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Antioquia: berço do Cristianismo é hoje abrigo de refugiados de guerra

 

PorNatalie Neris | Correspondente do The Christian Post

Antakya na Turquia, país vizinho da Síria, é a cidade que mais atualmente recebe os refugiados da Síria. A cidade é conhecida pelos religiosos por ter acolhido os primeiros cristãos e tem mais de 2.300 anos.

  • síria

    (Foto: Reuters)

    Refugidos sírios na Jordânia.

 

Na encosta de uma montanha da cidade, uma simples caverna é considerada o berço do cristianismo. Aqueles que queriam seguir os ensinamentos de Jesus se reuniam neste local para orar, numa época em que eram muito reprimidos.

Conhecida antigamente como Antioquia, a Antakya atualmente recebeu recentemente cerca de 100 mil sírios refugiados da guerra e do regime do ditador Bashar Al-Assad.

O recebimento dos refugiados provocou protestos anti-guerra na cidade fronteiriça da Turquia, contra a interferência do governo turco no conflito civil da Síria. Cerca de 5 mil manifestantes protestaram na praça no centro de Antakya.

Eles reivindicaram ao governo que deixem o apoio às forças rebeldes da Síria e proíbam o acampamento de refugiados no país. Para controlar o protesto, mil policiais conseguiram dispersar os manifestantes.

O manifesto surtiu efeito. Na última terça-feira, o portal internacional de notícias CNN divulgou que a polícia turca foi de casa em casa de Antakya e deu ultimato aos refugiados sírios.

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"Eu não estava em casa, mas minha esposa estava, ele fizeram ela assinar um papel para evacuar-nos desta casa dentro de quatro dias" disse um refugiado que não divulgou o nome ao portal.

"Estamos tentando orientar e sugerir que as pessoas se desloquem para cidades próximas ou diferentes", disse um oficial turco, que não pediu a ser nomeado, porque ele não estava autorizado a ser entrevistado pela imprensa.

Oficialmente, mais de 90 mil refugiados vivem em uma rede de campos espalhados ao longo de longa fronteira da Turquia com a Síria. Diplomatas turcos estimam que há outros 50 mil oficiais refugiados sírios que vivem na Turquia fora dos campos.

Porém no início da semana, a agência de refugiados das Nações Unidas informou que passou de 300mil o número de refugiados sírios em países vizinhos

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Obispo paraguayo no quiere que niños católicos vayan a colegios evangélicos

Paraguay, Monseñor Livieres

 

Obispo paraguayo no quiere que niños católicos vayan a colegios evangélicos

Monseñor Rogelio Livieres, junto al presidente Federico Franco (Foto: ABC color, Paraguay)

Monseñor Rogelio Livieres prefiere que los niños católicos estudien es escuelas “neutras, aunque vacías de Cristo” antes que en instituciones protestantes o evangélicas.

08 DE OCTUBRE DE 2012, ASUNCIÓN (PARAGUAY)

“Los católicos no pueden enviar a sus hijos a escuelas protestantes o evangélicas”, señala el comunicado hecho público y firmado por monseñor Rogelio Livieres  de la diócesis de Ciudad del Este .
Argumenta que el pedido obedece a una “preocupación por la carencia de una adecuada formación espiritual”, al tiempo de lanzar la advertencia de que las instituciones protestantes utilizan estrategias de marketing tan dudosas  como la “educación bilingüe u otros plus” para atraer a los católicos.
“Las escuelas protestantes desdibujan la fe católica, esto es, la fe en la Iglesia, la santidad del sacerdocio y de los sacramentos, y la devoción a la Madre de Dios, la Virgen María”, expresa.
Ante esta situación sostiene que es mucho mejor ir a escuelas neutras. “Las escuelas neutras, aunque vacías de Cristo, no socavan la fe en la Iglesia,  y dejan que la catequesis parroquial supla sus deficiencias”, indican.
Advierte además que “un estudiante se gradúe habiendo perdido la fe en la Iglesia fundada por Jesucristo o en Nuestra Santísima Madre deja secuelas cuasi irreversibles, causando un daño irreparable en su espiritualidad”.

Fuentes: ABC

Editado por: Protestante Digital 2012