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José de Abreu assume bissexualidade e deixa recado para religiosos no Twitter

 

Por Natalie Neris | Correspondente do The Christian Post

  O ator José de Abreu, o Nilo da novela ‘Avenida Brasil’, conhecido na internet também por ser um dos mais polêmicos em sua página no Twitter, polemizou por suas declarações acerca de sua opção sexual.

  • José de Abreu

    (Foto: divulgação/tv globo/ Raphael Dias)

    Ator

 

Apesar de normalmente se destacar em assuntos políticos, Abreu de 68 anos de idade, dessa vez o ator global chocou assumindo a bissexualidade e finalizando com um recado aos religiosos.

“Eu sou bi-sexual, e daí? Posso escolher quem eu beijo?”, disse ele, na última terça-feira, através da rede social, em sua defesa aos homossexuais.

"Tenho que ser igual aos outros? Tem dias que prefiro homens, tem dias que prefiro mulheres. Tenho que mudar?" postou José.

"Em 1989, me apaixonei por uma bi. Ficamos juntos e resolvemos "tentar". Durou 9 anos nossa relação. Seu último namoro tinha sido uma mulher", relatou acerca do início de sua experiência.

"Eu me relaciono com pessoas, não com rótulos: gay, homo, hetero, sexualidade, sexualismo, opção sexual, tô andando. Se há amor ou tesão, foi", explicou.

 

José de Abreu se mostrou contra a homofobia e deu recado aos religiosos que pregam amor ao próximo.

"Acho o suprassumo da caretice dividir o mundo entre gays e não gays. Ninguém me ensinou a amar assim. Aprendi a amar na Igreja”, criticou.

"Sou artista, tenho compromisso apenas com minha arte. Só a ela devo respeito. Às estruturas sociais, não devo", finalizou o ator.

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Pastor preso no interior de Goiás diz que seu órgão genital era ‘abençoado’

 

Por Cassiany de Paula | Repórter do The Christian Post

Um pastor chocou a comunidde evangélica no município de Aporé, Goiás. O pastor Valdecir Picanto Sobrinho foi preso em flagrante no município sob a acusação abusar sexualmente das mulheres, alegando ter o seu órgão genital abençoado.

  • Pastor é preso por agressão

    (Foto:Divulgação)

    “Ele nos convencia de que Deus só entraria em nossa vida pela boca e por isso nós deixávamos ele fazer o que fazia. Muitas vezes, após os cultos, o Pastor Valdecir nos levava para um terreno nos fundos da igreja e pedia para a gente fazer oral nele até o espírito santo aparecer por meio da ejaculação”, completa uma das jovens abusadas.

Valdecir, que também chegou a abusar sexualmente de algumas idosas que frequentavam a igreja, afirma que teve um encontro com Jesus em um bordel da cidade. Ele afirma que ele recebeu a missão de “distribuir o leite sagrado” por onde pregava o Evangelho, começando pela sua própria Assembléia de Aporé.

“Vocês estão prendendo um servo do Senhor e ainda se arrependerão disso. Espero poder continuar com meu belíssimo trabalho dentro da prisão”, diz Valdecir.

Segundo a delegada responsável pelo caso, Denise Pinheiro, o pastor foi pego em flagrante momentos antes em que o acusado passava seu órgão genital no rosto de uma comerciante local. No momento do flagra, Valdecir prometia à comerciante ter sucesso em seu negócio, isto é, se ela deixasse ser render pelo líquido divino.

“Quando autuamos o senhor Valdecir, ele não ofereceu resistência e ainda perguntou se eu queria fazer parte do reino dos céus durante o trajeto para a delegacia. Ele não tem vergonha de tais atos e acha tudo a coisa mais normal do mundo”, disse Denise.

 

O Pastor foi liberado após prestar depoimento.

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Ter fé, mas sem religião, eleva risco de transtornos

folha.com

DE SÃO PAULO

Pessoas espiritualizadas, mas que não seguem uma religião formal, são mais propensas a sofrerem de transtornos mentais do que ateus e religiosos "tradicionais".

O trabalho, feito pelo University College London e publicado no "British Journal of Psychiatry", entrevistou 7.400 pessoas na Inglaterra, das quais 35% seguiam uma religião, 19% eram espiritualizadas e 46% não eram uma coisa nem outra, ateus e agnósticos.

Os espiritualizados não religiosos tiveram um risco 77% maior de abusar de drogas. Eles também foram muito mais propensos a sofrer de transtornos alimentares, fobias e neuroses.

Os autores do artigo, liderados pelo professor Michael King, reconhecem que são necessários outros estudos para realmente destrinchar e explicar essa relação entre os espiritualizados e os transtornos mentais.

Eles, no entanto, sugerem uma explicação, mesmo que parcial, para o fenômeno: a falta da estrutura de uma religião formal na busca espiritual pode deixar os crentes mais vulneráveis aos problemas mentais.