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O Cristão pode beber vinho?

Por Djalma Gomes

Este é um assunto muito polêmico, pois a maioria dos cristãos acham que quem defende o ingestão de vinho, está querendo mesmo é beber cerveja, queridos… não estou aqui para defender ou não o ato de se beber vinho, mas para esclarecermos este assunto pois vivemos em meio a uma sociedade e devemos estar sempre prontos para responder aos questionamentos desta sociedade. Antes de mais nada vejamos alguns versículos … Mateus, 11:19
“Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizem: Eis aí um comilão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores. Entretanto a sabedoria é justificada pelas suas obras.”
Lucas, 7:34
“veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizeis: Eis aí um comilão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores.”
Estas passagens mostram que Jesus bebeu vinho, mas não que ele se embriagasse de vinho, naquela época era costume geral se beber vinho em festividades e ceia. e não há passagem bíblica que condene o ato de se beber vinho exceto em dois casos que veremos abaixo.
Romanos, 14:21
“Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outra coisa em que teu irmão tropece.”
O primeiro é o que vemos nessa passagem. Mesmo sabendo que o fato de beber vinho não influencia em nada na minha, somos aconselhados a não fazer quando isso implica em escândalo a alguém, ai cabe o bom senso para os cristãos, sempre é bom se abster para não entrar em contenda com os outros irmãos, sempre que possível ser o pacificador na discussão
Efésios, 5:18
“E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito,”
O segundo ponto é este. A pessoa beber no intuito de embriagar-se é considerado como pecado assim com exagerar ao comer (gula), no versículo acima podemos ver que é na embriaguês com vinho que há devassidão, quando evitamos a embriaguês evitamos a devassidão e assim evitamos o pecado
1º Timóteo, 3:8
“Da mesma forma os diáconos sejam sérios, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância,”
Aqui nos podemos ver que era costume mesmo daquela época o beber vinho. Paulo citando as características dos que virem a exercer o Diaconato deixa claro quando diz “não dados a muito vinho” que o exagero é condenado principalmente aos que exercem cargos na igreja pois devam ser exemplo dos fiéis, mas note que ele não diz para não beber, mas para não usar de exagero pois sabe que o exagero o deixará embriagado e é pecado.
1º Timóteo, 5:23
“Não bebas mais água só, mas usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades.”
Aqui Paulo diz a Timóteo para que beba um pouco de vinho por causa de sua enfermidade. Naquela época o vinho por ser fermentado era usado até mesmo em ferimentos para lavar e livrar de se ter uma infecção.
Conclusão: Beber vinho não é pecado. Eu não bebo, (nem estou escrevendo isso para justificar um futuro alcoolismo, rsrsrs), mas fiz questão de escrever isso para esclarecer o assunto, pois conheço muita gente que leva a dois extremos , os que chamam os que bebem vinho de Cachaceiros (lembrem se Jesus bebia vinho…) e arrumam até teorias que o vinho que Jesus bebia não era alcoólico, e o que ele multiplicou não era alcoólico, sinto muito decepcioná-los, era alcoólico sim… E outros que defendem o vinho, pois é a coisa mais fácil de comprar no mercado e de se embriagar em casa, longe dos olhos “preconceituosos” dos irmãos. Cuidado queridos, esta pode ser uma porta para que venham outras bebidas, e não precisamos ser Cristãos para saber que bebida alcoólica pode matar. Á pouco fiquei sabendo que um irmão que considero muito como um homem trabalhador na obra de Cristo, começou a beber vinho, e hoje ele e seus filhos estão dominados pelo vício do alcoolismo. Sejamos de pouco vinho e se formos de “nenhum vinho” não faz diferença nenhuma.obrigado Daniel – DF pelos versículos
Caro amigo.
Parabéns pela palavra sábia.
Vivemos em época diferente, contudo, costumes são costumes em qualquer época. Quando a pessoa que é dependente de bebida forte torna-se cristã. Ela deixa de ser dependente da quimica e passa a ser dependente de Cristo.  Por causa do mal que fazia a sua vida a dependência química, essa pessoa torna-se averssa a sua vida anteriror e tem horror à bebida.
É exatamente que falas com o texto. A Bíblia não proíbe o beber vinho, mas a embreaguez.  Com isso, nem a Bíblia nem a igreja evangélica está autorizando as pessoas a beberem.
Bem para que o bispo, pastor, presbítero, diácono, ou qualquer outra nomenclatura para ministério, seja nomeado, eleito, consagrado, ordenado para o ministério, se ele antes de ser encarregado for um dependente de bebida forte, nunca será conduzido a esse ministério.
seria como dizer. Após assumir o ministério eu para com a bebida.   isso não funciona. O melhor então é aconselhar aos mebros das igrejas e aqueles que deseja ingressar na mesma, que sejam moderados e evitem a bebida. não existe diferença de beber em uma festa pública, restaurante ou bar. Se desejarem degustar uma bebida que sejam bem discretos para não provocar escândalos e nem passar vergonha.
Imaginemos a página de jornal, rádio TV, relatando> Pastor é parado numa blits e não passou no teste do bafômetro, ou então evangélico provoca acidente por estar embriagado. Líderes religiosos vão para cadeia após reunião da convenção, presbitério, por brigarem, pois todos estavam bebabos (Trebabos). KKKKKK

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El ecumenismo católico define la Reforma protestante como ‘pecado’ y ‘fracaso’

Cardenal Koch

 

El ecumenismo católico define la Reforma protestante como 'pecado’ y ‘fracaso’

El Presidente del Consejo para la Unidad de los Cristianos participó en el Sínodo de la Iglesia Luterana de Alemania, en los preparativos de celebración de los 500 años de la Reforma protestante en 2017.

05 DE NOVIEMBRE DE 2012, ALEMANIA

El Cardenal Koch, Presidente del Consejo Pontificio para la Unidad de los Cristianos, sigue hablando de lo que entiende como “ecumenismo” sin ambigüedades, sin medias tintas, lo que seguro que agradecen muchos protestantes.
En junio de este año ya fue muy claro refiriéndose a la reforma protestante, diciendo que “no podemos celebrar un pecado , los acontecimientos que dividen a la Iglesia no pueden ser llamados un día de fiesta”. Lo más positivo que opinó el cardenal fue etiquetar este evento histórico como un día que hay que recordar, pero no celebrar.
En aquella ocasión concluyó que le gustaría asistir -en lugar de a una celebración de la memoria de la Reforma protestante- a una reunión en la que las confesiones reformadas pidieran disculpas y reconociesen sus errores .
Las reacciones no fueron especialmente entusiastas entre quienes se habían creído el ecumenismo católico como un diálogo y acercamiento, y sí con cierta sorna por los muchos que siempre han visto el ecumenismo católico como “la unidad del lobo que quiere devorar al cordero para poder llegar a ser uno”, en palabras de José Cardona, primer secretario ejecutivo de la Federación evangélica española (Ferede).
NUEVAS DECLARACIONES "ECUMÉNICAS"
El pasado 2 de noviembre el cardenal Koch participó en el Sínodo General de la Iglesia Luterana Unida de Alemania (VELKD) , que está al cargo de los preparativos de la celebración de los 500 años de la Reforma protestante en 2017.
Dos días después del simbólico 31 de diciembre, que recuerda el inicio de la Reforma en todo el mundo, delante de aquellos con quienes busca la unidad declaró que “ la separación de las iglesias protestantes de la Iglesia no es una expresión de éxito, sino el fracaso de la Reforma . Los reformadores no querían nuevas iglesias, más bien la reforma de la Iglesia Católica”.
Terminaron las sesiones con propuestas para que la Iglesia asentada en el Estado Vaticano y la Federación Luterana Mundial promuevan el ecumenismo con las iglesias pentecostales, algo que no parece fácil en la línea que está marcando tan claramente el cardenal Koch.
Además de ver la Reforma como un fracaso, concluyó Koch planteando esta otra cuestión a sus oyentes, y de paso a todo evangélico o protestante que quiera ecumenismo con Roma: hay que elegir entre «considerar la Reforma como una ruptura con la tradición universal (católica) o en continuidad con la tradición».
Por si no había quedado claro, o a mayor satisfacción del Cardenal Koch, afirmó que el ministerio de los obispos proviene de la sucesión apostólica, un elemento clave de eclesiología de la ICR y del que se derivan otros muchos aspectos que separan la doctrina católica de la protestante, y del que con optimismo espera «una declaración conjunta en los próximos 30 años».
RESPUESTA PROTESTANTE
En la réplica el obispo luterano Heinrich Bedford-Strohm (Munich) tampoco se quedó en medias tintas y le preguntó si no pensaba que la Iglesia del Vaticano no debería pensar en reformarse en su camino hacia la unidad.
En este aspecto, remarcó que «es necesario reflexionar juntos sobre la base de la iglesia apostólica primitiva» y no sobre los fundamentos del catolicismo romano.

Fuentes: Infocatólica

Editado por: Protestante Digital 2012

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Variação do DNA humano se aproxima da linha temporal bíblica

 

Nova pesquisa mostra que a variação genética dos humanos começou há cinco mil anos

por Leiliane Roberta Lopes

 

Um estudo publicado na revista Science pode comprovar a verdade Bíblica do Dilúvio e da diversificação acelerada dos seres humanos depois desse episódio. Isso porque a pesquisa mostra que a variação do genoma humano começou há aproximadamente 5 mil anos atrás.

Os cientistas já sabiam que cada pessoa é distinta da outra, com exceção dos gêmeos idênticos, mas o que eles quiseram descobrir com essa nova pesquisa era quando essa distinção começou. Para isso foram analisadas as sequenciais do DNA de 15.585 regiões genéticas codificadas de proteínas do genoma humano.

Esse material genético foi retirado de 1.351 americanos com descendência europeia e 1.088 com descendência africana. Com esses dados em mãos a equipe pode então examinar o percurso da variação genética através do tempo, dando como resultado a seguinte frase: “O limite máximo provável para o crescimento acelerado foi há 5,115 anos atrás”.

Para quem defende a Terra tem milhões de anos fica a pergunta: Por que com tantos milhões de anos a diversificação genética dos humanos só passou a acontecer nos últimos 5.000 anos?

Enquanto os defensores da evolução das espécies tentam encontrar uma resposta, a pesquisa aproxima o fato com os relatos sobre a história de Noé que aconteceu há cerca de 4.500 anos, se ajustando ao tempo máximo que os pesquisadores estimam.

Com informações Darwinismo