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Pastores incentivam cristãos a boicotarem BBB: ‘programa avilta o ser humano’, diz Líder Evangélico

 

PorJussara Teixeira | Correspondente do The Christian Post

Pastores e líderes religiosos de diversos segmentos evangélicos estão alertando sobre os valores inversos à família veiculados pelo programa da TV Globo, BBB 12, e orientando os crentes a boicotar o reality show.

  • Ariovaldo Ramos

    Fonte: Site Canal Cristão

 

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A grande preocupação aumentou depois do caso de possível estupro envolvendo o participante Daniel Echaniz e a estudante Monique Amin dentro da casa.

O pastor Ariovaldo Ramos, da Comunidade Cristã Reformada de São Paulo e ex-presidente da organização Visão Mundial, falou ao The Christian Post sobre a questão.

Questionado se os evangélicos devem deixar de assistir ao BBB, a resposta foi categórica: “sim, deve ser boicotado, esse tipo de programa avilta o ser humano e insulta a Deus”, disse o teólogo e filósofo.

As discussões sobre se os cristãos devem ou não dar audiência para esse tipo de entretenimento, ganhou a internet e a Igreja Presbiteriana do Brasil criou um blog entituladoo Lado B do BBB.

Segundo o blog, os critérios para o reality show, que se propõe a ser uma amostra da realidade do povo brasileiro é o tripé: beleza física e disposição para expor o corpo à vontade, ambição para usar todos os meios possíveis, éticos ou não, para conseguir o prêmio de um milhão de reais e habilidades para envolver os outros participantes e o público evitando a eliminação precoce.

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O autor das reflexões é o reverendo Robinson Granjeiro, que constata ainda que a inclusão de duas participantes declaradamente evangélicas é somente mais uma estratégia do diretor global Boninho para atingir e angariar audiência junto ao público gospel.

“É uma decisão ideológica fomentar o materialismo levado ao extremo pela ambição de ganhar o prêmio a todo custo, no lugar de incentivar o cultivo da espiritualidade e da solidariedade humana, mesmo que seja em um ambiente competitivo”, diz um dos posts.

O blog alerta para que a igreja evangélica se posicione com clareza contra esse tipo de entretenimento, que tem por princípio chamarizes como a imoralidade, a pressão psicológica, a promoção intencional de intrigas e a instabilidade emocional dos participantes.

A líder de intercessão do Ministério Diante do Trono, Helena Tannure, também se manifestou sobre o assunto. Em uma pregação que foi postada no You Tube ela faz críticas contundentes ao reality e pede que os cristãos boicotem o programa.

Tannure clamou às mulheres a tomarem uma atitude e não deixarem que o programa entre nos lares, principalmente com as notícias sobre o possível abuso sexual praticado por um dos participantes da casa. “O BBB é o esgoto de satanás derramado nas casas das pessoas.”

E continuou: “tem gente que almoça com Deus, mas toma um cafezinho com diabo. Não perde um big brother. Desce do muro! Isto me ira. Perdoe-me, mas isto me ira!”, desabafou. Ela sugeriu que as mulheres coloquem-se em oração cada vez que lerem uma noticía a respeito do reality.

Também o pastor Renato Vargens, da Igreja Cristã da Aliança em Niterói falou sobre o assunto em seu blog. Ele se disse “assustado, que mesmo diante de um programa tão baixo alguns evangélicos teimam em assistir ao reality”.

Segundo ele, o programa é uma afronta ao bom senso, “ e a Vênus Platinada nos empurra goela abaixo valores absolutamente imorais e para piorar a situação, muitos evangélicos amam dar uma ‘espiadinha’”. Ele conclama que os cristãos repudiem com veemência programas deste tipo.

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Bancada evangélica entra com representação contra Haddad sobre programa de distribuição de preservativos

 

PorJussara Teixeira | Correspondente do The Christian Post

Deputados da frente parlamentar evangélica questionaram junto à Procuradoria-Geral da República (PGR) a conduta do ministro da educação, Fernando Haddad que deveria responder um requerimento com questionamentos relacionados à distribuição de preservativos para adolescentes.

  • Deputado João Campos, presidente da Bancada evangélica

    Foto: Site deputado Marcos Feliciano

A representação foi apresentada pelos deputados João Campos (PSDB-GO), presidente da frente parlamentar evangélica, e Paulo Freire (PR-SP). Eles alegaram que o fato de Haddad não responder o requerimento de informação da Câmara dos Deputados configura crime de responsabilidade.

O requerimento não respondido, que foi recebido pelo ministro em 14 de setembro, incluía questionamentos sobre um programa do ministério que previa a distribuição de preservativos para adolescentes nas escolas públicas e privadas de todo o País, segundo a agência Brasil.

Além de pedir informações sobre o preço unitário dos preservativos e a idade das crianças que seriam incluídas no programa, os deputados solicitaram a cópia do contrato de licitação das máquinas nas quais os estudantes poderiam retirar gratuitamente os preservativos.

Outras dúvidas apontadas no requerimento foram sobre a faixa etária dos alunos que terão acesso à máquina, se haverá consulta aos pais e qual o objetivo do governo com o programa.

Segundo o deputado João Campos, (PSDB-GO), a iniciativa não tem caráter eleitoral.

“Nossa iniciativa não tem esse objetivo eleitoral, mas é provável que algum adversário dele na campanha em São Paulo possa exigir essas explicações porque parece que ele sempre está escondendo informações sobre estes assuntos. No outro caso nós tivemos até de apelar diretamente à presidente Dilma Rousseff”, disse o tucano.

O ministro Haddad é pré-candidato do PT à prefeitura de São Paulo. O procurador-geral da República Roberto Gurgel decidirá agora se inicia um processo contra o ministro.

Não é a primeira vez que o ministro Haddad tem conflitos com a bancada evangélica. No ano passado, houve um embate quando o ministério preparava um material de combate à homofobia para ser distribuído nas escolas do País.

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Boko Haram Using Terror to Drive Christians From Nigeria

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President Goodluck Jonathan Called on to Do More to Protect Vulnerable Communities

By Luiza Oleszczuk | Christian Post Reporter

The president of the Christian Association of Nigeria has suggested that Muslim extremists, specifically al-Qaida-linked Boko Haram, are not simply trying to push Christians out of the mostly-Muslim northern areas, but are actually using violence in an effort to expel believers from the country altogether.

  • A member of the clergy guides security forces through the scene of a car bomb explosion at St. Theresa Catholic Church at Madalla, Suleja, just outside Nigeria's capital Abuja, December 25, 2011.

    (Reuters/Afolabi Sotunde)

    A member of the clergy guides security forces through the scene of a car bomb explosion at St. Theresa Catholic Church at Madalla, Suleja, just outside Nigeria’s capital Abuja, December 25, 2011.

Nigeria has been suffering from religious violence for years, with attacks often occurring during the Christmasseason. At least three dozen people were killed in a string of bombings last month. Since December, more than 80 Christians have been killed by radical Muslims, according to the International Christian Concern (ICC), an advocacy group. In addition, the violence has also spread to southern Nigeria, where Muslims and their places of worship have been attacked in apparent retaliation for the killing of Christians in the north.

Jerry Dykstra, Media Relations Director at Open Doors USA, told CP Tuesday that Christians have been feeling increased pressure to take revenge. His organization fights Christian persecution worldwide.

"The pastors there have tried to quiet that especially among the young people. Unfortunately, Christians have retaliated. I guess it’s a matter of what would you do if your church was attacked and your family was murdered?" he said.

Most recently, a mosque and an Islamic school were burned down in the southern Nigerian city of Benin on Jan. 10. Five people were reportedly killed and six were injured in violence in the city, but reports have not specified the identities of the victims.

Pastor Ayo Oritsejafor, CAN’s president, decried the Nigerian government’s failure to protect Christians from attacks and accused some security agents of taking sides.

"The security agencies are polarized along religious lines," he said. "Even when the security agents have information (concerning security measures to be taken against Boko Haram), some of them pass the information to these criminals. This is because some of the security agents are more loyal to their religion (Islam) than to Nigeria as a nation."

It also emerged Wednesday that the man believed to be behind the deadly Christmas bombings managed to escape authorities after being captured.

"I think some people are trying to change the demographics on [the] ground; to do everything to move them out of the North," the church leader said, insisting that politics were at play. Oritsejafor claimed that Muslim politicians were sponsoring young people – members of Boko Haram – to do the killings.

That concern was confirmed by ICC’s religious manager, Jonathan Racho, who told CP that even President Goodluck Jonathan suspects his government has been infiltrated by Muslim extremists.

Jonathan has been facing mounting criticism for not providing adequate protection for the nation’s Christian community. Oritsejafor addressed his president in the interview: "You must muster the political will to make strong decisions. Any of the heads of the security agencies that are not performing, you should remove."

The U.S. Commission on International Religious Freedom (USCIRF) has also found evidence to support the charge that President Jonathan could do more to protect vulnerable Christians and other citizens that have found themselves under attack.

"The United States must vigorously press the Nigerians to address the violence through law enforcement and prosecutions, such as during meetings of the U.S.-Nigeria Bi-National Commission," the organization’s chair, Leonard Leo said recently.

Open Doors listed Nigeria 13th on its list of nations in which Christians are most persecuted. A solution to the problem may start with Muslim-Christian cooperation, Dykstra said, but the terror sect will not be stomped out until Jonathan’s government takes greater control of the situation.

"I think Goodluck Jonathan is feeling the pressure and the heat and [Christians should] pray for him to make decisions so that this doesn’t turn into a major civil war," Dykstra said.