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QUADRANGULAR: 60 ANOS DE HISTÓRIA

 

Há 16 anos a denominação é dirigida pelo pastor Mário de Oliveira

Por: Redação CreioFOTO - IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR

Iniciada em 1910, quando o movimento pentecostal chegou ao Brasil, a Igreja do Evangelho Quadrangular há 60 anos tem oferecido elementos importante no crescimento dos evangélicos no país. Desde o dia 15 de novembro a denominação tem celebrado a data. O crescimento da IEQ, que há 16 anos é dirigida pelo pastor Mário de Oliveira, é capa da revista ÉTICA CRISTÃ ( www.indiqueigreja.com.br).

Fundada em São João da Boa Vista (SP) a 15 de novembro de 1951, pelo missionário da Foursquare Church Gospel, pastor Harold Edwin Willians, auxiliado pelo pastor Jesus Hermirio Vasquez Ramos.A obra no Brasil começou numa casa na cidade de Poços de Caldas (SP), junto com uma escola de inglês, indo depois para São João da Boa Vista onde foi construído pelos fundadores um pequeno templo.Em 1952 vieram para a capital de São Paulo realizar campanhas evangelisticas a convite de um pastor da igreja Presbiteriana do Cambuci, e pouco tempo depois foram para uma tenda de lona no mesmo bairro. De lá foram para o bairro da Água Branca e então para o salão da Rua Brigadeiro Galvão, 713.

A tenda passou então a viajar pelo estado de São Paulo como a tenda número um. Nos salões da rua Brigadeiro Galvão as senhoras da igreja começaram a ajudar um irmão que havia trabalhado muito tempo com um circo e que as ensinou a costurar. As tendas compradas ou fabricadas na própria igreja saíram peregrinando por lugares como Casa Verde, Americana, Limeira, Vitória, Curitiba e vários outros. Numa onda contagiante o movimento crescia e cada tenda dava origem a um novo núcleo que se constituía em uma igreja.

Há 16 anos à frente da denominação, pastor Mário de Oliveira, segundo a revista, se tornou referência para milhares de pessoas, levando por todo Brasil, além da bandeira de sua denominação, uma mensagem séria e edificante. Em 1965, na época com 19 anos, ingressou no ministério e abriu 16 igrejas em três estados do Brasil: São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Data: 16/3/2012

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Marroquina comete suicídio após ser forçada a casar com estuprador

 

Adolescente de 16 anos ficou 5 meses casada com homem que a estuprou.
Ativistas querem mudar lei que ‘perdoa’ criminoso que casa com a vítima.

Do G1, com AP

 

O caso de uma garota de 16 anos que se suicidou após ter sido forçada a casar com o homem que a estuprou causou indignação no Marrocos e tem provocado a mobilização de ativistas na internet exigindo mudanças nas leis do país.
Um petição online, uma página no Facebook e inúmeros posts no Twitter têm expressado horror com a história de Amina Filali, que tomou veneno de rato no último sábado por não aceitar o casamento forçado com o homem que a havia violentado um ano antes.
O artigo 475 do Código Penal do país permite ao “sequestrador” de um menor casar com sua vítima para escapar de um processo, o que é usado para sustentar a prática de que estupradores casem com suas vítimas para “preservar a honra” da família.
“Amina, 16, foi triplamente violentada, pelo seu estuprador, pela tradição e pelo artigo 475 da lei marroquina”, publicou no Twitter o ativista Abadila Maaelaynine.
Nouaydi, que dirige a Associação Adala por reformas legais no país, disse que o juiz pode indicar o casamento apenas no caso de acordo entre a vítima e as duas famílias.
“Não é um acordo que acontece frequentemente –é muito raro”, disse ele, que admitiu que a família da vítimas muitas vezes concorda com medo de que a filha não consiga mais um marido se for revelado que ela foi estuprada.
“Infelizmente é um fenômeno recorrente”, diz Fouzia Assouli, presidente da Liga Democrática pelos Direitos das Mulheres. “Nós temos pedido há anos o cancelamento do artigo 475 do Código Penal, que na verdade permite que estupradores escapem da Justiça.”
Em entrevista ao site marroquino goud.ma, o pai da vítima disse que foram as próprias autoridades da corte que sugeriram o casamento como opção quando eles denunciaram o estupro.
“O procurador recomendou minha filha a casar, ele disse: ‘Faça um contrato de casamento’”, disse Lahcen Filati.
A lei marroquina foi reformada pela última vez em 2004, mas ativistas dizem que ainda há muito o que mudar. Em casos de estupro, o onus da prova é quase sempre da vítima e se ela não conseguir provar que foi atacada, corre o risco de ser processada por devassidão.
“No Marrocos, a lei protege a moralidade pública mas não os indivíduos”, diz Fouzia Assouli, acrescentando que um projeto que proíbe todas as formas de violência contra a mulher, incluindo o estupro dentro do casamento, está parado Parlamento marroquino desde 2006.
O caso
De acordo com o pai de Amina Filali, a garota estava foi abordada na rua pelo homem e estuprada, mas levou dois meses até que contasse aos pais.
Segundo o pai, a corte forçou o casamento, ainda que o próprio violador recusasse inicialmente. Ele só teria consentido quando informado de que enfrentaria um processo. A pena para estupro é entre 5 e 10 anos de prisão, mas pode chegar a 20 anos em caso de se tratar de uma menor.
Amina, segundo o pai, reclamou diversas com a mãe de que o marido a agredia durante os cinco meses em que estiveram casados.
Um página criada no Facebook chamada “We are all Amina Filali” (“Nós somos todos Amina Filali”) pedindo o fim da prática do casamento de estupradores com suas vítimas no Marrocos já reuniu mais de 1 mil assinaturas.

Gulnaz
O casamento do estuprador para escapar de processo é comum em alguns países do Oriente Médio.

O caso lembra o da afegã Gulnaz, de 21 anos, que foi presa por "adultério forçado" em 2010 após ter sido estuprada por um parente e foi libertada quase duas semanas depois após o clamor internacional sobre o caso.

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NEM TODO CAMINHO LEVA A DEUS

 

Teólogo condena plurarismo religioso e combate ateísmo

Por: Celso de Carvalho e Robson Morais – Redação Creio

“O plurarista crê que todos os caminhos são válidos. Cristo é o único caminho. Eles se ofendem com esta afirmação.” Com esta clareza de discurso William Lane Craig falou nesta quarta-feira, dia 14, no 8º Congresso Brasileiro de Teologia Vida Nova, que acontece até dia 16 em Águas de Lindóia. Aos 400 participantes, e outros 350 que acompanhavam pela internet o apologético contemporâneo falou ainda sobre temas relacionados ao sentido da vida e criticou o ateísmo nilista.

O autor lançou uma nova edição do livro ‘Apologética contemporânea: a veracidade da fé cristã’. No bate papo Craig, que é doutor em filosofia pela Universidade de Birmingham, na Inglaterra, e em teologia pela Universidade de Munique, na Alemanha, enumerou os três pontos para defender a relevância da apologética. A primeira delas se refere ao fortalecimento da cultura. O segundo ponto fortalece o cristão indivídual e o terceiro ítem a apologética favorece o evangelismo.

O autor fica até dia 18 no Brasil. Entre os dias 13 e 16 participa do 8º Congresso Brasileiro de Teologia Vida Nova em Águas de Lindóia. Dia 16 palestrará na Universidade Mackenzie e dia 19 fará lançamento na Livraria Fnac da Avenida Paulista, com direito a noite de autógrafos e palestra do autor.