Categorias
Estudos

Os Sofrimentos da Mulher de Jó

Por mac41:

 

 

Os Sofrimentos da Mulher de Jó

Mulher esquecida e incompreendida pela modernidade, assim defino inicialmente a mulher de Jó. Este patriarca sim, paladino da fé, suportou todas as vicissitudes e flagelos dócil e humildemente. Ele é símbolo de perseverança, paciência e retidão (Jó 1.1,22), mas a mulher desse sofredor…, no mínimo, ainda é chamada de louca ou néscia (Jó 2.10).

Mulher anônima, a quem a tradição posterior chamou de Sitis, aparece em Jó 2.9,10 e não é mais mencionada no livro, embora nada sugira sua morte, ou abandono do lar.

Ela era uma mulher nobre, respeitada por todos, e considerada afortunada para os mais antigos e de sorte para as donzelas da região. Seu marido era um homem sábio, fiel à sua família, riquíssimo e temente a Deus. O homem mais poderoso do Oriente. Seus filhos, saudáveis e belos. Suas filhas eram mulheres decentes, educadas e belas. Centenas de servas e servos estavam espalhados pela bela casa, fazendas, plantações (Jó 1.3).

Sitis era uma mulher riquíssima que ajudava na administração da casa, dos servos domésticos; um elo de unidade familiar (Jó 1.2). Seus sete filhos e três filhas periodicamente reuniam-se ao redor da mesa para desfrutarem de seus conselhos, sapiência e virtudes (Jó 1.2,4). No período patriarcal o número dez era símbolo de completude, de abundância e prosperidade. Era a mulher mais poderosa, afamada e respeitada de todo o Oriente (Jó 1.3). Jó amava-a muitíssimo; suas filhas provavelmente espelhavam-se no zelo, discrição, beleza e sabedoria da mãe. O lar de Sitis era um paraíso cravado no Oriente (Jó 1.10).

Essa mulher, “ossos dos ossos” e “carne da carne” de Jó, no entanto, viveu as primeiras calamidades da vida do patriarca. Próximo a Jó ouvira que seus servos foram mortos e os seus rebanhos confiscados pelos sabeus. A notícia era ruim, mas suportável. Note a descrição do versículo 13, que destaca a efusiva alegria da reunião familiar na casa de seus filhos (“comiam e bebiam vinho na casa de seu irmão primogênito”), e a calamidade súbita que toma conta do restante da narrativa. Essa narrativa que antecede e moldura as tragédias de Jó será depois desconstruída no versículo 19.

O mensageiro ainda não terminara o anúncio fúnebre quando imediatamente outro mordomo anunciou: “Fogo de Deus caiu do céu, e queimou as ovelhas e os moços, e os consumiu” (v.16). A mulher de Jó fica espantada com a sucessão de tragédias que se sucedem sucessivamente sem cessar. Perde o fôlego, aproxima-se do marido para apoiá-lo… quando então, novamente, outro desastre, dessa vez arquitetado pelos caldeus que, em três bandos, roubam os camelos e ferem os servos (v.17). Mas o pior ainda estava para acontecer. Um servo aproxima-se esbaforido, com ar de cansaço e pesar. Tem receio do que vai dizer. Durante o trajeto ensaiara diversas vezes, até soltar o verbo flamífero: “Estando teus filhos e tuas filhas comendo e bebendo, eis que um vento muito forte sobreveio dalém do deserto, e deu nos quatro cantos da casa, a qual caiu sobre os jovens, e morreram” (Jó 1.18,19). O vento da desventura e sortilégio, gélido como a morte, implacável como a desgraça. Quem é suficiente forte para resistir suas lanças inflamadas? Como reagir diante de tanta calamidade e dor?

Sitis chora amargamente a morte de seus filhos. Se isso não bastasse, vê o seu marido rasgar suas vestes, rapar sua cabeça e cumpridas barbas, símbolos de sua posição social superior, e lançar-se em terra adorando a Deus. Apesar da dor que aflige sua alma abatida olha com carinho e respeito o gesto humilde e devoto de seu marido. Somente a fé e a comunhão com Deus dão ao aflito a esperança e a força para vencer as vicissitudes. É nessas ocasiões que a comunhão do crente com Deus faz toda a diferença. A resiliência e o ânimo para continuar a lida depois de uma grande calamidade são resultados de uma vida de fé, comunhão com Deus e relacionamentos corretos. Jó, como os pequenos ribeiros orientais em período de estio, vê a sequidão tomar conta de si, no entanto, estivera durante muito tempo da vida plantado junto a ribeiros de águas; suas folhas não murchariam e os seus frutos viriam na estação própria (Sl 1). Dizia um antigo provérbio oriental que o “justo nunca será abalado” (Pv 10.30).

Os dias de luto ainda não estavam completos. Parentes distantes e amigos próximos reuniam-se na casa de Sitis para apoiá-la e ao marido, Jó. Os melhores amigos nascem nos períodos de sequidão e angústia (17.17). Autoridades do Oriente chegavam à casa do infortúnio. Ouvia-se os murmúrios das carpideiras, que se revezavam em seus turnos. Os cancioneiros entoavam suas elegias, e os sábios do Oriente procuravam entender a tragédia humana. Sitis chorava desconsoladamente. A dor e angústia apertavam seu corpo, como se a estivessem comprimindo em um pequeno vaso de cerâmica. Olhava para Jó e se inspirava na fé, piedade e devoção de seu marido. Ele em nenhum momento blasfemou ou se queixou de sua sorte (Jó 1.22). Junto aos sábios do Oriente, ouvia-o dizer: “Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1.21). Todos ouviam, admirados, a fé e perseverança de Jó em Deus. Procuravam algum altar na casa, ou artefatos que materializassem o Deus de Jó, mas nada encontravam. Diferente dos tolos adoradores de ídolos do Oriente, Jó confiava no Deus Invisível, Espírito eterno e imutável em seu ser.

Passados os dias de luto, Sitis e Jó procuravam retomar as atividades diárias. Todavia, sentiam dificuldades de recomeçar. Reconstruir a casa que desabara sobre as crianças era uma dúvida latente. Aquele lugar trazia boas recordações. O lugar que as crianças cresceram e a velha árvore com as marcas de suas brincadeiras traziam lembranças tão vívidas como o vento outonal que derrubava as folhas das árvores e pintavam o chão de tons marrons e cinza. Nada diziam um ao outro, apenas apertavam firmemente as mãos. Todas as palavras foram expressas naquele aperto de mãos. Nunca saberemos exatamente o que disseram. Apesar da tristeza, estavam unidos, apoiando um ao outro.

Alhures, absorto com os últimos acontecimentos, Sitis percebe que pequenas chagas começam alastrar-se sobre o corpo de seu marido. Imediatamente, os melhores médicos são consultados, especialistas na arte da cura entram e saem da casa do patriarca. Sitis se mantém firme cuidando de Jó; tratando das feridas de seu amado; procurando suavizar a dor com as especiarias, óleos de vários gêneros, alguns importados. A chaga se espalha mais ainda, desde a planta do pé até ao alto da cabeça (Jó 2.7). Longe de Jó ela chora, sente as lágrimas quentes caminharem pelas linhas de sua pele até caírem e se desfazerem lentamente ao chão. “Senhor porque me provas?”, murmurava. “Não basta os meus filhos?” “Agora tu queres o meu marido Jó?”, balbuciava. Os médicos diagnosticaram que a doença era maligna, incurável. Erupções e prurido intenso destilavam do corpo de Jó (2.7,8). Os bichos insaciáveis se alimentavam do corpo putrefato (7.5), e os ossos daquele homem forte se desfaziam como torrão de madeira apodrecida (30.17). A pele de Jó perdera toda elasticidade, suavidade e beleza (30.30). Até no sono era atormentado por pesadelos (7.14). Sitis olhava para todo aquele sofrimento. O cheiro dos florais da primavera paulatinamente foi expulso por uma mistura de pus, sangue e carne putrefata. Nem ela mesma conseguia cuidar de seu marido. A praga alastrara por toda casa. Ela gastara as últimas reservas financeiras no tratamento do marido moribundo. Investira todos os seus recursos para curar a Jó, mas a sentença médica era apenas uma: “Nada podemos fazer, só um milagre”. Sitis sofria, inconsolável… A esperança escapava por entre os seus dedos como as águas ribeirinhas. Lembrava dos momentos em que ela era considerada uma mulher bem-aventurada, rica, com filhos e filhas para lhe consolar, um marido próspero que a amava. Mas agora, tudo lhe havia sido tirado, à uma. O que você faz quando a calamidade bate à sua porta e, sem pedir licença, carrega para sua família toda desventura conhecida? A quem você recorre?

Certo dia, Sitis vê o seu marido no meio da cinza com um pedaço de cerâmica raspando as feridas. Olha e um sentimento acre-doce lhe invade a alma aflita. O grande príncipe Jó no monturo da cidade, como um pária. Sitis perde definitivamente a esperança. Aproxima-se do moribundo, sente pena do marido, fecha os olhos, aperta-os e a seguir dispara: “Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus e morre” (Jó 2.9). Nenhum sofrimento pode ser maior do que a confiança e fidelidade a Deus. O Senhor jamais permitirá que sejamos tentados acima de nossas forças. Sitis achava que já havia chegado ao limite.

Assim como os servos de Jó foram preservados da morte para levarem a notícia calamitosa ao patriarca, a esposa parece que fora guardada todo esse tempo para destalingar esse último chicote. Sem o saber, pensando que a morte seria a melhor solução para o marido, Sitis empresta sua boca ao Tentador incitando Jó a se rebelar e amaldiçoar a Deus. O que você faz quando toda a esperança se esgota? Sitis em vez de confiar em Deus acima de todas as coisas; em vez de amar ao Senhor pelo que Ele é, deixou-se levar pelas circunstâncias atrozes, fundamentada em um relacionamento de troca com Deus. Para muitos a morte é a solução para uma vida de infortúnios e desajustes domésticos. Contudo, sempre há uma esperança para aqueles que confiam em Deus.

Jó olha para sua esposa, e a fita com ternura e carinho. Sitis sente o tempo congelar por alguns instantes. Embora o tabernáculo terrestre de Jó estivesse se desfazendo, seu edifício eterno estava preparado por Deus (2 Co 5.1). Os olhos de Jó traziam um brilho vivaz, contagiante, embora todo o restante dissesse o contrário. Lembrava muito o olhar de Jesus quando Pedro o negou. Carinhosamente afirma: “Como fala qualquer doida, assim falas tu; receberemos o bem de Deus e não receberíamos o mal?” (Jó 2.10). O sábio Jó afirmara que sua esposa, em seu desespero e dor, falava como uma pessoa sem entendimento; como alguém que ele não conhecia. Sitis fica desconcertada diante da afirmação do marido. Reflete a respeito do assunto. Lembra das muitas orações de Jó feitas em gratidão ao Senhor. E ali mesmo reconsidera… Cala-se e desaparece do cenário até o final do livro de Jó quando Deus restitui-lhe todas as coisas. Embora não seja mencionada no final do livro, não há razões para se duvidar de sua presença. Ela é a esposa incansável que esteve com o marido nos piores momentos e circunstâncias, mas que, em certo momento, perdeu as esperanças, mas a recobrou através da piedade e devoção de seu marido.

Categorias
Estudos

Países, Reforma y Sola Scriptura

César Vidal Manzanares

La Reforma indispensable (51)

Países, Reforma y Sola Scriptura

El Sola Scriptura ha sido un canal de bendición para las personas y sociedades que han asumido los principios contenidos en la Biblia.

El principio de Sola Scriptura, al que me referí en la entrega anterior, no sólo tiene una relevancia extraordinaria desde un pensamiento que cree que “Ecclesia reformata semper reformanda” (La iglesia reformada ha de seguir reformándose siempre) sino que, históricamente, ha dado lugar a consecuencias de enorme y positiva relevancia.
La sola Scriptura no sólo deja de manifiesto, por ejemplo, que Dios contempla el culto a las imágenes como una abominación (Éxodo 20: 4 ss; Deuterenomio 5: 8 ss) o que cualquier mediación aparte de la de Cristo es inaceptable desde una perspectiva cristiana (I Timoteo 2: 5).
También proporciona principios para vivir la existencia cotidiana hasta sus mínimos detalles.
Una sociedad que piensa sobre la base de los principios contenidos en la Escritura acaba siendo más robusta, más sana y más próspera que aquellas que decidieron asumir junto con elementos de la Biblia otros que derivan de distintas procedencias.
Los ejemplos que podría aducir al respecto son muy numerosos y si alguien está siguiendo la serie que desde hace medio año llevo escribiendo en www.libertaddigital.com  comprobará que así es.
Los ejemplos, como ya he dicho, son muy numerosos, pero permítaseme dar algunos.
La Escritura muestra que Adán trabajó antes de la Caída porque el trabajo no es un castigo de Dios sino algo unido a la naturaleza humana (Génesis 2: 15). Una sociedad basada en la Biblia –como las que abrazaron la Reforma– ha conservado ese principio incluso en una forma secularizada mientras que las sociedades católicas nunca han llegado a desarrollar esos puntos de vista.
La Escritura muestra que el ser humano está caído en el pecado lo que da un carácter diabólico incluso al poder político (Lucas 4: 5-8). Las sociedades basadas en el Sola Scriptura de la Reforma intentaron por ello crear un sistema de división de poderes –origen de la democracia moderna– ya que sabían que el poder absoluto sólo implicaría un mal absoluto. Las sociedades que no abrazaron la Reforma nunca han llegado a comprender ese punto de vista y, especialmente en las católicas y ortodoxas se ha tendido hacia formas dictatoriales de poder ya sea hacia la izquierda o hacia la derecha.
La Escritura muestra que existe un mandato de dominar el cosmos (Génesis 1: 28) que, en las naciones que abrazaron la Reforma, dio como resultado el inicio de la revolución científica nacida del ansia de saber. Por el contrario, las naciones católicas tuvieron mucho más interés en mantener la ortodoxia eclesial que en avanzar científicamente. Mientras Galileo era procesado por la Inquisición, en Inglaterra, por ejemplo, Bacon trazaba un sistema científico que todavía dos siglos después el p. Feijoó estaba intentando introducir infructuosamente en España.
Basta ver los listados de premios Nobel en ciencias para percatarse de que los protestantes y los judíos son insuperablemente más numerosos que los miembros de otras confesiones incluidos los católicos.
La Escritura exige saber leer y escribir para adentrarse en sus contenidos. Que a nadie le extrañe que el porcentaje de analfabetos en naciones protestantes haya sido siempre muy inferior al de las católicas que han sufrido esa circunstancia como una lacra hasta bien entrado el siglo XX.
La Escritura incide en valores como el ahorro, la frugalidad y el buen uso del dinero que repercutieron más que positivamente en el desarrollo del capitalismo y con él de la prosperidad en las naciones que abrazaron la Reforma.
A día de hoy no hace falta que diga qué naciones son una carga para la Unión Europea, pero no deja de ser revelador que ni una sola de ellas –Irlanda, Portugal, España, Italia y Grecia– abrazara en el pasado la Reforma y todas salvo una sean de pasado espesamente católico .
Semejante circunstancia escuece sobre manera en ciertos ámbitos, pero los hechos no pueden ser negados.
Por supuesto, podría aducir otros ejemplos de las consecuencias del seguir la Sola Scriptura como la creación de una justicia imparcial, el rechazo del nepotismo, el respeto por la propiedad privada o el repudio de la mentira.

Cultura protestante, católica y crisis (C. Vidal)

César Vidal trata la serie que escribe en Libertad Digital sobre países europeos, cultura religiosa y crisis, y la ola de comentarios y críticas de algunos sectores católicos “rancios”. Una entrevsta de Daniel Oval.

El Sola Scriptura ha sido un canal de bendición para aquellas personas y aquellas sociedades que han asumido los principios contenidos en la Biblia. Por el contrario, su abandono ha sido raíz indudable de maldición para aquellas naciones que decidieron mezclar en su vida los principios bíblicos con otros. Basta echar un vistazo a las naciones de Hispanoamérica o de la Europa católica para verlo con una claridad innegable . No sólo eso. Basta recorrer la Historia de esas naciones para darse cuenta de que, desprovistas de esos principios, los períodos de prosperidad son efímeros y reversibles por la sencilla razón de que no se ha construido nunca sobre la roca sino sobre arena.
Hace unas semanas, un hermano al que conozco hace más de treinta años y que me ayudó extraordinariamente en el primer año posterior a mi conversión me llamó por teléfono. Comentamos entre otras cuestiones la crisis económica por la que atraviesa España y, en un momento determinado de la conversación, me dijo: “En lugar de estar pidiendo, los evangélicos tendríamos que estar ahora ofreciéndonos para trabajar gratis por España y ayudarla a salir de la crisis. En lo que fuera… aunque fuera los sábados limpiando las calles los sábados…”. Ignoro si este hermano lo sabía, pero por su boca salía un espíritu de sacrificio que no se encuentra en las culturas no nacidas de la Reforma, pero que ha estado presente en las que relacionadas, siquiera sociológicamente, con la Biblia. Basta recordar a aquellos obreros alemanes que entregaban gratis su trabajo para levantar a su devastada nación tras la Segunda guerra mundial. Sin duda, muchos de ellos no eran creyentes, pero en su psicología había quedado grabada una serie de principios bíblicos que explican, por ejemplo, por qué Alemania no está pasando los sudores de Italia, Irlanda, Portugal o España. Y los ejemplos podrían ser muchos más. En la Suecia de sociología protestante, los sindicatos se han opuesto siempre con uñas y dientes a que los funcionarios fueran vitalicios porque consideraban que eso les confería un trato injustamente privilegiado. Plantéese en España e Italia no sólo que desaparezca ese carácter vitalicio sino, simplemente, que se controle el dinero que sale de los bolsillos de los contribuyentes para mantener a esos mismos sindicatos y tendremos manifestaciones de protesta.
Me consta que algunos piensan que el simple crecimiento eclesial, el aumento de conversiones o el desplazamiento –auténtica desbandada– de la iglesia católica en determinadas naciones es garantía para el futuro. No es así. La bendición sólo está asegurada cuando la Sola Scriptura se convierte en un principio vital de multitud de personas que muestran a una sociedad como comportarse en los buenos y en los malos momentos y no que simplemente se adaptan a la realidad general y a sus valores –no pocas veces procedentes de manera directa de la influencia secular de la iglesia católica- aunque creyendo en distintos dogmas .
Si, verdaderamente, alguien desea la bendición para si y para sus hijos, para su nación y para la sociedad en que vive, sólo tiene una salida que es la de amoldar su existencia a la enseñanza de la Sola Scriptura (Deuteronomio 4: 40). Sustituir esa regla de vida y fe por las enseñanzas de hombres que además han tenido la osadía de colocarse en lugar de Dios como si el Altísimo necesitara vicarios, sólo ha traído maldición a los pueblos.
Continuará

Autores: César Vidal Manzanares ©Protestante Digital

27-5-16-a 006

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasi Presidente1 da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.1
Categorias
Estudos

Falsos ensinos a respeito de Jesus : Mórmons

Por bereshit

 

Falsos ensinos a respeito de Jesus – Mórmons

Em Gálatas 1:8 está escrito: “Mas, se alguém, mesmo que sejamos nós ou um anjo do céu, anunciar a vocês um evangelho diferente daquele que temos anunciado, que seja amaldiçoado” (Bíblia NTLH). Neste estudo, irei tratar sobre as crenças dos mórmons a respeito do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Como vocês poderão ver adiante, as doutrinas mórmons não condizem com as Sagradas Escrituras e constituem grandes absurdos teológicos. Tudo que os mórmons ensinam sobre o Senhor Jesus constitui um evangelho totalmente diferente daquele que temos em nossas Bíblias.

Em primeiro lugar, vale salientar que os mórmons adotam como regra de fé e prática, um livro chamado “Livro de Mórmon”, além da Bíblia, é claro. E é exatamente aí que está o problema: os mórmons creem que o “Livro de Mórmon” é a Palavra de Deus, do mesmo modo que a Bíblia Sagrada. Eis o que eles dizem a respeito disto: “Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus até onde for traduzida corretamente: cremos que o Livro de Mórmon também é a Palavra de Deus” (Declaração de Fé, artigo n° 8).

Tudo isto é um absurdo. Somente a Bíblia Sagrada é a verdadeira Palavra de Deus. Inclusive, a própria Bíblia nos adverte que nada pode ser tirado ou ACRESCENTADO às Sagradas Escrituras, como podemos ver em Apocalipse 22:18,19 que diz: Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém LHES ACRESCENTAR ALGUMA COISA, DEUS LHES ACRESCENTARÁ AS PRAGAS QUE ESTÃO ESCRITAS NESTE LIVRO; E SE ALGUÉM TIRAR QUALQUER COISA DAS PALAVRAS DO LIVRO DESTA PROFECIA, DEUS LHE TIRARÁ A SUA PARTE DA ÁRVORE DA VIDA, E DA CIDADE SANTA, QUE ESTÃO DESCRITAS NESTE LIVRO”. Como podemos ver, a Bíblia já está completa e não há necessidade de se acrescentar informação alguma à Palavra de Deus. A Bíblia NÃO precisa ser complementada por nenhum outro livro religioso, nem mesmo pelo Livro de Mórmon. Em resumo: o Livro de Mórmon é um “lixo teológico” que não tem e nunca terá o mesmo valor das Escrituras Sagradas (a Bíblia).

Falando em “lixo teológico”, olha o que os mórmons ensinam sobre salvação:

•“Nenhum homem que rejeita o testemunho de Joseph Smith pode entrar no reino de Deus” (Doutrinas da Salvação, Vol. I, p. 190).

Isto também é um grande absurdo, pois, o único que nos conduz a vida eterna é Jesus. NÃO NECESSITAMOS DE NINGUÉM ALÉM DE JESUS PARA SERMOS SALVOS. QUEM NOS DÁ VIDA ETERNA É JESUS E NÃO UM PECADOR CHEIO DE FALHAS, COMO FOI O CASO DE JOSEPH SMITH (FUNDADOR DO MORMONISMO). JESUS É O ÚNICO CAMINHO E NÃO HÁ OUTRO; É ISTO QUE A BÍBLIA NOS ENSINA, COMO PODEMOS VER ABAIXO:

Em João 14:6 está escrito: Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o Caminho, e a Verdade, e a Vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

Em Atos 4:12 está escrito: E em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos. Prestaram atenção neste versículo? Esta passagem diz o seguinte: SALVAÇÃO SÓ EM JESUS.

Tem mais: os mórmons dizem que a salvação vem pelas obras. Vejamos o que a Bíblia diz a respeito disto:

Em Efésios 2:8,9 está escrito: porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; NÃO VEM DAS OBRAS para que ninguém se glorie.

Em Tito 3:5 está escrito: NÃO EM VIRTUDE DE OBRAS DE JUSTIÇA QUE NÓS HOUVÉSSEMOS FEITO, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou mediante o lavar da regeneração e renovação pelo Espírito Santo.

Como pudemos ver nestes dois versículos acima, a Bíblia é enfática em dizer que a salvação é por meio da fé em Jesus Cristo e não através de boas obras, como ensinam os mórmons.

E no que diz respeito a Jesus, o que creem os mórmons?

•Para os mórmons, Jesus e Lúcifer (o diabo) são irmãos, senão vejamos:

“Lúcifer, o filho da alva, é nosso irmão mais velho e o irmão de Jesus Cristo” (Doutrina Mórmon).

Mas que absurdo sem tamanho é este. Jesus é Deus, o Criador do universo; já Satanás é apenas uma criatura. De forma nenhuma Satanás poderia ser irmão de Jesus. Jesus é o Todo-Poderoso Deus, Salvador da humanidade. Já Satanás é um derrotado que futuramente será lançado no lago que arde com fogo e enxofre e lá ficará por toda a eternidade, como podemos ver em Apocalipse 20:10 que diz: E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados pelos séculos dos séculos.

Os mórmons ensinam que Deus Pai teve relações sexuais com Maria para que pudesse gerar fisicamente Jesus. Olhem o que os mórmons dizem a respeito disto:

“Quando a virgem Maria concebeu o menino Jesus, o Pai o havia gerado à sua semelhança. Ele não foi gerado pelo Espírito Santo…Jesus, o nosso irmão mais velho, foi gerado na carne pelo mesmo indivíduo que se achava no jardim do Éden e que é o nosso Pai Celestial” (Revista de Discursos, Vol. I, PP. 50 e 51 e Princípios do Evangelho, PP. 9,15, 16, 54, 57).

Mas que grande absurdo. Jesus não foi gerado por meio de uma relação sexual. Quem gerou Jesus, no ventre de Maria, FOI O ESPÍRITO SANTO, conforme o que está em Mateus 1:18, que diz: Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, ANTES DE SE AJUNTAREM, ela se achou ter concebido do Espírito Santo.

Mais claro do que isto é impossível, não é mesmo?

Para terminar, eu gostaria de dizer o seguinte; eu não tenho nada contra os nossos irmãos mórmons. Todos os adeptos do mormonismo são vidas valiosas aos olhos de Deus e devem ser tratados com todo o respeito. No entanto, respeitar não significa concordar. Eu fiz este estudo com o intuito único de demonstrar o quão absurdas são as crenças dos mórmons a respeito de Jesus. Espero que vocês tenham gostado deste texto e até o próximo estudo, se Deus assim quiser.

27-5-16-a 006

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.