor teu Deus, que fizeres, Deuteronômio 16:21

“e levantou um altar a Baal na casa de Baal que ele edificara em Samária;
também fez uma asera. De maneira que Acabe fez muito mais para provocar à ira o Senhor Deus de Israel do que todos os reis de Israel que o antecederam.”
1 Reis 16:32-33

Aserá (Astarte, Astorete ou Asterote) é um símbolo fálico pagão que é cultuado como a deusa da fertilidade, conhecida tanto como mãe de Baal, como por mulher dele e foi criada na Babilônia, na época de Nimrod.

A ascensão da Babilônia, inclusive seus deuses, são cultuados abertamente nos jogos olímpicos. A torre de Babel sendo completada simboliza a união dos povos em uma só nação, uma só língua e uma só religião simboliza a Nova Ordem Mundial, sendo comandada por um só líder, o Anticristo.