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Palco com Mara Maravilha desaba

Incidente com Mara Maravilha ‘não passou de um susto’ comenta

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Na última segunda-feira, parte do palco onde a cantora evangélica Mara Maravilha se apresentava, desabou, no município de Campo Brito, em Aracaju. Segundo a cantora, “foi só um susto”.

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    (Foto: Divulgação/site oficial da Mara Maravilha)

    Cantora gospel Mara Maravilha.

 

"Muita gente ficou preocupada com o ocorrido em Sergipe, mas graças a Deus não passou de um susto, amanhã vou para Porto Alegre", escreveu ela em seu Twitter nesta terça-feira.

O palco não aguentou o excesso de peso e acabou desabando, levando a apresentadora terminar a apresentação no chão, junto ao público. Além de Mara, outros artistas participaram do evento como a cantora Grace Fernandes.

“Foi tudo muito rápido, as cantoras estavam se apresentando e estava chovendo quando uma parte do palco desabou, foi um grande susto”, conta Vailton Linhares, um dos atendentes do show, segundo o G1.

Os artistas foram retirados do palco, mas ninguém ficou ferido.

Segundo os representantes da Associação dos Evangélicos de Campo do Brito, o palco foi cedido pela prefeitura municipal. Mara Maravilha chegou a criticar a organização apontando para a falta de respeito.

"É uma falta de respeito com os aristas e o público, mas não vamos nos abalar com esse incidente. A gente merecia um mega palco", disse.

Mara Maravilha, que já foi famosa por ser apresentadora de programa infantil na TV, é atualmente cantora gospel e apresentadora de televisão brasileira.

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Milhares se reúnem para protestar contra o aborto em Brasília

 

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Uma marcha contra o aborto foi realizada nesta terça-feira, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para protestar contra o aborto e defender a aprovação do Projeto de Lei 478/2007 do Estatudo do Nascituro.

  • marcha contra aborto

    (Foto: Divulgação/Agência Brasil)

    5ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida contra o aborto em Brasília, terça-feira, 26 de junho de 2012.

A 5ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida, que foi iniciativa da organização não governamental (ONG) Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto, reuniu cerca de cinco mil pessoas. O movimento ocupou uma das faixas do Eixo Monumental e o gramado em frente ao Congresso.

O objetivo foi pedir a proteção à vida em todos os seus estágios, através da aprovação do Estatuto Nascituro, um projeto de lei que tramita em Brasília e visa defender a vida no ventre materno contra o aborto.

O autor do projeto, o ex-deputado Luiz Bassuma, afirma que a Constituição Brasileira defende a vida, mas não determina em que momento ela começa e a lei resolveria esse problema.

O vice-presidente nacional da ONG Brasil Sem Aborto, Jaime Ferreira, afirmou que as mulheres que sofrem estupros precisam entender que elas não são obrigadas a abortar, argumentando que elas não tem direito quanto ao corpo do futuro filho.

"Eu acho que a mulher tem direito ao seu próprio corpo. Só não acho que ela tem direito ao corpo do outro, que ela carrega dentro de si", disse Ferreira, segundo a publicação Terra.

Os manifestantes também protestaram contra qualquer proposta de reforma do Código Penal que facilite a prática do aborto. Eles fizeram ainda uma parada em frente ao Ministério da Saúde para protestar contra a aprovação de uma Norma Técnica sobre o aborto.

"Trata-se de indicar os melhores métodos e instrumentos e até profissionais que fariam aborto em situações seguras. Se a Norma for instituída, entraremos no Supremo Tribunal Federal para questionar sua constitucionalidade", afirma a Secretária Geral do Movimento, Damares Alves.

Uma carta será entregue ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) para mostrar o posicionamento do Movimento sobre a reforma do Código Penal contra propostas de ampliação de permissivos.

Na Grécia, arqueólogos encontram restos de estrada de 1.800 anos

 

DA ASSOCIATED PRESS

Atualizado às 15h49.

Arqueólogos gregos descobriram os restos de uma estrada construída pelos romanos que foi usada como uma das principais rotas de transporte cerca de 1.800 anos atrás.

Os 70 metros da via que sobreviveram ao tempo surgiram durante as obras de construção de uma nova linha de metrô na cidade portuária de Tessalônica, a segunda maior da Grécia em termos populacionais.

Nikolas Giakoumidis/Associated Press

Os 70 metros que restaram da estrada romana achada em Tessalônica são apresentados à imprensa

Os 70 metros que restaram da estrada romana achada em Tessalônica são apresentados à imprensa

Algumas pedras de mármore usadas no pavimento possuem desenhos de tabuleiros, típicos de jogos infantis, e outras conservaram as marcas dos carros puxados a cavalo. Abaixo da estrada, havia sobras de uma outra construída 500 anos antes.

Os achados arqueológicos em Tessalônica não são raros. Em 2008, foram desenterradas mais de mil sepulturas, nas mais variadas formas e tamanhos. De algumas delas, saíram objetos de valor como joias e moedas.

A estrada recentemente descoberta poderá ser vista a partir de 2016. Ela será retirada do local das obras e colocada em uma mostra pública permanente quando a linha de metrô for inaugurada.