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Malafaia Esclarece Sobre seus Comentários Polêmicos e se Justifica?

 

Por Jussara Teixeira | Colaboradora do The Christian Post

Silas Malafaia aproveitou seu programa Verdade Gospel, que foi ao ar no Sábado, para justificar sobre críticas feitas ao líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) além de esclarecer outros comentários polêmicos.

Há duas semanas, Malafaia criticou o ponto de vista teológico usado pela Igreja Universal e em seu programa ele responde aos telespectadores que questionam sua atitude.

“Jesus usou o chicote quando expulsou os mercadores do templo de Jerusalém”, respondeu Silas Malafaia na sessão de perguntas e respostas que foi feita durante o programa às 13h00.

“Deus não levantou profetas para falar com pecadores, mas sim para denunciar o pecado do seu povo”, disse ele falando sobre as críticas, e continuou: “Jesus, que é amor, falou mais obre os infernos do que sobre o céu”.

As perguntas chegavam a Malafaia via Twitter.

Um fiel também questionou por que ele havia chamado os donos de blogs evangélicos de filhos do diabo. O líder da Igreja Vitória em Cristo respondeu que não qualificou a todos dessa forma, e sim ‘grande parte’.

Silas Malafaia também comentou sobre os vídeos que relacionam à maçonaria e aproveita o momento para dizer que muitos dos que o acusam é porque querem caluniá-lo.

“Se eu for da Maçonaria, só se a loja for na Rua. Montevidéo, 1191, e o Grão-Mestre é Jeová”, disse ele, citando o endereço de sua igreja. “Isso é acusação, pessoas que querem ganhar adeptos pela internet querem me caluniar”.

Malafaia pareceu ter ainda ter ressentimento sobre a perda do horário para o líder da igreja Mundial do Reino de Deus, na emissora Band, e comentou: “Valdemiro é um homem de Deus , mas todo mundo falha”.

“Deus é o juiz entre eu e ele, e o tempo é o senhor da razão”.

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STF decide que maçonaria não é religião e deve pagar IPTU

 

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a a maçonaria não é religião e rejeitou o recurso de uma loja maçônica do Rio Grande do Sul, sul do Brasil, de ter imunidade tributária, informou o Jornal do Brasil.

  • loja maçônica

    Loja maçônica Grande Oriente em Goiás.

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A organização maçônica Grande Oriente pretendia afastar a cobrança do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) pelo município de Porto Alegre. No recurso extraordinário, a entidade alegou que se enquadrava na previsão do artigo 150 da Constituição Federal, que veda a instituição de impostos sobre "templos de qualquer culto".

O julgamento foi iniciado em abril de 2010 e retomado nesta terça-feira com o voto-vista do ministro Marco Aurélio, mas foi vencido pelos votos de Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Ayres Britos.

O relator do recurso Ricardo Lewandowski já havia considerado que a maçonaria é uma “ideologia de vida, e não uma religião” e, assim, não poderia ser isenta do IPTU. Lewandowski justifica dizendo que a maçonaria não tem dogmas, não é um credo, “é uma grande família”.

“Nessa linha, penso que, quando a Constituição conferiu imunidade tributária aos ‘templos de qualquer culto’, este benefício fiscal está circunscrito aos cultos religiosos", disse o relator, segundo o Jornal do Brasil.

No site da loja maçônica lê-se o trecho “[a maçonaria] não é religião com teologia, mas adota templos onde desenvolve conjunto variável de cerimônias, que se assemelha a um culto, dando feições a diferentes ritos”.

Segundo Lewandowski, para que os templos tenham imunidades tributárias, o tratamento deve ser restrititivo. “Quando a Constituição conferiu imunidade tributária aos templos de qualquer culto, este benefício fiscal está circunscrito aos cultos religiosos”, afirmou.

Já, para o ministro Marco Aurélio a Constituição não restringiu a imunidade à prática de uma religião enquanto tal, mas a “templo de qualquer culto” e considera alguns elementos que permitem atribuir à maçonaria traços religiosos.

“Em um conceito menos rígido de religião, se pode classificar a maçonaria como uma corrente religiosa, que congrega física e metafísica. São práticas ritualísticas, que somente podem ser adequadamente compreendidas em um conceito mais abrangente de religiosidade”.

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Carrossel: ‘O SBT faz o que a Record jamais conseguiu fazer’, afirma pastor evangélico

 

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

O pastor evangélico, Ciro Sanches Zibordi, parabenizou nesta semana Sílvio Santos, o dono da rede de Televisão SBT, pela novela infantil Carrossel que mostra valores familiares, enquanto afirmou que foi um feito que a “Record jamais conseguiu fazer”.

  • carrossel

    (Foto: Divulgação/SBT)

    Integrantes do elenco do remake de "Carrossel" do SBT.

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“Tenho de reconhecer: o SBT faz, com a novela infantil "Carrossel", o que a Record, uma emissora evangélica (evangélica?), jamais conseguiu fazer”, afirmou ele em seu Facebook.

Ciro, que é pastor da Igreja Assembléia de Cordovil, RJ, fez a postagem no seu Facebook, elogiando o Sílvio por transmitir a novela que aborda questões da infância, instrui as crianças e prioriza a família – formada por homem e mulher – e os valores morais.

“E o principal: ela estimula a crença em Deus. Parabéns, Sílvio Santos!” disse o pastor em seu post.

Enquanto isso o pastor afirma que a Record, cujo dono é o bispo evangélico Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, é “pretensamente” evangélica, mas suas novelas “por sua vez, nada têm de cristãs”.

Quanto às novelas do SBT, a mexicana “Carrossel” tem merecido “menções honrosas”. Ele enfatiza que seu enredo foi adaptado pela esposa de Sílvio Santos, Íris Abravanel, a qual é evangélica.

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Ciro critica, no entanto, o excesso de “merchandising” e a “musiquinha esotérica” no início e fim da novela.

A novela é uma versão brasileira do sucesso mexicano exibido pelo SBT em 1991 e está atualmente “fisgando” metade do público infantil da TV com idade entre quatro e 11 anos. Segundo dados do Ibope, 49 entre cada 100 crianças neste faixa etária que estão na frente da TV no horário, veem o programa infantil.

A relações-públicas Juliana Matheus, mãe de Anna Maria, de 6 anos, que não perde um capítulo da novela, relatou que nunca mais conseguiu ver o “Jornal Nacional inteiro”. Sua filha, segundo ela, é quem ‘domina’ a TV reunindo as amigas do colégio para assistir aos episódios da novela, enquanto comem pão de queijo e bombom.

“Minha preferida é a Marcelina”, afirma Anna, segundo a Veja.

Desde sua estreia, o impacto da novela foi tão grande no horário nobre que fez o SBT ameaçar o vice-liderança da Record na média anual da faixa das 20h30, com 7,5 e 7,9, respectivamente.