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‘Confiamos em Deus’, diz família de Andrelina desaparecida há 1 ano em MT

 

PorLuana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Neste dia das crianças, data que para muitos é de comemoração, para Adão Marques, de 39 anos e Alexandra Lima, de 36 anos pais de Andrelina Lima Marques, de 11 anos, desaparecidaum ano, será uma data marcada por saudades, fé em Deus e esperança.

  • Andrelina Lima Marques

    (Foto:Arquivo pessoal/Divulgação)

    Andrelina Lima Marques desaparecida no dia das crianças de 2011

 

Há cerca de um ano, no dia das crianças de 2011, Andrelina que é a caçula dos quatro filhos do casal saiu de casa para convidar duas amigas para assistir a um show de humor infantil. O show ocorreria em seu bairro em comemoração ao Dia das Crianças.

Segundo os pais, a caçula da família não costumava sair sozinha e só teve permissão para ir até a casa da vizinha porque a residência fica na rua de trás de onde eles moravam no bairro Jardim Boa Esperança.

Andrelina chegou a falar com suas amigas, porém as crianças disseram que iriam mais tarde e depois disso ela não foi mais vista na cidade.

De acordo com publicação G1, a família tem esperança que voltará a ver Andrelina. “A gente tem fé e confia demais em Deus. Não acreditávamos que isso poderia acontecer conosco, só víamos isso em reportagens da televisão”, contou o pai da menina.

A família comenta que recebeu informações de que a garota teria sido vista na rodoviária da cidade de Nova Mutum, a 269 km da capital. No entanto ao ir até ao município vizinho para procurar Andrelina, nada foi confirmado sobre o paradeiro dela.

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A Polícia Civil ouviu testemunhas e alguns investigadores vasculharam regiões da cidade, mas nada foi encontrado.

A família que ainda não superou a falta da caçula comenta que se mudaram de casa para tentar ‘amenizar’ a saudade.

“É muito doloroso pra quem é pai e mãe. Minha esposa começou a trabalhar recentemente para tentar se distrair, pois em casa ela só ficava chorando e quase entrou em depressão”, explicou.

“O Dia das Crianças está chegando novamente e o pessoal da usina distribui brinquedos, doces e sorvetes para as crianças. É difícil pensar nisso pois minha filha não estará lá para aproveitar”, disse Adão.

Um ano depois, a polícia Civil ainda não tem informações sobre a garota. No entanto, ainda de acordo com a polícia, as investigações continuam a tentar localizar Andrelina.

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Fim do mundo: multidão tenta linchar falso profeta que previu apocalipse dia 12 de outubro

 

PorLuana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Mais uma previsão do Apocalipse falha. O auto-denominado profeta, Luis Pereira dos Santos, 43 anos, ex-zelador e ex-católico, preveu o fim do mundo para esta sexta-feira, dia 12 de outubro, às 16h. Decepcionado, ele diz que está passando por uma "provação de Deus" e, por isso, o mundo não acabou.

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    (Foto: NASA/JPL-Caltech)

    Empresa norte-americana já está oferecendo “acessórios” que poderiam constituir abrigos contra um possível um cataclisma global.

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Luis, que é de Teresina, Piauí, fundou a seita ‘A arca’ alegando que o fim do mundo aconteceria nesta sexta feira. Ele chegou a convencer mais de 100 seguidores, entre elas diversas crianças e que foram morar em duas de suas residências.

Ele ainda orientou as pessoas a saírem do emprego, se desfazerem dos seus bens e tirar os filhos da escola.

"Em depoimento, o profeta disse que foi castigado por Deus e passando por uma provação do Senhor, por isso está sendo humilhado e não houve o fim do mundo", informou o coronel Alberto Meneses, que o acompanhou na Central de Flagrantes, segundo publicação Terra.

Momentos antes da hora prevista por Luiz para o apocalipse, cerca de mil pessoas fizeram vigília no local esperando o grande acontecimento. Entretanto, após confirmarem que nada aconteceu os populares começaram a jogar pedras na casa e ameaçaram linchar o profeta.

Depois das 16h, a polícia entrou na residência por medida de segurança levando Luis sob forte esquema de segurança para o 11º distrito, no bairro Piçarreira, dentro de uma viatura.

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Mesmo com a saída do profeta sob a guarda da polícia, a população se manteve jogando pedras e a tropa de choque teve de soltar gás de pimenta, bomba de efeito moral e houve muita correria. Um cordão de isolamento foi feito no local e centenas de pessoas que assistiam à cerimônia foram dispersadas.

"O mundo não acabou e nem vai acabar, mas as pessoas continuam na residência e vamos tentar convencê-las a ir para casa de familiares", afirmou o tenente Tanaka Hitler, do Rone (Rondas Ostensivas de Natureza Especial), tropa de elite do Piauí.

As autoridades já haviam tentado intervir no caso no mês passado, quando Luis foi detido pela Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescentes acusado de proibir as crianças de irem para a escola.

José Welton Melo Soares conselheiro tutelar que coordena a região informou que o profeta está respondendo por crime de abandono intelectual e aliciamento de menores. "Recebemos também denúncia de casamento entre adolescentes e estamos investigando", disse o conselheiro.

Outro temor que a polícia tinha era de que o profeta distribuísse algum tipo de veneno para os seguidores. De acordo com publicação Terra, na quinta feira (11) a busca e apreensão de Luiz foram determinados pela juíza Maria Luiza dizendo que temia a segurança das crianças.

"Recebemos informações de que o suicídio coletivo ou assassinato pode acontecer usando uma sopa que alimenta os seguidores", disse a juíza.

As outras pessoas que estavam abrigadas na casa do profeta foram retiradas antes do anoitecer e levadas para residência de familiares. As crianças e adolescentes do grupo – cerca de 20 – foram levados para abrigos e casa de acolhimento. Eles serão liberados após a conclusão do inquérito.

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Menino cristão paquistanês é executado por sua vida após acusação de blasfêmia

Malik Mumtaz Hussain Qadri

  • (Reuters / Stringer)

    Apoiantes de vários partidos religiosos manter imagens de Malik Mumtaz Hussain Qadri e slogans cantar em apoio Qadri, o atirador detido pela morte de governador do Punjab, Salman Taseer. O assassinato do político que se opôs ao país anti-blasfêmia leis, um caso que expôs profundas fissuras na sociedade paquistanesa. O urdu nas imagens: "Nós saudamos a sua coragem".

Um menino de 16 anos de idade, Christian se escondeu junto com sua família depois que ele foi acusado de enviar mensagens de texto denegrindo o profeta Maomé para os amigos e vizinhos na cidade de Karachi. Manifestantes invadiram sua casa e queimou todos os móveis e eletrodomésticos.

Ryan Stanten, que foi acusado sob a lei de blasfêmia, e sua família, incluindo seu pai deficiente físico, têm sido escondidos desde a noite de terça-feira, quando o clérigo da mesquita local, Maulvi Ghulam Qadir, falou-lhes sobre as mensagens de texto, O Tribune expresso neste sábado.

A mãe do menino, Rubina Bryan, foi suspensa pelo Sul Gás Sui Company (SSGC), onde ela trabalhava, na quarta-feira, o dia foi apresentada uma queixa na delegacia de polícia local. No mesmo dia, os manifestantes invadiram sua casa na colônia equipe SSGC, jogou os móveis e elétrica na estrada fora da colônia, e atearam fogo a eles.

Nenhum dos manifestantes foi reservado para invasão e incêndio criminoso. Um oficial da polícia foi citado como dizendo, "Como podemos prender um mob para eles são os únicos que estão entre os queixosos."

A denúncia foi feita pelo empregado SSGC Khurshid Alam, que dizia ser um dos destinatários das mensagens, eo clérigo local, Qadir.

Um ativista cristão, que não foi nomeado, foi citado como dizendo que os amigos do menino havia levado seu celular e enviou as mensagens. "Ryan não tinha idéia de que as mensagens foram enviadas e que tipo de mensagens que eram." Diretor de investigação Maula Buksh disse que a polícia solicitou às autoridades para evitar Ryan e sua família de deixar o país.

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De acordo com o Paquistão Hoje, houve uma briga entre a administração SSGC e da mãe do acusado, e "alguns funcionários da administração queria que a família a deixar a colônia."

O caso vem mesmo como uma garota cristã mentais menores, Rimsha Masih , está sendo julgado em um tribunal sob as leis de blasfêmia. Masih, que foi preso na área Jaffar Mehria nos arredores de Islamabad, em meados de agosto, foi libertado sob fiança após testemunhas disse ao tribunal que viu um clérigo páginas acrescentando que transportam versos do Alcorão a cinzas que o queixoso entregue a ele como prova contra a menina. As testemunhas mais tarde se tornou hostil.

Masih foi acusado de queimar uma Qaeda Noorani, um folheto usado para aprender o básico do Alcorão Sagrado. Também foi alegado que ela tinha jogado o folheto no lixo depois de colocá-lo em um saco plástico. Depois da prisão da menina, mais de 600 pessoas tiveram de fugir do bairro cristão por medo.

A lei da blasfêmia, embutido nas Seções 295 e 298 do Código Penal do Paquistão, é freqüentemente utilizadas para direcionar as minorias religiosas – cristãos, xiitas, Ahmadiyyas e hindus – e permite que os islâmicos para justificar assassinatos. Islamistas extremistas acreditam que matar uma pessoa "blasfemo" ganha uma recompensa celestial.

No ano passado, o governador do Punjab, Salman Taseer, foi assassinado por sua defesa para mulher cristã paquistanesa Asia Bibi, que havia sido condenado por um tribunal de julgamento por blasfêmia. Dois meses depois, Shahbaz Bhatti , um cristão e ministro dos Assuntos Minoritários, foi assassinado por sua crítica à lei da blasfêmia.

Apenas uma acusação é suficiente para ter uma pessoa presa por blasfêmia. Não há nenhuma disposição na lei para punir um falso acusador ou de um falso testemunho de blasfêmia. Alguns muçulmanos locais se vingar, fazendo uma acusação contra o seu adversário, que é um não-muçulmano. Muitos dos que são acusados ​​de blasfêmia são mortos por multidões extra-judicialmente.

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