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“Porque somos contra o voto de cajado”, do missionário Caio Marçal para o Blog do Fale:

 

Estamos numa época realmente importante da vida política brasileira, pois chegou o tempo das eleições municipais. Sim, embora política não seja algo que se faça apenas em época de pleito eleitoral, apesar dos escândalos envolvendo autoridades escolhidas para gerirem o estado terem causado nojo e fomentado o desejo de grande parte de nossa gente a querer distância desse tema, apesar de tudo isso, cremos que a conquista do voto num país que por algumas vezes viveu longos períodos de ditadura, deve ser visto como uma avanço para nosso país.

Com o apoio da Rede FALE (cristãos que oram e agem em favor da Justiça), o grupo do Fale RJ começou a campanha “FALE contra o Voto de Cajado”, que tem como foco sensibilizar os cristãos quanto ao mau uso que alguns líderes religiosos fazem de suas funções para favorecer determinado candidato ou partido.

Agora, por que estamos realmente preocupados com isso? Será que não é perda de tempo fazer esse debate e simplesmente deixar “o circo pegar fogo”? Como cristãos e eleitores, enumeramos algumas questões que são necessárias para reflexão:

1 – Fé não se vende e não se negocia

A realidade é que estamos numa época(assim como em outros momentos) em que existem pactos espúrios com partidos ou candidatos para conseguir benefícios para igrejas ou denominações, como, por exemplo,  a doação de terrenos para templos, obter concessões de rádios e TVs ou mesmo ter tratamento diferenciado perante a lei.

Esses são apenas alguns tipos de barganha, “acertos”, acordos e composições de interesse que infelizmente costumam acontecer “por trás dos púlpitos” em tempos de campanhas eleitorais, envolvendo também políticos e candidatos evangélicos. A fé é sagrada! Não pode ser tratada como moeda para conseguir vantagens. É lamentável que a sede de poder e dominação, que tem contornos diabólicos, sejam ainda hoje uma tentação para muitos. O papel da Igreja na sociedade não é servir-se do estado, mas zelar para ser a consciência da sociedade e como bem disse o Pastor Batista Martin Luther King, “A igreja… não é a senhora ou a serva do Estado, mas, antes, a sua consciência… E nunca sua ferramenta!”.

Deus não precisa de apadrinhamento político para cumprir seus propósitos na História e é Ele quem defende sua Igreja. A Igreja, antes de desejar os tronos desse mundo, só reina pelo Serviço, na busca da Justiça e pela propagação do Amor que encontramos nos braços afetuosos do nosso Pai Eterno.

2 – Deus não tem partido e nem ideologia

Uma das verdades mais radicais sobre Deus é que Ele não é refém de uma ideologia ou partido, e a causa do Reino de Deus não pode ser instrumentalizada em favor de quem quer que seja. Tentar identificar a fé cristã com esse ou aquele partido ou ideologia é o “X” da questão. Os líderes religiosos jamais podem esquecer que com Deus não se brinca e que não o nome dEle não pode ser usado em vão! Deus, que não é manipulado por mãos humanas, não pode ser tratado como uma marionete de projetos de poder, ou para favorecer preferências políticas pessoais, por melhor que pareçam.

O pastor pode participar da formação política de suas ovelhas? Sim! Somos a favor que haja nas igrejas um processo comunitário de reflexão, oração, e investigação de temas e os pastores e líderes devem se empenhar para que os crentes votem com ética e discernimento. Porém, a bem de sua credibilidade, o pastor deve evitar transformar o processo de elucidação política num projeto de manipulação e indução político-partidário. Ademais, no debate político-partidário, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia, e a ética pastoral indica que ele não deve favorecer sua inclinação pessoal em detrimento aos outros irmãos.

A pluralidade que hoje é marca da igreja evangélica nos convoca a que não sejamos tutelados por posicionamentos de apoio a candidatos ou partidos dentro da igreja, sob o prejuízo de não apenas constranger os eleitores, mas causar divisão na comunidade de fé.

3- Que tipo de testemunho oferecemos para nosso povo?

O proceder fala muito mais do que nossa pregação. Se desejamos mesmo que nosso país seja transformado pelos valores do Reino de Deus, precisamos nos arrepender de certas posturas também no campo do debate político e perceber o estragos causados pela relação promíscua com o poder. O que dizer quando estes espalham boatos em relação a um político com a intenção de induzir os votos dos eleitores assombrados, na direção de um outro candidato com o qual estejam compromissados? O que falar de certos políticos que são ajudados pela prática do voto de cajado quando eles fazem a “oração da propina” ou das “sanguessugas evangélicas” que desviaram verbas públicas destinadas para a saúde do nosso povo?

Enfim, poderíamos citar ainda uma série de casos escabrosos que deixaram nódoas na imagem pública da igreja, mas a questão essencial é que esse tipo de prática frequentemente tem causado mau testemunho para os não cristãos e não é incomum os evangélicos serem tratados como massa de manobra por esses.

Nesse momento especial de nossa nação, cumpramos com integridade e espírito público nossa vocação de cidadãos brasileiros. Para os nossos irmãos de fé, nosso estímulo é:

“Pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus”. Miquéias 6:8b

Em Cristo,

Caio Marçal – é missionário e Secretário de Mobilização da Rede FALE

Fonte: Gospel Mais | Divulgação: Midia Gospel

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Menonitas estão dispostos a morrer em vez de trair menina entregando-a a uma lésbica imposta pelo tribunal para ser mãe dela

Matthew Cullinan Hoffman

4 de setembro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Os menonitas da Nicarágua dizem que estão sendo perseguidos por autoridades governamentais desde que escolheram abrigar a ex-lésbica Lisa Miller e sua filha Isabella depois que elas escaparam dos Estados Unidos, mas acrescentam que estão dispostos a sofrer e até morrer para proteger Isabella de uma transferência de custódia ordenada pelo tribunal para uma lésbica que não é sua mãe biológica.

Lisa Miller e sua filha fugiram dos EUA no final de 2009 a fim de evitar custódia conjunta de Isabella com Janet Jenkins, ex-parceira lésbica de Lisa. No passado, Lisa havia entrado em Vermont numa união civil homossexual com Janet, que não tem nenhum parentesco com Isabella, que foi concebida por meio de inseminação artificial e nunca foi adotada por Janet. Apesar disso, o tribunal de Vermont declarou que Janet é a “mãe” de Isabella.

Depois de sua separação, Lisa se arrependeu do estilo de vida homossexual e aceitou Jesus Cristo, e começou a lutar contra o acordo de custódia em comum imposto pelo tribunal. Embora testemunho de especialistas tivesse sido apresentado como evidência de que Isabella estava traumatizada com as visitas a Janet, o tribunal se recusou a cancelá-las.

Lisa Miller e sua filha Isabella

Numa carta publicada num site menonita dedicado a defender o Pastor Kenneth Miller (que não tem nenhum parentesco com Lisa Miller) e outros envolvidos na fuga de Lisa e Isabella, a Irmandade Menonita da Nicarágua descreve as pressões e tormentos por parte de autoridades dos EUA e da Nicarágua com relação à decisão dos menonitas de abrigar as duas depois que chegaram à Nicarágua.

A Irmandade diz que suas igrejas na Nicarágua têm sido “questionadas e pressionadas a dar informações” com relação à localização de Isabella. “Alguns têm sido questionados quando vão à embaixada dos EUA. Outros são interrogados em seus lares”.

“Os irmãos e vizinhos têm sido monitorados, interrogados e ameaçados”, e “Em algumas igrejas os cultos de domingo estão sendo vigiados e filmados”, escrevem eles. “A casa de um dos irmãos foi vasculhada sem mandato judicial”.

“Alguns irmãos excomungados disseram que um agente policial ofereceu vistos de graça, viagens aos EUA, ofertas de estudos e jeitos fáceis de se tornarem agentes policiais se ajudassem a encontrar a mãe e sua filha. O agente também aconselhou que eles se tornassem membros de novo da igreja, a fim de trabalharem como espiões”, escrevem os irmãos menonitas.

A Irmandade diz que perdoa seus perseguidores, mas permanecerá firme na defesa de Isabella, que está agora com 10 anos de idade e que “se tornou uma vítima inocente de uma agenda maligna”.

“Estão dando pouca ou nenhuma consideração ao bem-estar dela. De acordo com a Bíblia, cremos que Deus deu a Lisa a responsabilidade exclusiva de cuidar e proteger sua própria filha, já que ela não tem nenhum pai conhecido. De acordo com a Bíblia, é uma guerra entre o bem e o mal, uma batalha entre Deus e Satanás. Como congregação, permanecemos unidos nesta guerra espiritual contra o mal”.

A Irmandade acrescentou que está disposta a sofrer prisão ou morte na causa de proteger Isabella.

“O fato é que de repente nos achamos tendo de escolher entre obedecer a Deus e às leis feitas por homens”, escreveram eles. “Nossa decisão é obedecer a Deus. Estamos dispostos a renunciar a nossos direitos, ir para a prisão, ou até mesmo morrer, pela causa de ajudar alguém a se tornar livre de uma vida de pecado e ajudar essa pessoa a viver em obediência à Palavra de Deus”.

Kenneth Miller, pastor menonita dos EUA, já foi condenado por ajudar Lisa Miller e Isabella a fugirem dos Estados Unidos, e pode enfrentar até três anos de prisão quando for sentenciado. Janet também entrou com uma ação civil contra Kenneth Miller buscando indenização monetária, e incluiu na ação legal organizações que expressaram apoio a Lisa. Mat Staver, deão da Escola de Direito da Universidade Liberty caracterizou essa ação como um ataque à liberdade de expressão.

A carta da Irmandade Menonita da Nicarágua não especifica quais igrejas menonitas representa. Embora a data de sua publicação seja fevereiro deste ano, parece não ter sido distribuída fora dos círculos menonita. Foi citada em maio na publicação Mennonite World Review, e foi citada na ação legal de Janet.

Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Mennonites: we are willing to die rather than betray girl to court-appointed lesbian ‘mother’

Fonte: www.juliosevero.com

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Alianza Evangélica al diario El País: Moon no era evangélico

 

Alianza Evangélica al diario El País: Moon no era evangélico

Pedro Tarquis, portavoz de la Alianza Evangélica Española, ha pedido a Tomás Delclós, Defensor del lector de El País, que aclare esta información errónea.

07 DE SEPTIEMBRE DE 2012, MADRID

El pasado 3 de septiembre en su sección de Sociedad publicaba el diario español El País la noticia del fallecimiento del fundador de la llamada Iglesia de la Unificación.
Nada extraño, ya que fue un hecho divulgado en todos los medios, aunque sí lo fue el titular de la misma: “ Obituario: Sun Myung Moon, líder evangélico coreano ”.
Ante esta errónea vinculación informativa de Sun Myung Moon con la fe cristiana evangélica, en un diario de la seriedad y gran difusión de El País, Pedro Tarquis contactó personalmente con Tomás Delclós, Defensor del lector del diario El País, como portavoz de la Alianza Evangélica Española.
Tras las explicaciones oportunas, Declós pidió a Tarquis que le enviase una carta aclarando este aspecto, y prometiendo que el diario que representa aclarará las matizaciones de la Alianza Evangélica acerca de que Moon no tenía vinculación con la iglesia evangélica.
CARTA A TOMÁS DELCLÓS
La carta, que ya ha sido enviada, expresa que “bajo ningún prisma (teológico o doctrinal, institucional, o histórico) Moon puede ser considerado evangélico (versus protestante)" . Explica Tarquis que "Quizás el concepto erróneo surja de la existencia de un gran número de evangélicos en Corea del Sur donde de niño Moon asistía a una iglesia metodista (una rama del cristianismo evangélico), a la que pertenecían sus padres. Pero repito que ni a Moon ni a su Iglesia ninguna entidad o movimiento evangélico los considera como tal bajo ningún aspecto”.
Se entiende, expresa Tarquis, que “en esta España culturalmente católica, donde el cristianismo evangélico o protestante es tan desconocido, lo `no católico´ tienda a mezclarse o confundirse".
Por otro lado, resalta la carta enviada que los principios de la reforma de Lutero -Sola fe, sola gracia, sola Escritura- son (junto al Credo cristiano, común con el catolicismo) las principales señas de identidad del protestantismo o cristianismo evangélico . “La Iglesia de la Unificación no cumple los mínimos para encajar en estas bases de la fe evangélica, comenzando por la idea de que Moon se consideraba un mesías, algo que choca frontalmente con una iglesia protestante que ni siquiera admite la figura de un Papa”.
Como marco de referencia, se explica que dentro de la diversidad y pluralidad que –“como cualquier iglesia, movimiento o institución social o religiosa”- caracteriza al cristianismo evangélico o protestante, “existe un claro consenso de quienes forman parte de su fe y de quienes no lo son, aunque siempre haya una frontera más o menos indefinida pero estrecha. En España entidades como la Alianza Evangélica Española  (representante de nuestro país en las Alianzas Evangélicas Europea y Mundial) o la Ferede  (Federación evangélica, interlocutora con el Estado con quien firmó unos acuerdos en 1992) son dos referencias que pueden servir de ayuda”.
Concluye la carta que “La Iglesia de la Unificación y Moon están con total seguridad en el espacio de quienes no forman parte del cristianismo evangélico”.

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