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Teólogo rejeita afirmação de que Jesus nunca abordou o casamento gay

 

PorAudrey Barrick | Repórter do Christian Post tradutor Abigail Viana dos Santos

Um teólogo da Igreja Batista do Sul está rejeitando um argumento popular feito entre os ativistas gays que afirmam que Jesus nunca abordou a questão do casamento homossexual.

  • protesto contra gay

    (Foto: The Christian Post)

    Este domingo, milhares de pessoas marcharam na manifestação ‘Let People Vote’ (Que o Povo Vote) em Manhattan, Nova York, este domingo, o primeiro dia que casamentos legalizados entre homossexuais ocorreriam.

"É correto o fato de que Jesus nunca abordou a questão do casamento do mesmo sexo?" perguntou Daniel Akin, presidente do Seminário Teológico Batista do Sul em Wake Forest, Carolina do Norte, em um comentário recente.

Sua curta resposta é não.

"É simplesmente inegável que Jesus assumiu o casamento heterossexual como o projeto e o plano de Deus", disse ele. "Jesus vê toda a atividade sexual fora dessa aliança como pecaminosa."

Akin argumentou que Jesus falou claramente sobre sexo e casamento conforme encontrado nas Escrituras.

As palavras de Jesus sobre o casamento são encontradas em Mateus 19, onde ele afirma: "Não tendes lido que desde o princípio, o Criador os fez macho e fêmea, e disse: ‘Portanto, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne?’ Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem."

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"Este Jesus foi comprometido com o casamento heterossexual, isto não poderia ser mais evidente", afirmou Akin.

Quanto ao sexo, Jesus acreditava que era "um bom presente para ser apreciado dentro de um pacto, monogâmico e heterossexual do casamento", disse ele. "Nisto Ele é cristalino."

Ao falar sobre o pecado, Jesus disse que era, em última análise uma questão do coração.

Em Marcos 7, Jesus enumera pecados que incluem a imoralidade sexual e adultério, dizendo que "esses males vêm de dentro e contaminam o homem."

No contexto bíblico, Akin manteve, "imoralidade sexual" inclui qualquer coisa fora da aliança do casamento entre um homem e uma mulher.

"Portanto, Jesus viu sexo pré-marital, adultério e conduta homossexual como pecaminosa," argumentou o Batista do Sul.

"É uma estratégia muito perigosa e ilegitimamente interpretativa para apoiar as palavras de Jesus e ler nelas o significado que você gostaria de encontrar", acrescentou. "Não devemos isolar Jesus de Sua afirmação do Antigo Testamento como a Palavra de Deus, nem divorciá-lo do seu contexto judaico do século 1."

Akin enfatizou que Jesus não estava atrás de modificação comportamental. Em vez disso, ele procurava a "transformação do coração" – tornada possível pelo Evangelho.

"Jesus ama o pecador, tanto heterossexual e o pecador homossexual e promete perdão e completa libertação gratuita para todos aqueles que vêm a Ele", afirmou o teólogo.

"O evangelho nos transforma de modo que agora somos capazes de não fazer o que queremos, mas o que Deus quer."

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Pastores traem pastor que ajudou menina a escapar de lésbica obcecada por possui-la

 

Comentário de Julio Severo:

Ficamos horrorizados quando vemos relatos de pastores que traiam pastores na Alemanha nazista. Achamos que traições são eventos do passado. Mas eis que com a tirania de um governo movido por perversões, pastores começam a fraquejar. Lisa Miller precisou fugir dos EUA com sua filha porque sua ex-parceira lésbica, com o apoio do movimento homossexual, obteve dos tribunais decisões para tirar a filha de Lisa e dar à lésbica. Lisa pediu socorro a um grupo de pastores evangélicos, que a ajudaram a fugir para a Nicarágua. Mas com a intervenção do governo dos EUA, inclusive ameaçando de prisão, todos os pastores, menos o Pr. Kenneth Miller, “se arrependeram” e estão colaborando com o governo dos EUA para capturar e prender a mãe e entregar à menina a uma lésbica insana. Só o pastor Kenneth enfrenta agora risco de prisão pelo “crime” de ajudar uma mulher que entregou a vida a Jesus Cristo, saiu do lesbianismo e agora quer proteger sua filha biológica da obsessão de sua ex-parceira lésbica.

Conforme o Estado endurecer suas leis a favor do homossexualismo, veremos o crescimento de uma cultura de traição: irmãos traindo irmãos, pastores traindo pastores, etc.

Os pastores e outros cristãos continuarão a fazer a vontade de Deus, até o momento em que o Estado determinar que certa vontade de Deus é pecado contra o Estado. Aí começarão as traições. Muitos, para escapar da prisão, entregarão os inocentes à cova dos leões.

Quem tem olhos para ver, veja: A perseguição já começou no Ocidente “cristão”. A matéria abaixo é de LifeSiteNews:

Pastor levado a juízo por ajudar menina a escapar de “mãe” lésbica imposta por tribunal

Matthew Cullinan Hoffman

10 de agosto de 2012 (LifeSiteNews.com) — O Ministério Público Federal dos Estados Unidos está apresentando seus argumentos legais num julgamento contra um pastor menonita que é acusado de ajudar uma mãe solteira a escapar dos Estados Unidos com sua filha para evitar visitas impostas pelo tribunal de uma lésbica que o tribunal declarou ser a segunda “mãe” da menina.

A ex-lésbica Lisa Miller fugiu dos EUA depois do fracasso de seus esforços para impedir que Janet Jenkins, ex-parceira de uma união civil homossexual, tivesse acesso a Isabella, a filha de Lisa. Jenkins nunca adotou Isabella e não tem nenhum relacionamento biológico com a menina, que exibiu sinais de trauma emocional, de acordo com especialistas que a observaram, depois que o tribunal deu a Jenkins o direito de fazer visitas a força a menina.

Joshua Autry, o advogado do Pr. Kenneth Miller, está argumentando que Lisa Miller (que não tem nenhum parentesco com Kenneth Miller) tinha plenos direitos de mãe na época em que o pastor a transportou para a fronteira do Canadá, e que ele não estava ciente de que estava interferindo com alguma ordem de tribunal, de acordo com reportagens da Associated Press e outros jornais.

Se for condenado, Kenneth Miller pode acabar recebendo até três anos de prisão por “ajudar um sequestro parental internacional” sob a lei dos EUA.

Pr. Kenneth Miller com sua esposa e filhos

O MPF está usando emails obtidos do Google e gravações de telefone celular da empresa Verizon Wireless para mostrar os movimentos de Lisa Miller e sua filha em 2009, quando eles dizem que Lisa fugiu para o Canadá — e no final para a Nicarágua — com a ajuda de Kenneth Miller e outros menonitas ligados a ele.

Pelo menos dois menonitas que ajudaram na fuga decidiram entregar evidências no julgamento, testemunhando contra Kenneth Miller, que não está cooperando com o MPF.

O Pr. Ervin Horst, do Canadá, já testificou em favor do MPF, declarando que ele levou Lisa e Isabella de carro para o aeroporto de Toronto, da fronteira do Canadá até as Quedas do Niágara a pedido de Kenneth Miller.

O Pr. Timothy “Timo” Miller (que também não tem nenhum parentesco com Lisa Miller), que também ajudou Lisa e Isabella ao chegarem a Nicarágua, também concordou em testificar contra Kenneth Miller, num acordo claro para evitar que ele mesmo sofra ações do MPF. Um site mantido por apoiadores de Timothy Miller, o qual havia coletado milhares de dólares para defendê-lo, afirma que a eliminação de todas as acusações contra ele foi um evento “miraculoso”.

De acordo com os apoiadores menonitas de Kenneth Miller, o pastor considera o “casamento” homossexual como sintoma de uma sociedade que está abandonando o casamento cristão, que “foi feito para ser um relacionamento entre um homem e uma mulher para a vida inteira”.

Embora se oponha ao “casamento” homossexual, ele não o vê como a maior ameaça a essa instituição, em vez disso sustentando que “a maior ameaça é um Cristianismo que tem marginalizado e comprometido o ensino de Jesus sobre o casamento. O ensino de Jesus conforme a Igreja o entendeu pelos 300 anos de sua história permitia o divórcio ou separação em raros casos, mas o recasamento era visto como adultério”.

Ele descreve um “arrependimento radical dentro do Cristianismo” como a solução para o problema.

Os apoiadores do pastor explicam que “como seguidor de Jesus, Ken não conseguiria ignorar” a súplica de Lisa Miller pedindo ajuda para escapar de Jenkins.

“Ken apoiou o desejo de Lisa de remover a si mesma e Isabella de ex-relacionamentos que não estavam de acordo com o padrão de Jesus. Contudo, ele sentiu apenas amor e compaixão pela ex-parceira de Lisa e outros envolvidos”, acrescentam eles.

Link relacionado:

Site apoiando o Pr. Kennet Miller: MillerCase.org

Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Pastor prosecuted for helping girl escape court-imposed lesbian ‘mother’

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Consciência Cristã na apologética bíblica

 

Posted: 13 Aug 2012 07:22 AM PDT

É importante fazer uso da Palavra de Deus como regra de fé e conduta, Mesmo que a intenção seja a melhor de todas, ninguém despreze a Palavra de Deus, pois esse desprezo é pecado. Quem a despreza perecerá (Provérbios 13.13).

O apologeta cristão é ponderado, não é preconceituoso. O exercício de sua competência reside em ter conceito concebido com bases em pesquisas sérias. Ao abordar qualquer tema, não faz isso movido pela pressa, mas pela moderação e ciência dos fatos abordados. Ação apressada e preconceituosa não é atitude coerente à apologia cristã.
Fazer apologia das verdades do Evangelho, é evidenciar e também defender o uso da Palavra de Deus objetivando que ela seja praticada fielmente pelos cristãos. No trato com a Palavra e com as pessoas, considerar que ninguém e nenhuma instituição estão acima da autoridade das Escrituras Sagradas.

O apologeta deve praticar a apologia com total imparcialidade, colocando-a acima de interesses pessoais e de terceiros, acima de instituições, convenções, liturgias e dogmas (Tiago 3.13-18).

O praticante da verdadeira apologia  preza por todo o conhecimento adquirido, principalmente o teológico. No mínimo, possui razoável conhecimento de teologia.  Sabe que o propósito da prática de apologia é salvar almas, e para tal finalidade não é preciso ostentar títulos acadêmicos e diplomas em seus textos e homilias.

A condição do apologeta é humana. Portanto ele não deve confiar em seu coração, que é extremamente corrupto e pode enganá-lo. Não deve confiar plenamente em seu coração e nem no coração de terceiros (Jeremias 17.5-9).
O apologeta cristão não deve tomar como base suposições para praticar a apologia. Ninguém deve crer que possui a noção exata de tudo o que acontece além do alcance de seus olhos. Só Deus é onisciente e sabe de tudo. E sendo assim, todos precisamos evitar generalizar em todas as situações.

A comunicação eficaz é aquela em que é dito tudo o que é preciso e a mensagem é plenamente entendida por quem ouve ou lê

As generalizações são sempre injustas e os injustos não entrarão no céu (1 Coríntios 6.9). Ao abordar problemas comportamentais, quem faz a apologia precisa fixar-se no assunto em foco, sabendo que o objetivo é eliminar a prática do pecado, não é atacar os pecadores (Efésios 6.12).

O autêntico apologista do evangelho combate atitudes e afirmações absurdas. Não é combatente de ações que apenas causam o estranhamento da cristandade na ordem pessoal. Usa a apologia cristã para responder tudo que realmente é estranho às normas da prática do Evangelho de Cristo. Tem plena consciência que é essencial conhecer seu público-alvo e se dirigir especificamente para ele. Quando é preciso, evita usar terminologias técnicas, comunica-se com linguajar coloquial para que todos entendam com facilidade o que deseja transmitir. É conciso e claro, evita possíveis ambiguidades.

O apologista praticante da Palavra de Deus respeita a autoridade pastoral, contudo não se comporta como seguidor cego de líderes Y ou X. Ele segue Jesus Cristo e, eventualmente, faz uso da Bíblia Sagrada para avaliar o que os líderes cristãos fazem e dizem. Faz isso combatendo o pecado e nunca os pecadores.
O apologeta cristão não é ofensor. Um erro nunca justifica outro. Então, ao batalhar em favor da fé cristã, rejeita a utilização de práticas carnais para salvar aqueles que estão na carne (Judas 21, 23). Ele tem amor pelas almas, prega o Evangelho Puro e Simples, envolve-se em ações específicas que representem em 100% o amor, a pureza e a simplicidade cristãs. Faz isso usando as Escrituras Sagradas na oratória e na prática diária.

A verdadeira prática apologética não tem espaço para ofensores, deboche, escarnecedores. A zombaria, o escárnio, afastam as almas de Jesus Cristo e daquilo que o ofensor defende. Ironizar é praticar ação escarnecedora e convém não se assentar com escarnecedores (Salmo 1). A dureza de palavras provoca a raiva contra quem as emite e o resultado espiritual é negativo: “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira” – Provérbios 15.1.

Jesus é o Sumo Pastor das ovelhas e continua a cuidar de todas elas. Confiemos nEle e ao mesmo tempo usemos unicamente a Bíblia Sagrada para combater o pecado. É a Palavra de Deus que alimenta, sustenta, traz às almas o discernimento espiritual necessário. Salmo 119.105; Jeremias 23.29; 2 Timóteo 2.15; Hebreus 4.12.

E.A.G.

Eliseu Antonio Gomes http://belverede.blogspot.com.br