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A Semente de Jesus

 

Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus e semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando nele, semeou no seu campo; o qual é, realmente, a menor de todas as sementes; mas, crescendo, e a maior das plantas, e faz-se uma árvore, de sorte que vem as aves do céu, e se aninham nos seus ramos.Mateus 13.31, 32.

Quando recebemos a notícia (semente) da salvação e a semeamos em nosso coração, ela, sendo a menor de todas as sementes (pela nossa falta de fé, desânimo) precisa crescer em nossa vida. Na medida em que "a semente" cresce, temos a convicção de que o reino dos céus, o Senhor Jesus e o plano da salvação são verdadeiros. Isso nos enche de fé (maior da plantas), nos capacita a enfrentarmos os problemas, as dificuldades em firme posição (faz-se uma árvore). Eentão estamos preparados para seguir como "aninhadores" de outras pessoas nafé, abrigar, e em Jesus Cristo servir àqueles que ainda estão começando a "plantar" dentro de si.

Postado originalmente em Vivendo a Última Hora no Japão

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Lição bíblica para alcançar o sucesso

 

 

“Em todo trabalho há proveito, mas ficar só em palavras leva à pobreza.” – Provérbios 14.2.

Salomão, ao escrever esse livro comparou a pobreza de maneira bastante negativa. A pobreza é comparável ao malandro (6.11), vagabundo (24.34) e ao opressor pobre que oprime aos pobres (28.15).

Podemos ter muitos projetos, mas só serão bem sucedidos aqueles que forem postos em execução.  E, só seremos plenamente bem-sucedidos se nossas vidas estiverem submetidas ao senhorio de Cristo (Salmo 37.4).

A linha lógica de Provérbios 14.2 diz respeito aos planejamentos, e está na esfera material, mas é abrangente. Por exemplo, é possível encaixá-lo na questão da nossa prática de fé. Se amarmos a Deus em primeiro lugar, tudo o mais que aceitarmos ou refutarmos será decidido segundo a vontade do Senhor, e teremos a aprovação dEle. Empreenda taferas neste sentido, pois quem ama a Deus consulta a Palavra de Deus antes de decidir sobre o que fará.

Como cristãos, devemos traçar as prioridades com muita clareza e, de acordo com as orientações bíblicas, envolver-se plenamente para que todas elas sejam sucesso, analisar e escolher ações que revertam-se em bem (1 Tessalonicenses 5.21). Em primeiro lugar, precisamos cumprir nossas obrigações em relação a comunhão com Deus; em segundo, cumprir os deveres no meio familiar; em terceiro, na igreja; e em quarto entre as amizades fora do lar.

Trabalhemos com afinco para alcançar nossos objetivos. Façamos a nossa parte sempre de maneira completa. Não convém abandonar pela metade o que estivermos envolvidos.

Creio que ninguém deseja ser companheiro do "malandro", do "vagabundo" e nem do "opressor". Sejamos ricos em realizações de projetos.

Apenas viver entre teorias sobre como proceder na vida, ou criticando quem estiver empenhado em conquistar o que quer, não nos conduz aos resultados finais desejáveis. Alimentar sonhos somente com palavras, empobrece. É necessário trabalhar também.
"Levanta-te, pois, porque te pertence este negócio, e nós seremos contigo; esforça-te, e age." -   Esdras 10.4.

E.A.G.

Postado por Eliseu Antonio Gomes

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A ‘gospelização’ está em alta

 

PorCiro Sanches Zibordi | Colunista Convidado do The Christian Post

Pense num beco estreito e sombrio, com calçamento de paralelepípedo, cercado de galpões. Imagine-se entrando por uma das portas, de madrugada. Você avista jovens de jeans rasgado e camiseta preta, cabelo eriçado, bracelete, tatuagem e piercing. Com latinhas de energético à mão, eles dançam sorridentes e saltitantes. Casaizinhos em cantos escuros trocam carícias e beijos…

  • Ciro

A descrição acima é de um encontro evangélico (evangélico?) que está se tornando cada vez mais comum, e com o apoio das lideranças, nesses tempos pós-modernos. Estou falando da “balada gospel”, diferente da balada original, mundana, visto que foi “gospelizada” pelos seus frequentadores, pertencentes à “geração gospel”.

Muitos cristãos (cristãos?) do nosso tempo têm usado o adjetivo “gospel” para “santificar” atitudes, posturas, comportamentos, condutas e eventos que outrora estavam relacionados a pessoas que não conhecem o Evangelho. Parte-se da premissa de que o crente tem liberdade para fazer o que quiser e se divertir do jeito que bem entender – mesmo que imite o mundo -, e ninguém tem nada a ver com isso.

Não me diga que você é um daqueles protestantes retrógrados que ainda pensa que participar de festa junina é impróprio para o cristão. “Deixa de ser legalista, meu chapa! Acorda, rapá!” Isso mesmo: já existe o “arraiá gospel”, também conhecido como “festa jesuína”, inclusive em algumas pretensas Assembleias de Deus. O mesmo se aplica a baile e desfile de carnaval, música erotizante (que simula o ato sexual), esporte (esporte?) violento e sanguinário – cuja “bola” a ser chutada ou golpeada com a mão é a própria cabeça do “esportista” -, Halloween (conhecido como “Elohim”), “pegação”, etc.

Como se depreende da leitura deste artigo, “gospelizar” é, pretensamente, “tornar evangélico”. Uma vez “gospelizado”, o que outrora era considerado pecaminoso pode ser praticado livremente, sem peso de consciência. O lema dos crentes da “geração gospel” é: “Vamos curtir a vida. Afinal, Jesus não é careta”.

Os líderes e membros das igrejas “gospelizadas” se conformaram com o mundo. Seus cantores se inspiram em astros mundanos, como declarou, há algum tempo, o integrante de uma famosa banda gospel: “A gente ouve Bob Marley, mas só para se informar”. A tônica das mensagens “evangelísticas” pregadas nessas igrejas é: “Venha como está e fique como quiser”.

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Empreguei o termo “gospelização” pela primeira vez em abril de 1994, em um texto que escrevi para o jornal Mensageiro da Paz. À época, escrevi: “Os que quiserem podem até pular carnaval, pois já existem blocos de ‘samba evangélico’. Para os apreciadores de bebidas fortes já existe a ‘cerveja gospel’, sem álcool, é claro. E não ficaremos surpresos se lançarem o ‘cigarro gospel’, sem nicotina”. Naquela época, esse texto soou como profético para os conservadores, e ácido demais para os liberais, em razão de o processo de “gospelização” ainda estar em seu início.

Não tenho conhecimento de que o “cigarro gospel” tenha sido inventado. Em compensação, hoje temos o “carnaval gospel” , o “arraiá gospel” , o “dia das bruxas gospel” , as “lutas de gladiadores gospel” , o “barzinho gospel” , a “balada gospel” , o “o funk pancadão gospel” … Como diz um “meme” do Facebook (imagem acima), “Só está faltando o inferno gospel”.

Ciro Sanches Zibordi é pastor, escritor, articulista, palestrante em escolas bíblicas. Autor dos best-sellers “Erros que os pregadores devem evitar” e “Erros que os adoradores devem evitar”das obras, além de “Mais erros que os pregadores devem evitar”, “Evangelhos que Paulo jamais pregaria”, “Adolescentes S/A”, “Perguntas intrigantes que os jovens costumam fazer” e “Teologia Sistemática Pentecostal”. Acesse este link para obter maiores informações sobre os livros.