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Quem conhece os nossos passos?

 

Dr. Fábio Blanco

Não são apenas a Apple e a Google que buscam incessantemente a posição de grandes invasores da privacidade alheia. Não poderia ficar de fora dessa briga a toda poderosa Microsoft. Esta, que já foi a maior empresa de tecnologia do mundo e hoje disputa para manter sua fatia (ainda gorda) do mercado, está investindo milhões de dólares em um sistema de monitoração pública, na cidade de Nova York (veja matéria do jornal Le Figaro).

Por esse sistema, o poder público terá acesso, em tempo real, aos dados relativos à movimentação de pessoas pela cidade. Também terá acesso aos dados mantidos gravados no sistema. Placas de carro, número de telefones celular, e até identificação biométrica seria possível. Tudo em nome de quê? Da segurança, evidentemente.

Com esse tipo de acesso e controle de dados, o governo terá em suas mãos informações que possibilitariam encontrar qualquer pessoa, em qualquer momento, na área coberta pelo monitoramento. Apesar disso, as autoridades afirmam que a privacidade não será violada, já que as câmeras de monitoramento apenas captariam imagens dos espaços públicos.

O interessante é que a cidade de Nova York, que outrora teve problemas sérios com violência, vive tempos de tranquilidade, com números baixíssimos de criminalidade. Isso, simplesmente, por causa de uma política de segurança duríssima, que não permite que criminosos, de qualquer tipo, tenham liberdade para agir em sua jurisdição.

Portanto, a que segurança os responsáveis pela criação desse sistema estão se referindo? Apenas pode ser a “sensação de segurança”, tão almejada pelos cidadãos. Ainda que os números de ações criminosas sejam baixos, ainda que as chances de uma pessoa ser vítima de um bandido sejam praticamente nulas, sempre é possível invocar a necessidade de segurança. Isso quer dizer que, nessa matéria, toda proposta que prometa fortalecer a sensação de ausência de perigo, é bem aceita.

E assim, o Estado vai aumentando a extensão de seus tentáculos e, passo-a-passo, entra um pouco mais na vida privada de seus próprios cidadãos. Ontem, todo lugar onde alguém estivesse, ainda que público, deveria a privacidade ser respeitada. Hoje, essa privacidade apenas existe, relativamente, dentro de casa. Amanhã, quem sabe o que restará como refúgio?

A ideia que se propaga é que não há privacidade em lugares públicos. Como se privacidade fosse apenas relativa aos atos mais íntimos. Os que assim pensam, esquecem que há a necessidade de mantermos em sigilo também os nossos caminhos, nossas rotinas, nossas preferências, nossos gostos, nossos desejos. Ora, se o governo tem acesso a tudo o que eu faço durante o dia, ainda que não possa ler meus pensamentos, pode, facilmente, deduzir todas aquelas coisas que fazem parte da minha intimidade. Se isso não o torna Deus, pelo menos o faz muito próximo de Satanás.

Até aqui, aceitávamos que apenas Deus teria o poder de tudo ver e tínhamos a plena consciência de que somente Dele não haveria nada que pudéssemos resguardar. Hoje, essa convicção começa a ser destruída, quando vemos que o Estado passa a também ter o poder, que até aqui tínhamos como sobrenatural, de saber tudo o que fazemos. Isso é a destruíção de um imaginário construído em milhares de anos.

O poder estatal tem se mostrado tão veemente que começa a apresentar obras que antes eram tidas como exclusividades divinas. Isso me lembra o texto bíblico que se refere à besta que“seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar…” (Apocalipse 13.14). Esta mesma besta é aquela que imporá uma marca sobre os homens “para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”(Apocalipse 13.17). Quem, além do Estado, parece demonstrar tamanho poder?

Com a implantação de um sistema como esse, em relação ao qual não devemos nos iludir como algo que estará restrito apenas à cidade americana, já que a própria Microsoft afirma que seu plano é vendê-lo por todo o mundo, cabe-nos perguntar: de quem esperamos o socorro quando nos sentimos em perigo? A quem confiamos nossas vidas para que nos proteja? A quem devotamos grande parte de nosso tempo e recursos? A quem damos conta do que fazemos, compramos, vendemos e temos? Quem esperamos que nos eduque? E, também, quem sabemos que conhece todos os nossos passos? Obviamente, o Deus-Estado!

Fonte: Discursos de Cadeira

Divulgação: www.juliosevero.com

Zé Carlos ex-jogador da seleção brasileira revela o milagre do filho dado por Deus

 

PorLuana Santiago | Correspondente do The Christian Post

José Carlos de Almeida, mais conhecido como Zé Carlos, ex-jogador da seleção brasileira revelou o processo de milagre de Deus dando um filho a sua esposa, Beta, que não podia engravidar, em entrevista ao site da igreja Lagoinha.

  • José Carlos de Almeida

    (Foto:Divulgação)

    José Carlos de Almeida

 

“Minha esposa não podia ter filhos, em todos os médicos ginecologistas que ela ia, todos falavam a mesma coisa: ela precisava fazer um tratamento para engravidar”.

Zé Carlos relata em seu testemunho que o casal levava em seus corações a esperança de que Deus realizaria seus planos na vida deles. Apesar dos diagnósticos negativo dado por médicos nas visitas a consultórios realizadas periodicamente o casal não perdia a fé.

“Deus é maior e se Ele tivesse um plano de nos dar um filho, Ele nos daria”.

O casal sempre acreditou que a última palavra seria a Deus e permaneceu acreditando em um milagre.

Um dia, Beta, que é cantora, foi convidada a ministrar em uma igreja na cidade de Sertãozinho (interior de São Paulo) em dois cultos e foi então que Deus começaria a realizar o sonho do casal.

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Zé Carlos conta que após sua esposa ministrar um louvor no primeiro culto, uma mulher da congregação local perguntou a Beta se ela tinha um filho. Ele comenta que a mulher havia comprado um presente para dar a uma outra pessoa que tivera um bebê recentemente, mas que Deus durante o louvor de Beta a orientou a entregar o presente a sua esposa.

"Nesse momento minha esposa emocionada disse: ‘Mas irmã, você não me conhece, nunca me viu, como foi comprar um presente pra mim?’ E ela respondeu: ‘Eu não comprei esse presente pra você, comprei para uma irmã aqui da igreja que recentemente ganhou neném, mas enquanto você louvava o Senhor falou ao meu coração que esse presente não é para irmã, mas para a levita que estava no altar louvando”.

O ex-jogador relata que sua esposa trêmula abriu o presente, minutos antes de iniciar o louvor do próximo culto, e no presente havia três roupinhas de menino recém-nascido, "a coisa mais linda!”. Beta não teve dúvida, disse o atleta, “aquele era o primeiro presente do nosso filho que haveria de vir, dado por Jesus”.

"Ela abriu o período de louvor contando o que havia acabado de acontecer, compartilhou sua dificuldade em engravidar, ergueu as roupinhas para cima e disse: ‘Eu não sei quando ele virá, mas o meu Isaac está a caminho’”, disse Zé Carlos.

Zé Carlos conclui seu testemunho dizendo que após a ministração do louvor feito por sua esposa um pastor se propôs a orar pelo casal e durante a oração o pastor disse que em um ano o casal estaria com um filho em seus braços.

A oração segundo Zé Carlos foi feita em 19/11/2006 e o filho do casal nasceu em 19/11/2007 concretizando o milagre prometido por Deus.

“Para mostrar que o que Deus fala cumpre. Deus é FIEL! Minha esposa nunca fez nenhum tratamento, Deus nos deu Lucas porque Ele prometeu. Hoje nosso filho está prestes a fazer cinco aninhos, e é a maior alegria da casa, desde os três anos louva ao Senhor nos cultos”, concluiu o Zé Carlos.

José Carlos de Almeida disputou a Copa do Mundo de 1998 com a camisa do Brasil sem jamais ter jogado uma partida sequer pela Seleção até então. Zé Carlos estreou pela seleção brasileira na marcante semi-final contra a Holanda daquela copa substituindo Cafu, em um jogo que levou o Brasil para a final.

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Após ser atropelado, Bruno, do KLB, diz: ‘Tive a prova viva que Deus existe’

 

Por Luana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Após ser atropelado e sair apenas com alguns ferimentos leves, Bruno do KLB agradece a Deus por estar bem.

  • Bruno Scornavacca

    (Foto:Divulgação)

    Bruno Scornavacca agradece a Deus por estar bem após ser atropelado

 

Na madrugada desta segunda feira (20), o cantor Bruno Scornavacca (28), do KLB, levou um susto, quando deixava uma festa na zona sul de São Paulo e foi atingido por um carro.

De acordo com o cantor, uma amiga o teria atropelado, "O carro me prensou, estava muito rápido. Foi uma amiga minha, sem querer", disse Bruno.

Em sua página no Twitter Bruno manifestou sua fé em Deus por não ter ficado com machucados graves.

“Boa noite pessoas! Não tinha noção do quanto eu era amado pelos meus amigos e pessoas que gostam de mim… Hoje tive a prova viva que Deus existe… Ser esmagado por dois carros com a violência que foi e eu estar com apenas alguns cortes no braço é porque Deus está no comando mesmo, e não era minha noite. Não tive nem uma fratura e nenhum risco na perna. Fui, literalmente, blindado pela força divina. Deus existe e foi minha fé que me salvou. Quero agradecer todos os meus amigos e dizer que vou responder um por um que me ligaram, só preciso conseguir dobrar o braço pra poder falar com vocês”, escreveu na rede social.

No Twitter, Kiko o irmão mais velho também tranquilizou os fãs e agradeceu a Deus pelo bom estado de seu irmão.

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"Me disseram que a pancada foi muito forte, ficou prensado entre dois carros mas Deus é maior e não permitiu que nada pior acontecesse!! Ele está no hospital ainda mas já fez os exames principais e nada aconteceu!! Apenas dores pela pancada e pontos nos braços", escreveu. "Deus estava ali e assim sempre foi em nossas vidas. Obrigado, Senhor, por ter a oportunidade de ter meu irmão comigo. #susto".

De acordo com Franco Scornavacca, pai do cantor, Bruno tirava fotos dos amigos quando foi atropelado.

"Ele estava saindo com amigos por volta das quatro da manhã, e alguém pediu para bater foto. Ele encostou numa van para fazer a foto e veio um carro de ré e bateu nele. Disseram que a motorista estava embriagada", contou o pai do cantor, segundo publicação CARAS Online.

O cantor foi levado ao hospital Albert Einsten, e em entrevista o pai do cantor chegou a comentar que achavam que Bruno teria alguma fratura devido a força do impacto, mas o cantor recebeu alta médica e foi liberado na manhã do mesmo dia.