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Obispo paraguayo no quiere que niños católicos vayan a colegios evangélicos

Paraguay, Monseñor Livieres

 

Obispo paraguayo no quiere que niños católicos vayan a colegios evangélicos

Monseñor Rogelio Livieres, junto al presidente Federico Franco (Foto: ABC color, Paraguay)

Monseñor Rogelio Livieres prefiere que los niños católicos estudien es escuelas “neutras, aunque vacías de Cristo” antes que en instituciones protestantes o evangélicas.

08 DE OCTUBRE DE 2012, ASUNCIÓN (PARAGUAY)

“Los católicos no pueden enviar a sus hijos a escuelas protestantes o evangélicas”, señala el comunicado hecho público y firmado por monseñor Rogelio Livieres  de la diócesis de Ciudad del Este .
Argumenta que el pedido obedece a una “preocupación por la carencia de una adecuada formación espiritual”, al tiempo de lanzar la advertencia de que las instituciones protestantes utilizan estrategias de marketing tan dudosas  como la “educación bilingüe u otros plus” para atraer a los católicos.
“Las escuelas protestantes desdibujan la fe católica, esto es, la fe en la Iglesia, la santidad del sacerdocio y de los sacramentos, y la devoción a la Madre de Dios, la Virgen María”, expresa.
Ante esta situación sostiene que es mucho mejor ir a escuelas neutras. “Las escuelas neutras, aunque vacías de Cristo, no socavan la fe en la Iglesia,  y dejan que la catequesis parroquial supla sus deficiencias”, indican.
Advierte además que “un estudiante se gradúe habiendo perdido la fe en la Iglesia fundada por Jesucristo o en Nuestra Santísima Madre deja secuelas cuasi irreversibles, causando un daño irreparable en su espiritualidad”.

Fuentes: ABC

Editado por: Protestante Digital 2012

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Programa Amor & Sexo traz polêmico pastor presbiteriano para opinar sobre homossexualismo

 

Líderes de outras três religiões também mostraram suas opiniões a respeito do homossexualismo

Julio Severo

Durante o programa Amor & Sexo da última quinta-feira (4 de outubro) quatro líderes representantes de religiões diferentes participaram dos quadros onde um artista decidiria algumas atitudes que teria se fosse homossexual enquanto os religiosos teriam a oportunidade de dar nota e falar sobre como enxergam cada um desses fatos.

Alexandre Borges no Amor e Sexo

No segundo quadro do programa da TV Globo, o ator Alexandre Borges interpretou papel de um homossexual que, junto com seu parceiro, adotou um menino. O script da Globo colocou o personagem na posição, diante do público, de responder ao menino adotado se a relação homossexual era aprovada por Deus. O personagem gay, interpretado por Alexandre, explicou para o menino que “dois homens estavam desempenhando o papel de pai e mãe que essa era a realidade dele, independente de religião”.

Nesse ponto, ficou claro que a meta do programa era mostrar que, independente das religiões e do tipo de relação sexual dos adotantes, o importante era transmitir que duplas gays adotam com amor.

A resposta dos religiosos presentes incluiu comentário do pai-de-santo Ivanir dos Santos, que aprovou a resposta que o personagem gay deu para o menino. A aprovação de Santos não foi anormal, considerando que as religiões afro-brasileiras e seus guias espirituais aceitam muito bem as práticas homossexuais.

O padre Juarez de Castro também aprovou, explicando sua visão: “O último código canônico diz que a maior lei será sempre o amor”. A aprovação do padre é de espantar, considerando as posturas públicas claras do Vaticano contra o homossexualismo e adoção de crianças por duplas gays.

A resposta do Rev. Marcos Amaral, de acordo com a Globo, foi igualmente de espantar. Ele deu nota máxima às palavras do personagem gay para o menino, e disse: “Apesar dos nossos dogmas, a igreja não pode se fechar. Uma coisa é a nossa visão confessional e outra coisa é a nossa visão existencial. Não podemos demonizar pessoas”.

Esta não é a primeira vez que o Rev. Marcos, da IPB de Jacarepaguá, se envolve em polêmica. Conforme denúncias que o Blog Julio Severo vem fazendo desde 2008, o pastor presbiteriano tem se aliado ao pai-de-santo Ivanir dos Santos em iniciativas governamentais de combate à intolerância religiosa. Embora o título das iniciativas seja genérico, como se aplicando a todas as religiões, o alvo verdadeiro é proteger e promover as religiões afro-brasileiras e suas práticas em todos os cantos da sociedade.

Amaral, que hoje é um queridinho da Globo e outras mídias de destaque, mais uma vez mostrou publicamente que está à altura de uma babilônica união religiosa ao fazer a mesma coisa que seu colega pai-de-santo fez: dar nota máxima ao quadro de um menino vivendo numa atmosfera de abuso psicológico e até físico de uma dupla gay.

Fonte: www.juliosevero.com