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Bolsa Família: barganha institucional em busca de votos?

Eliseu Antonio Gomes


 

Posted: 15 Sep 2012 09:07 PM PDT

Foto - estrela do pt

É importante refletir, e ao fazer isso respeitar o opinante com pensamento diferente. Mesmo que eu não concorde com tudo o que o outro diz, preciso manter o respeito pelo direito dele de dizer o que pensa.

Muitos dizem que política não se discute, mas somos livres para opinar. As opiniões são diversas e estar cheio de disposição, abortar o assunto com contundência, se não extrapolamos para o lado da paixão fanática, tudo bem. A crítica sensata se expande dentro da medida certa.

Muitos alegam que os cristãos não deveriam levantar bandeiras políticas, outros, afirmam exatamente o oposto. Eu digo que se há tanta corrupção no meio político, é porque a maioria dos políticos não são pessoas que amam a Deus de verdade. O cristão verdadeiro não se corrompe com o meio em que está, mas o transforma por ser sal e luz neste mundo.

Exercer política não é uma prática que deve ser desprezada pelo cristão. Como eleitor, deve fazer análises e usar a urna como uma arma letal contra os corruptos e um trampolim aos honestos. É preciso ser criterioso, ter critério para não esquecer que é um cristão ao expressar-se através do voto.

Os pobres recebem dinheiro do projeto Bolsa Família . Não é preciso dizer que é dever, não é favor, o governo socorrer o cidadão necessitado. Mas, será que os beneficiados tendem a pensar que o valor recebido seja uma caridade e que precisam ser gratos com o governo Dilma e demonstrar gratidão com o voto? O projeto Bolsa Família seria moeda de troca que a classe C aceita para dar o voto ao PT? Os eleitores do PT se deixam comprar pelo dinheiro que é distribuído? Seria o projeto Bolsa Família uma espécie de barganha de votos?

Fico pensando comigo naqueles eleitores que são analfabetos e semianalfabetos, se eles confundem o seu direito e o seu dever. É uma pena dizer… A maior parte dos votos de evangélicos que a presidenta Dilma Rousseff recebeu veio do norte e nordeste brasileiro. Lá, a população é mais simples, mais pobre e menos instruída; gente com pouca informação. Eles são pessoas sem discernimento político do cenário em que vivemos – sei que não são todos nessa condição. Grande parte dos leitores da classe C não costuma se informar por revistas e jornais. Eles assistem apenas TV. A maioria ainda possui computadores em casa. Estão reféns da mídia, cujos donos são os coronéis da política – gente com o monopólio da concessão de televisão, que usa o meio de comunicação como ferramenta para fins eleitorais. Assim, recebem informações tendenciosas, meias verdades ou mentiras descaradas.

Parte dos crentes nortista e nordestino considera que os governos de Lula foram bons para as regiões do norte e nordeste do Brasil, promovendo o fim da desigualdade social e amenizando o sofrimento deles. Parece que não levam em consideração as práticas do PT que confrontam o ensino de Cristo, quanto ao casamento e aborto. Votar no PT por causa do projeto Bolsa Família, desprezando a questão do plano de Deus para a família e desprezar a questão vida uterina, é o mesmo que trocar a salvação por um prato de lentilhas.

Para escolher governantes é necessário conhecer bem quem são eles. É preciso possuir informações suficientes sobre os partidos políticos. Não se deixar induzir por notícias incompletas, sempre analisar as campanhas transmitidas no horário eleitoral. O horário eleitoral é horário de muita fantasia, quando as peças publicitárias dão brilho aos que não têm brilho próprio.

Diferente do que diversos eleitores beneficiados pelo projeto Bolsa Família acreditam, o Lula não é o dono da ideia da distribuição do benefício. Ele CRITICOU a ideia quando viu o PSDB executá-la. Mas, quando virou presidente, passou a praticá-la também. Não sou contra o socorro aos mais pobres, sou contrário a quem queira votar no PT por causa do dinheiro que recebe, ou do governante que faça uso dele para angariar votos.

Ninguém deve vender seu voto!

E.A.G.

Eliseu Antonio Gomes http://belverede.blogspot.com.br

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Marcos Witt abandona Lakewood Church (Houston)

Danilo Montero, nuevo pastor

 

Foto - Iglesia de Marco Witt

Marcos y Miriam Witt se despiden de la congregación hispana de Lakewood Church, que fundaron, y pastorearon durante 10 años.

16 DE SEPTIEMBRE DE 2012, EEUU

Ya desde hace más de dos meses, el pastor Danilo Montero estaba desempeñando el cargo como pastor interino, mientras Marcos Witt preparaba un largo tiempo sabático, que comenzó la semana pasada, tras finalizar su gira «25 Concierto Conmemorativo».
A partir de este domingo 16 de septiembre, después de hacerse el anuncio oficial de la salida de Marcos Witt de la iglesia y del pastorado, se instala como pastor Danilo Montero  de forma permanente para atender a la congregación hispana de Lakewood Church.
Marcos Witt desde el año pasado, comenzó a sufrir problemas de salud . A partir de entonces, ha estado bajo cuidado médico, y le insistieron que era tiempo de tomar un descanso de la agenda apretada que ha mantenido por tanto tiempo y de manera ininterrumpida. Marcos y Miriam han resuelto aceptar ese consejo y descansarán por un espacio de al menos tres meses, antes de iniciar cualquier proyecto nuevo.
Marcos Witt en 1987 fundó CanZion Producciones. En 1994, fundó los Institutos CanZion. En el año 2000 fundó Lidere y en el 2002, la congregación hispana de Lakewood.
LA DESPEDIDA
Foto - Marcos Witt Este domingo, Marcos Witt anunció pública y oficialmente su renuncia a la congregación de la Iglesia Lakewood. Acompañado de su esposa Miriam y los pastores Joel Osteen y Danilo Montero, Marcos Witt se despidió de la congregación que él fundó.
“El día de hoy, domingo 16 de septiembre de 2012, se cumplieron diez años desde que Miriam y yo celebramos un compromiso con el pastor Joel Osteen de fundar y dirigir a la congregación Hispana de Lakewood Church… Hoy, se termina este ciclo y comienza uno nuevo para la Familia Witt” al entregar esta “renuncia definitiva” explicó.
Tras palabras de gratitud de Marcos y su esposa Miriam, explicó Marcos que en esta nueva etapa “nos hemos trazado la meta de celebrar un sabático ministerial y personal, después de 31 años en el ministerio sin parar . Durante este sabático, seguiremos buscando la voluntad de Dios para conocer cuáles son sus planes para nosotros. Estamos seguros que Él nos guiará”.

Fuentes: Canzion

© Protestante Digital 2012

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‘Lula é Deus`: Marco Feliciano responde à declaração de Marta Suplicy, ‘trindade arrogante’

 

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Depois da declaração polêmica da defensora de longa data dos direitos LGBT no Brasil, a senadoraMarta Suplicy, de que "Lula é deus", Marco Feliciano reagiu através de seu Twitter chamando isso de “arrogante”.

  • Marta suplicy

    (Foto: Reuters)

    O projeto de lei 122/06 que visa criminalizar a homofobia foi “sepultado” pela senadora Marta Suplicy mas já tem “outro na manga” com as “mesmas diretrizes”.

 

A declaração de Marta foi feita nesta quarta-feira, nas vésperas de ela assumir o Ministério da Cultura, substituindo Ana de Hollanda, demitida após reclamar de baixo orçamento do Ministério.

"Lula é deus, eu sou quem faz, e Dilma tem boa reputação", declarou Marta Suplicy, referindo-se ao poder que ela acredita que o trio trará para seu partido (PT) para vencer as eleições de 2012, para prefeitos e vice-prefeitos e vereadores.

"Assim, com a entrada do trio, vai dar certo. Eu combinei que iria entrar na hora e estou entrando", acrescentou.

O deputado e pastor Marco Feliciano, que tem se envolvido nos conflitos em curso entre ativistas gays e evangélicos, criticou fortemente sua postura.

"Marta e suas heresias. A arrogância precede a queda", escreveu ele no blog micro. "Marta Suplicy, ativista gay assumida, ridiculariza sempre os q tem fé e agora diz q ‘Lula é deus’. Em q planeta? Afirmação + que estúpida!"

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"Trindade arrogante", completou Feliciano referindo-se ao trio "Lula, Dilma e Marta".

Com tal declaração, a senadora foi questionada se haveria qualquer sentimento de vingança por ter sido substituída na disputa pela cidade de São Paulo nestas eleições. Ela negou, mas admitiu que foi um momento triste para ela.

"Eu fiquei triste quando aconteceu e não escondi de ninguém. Mas disse: na hora que achar que faço a diferença eu entro. Eu falei com o Haddad: primeiro vai gastar sola de sapato, conhecer a cidade", ela respondeu.

Marta Suplicy foi a pessoa-chave nas tentativas de implementar um material amplamente criticado, o "kit gay", contra a homofobia nas escolas públicas e do projeto de lei para criminalizar a homofobia no país. O material foi suspenso por Dilma Rousseff depois de pressão dos deputados evangélicos no início deste ano e o projeto de lei PLC 122 ainda está pendente no Congresso.

Sendo agora ministra da Cultura, Marta pode tornar-se uma outra "dor de cabeça" para os cristãos evangélicos, de acordo com Feliciano. Os evangélicos, que estavam "felizes" com a aprovação de um projeto de lei que reconhece a música gospel como manifestação cultural, agora têm uma sensação de "tensão" do que se esperar de seu Ministério.