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Ser Santo não é careta

VIDA EM FAMÍLIA – JOVENS

 

Jovem, faça um desafio e mude a atitude

Sei que tem muita gente que pensa ou fala que ser santo é careta. Acham que ser santo é ser alguém que não faz nada de legal e não curte a vida. Acham que os santos são pessoas quietas que não conversam com ninguém, ou aqueles que não brigam com ninguém ou que nunca fazem nada de errado. Veem a santidade como algo muito difícil de se viver e cumprir e que, se alguém viver em santidade, será muito zoado. Resumindo, pensam que ser santo é careta!

A Bíblia, conta uma história muito doida de um cara e seus três amigos, no livro de Daniel capítulo um. Esses eram Daniel, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Eles eram jovens de boa aparência, muito inteligentes e tinham sido escolhidos para participar de um treinamento para trabalharem no governo da Babilônia. Durante o treinamento eles se destacaram dentre todos. Mas por que isso aconteceu a eles?

Tudo isso aconteceu com Daniel e seus amigos porque eles fizeram uma escolha. Eles resolveram não comer e nem beber das finas iguarias dadas pelo rei para então comerem uma comida separada. Pode parecer que eles estavam perdendo, mas não estavam, pois a comida deles era verdadeiramente a boa comida.

Será que Deus nos mandaria algo que fosse ruim para nós? É claro que não. Ser santo é escolher o que Deus quer para nós, seus filhos. Escolher viver em santidade só traz benefícios para o ser humano.

Nós, filhos de Deus, podemos ser santos. “Santo não é aquele que nunca se suja, mas aquele que sempre se limpa.” Escolher viver em santidade é a melhor decisão que podemos fazer. Não estamos perdendo quando fazemos essa escolha, mas ganhando. Não é caretice, não é perda de tempo, não se trata de “não poder curtir a vida”.

Ser santo é ser alguém feliz, alegre, divertido, que sabe curtir a vida de verdade. É aproveitar tudo o que Deus nos deu. É poder fazer escolhas maravilhosas durante toda a vida.  Portanto,ser santo não é careta.

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PERNAMBUCO NÃO TE QUER

 

Anúncio cristão associa pedofilia ao homossexualismo e faz polêmica

     O Fórum Permanente Pernambuco Pró-Vida (FPP-PV) é ligada ao grupo Javé, Nossa Justiça, uma organização que se denomina cristã, “ aberta a todos que professam a fé em Jesus Cristo”. Sua página na Internet afirma que seu objetivo é lutar contra os abusos do turismo sexual em Pernambuco, praticar e estimular a caridade, divulgar e estimular o conhecimento do evangelho e apoiar as boas causas em comunhão com a doutrina cristã.
     Mas sua nova campanha está gerando polêmica no Estado. O motivo é uma propaganda veiculada esta semana que está causando revolta entre os internautas nas redes sociais.
     Junto ao slogan ‘Pernambuco não te quer’, a propaganda equivale o homossexualismo a crimes como exploração sexual de menores, pedofilia, turismo sexual e prostituição.
     Isso revoltou muitos ativistas LGBT, que usaram o Twitter e Facebook para expressar suas críticas. Na página do perfil Pró-Vida no Facebook, uma postagem pede: “Lute contra a pedofilia, exploração sexual de menores, prostituição, e a proliferação do homossexualismo! Junte-se a nós! Lute pela vida e pelos valores cristãos”. Como o grupo se denomina cristão, logo começou o embate entre os evangélicos e os que os acusam de homofobia.
     Há centenas de mensagens com críticas e foi pedido, inclusive, a denúncia do grupo ao Ministério Público com as acusações de crime de homofobia e incitação ao ódio.
     Os jornais impressos de Pernambuco que publicaram o anúncio estão sofrendo pressão, com dezenas de pedidos de retratação pela veiculação da mensagem. Por esse motivo, o termo “Recife” ficou entre os temas mais comentados do Twitter nesta terça-feira.
     O jornal Folha de Pernambuco já divulgou pelo Twitter e Facebook uma nota em que afirma que essa não é a sua posição: “Com referência ao anúncio publicitário autorizado e pago pelo Instituto Pró-Vida PE, publicado na edição de segunda-feira, dia 3 de setembro, a Folha de Pernambuco afirma que o seu conteúdo de forma alguma reflete a opinião do Jornal. Ao longo dos seus 14 anos, a Folha vem construindo e mantendo uma relação de respeito junto aos seus leitores, focado na promoção dos direitos humanos, inclusive da comunidade LGBT, com quem o jornal mantém diálogo constante”.
     Alheio à polêmica, o grupo também lançou uma campanha contra o aborto e emitiu um “alerta” à população para a escolha de seus candidatos. A sugestão é que “cada cidadão procure conhecer o que pensa e como age seu escolhido em relação ao aborto, ao turismo sexual, e outros temas contra os valores cristãos”.

Data: 5/9/2012 08:38:23
Fonte: GospelPrime

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Mulher processa padre por barulho de sino de igreja

LEI DO SILÊNCIO

 

  Uma médica do Rio Grande do Sul acionou judicialmente um padre devido ao som do sino da igreja e à música que anuncia a realização da missa em Campo Novo, município de 5,4 mil habitantes na Região Noroeste. Há 50 anos, o sino da Paróquia São Sebastião toca três vezes por dia, como mostra a reportagem do Jornal do Almoço, da RBS TV (veja o vídeo).

  No documento encaminhado ao Ministério Público, a moradora diz que o padre impõe à população músicas em alto nível de decibéis, por meio de alto-falantes, causando poluição sonora e prejudicando a saúde. Ela também reclama das badaladas do sino, que toca diariamente às 7h. Ela aciona o padre Antônio Ângelo Dal Piva por contravenção penal de perturbação do trabalho ou sossego alheio e crime ambiental. O pároco afirma que a mulher, que mora na cidade há poucos meses, não o procurou antes de recorrer à Justiça. Já a autora do processo lamenta que o religioso não tenha aceitado fazer um acordo.

  Segundo o advogado, se houver condenação, a pena é de 15 dias a três meses de prisão. Além disso, o padre seria obrigado a suspender o toque do sino e as músicas aos domingos. “Estamos fazendo a defesa alegando que os decibéis não chegam a 85, e por isso não há motivo para que seja parado o sino e também a música, que a igreja coloca ao ar para chamar os fieis à Missa”, afirmou.

  O padre recorre à Bíblia para criticar a autora do processo. “Antes de terem ido à delegacia, por que não vieram falar comigo diretamente? Até no Evangelho diz ‘acerte as contas com teu amigo enquanto estás no caminho’, só depois leve ao tribunal. E eu fui levado ao tribunal antes de saber das coisas. Acho que houve um desentendimento e o não conhecimento de um pouco de educação”, criticou o pároco, que atua na região há dois anos e 10 meses.

Moradores apoiam padre

O padre conta com o apoio de boa parte da comunidade. A farmacêutica Vera Regina Rossi conta que mora em frente à igreja há 37 anos e nunca se sentiu incomodada. “Não vejo motivo para parar uma tradição secular por causa de uma pessoa que recém chegou à cidade”, alfineta.

O comerciante Vilmar Dallabrida vê no sino e nas músicas um guia para as atividades diárias. “O sino para mim é um despertador de manhã. Ao meio-dia, quando toca, a gente sabe que tem que fechar a loja, e à tarde, às 18h, é hora de ir embora. Então não atrapalha, só traz benefícios ao comércio”, argumenta.

Fundador da paróquia chora

Um dos fundadores da paróquia há 50 anos, Emílio Gobbi não se conforma com a possibilidade de não ouvir mais as badaladas do sino. “É uma coisa muito triste. Às 7h bate o sino, nos alerta e nos levantamos faceiros. É verdade ou não é? Agora ficamos tristes”, diz Gobbi, sem conter as lágrimas.

Médica se defende

Por e-mail, a médica disse que respeita todas as religiões, mas que elas também devem respeitar o descanso de domingo. Ela conta que a música dos alto-falantes atrapalha o descanso dela após longos plantões de trabalho.

Com informações do G1