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Malafaia pede cabeça de inspetora que criticou Mundial

SILAS AGORA DEFENDE VALDOMIRO

 

Por: Redação Creio

    O tempo é sempre o remédio de Silas Malafaia. Na EXPOCRISTÃ, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo criticou severamente o presidente da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdomiro Santiago, por ter lhe tirado as madrugadas da Band. Quatro meses depois, Malafaia defendeu o colega e pediu a caneça da inspetora da Polícia Federal por ter pedido o fechamento do templo em Guarulhos.

   No programa deste sábado, dia 14, classificou como preconceito a atitude da inspetora Luciana Rocha. " Se for assim manda fechar a Basílica de Aparecida, acabe com a Marcha para Jesus pois atrapalha o transito." As críticas de Silas Malafaia se referem ao caos criado na inauguração do templo no dia 1º de janeiro que travou o transito na Via Dutra.

    “Está chegando o Carnaval, comprem uma fantasia de palhaço e manda essa inspetora usar”, declarou o pastor que diz que essa atitude é um grande preconceito contra os evangélicos.O presidente da AD lembrou que a inspetora é ligada ao Governo Federal e citou que em época de eleição os políticos vem pedir votos às Igrejas.

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NO RINGUE E NA FÉ

 

Lutador Victor Belfort volta se consagra no ringue após vitória

Por: Redação

      Victor Belfort aplica o golpe da vitória contra Anthony Johnson. A luta aconteceu na madrugada de sábado, 14, para domingo.

Há dez anos ele não lutava no Brasil. Em sua última batalha no ringue, Victor Belfort perdera para o também brasileiro Anderson Silva. Mas quem é campeão sempre dá a volta por cima, e foi exatamente isso que o lutador evangélico fez no último sábado já madrugando domingo, ao vencer o norte americano Anthony Johnson, com direto a invasão da esposa Joana Prado na hora da comemoração.

Após a luta, Belfort correu para a coletiva de imprensa e relembrou o drama que o acompanha: o sequestro e desaparecimento de sua irmã. O episódio foi o motivo da conversão do atleta. Antes do combate, quando os lutadores expõe seus patrocinadores, Vitor mostrou também um cartaz com a foto de sua irmã, Priscilla, desaparecida desde 2004. Figuravam também imagens de outras pessoas sumidas e o número do Disque-Denúncia. Questionado sobre isso, ele não conseguiu segurar as lágrimas.

“A questão dos desaparecidos é uma morte diária para quem vive isso. Quando um filho perde uma mãe, ele é órfão. Mas quando uma mãe ou um pai perdem um filho, não existe palavra para dizer o que significa essa dor… Então, acho que ter solidariedade é muito importante, temos de ligar no Disque-Denúncia e fazer nossa parte”, afirmou o lutador.

Entre os presentes na coletiva estavam sua mulher, Joana Prado, e sua mãe, Jovita. Ambas choraram com a fala do ex-campeão dos meio-pesados do UFC, que foi aplaudido – José Aldo, ao seu lado, puxou a homenagem.

Além deste fato fundamental em sua jornada, Vitor retomou dentro do octógono um pouco de sua origem no mundo das lutas: o jiu-jítsu. Apesar de ser um grande especialista na arte suave, o carioca não finalizava um oponente desde 2001, no Pride, com um mata-leão sobre Bobby Southworth. O triunfo sobre Johnson veio com com o mesmo golpe no primeiro assalto, o que forçou o rival a bater.

“Eu vim decidido a entrar para uma batalha. Eu queria trazer o meu melhor, ser testado, e consegui provar isso. Sabia que ia nocautear ou finalizar. Foi uma noite maravilhosa”, analisou o veterano, que criticou os problemas com o peso do norte-americano, que colocaram a luta em risco.

“Mesmo com a polêmica do peso, eu nunca deixaria o UFC sem uma luta. Mesmo se tivesse de enfrentar um cara de 110 kg, eu lutaria. Seria uma lembrança dos velhos tempos de UFC”, disse o brasileiro, que no início de sua trajetória lutava sem categorias, contra rivais muito maiores.

Vitor tem agenda cheia para o restante do semestre. O primeiro evento é o reality show do The Ultimate Fighter, que estreia sua edição brasileira em março. Ele será um dos técnicos e, o segundo compromisso resulta disso. O treinador rival vai ser Wanderlei Silva, que ao final do programa ganhará uma revanche da derrota para Belfort em 1998.

Data: 16/1/2012 08:54:23
Fonte: Com informações de Uol

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FUTURO DA MÚSICA APÓS MICHEL TELÓ

FOTO - MICHEL TELÓ

Idealizador de coletânea cristã questiona futuro das composições

Por: Celso de Carvalho – Redação Creio

         Renova-me, Marcos Góes; Estejais Ansiosos, Grupo Logos;, Nas Estrelas (Vencedores por Cristo); Calmo, Sereno e Tranquilo (Grupo Elo), Consagração (Aline Barros), Seja Engrandecido (Guilherme Kerr); Nosso Deus é Soberano (Comunidade Evangélica de Vila da Penha); estes são alguns das músicas que integram a série Louvores Inesquecíveis idealizada por Ricardo Carreras. São 160 canções em 10 CDs com os maiores clássicos dos anos 70, 80 e 90. Para o idealizador a qualidade técnica das canções evangélicas melhorou, no entanto as composições caíram em qualidade.

O que levou Carreras, diretor da Aliança, a organizar a coletânea foi o resgate de grande parte da história da música cristã. “Arte não envelhece e isto é perceptível em todas as suas expressões, seja na literatura, na pintura ou na música. O que ocorre é que infelizmente, nos dias atuais, é raro encontrar música com arte. As gravadoras necessitam de muita velocidade nos lançamentos dos produtos para sobreviverem, e esta velocidade está ofuscando a arte.”

O diretor da gravadora Aliança lembra que não há como negar que a parte técnica evoluiu muito, mas, no entanto, a qualidade das composições piorou. “Todo músico, cantor, escritor, na maioria das vezes acaba, mesmo sem querer, transferindo para sua obra as influências artísticas que teve durante a vida. Como serão as composições no futuro se as crianças de hoje crescem ouvindo “Ai se eu te pego! Ai, ai se eu te pego”? Neste processo é natural que a arte vá desaparecendo.”

Data: 15/1/2012 22:15:29